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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

Uma questão de produtividade

Ontem não consegui estar aqui em virtude de me ter deslocado a Lisboa ver o “Glorioso” aviar os italianos. Fui por uma boa causa e que pelos motivos que todos conhecem, vim de lá satisfeitíssimo.

No meu post anterior, houve comentadores que se referiram há pouca produtividade dos portugueses em geral e aos trabalhadores em particular. Acho que é uma ideia generalizada com a qual não concordo e que gostaria de ver desmistificada.

 

Atentemos este exemplo e que todos perceberão.

 

Imaginemos um Batalhão a que lhe é destinada uma determinada tarefa. Um Batalhão é comandado por um tenente-coronel e tem como comandante de operações um major. É formado normalmente por 4 companhias, comandadas cada uma por 1 capitão. 3 das companhias são operacionais e a quarta de comando e de serviços. Cada uma delas tem cerca de 100 militares. O batalhão no seu conjunto terá aproximadamente 500 homens.

 

Vamos então ver o nosso batalhão em acção. Foi-lhe destinado uma missão que em princípio não ofereceria problemas, mas deu para o “torto”. De quem é a culpa?

 

Se dos 400 homens no terreno (trabalhadores) 25% deles falhar, não é por aí que a missão correr mal. Ou seja, temos aqui um caso em que 25% dos soldados são incompetentes.

E se um capitão falhar? Os 100 homens sob o seu comando falham com certeza, sejam eles competentes ou não. Quero com isto dizer que bastou 1 incompetente (o capitão) para fazer que 100 homens falhassem.

E se o incompetente for o major que é normalmente o que planeia a operação? Bem, aqui neste caso bastou falhar um ( o incompetente do major)  para falhar toda a missão. Será que neste caso podemos atribuir as culpas a 400 homens? Não!

E se o tenente-coronel que é quem comanda e determina que operações que se devem fazer falhou?

Por mais bem planeada a acção pelo major, por muito bem que os capitães se esforcem por comandar as suas companhias e por muito bem se portem os 400 militares, tudo falhou. E de quem é a culpa?

Se for a opinião pública ou os média a pronunciarem-se, foram de certeza os soldados que não estiveram à altura da situação e quanto muito algumas das chefias intermédias. Agora o comandante nunca! O homem até é um crânio na matéria.

 

E agora se pegarmos neste exemplo e o transportarmos para um ministério qualquer? Incompetentes e malandros são de certeza os trabalhadores, já que os chefes não o são (sacodem com muita facilidade a água do capote).

 

E se for uma empresa e o gestor for uma nulidade? Quem é que são os malandros e os incompetentes? Por certo os trabalhadores. Quem mais poderia ser?

 

Fala-se com frequência que o rendimento ou produtividade dos trabalhadores no estrangeiro é muito melhor que em Portugal. Porque será? Deixo a resposta a esta pergunta ao critério de cada um.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 19:22
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25 comentários:
De Anónimo a 3 de Outubro de 2008 às 19:54
Se temos uma escola em que há directores e professores e alunos. Se nessa escola os alunos têm no geral maus resultados, tanto que estão quase no fim do ranking das escolas do nosso país, de quem é a culpa?
Se há mais de 500 escolas e a nossa está nos finais, se estamos no mesmo país e a nossa cidade até é não é aquelas que tem uma sociedade pobre nem pouco instruída, de quem é a culpa?
Alguns dirão, será da direcção.
Outros dirão, será dos professores.
Outros dirão, é dos alunos.
Mas se os alunos dessa escola tiram boas notas enquanto estão noutras escolas, porque será?
Será porque em Elvas têm professores tão cultos como o nosso sábio Jacinto César? Ou será por falta de árvores da sabedoria na escola?


De Anónimo a 3 de Outubro de 2008 às 22:49
Por falar em produtividade, sabem que a greve de anteontem foi uma desgraça para a oposição na Câmara. Os dois sindicalistas conspiradores membros da ADE= Aliança Democrática de Elvas/Associação não-Desenvolver Elvas, colheram os frutos do seu mau trabalho. A produtividade é tanta que em vez de trabalharem levam o tempo na conversa fechados no gabinete.

A adesão à greve na Câmara, segundo me informaram, não terá passado dos miseráveis 5%.

Depois de tantos plenários que fizeram, que pararam os serviços da Câmara e em que Vieira e Pepito tentaram convencer os trabalhadores a fazer greve, depois de mais uma ronda desesperada em que foram pessoalmente tentar convencer os trabalhadores nas frentes de trabalho, os tristes Vieira e Peone só conseguiram convencer 5% a fazer greve e parece qua ainda foram os menos esclarecidos. Estão no seu pleno direito mas tantas interrupções na produtividade para tão mau resultado sindical, para que serve afinal.

