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Terça-feira, 1 de Abril de 2014

E se de repente o Aqueduto caísse?

 

 

Há cerca de 4 anos atrás comecei uma luta por causa do Aqueduto e da Semana da Juventude que aí se realizava. No passado ano, finalmente houve o bom senso de mudarem a Semana de local. E ainda bem. Penso que todos nós estamos agradecidos pelo facto de o dito Aqueduto não sofrer mais.

Agora de repente e sem ninguém dar por isso, outro problema que chega para afectar novamente os Nossos Arcos da Amoreira. Eu explico.

Aqui há muitos anos atrás, tivesse sido por entupimento das caleiras ou por qualquer outro motivo que desconheço, a água transbordava e em frente ao Hotel D. Luís, o Aqueduto tinha-se transformado numa cascata. Houve alguém que não recordo, propôs uma solução: coloca-se um tubo de plástico dentro da caleira, fazia-se passar por aí a água e o problema estava resolvido. Nessa época houve também alguém com bom senso que alertou as autoridades locais para o perigo que isso representava para a estrutura. E isso porquê? O Aqueduto é feito essencialmente por pedra, cal e argila, sendo que estes dois elementos funcionam como agregante. Para que a estrutura se mantenha estável é necessário que haja um cero grau de humidade para que esses agregantes não fiquem ressequidos e comecem a esfarelar. E de onde vem essa humidade? Precisamente da água que lhe passa por cima em caleiras de barro. Pelo fenómeno físico da capilaridade, a água vai-se infiltrando na estrutura e permite que esta mantenha um certo grau de humidade, que é fundamental para a estabilidade da construção.

Aqui há um mês atrás houve alguém que subiu aos Aqueduto para fazer umas fotografias e reparou que não passava água. Alertou-me para o assunto. Pensei que houvesse algumas obras de manutenção a decorrer. Passaram-se mais 15 dias e a mesma pessoa voltou lá e verificou que a água continuava sem lá passar.

Assim sendo resolvi informar-me e foi-me dito que a gestão das águas, incluindo a que vinha pelo Aqueduto tinham passado para a empresa que gere as águas em Elvas: a Aquaelvas. Fiquei pasmado. Como é que uma empresa pode tomar tal decisão sem consultar ninguém, nem tão pouco se informar se tal acto pudesse ser prejudicial? E a cisterna? Seca, evidentemente, o que a prejudica gravemente.

Fica aqui o alerta à Câmara Municipal de Elvas para o perigo que tal acto representa.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 14:04
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007

A propósito de … Património – Horrores Parte 3

Gostava hoje de escrever sobre o mais recente horror que para mim não é assim tão horrível como tudo isso e que se trata da envolvente ao Aqueduto das Amoreiras.

Vejamos então: não entendi ainda onde é que está o problema da envolvente norte. Quer-se dar destaque ou não ao monumento? Sim? Então onde está o problema? Não consigo encontrar nenhuma aberração na intervenção feita: discreta quanto baste, utilização de materiais e técnicas actuais e de geometria elegante. Se há pessoas que não gostam, mais uma vez vamos parar à questão do gosto pessoal.

Relativamente ainda à envolvente norte, será de verdade um horror voltar para aquele local o mercado. Isso sim seria para mim um filme de terror.

Em relação à envolvente sul, aí há vários pontos a discutir. A saber:

1 – A rotunda. Ora bem, para mim esta não é bonita nem feia, mas sim a possível. É a rotunda que se tem que adaptar às vias e tráfego existentes e não o contrário. Portanto …

2 – Iluminação da rotunda. Os postes que foram colocados de bonitos não têm nada, mas, não vejo que estes obstruam (?) a visão dos Arcos. Poderiam ser mais baixos? Talvez. Poderiam ser de outro tipo? Talvez. Mas até agora não ouvi ninguém dizer que estes ou aqueles ficavam melhores ou que colocados de outra forma ficariam mais bonitos!

3 – Iluminação dos Arcos. A actual é um horror em todos os sentidos, mas como presumo que irá ser alterada, vou esperar para ver. Um horror são também aquela molhada de fios e cabos que passam na frente. Espero que haja o bom senso de os enterrar!

4 – O mini olival em frente à ESDSII. Se já não gostava daquelas velhas arvores junto ao Aqueduto, muito menos gosto daquele triangular olival. Só se for para os turistas verem o que é uma oliveira e uma azeitona. É incompreensível a existência de tal “jardim”. Ora a Câmara muito bem o podia comprar e transformar o dito numa zona ajardinada. O dono do dito não o quer vender! Pois bem: exproprie-se e assunto arrumado. Penso eu que já alguém terá pensado numa solução.

Em relação à envolvente leste, penso haver um plano de intervenção para o local. Esperemos também para ver.

Resumindo: mais um “não horror”

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 01:00
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