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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

O voo AF 447 – 2ª parte

Nota prévia:

 

Pelo facto de não gostar nem perceber nada de aviões, hoje resolvi ir passar o dia a Lisboa a vê-los e aprender alguma coisa sobre as gloriosas máquinas voadoras. Aterrei no Parque da Nações para assistir ao Festival Aéreo comemorativo do Centenário da Aviação Civil em Portugal.

Deram-se verdadeiros espectáculos de bem pilotar com uma grande dose de maluquice. Um “hermano” nosso foi uma vedeta entre as vedetas, ao ponto de nos por tontos mesmo estando a pisar terra firme.

Os Asas de Portugal estiveram ao nível habitual: EXCELENTES.

Deixo-vos aqui uma fotografia das centenas que fiz.

                         

 

O voo fatídico:

 

O único comentador que quis dar a sua opinião séria, pôs aqui um problema que a NASA já levantou e que diz respeito ao facto do avião ter sido atingido por um pedaço de “lixo espacial”. Não é de todo em todo impossível de acontecer, apesar de haver dois contras e que são:

1 – A maioria do lixo espacial e que se compõe de satélites abandonados, por estarem obsoletos ou por avaria, vão tendo órbitas cada vez mais baixas até que entram na atmosfera. A não ser em casos excepcionais a quase totalidade dos restos desintegra-se. De vez em quando lá vem por aí abaixo um bocado de maiores dimensões que nem o atrito nem as altas temperaturas conseguiram acabar com ele. São raros os casos. Mas vamos imaginar que de verdade houve um caso destes;

2 – Acontecendo isto, quais seriam a hipóteses de acertar em cheio no avião? Penso que, estatisticamente falando, era mais fácil acertar duas vezes seguidas no Euro milhões. Mas no entanto é uma opinião como qualquer outra enquanto não se souber o que aconteceu.

Se consultarem na Net os sites mais vulgares sobre OVNIS, ficam a saber que a opinião deles é que houve um choque entre o avião e uma nave extra terrestre.

 

Uma coisa já se sabe: o que quer que tenha acontecido foi repentino e que fez o avião desintegrar-se no ar. Este modelo de avião tem 4 compartimentos onde são preparadas as refeições e que se distribuem ao longo da cabine dos passageiros. Cada compartimento destes tem dois assentos rebatíveis que se destinam aos tripulantes de cabine aquando da descolagem e aterragem e em períodos de turbulência. Já foi encontrada uma “parede” de uma dessas cabines com os dois assentos na sua posição habitual. Ora isto significa que a tripulação de cabine nem teve tempo de se sentar e apertar os cintos.

Na minha modesta opinião, continuo a pensar que o problema se deu no cokpit.

Há opiniões de que houve uma falha geral de energia, mas no entanto, esta não faltou ao emissor que foi enviando as mensagens automáticas durante 4 minutos. Mais, a falha total de energia não atira com um avião abaixo. Lembremo-nos do caso relativamente recente de um avião canadiano que a meio do Atlântico ficou completamente “off” e o piloto conseguiu manter o avião no ar em sistema de planagem até aos Açores onde aterrou.

Continuaremos a seguir o dramático caso, que para uma pessoa como eu que tem uma grande paixão por estas máquinas, e ver o desfecho (se é que vai haver algum).

 

Jacinto César

 

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Tasca das amoreiras às 00:30
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Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

O voo AF 447

Não sou perito em aviões, mas tenho alguns conhecimentos sobre estes aparelhos e fundamentalmente centenas de horas de voo nos mais variados tipos de avião, incluindo os do tipo em que ninguém quer voar, para poder dar a minha modesta opinião sobre o trágico acidente (?).

Antes de mais gostaria de deixar algumas perguntas que até agora ninguém respondeu:

1 – Desde a década de 70 do século passado, quantos aviões caíram em pleno voo e sem ser por sabotagem? Zero!

2 – Mais ou menos dessa mesma época, quantos aviões caíram devido a faíscas atmosféricas? Zero

3 – Fala-se muito nos sensores que medem a velocidade do avião (tubos de Pitot), mas ninguém fala de outros métodos que os aviões têm de determinar a velocidade e que são baseados em GPS. Avariaram todos?

4 – Para quem conhece os sistemas de um avião sabe que os célebres tubos de Pitot são uns quantos em cada asa. Congelaram todos? Se a cerca de 35000 pés a temperatura é de cerca de 40 graus negativos, então quantos aviões já teriam caído por esse motivo, por exemplo na Rússia, onde ao nível do solo no inverno se verificam temperaturas ainda mais baixas?

5 – Se 3 passageiros do referido voo tiveram tempo (4 minutos) de enviar SMS’s e que foram recebidas, porque é que durante esse tempo não se ouviu a voz de qualquer dos 3 tripulantes, quanto mais não fosse para pedir socorro ou enviar a localização do avião?

 

Agora gostaria de deixar alguns factos:

1 – O avião voava a 35000 pés e a 847 Km/h o que é normal.

2 – Desde que a primeira mensagem automática foi enviada e até se verificar a queda passaram 4 minutos. A primeira dava conta de uma avaria eléctrica e a última que o piloto automático tinha sido desactivado.

3 – Há indicação que houve despressoarização a bordo!

4 – Um piloto de um avião espanhol que fazia o mesmo trajecto em sentido contrário, reportou à chegada que viu uma luz forte ao longe e que caía a pique no local da presumível queda.

 

Assim sendo:

1 – Se de facto houve despressoarização a bordo algo teve que ser aberto (uma porta que saltou, uma janela que partiu, um choque com um objecto ou uma cedência da estrutura)

2 – Se foram enviadas as SMS’s, não houve explosão no compartimento dos passageiros, já que se se tem dado uma detonação, haveria obrigatoriamente uma desintegração da fuselagem, o que não foi o caso.

 

Que se teria passado então? Uma sucessão de avarias em cadeia só imaginável em filmes de ficção? Não me parece! Uma faísca? Impossível, já que o avião está preparado para dissipar a energia (vejam no Youtube vários casos reais). Colapso físico do comandante? Há mais dois pilotos em voos de longo curso!

Em que ficamos?

E que dizer de uma pequena explosão no cokpit, como por exemplo uma granada? Porque não? Mataria os tripulantes, causaria um dano enorme em todos os sistemas e partiria quase de certeza alguma ou algumas das janelas do cokpit o que originaria a despressoarização. Estaríamos perante um ataque terrorista, não em grande estilo, mas muito eficaz.

È uma teoria como qualquer outra, mas possível. Eu acredito francamente numa situação destas, já que um avião não cai por dá cá aquela palha. Esperemos pelos resultados, se é que algum dia se virão a conhecer.

 

Jacinto César

 

 

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Tasca das amoreiras às 00:18
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