Afinal já conseguem enganar muito poucochinhos. Alguns até fizeram greve porque devem ter medo das caras de enfezados daqueles dois.

Ai o Vieira e o Pepito já não valem quase nada. São uns sindicalistas falhados, uns colegas falhados que já falam só a dois ou três dependentes e a quem já quase nenhum trabalhador dirige a palavra.

Vieira e Pepito se trabalhassem faziam alguma coisa de útil, mas querem ser políticos falhados seguidores dos Tiagos e dos Cabaceiras, do CDS e do PSD.

Os trabalhadores da Câmara já viram que enquanto eles queimam as costas ao sol, o Vieira e o pepito trazem as unhas arranjadas pela manicure.

Os trabalhadores já viram que Vieira e Pepito se meteram no sindicato para terem protagonismo político, e não para os defenderem. Ós do sindicato é que ainda não viram. Ele assim que puder também lhes passa a perna.

Os trabalhadores da Câmara já viram que o Vieira e o Pepito que se diziam de esquerda, afinal estão de unha e carne com a direita reaccionária elvense.

Viva o Pepito do PSD.
Viva o Vieira do CDS.
Já valem tanto como os seus líderes, estão quase reduzidos a zero. Têm feito uma política sindical muito construtiva! Produtividade só na inveja.



De anonimus a 3 de Outubro de 2008 às 23:22
o anónimo das 19.54h deve ter frequentado a escola do César, pois demonstrou uma grande inteligência ao dar a volta ao texto.
A.J.V.


De Gaiato alentejano a 4 de Outubro de 2008 às 00:08
Acho que a baixa produtividade dos portugueses tem muito a ver com uma série de causas:

1-O baixo nível de qualificação dos portugueses. A Agenda de Lisboa pretende que em 2010 todos os países da UE atinjam um 80% de pessoas entre 20 e 25 anos com o secundário superior, isto é, o 12º ano. Portugal é o penúltimo país em 2006, apenas superando a Malta, com um 47%, isto é muito longe dos objectivos. Não admira que os países de Leste tenham feito muito mal na economia portuguesa com as deslocalizações da indústria, já que lá a população tem maiores habilitações literárias e outro sentido do trabalho. Isto é que não é culpa do empresário, porque já tenho visto jovens deixar os estudos com o 9º ou 10º ano. E depois querem o quê? Ganhar bem sem habilitações nenhumas? Quando a mentalidade mudar nesse sentido, Portugal poderá avançar. Não que todo o mundo tenha de estudar na Universidade, mas podem, sim senhor, fazer cursos profissionais que os habilite para desenvolver um trabalho de alta qualificação técnica. Se não vamos continuar com o mesmo modelo: empregos mal pagos cá e os portugueses a emigrarem para outros países para serem pau para toda a obra, porque técnicos, doutores e engenheiros bem poucos vão emigrar.

2-O baixo nível de salários. Uma pessoa que receba apenas o vencimento mínimo, isto é 430 EUR /mês não pode sentir-se impelido a trabalhar mais e melhor por um salário de miséria. Não admira que em algumas zonas de Portugal não haja muitos portugueses a trabalharem em Espanha. Não serão bem pagos em relação aos espanhóis, mas pelo menos não são explorados miseravelmente cá em Portugal.

3-Uma cultura empresarial à procura do sucesso imediato. O que importam são os resultados, ganhar muito dinheiro em pouco tempo, sem atender para o trabalhador. O trabalhador é encarado como alguém a quem explorar, não como alguém que tem uma família, necessidades, etc. Não há regalias do tipo subsídios por produção, seguros médicos, descontos, formas de conciliação da vida laboral com a vida familiar, etc. Um exemplo: recentemente ofereceram à minha mulher um emprego num restaurante de cá de Elvas (não digo nomes) para começar a partir das 11 da manhã até finalizarem os jantares, isto é, 11-12 da noite, por apenas o ordenado mínimo. Mandei-os ir pentear macacos, claro. E querem ainda trabalhadores? Que comecem por pagar bem e dando oportunidade às pessoas de terem vida própria. O trabalhador deve sentir-se querido na empresa, valorado. É assim que se melhora a produtividade, como aliás se verifica nos países europeus mais avançados.

Para mim, e peço desculpa por ter-me estendido mais do que eu queria, o âmago da questão é que o trabalhador é culpado pelas suas poucas habilitações literárias, não podendo pretender optar para um trabalho bem remunerado, e o empresário é também culpado no sentido de oferecer salários de miséria que não estimulam a produtividade.

Sem dúvida a questão que se coloca aqui é complexa, mas revela que é absolutamente necessária uma mudança de mentalidades para já.


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 00:40
..."houve comentadores que se referiram Há pouca produtividade dos portugueses" - quando um professor assim escreve está tudo dito! Mais palavras para quê?


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 01:34
Não sei a que se refere mas "ha pouco produtividade escreve-se com h" a não ser que se esteja a referir à maiuscula.Isso deve ter sido lapso ao escrever no teclado.

Já agora também não é a oferecer 12 anos em dois meses que a escolaridade vai aumentar.Aumenta em percentagem mas em formaçao ficamos na mesma. As novas oportunidades são uma grande treta


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 13:53
Até parece que todos os que andaram doze anos na escola sairam de lá a saber alguma coisa. A maior parte deles dá imensos erros de escrita, nem sabem escrever uma carta, não se interessam pelo trabalho nem manifestam empenham nas tarefas. E isto são pessoas entre os 20 e os 35 anos. Como se vê, não foi por causa das Novas Oportunidades.
As novas Oportunidades vêm dar uma habilitação adequada a pessoas que jé deram mais do que provas de vida de a merecerem pelo seu percurso de trabalho.
Porque é que temos sempre tendência para querer que os outros passem pelas mesmas dificuldades que nós passámos?


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 11:03
o Há para ter H tem de ser de haver. Há pouca produtividade está correcto. Se se refere à pouca produtividade dos Portugueses já não leva H. Entende? É que se não entende deve voltar para a escola ou ligar ao Nuno Borba.


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 11:13
Há pouca produtividade dos portugueses leva H...Ou aí ja não é o verbo Haver??Voce é que tem de ir para a escola.E voce é que tem de ir para a escolinha do Borba que ele escreve "voçe" com cedilha.
Só fazem figuras. Aprenda antes de vir para aqui mandar postas. Há pouca produtividade é do verbo haver...Ignorante


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 13:54
Cá anda o Portinholas a espalhar o seu ódio de estimação pelo César. A ofensa gratuíta e a falta de educação continuam. É isto que dá na falta de produtividade: dirigir as energias para actividades improdutivas e negativas.


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 14:58
ca ganda besta e não percebe?? onde as nossas crianças estão metidas com professores destes que não só erram como insistem que o erro não o é.


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 19:29
Claro que leva H.....Este cromo não aprende e ainda ofende.Vão aprender a escrever.Há pouca produtividade...é assim que se escreve.
Vão aos livros e aprendam. Leva H e mais nada.Se não querem aceitar é um problema vosso. Mas não digam que não leva H.
Tu é que és uma grande besta em corrigires o anónimo de cima que está correcto.


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 19:59
Há pouca produtividade está CORRECTO meu asno! É há de haver, de existir, do verbo HAVER. O que não está correcto é a frase do professor (??) César - "...houve comentadores que se referiram Há pouca produtividade dos portugueses em geral e aos trabalhadores em particular". Percebeu? Alguem se referiu à (sem H porque não é de haver) pouca produtividade....já entende ou precisa de um desenho???


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 20:44
Impressionante!
Depois de haver quem se referiu "à pouca produtividade dos portugueses", aparecem professores, doutores, ensinadores a defender que "à" se deve escrever "há"?...
A sério???
Impressionante e elucidativo.


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 20:47
(...)"houve comentadores que se referiram Há pouca produtividade dos portugueses em geral e aos trabalhadores em particular"(...)

Assim escreveu o professor César.
Só há uma explicação: depois de ver ganhar o Benfica, "à" escreve-se "Há".
Erro greve.
Erro gravíssimo num professor.
Erro supergrave para quem acha que não é erro.


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 20:50
César:
Devias pronunciar-te sobre o que pensas a propósito do Tiago Abreu ter ilustrado um post sobre este blog com um cagalhão.
A menos que eu esteja a analisar mal e a ilustração poder ser de qualquer coisa que seja familiar ao Abreu e a mim não...


De Tasca das amoreiras a 4 de Outubro de 2008 às 21:07
“houve comentadores que se referiram há pouca produtividade” é o mesmo que “ houve comentadores que se referiram haver pouca produtividade”.

Caros comentadores, há com h é do verbo haver.
Quanto ao chamarem-me besta …

Jacinto César


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 21:25
Caríssimo César

Permita-me, com todo respeito, o seguinte comentário sobre uma questão de português que tem no seu escrito.

Cito : " houve comentadores que se referiram ( há ) à
pouca produtividade"...
Pois é. Aqui reside o problema.Esse ( à ) nunca será escrito com ( h ).Não tem nada a ver com o verbo`.É
simplesmente a contracção da preposição ( a ) com o
artigo ( a ).Era como escrever : "houve comentadores
que se referiram ( a a ) pouca produtividade". Esse ( a a ) dará na língua portuguesa ( à ).
Com elevada consideração,alguém que o respeita pela
frontalidade que revela.


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 22:31
Verifico que pela 1ª vez, desde que leio os comentários, que o tema PROPOSTO foi debatido, não pela razão que o César pretendia mas, para dislatar sobre a frase do CÉSAR, que colocou o h onde não era necessário.
Estaria tudo bem se não persistisse no erro mas, insistiu, o que o coloca numa posição não de errar é humano mas, de burro.


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 23:23
Havemos e hão-de há, há .


De Anónimo a 4 de Outubro de 2008 às 23:39
Errar toda a gente erra. Uns mais que outros, é certo.
Agora teimar burramente na continuidade do erro é mesmo grave.
Repito: particularmente grave num professor.
Com este episódio do "Há" e do "à", a Escola Secundária D. Sancho II ainda fica mais mal vista.


De Anónimo a 5 de Outubro de 2008 às 00:09
Paulinho Portinholas está doente. A cabeça dele deu o berro. Claramente
No seu blogue da má língua, vem acusar outros daquilo que é feito por si e outros portinholeiros militantes.
Em Elvas, toda a gente sabe donde sai a maior parte dos ataques à câmara, ao presidente, vereadores e a quem lá trabalha. Toda a gente sabe; não vale a pena repetir.

Paulinho Portinholas sabe disse. E, recentemente, começou a saber os custos que isso lhe acarreta.
Vai daí e monta uma versão louca: que saem de gente próxima do presidente da câmara os ataques recentes aos próprios trabalhadores da câmara.

Paulinho, desesperado, com os seus barcos a meter mais água que o Titanic, tenta puxar para a sua baleeira os amigos Vieira e Pepone, pessoal da ADE - Aliança Democrática de Elvas, apresentada como ADE - Associação Desenvolver Elvas (é o desenvolves!...)

Portinholas, conhecedor do fracasso da última greve, na câmara na semana passada, desejada pelo STAL de Vieira e Pepone, tenta salvar a pele destes dois ADEs, mesmo assim um pouco mais operacionais que a dupla Aníbal & Balsinhas, outros do grupo dos desenvolvimentistas.

A arquitectura mental de Paulinho Portinholas já não lhe permite manobrar nos blogues a seu bel prazer. Isso foi chão que deu uvas; hoje, já não dá.
Por isso, se desespera tanto e dá tantos indícios desse seu desespero.
Nos últimos 30 a 40 dias, ainda não teve uma notícia que não lhe fosse desfavorável. A sua vidinha corre-lhe mal.
Conclusão fácil: Paulinho Portinholas está doente. A sua cabeça deu o berro.


De Anónimo a 5 de Outubro de 2008 às 00:28
Tiago Abreu agachou-se tanto que mostrou o rabo.
Ou seja: foi claro demais e mostrou a estratégia.
Ao sugerir que os nomeados neste blogue, em comentários a posts anteriores, se dirijam ao Jacinto César par uma conversa ao pé da orelha, está a querer contribuições para o seu próprio peditório.

Tiago Abreu, nesta fase difícil que atravessa, deseja que o blogue TAS CA encerre.
Por uma razão entendível: aqui é onde mais se opõem às suas estratégias, aqui é onde se podem desmascarar as suas diabruras, aqui é onde ele não domina e aqui não o gramam.

Por isso, tanto quer o fim do TAS CA.
Por isso se distraiu e quase sugere uma espera à porta do César, para acertar contas.
Mas, se aparecer alguém, devem ser só o Vieira e o Pepone. Mas estes, chamuscados no STAL em lutas perdidas, vêm agora acabar de grelhar na ADE - Aliança Democrática de Elvas, mascarada em ADE - Associação Desenvolver Elvas (é o desenvolves!...).

Paulinho Portinholas: agachaste-te demais e vimos-te o rabo.
E, quando o gato deixa o rabo de fora, só ele pensa que está escondido...


De Anónimo a 5 de Outubro de 2008 às 00:43
E o último post de Tiago Abreu pode e deve ter outra leitura.
Ao admitir e publicar que um comentário do género "valem mais o Vieira e o Pepone que os licenciados e licenciadas da câmara" só pode ser escrito por quem esteja próximo do presidente, Tiago Abreu admite, publica e escreve com todas as letras que uma opinião dessas não pode ser sincera, mas sim irónica e com segundas intenções.
Isto é: Tiago Abreu está a deixar claro que esta sua dupla Vieira & Pepone, da ADE, não tem imagem junto dos colegas a ponto de algum poder escrever tal comentário com sinceridade.
Bonito. Lindo. Grande lealdade.
Viera & Pepone: com um amigo como o Tiago, na ADE, nem precisam de inimigos. Ele já é.


De Anónimo a 6 de Outubro de 2008 às 19:20
"herrar é umano"


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