Enquanto turista e viajante compulsivo, há coisas que me irritam profundamente e uma delas é encontrar qualquer monumento que queria visitar em obras ou tapado por qualquer motivo. Já me aconteceu várias vezes e não gostei.
Ponham-se agora no papel de um turista que nos visita e quer levar um “boneco” da nossa Sé de recordação. O resultado é o que está à vista. Lindo!
O ano passado recordo-me de ter escrito sobre o assunto e ter apresentado uma solução. Claro que vozes de burro não chegam ao céu e a minha não chega ao executivo municipal. Porque cargas de água não se monta o palco do outro lado da praça? Há espaço mais que suficiente, não incomoda ninguém e principalmente não incomodava a Sé e os turistas que a querem fotografar. Faz conta que a ideia até é vossa, mas retirem o palco daquele local. A Sé agradece e os que nos visitam também.
Nota – Relativamente aos comentários ao post de ontem, queria esclarecer o seguinte: as alcunhas que põem a algumas figuras públicas da cidade não as considero ofensivas pelo simples facto que não é nada que não se faça na televisão na “Contra Informação” e nos “Gatos Fedorentos”. Já antes do 25A se fazia. O que é intolerável é ofensa gratuita ou a ofensa e insinuações a familiares, os quais nada têm a ver com os blogs. Espero ter esclarecido o que são os limites do tolerável.
Jacinto César
De Anónimo a 22 de Agosto de 2008 às 20:33
Esclarece-me melhor César: colocar alcunhas a de Paneleirento, Rameirita ou Toca Pívias a pessoas (políticos, professores ou outros) não é ofensivo no teu blog? Será que entendi bem?
De Anónimo a 22 de Agosto de 2008 às 20:52
Antes de ti já eu tinha pensado nisso. Não penses que estás a inventar a pólvora. Sabias que a obra do parque subterrâneo foi feito antes do anos passado, antes de teres tido esta brilhante ideia? Sabes que já nessa altura o Rondão mandou deixar a Praça preparada para que o palco pudesse ser colocado no lado oposto? Sabes que já muito antes o Rondão se preocupou com essa situação? Não sabes, nem perguntas, nem te interessa, porque o que interessa é dizeres que tiveste uma ideia nova (que é em segunda mão) porque a Câmara não tem cabeça para pensar, mas que entregas os direitos de autor dessa ideia, que afinal não te pertence. És um crânio.
Caro amigo inteligente
Quando há um ano pensei no assunto, tinha a certeza absoluta que alguém já tinha pensado no mesmo. Mas o que acho piada ao seu comentário é que consciente ou inconscientemente, acabo por chamar burro (você, não eu) ao presidente da câmara. Hora se ele já tinha pensado no assunto, durante as obras do parque até já deixou aquele local destinado a isso, então porque não o concretizou? A não ser que tenha uma embirração especial pelos turistas e seja sádico.
Meu amigo, não seja mais papista que ao Papa, já que não acredito que o Presidente lhe tenha passado procuração para o defender, e logo da maneira brilhante como o fez.
Passe bem.
De Anónimo a 22 de Agosto de 2008 às 21:29
Ainda não respondeste às minhas perguntas no post anterior. Preciso dos teus doutos esclarecimentos, se as palavrinhas do comentário do Tiago Abreu são ofensivas ou não. Espero que não digas que está tudo bem só porque ele é da extrema direita.
E deixem-se lá de mais perguntas ao César que primeiro quero resposta às minhas. Ponham-se na bixa.
Caro amigo
Se alguém eventualmente se poderia sentir de gorro enfiado seria eu, já que um dos meus apelidos é NOZES. Mas como o gorro de certeza não foi para eu enfiar, não vejo onde haja ofensas. Se há insinuações, bem, cada um que as entenda como quiser.
De Anónimo a 22 de Agosto de 2008 às 22:05
Acho que o palco assim fica maravilhoso porque o João Fernando apresenta muito melhor o festival de Folclore. Ouvi dizer por aí nos cafés que fez um cambalacho com a Vitória, que ela contrata-o para apresentar os espectáculos para ele dizer maravilhas da sua diva. Aqui o Rondão não tem direito. Uma vergonha, uma injustiça, mas a senhora vai fazendo o que lhe dá na telha. Não é nada parva.
Mas o João Fernando não apresentou os cantares nas freguesias, isso foi a Vitória. Em vez de lhe agradecerem ainda dizem que foi porque a filha foi lá cantar.
De Anónimo a 23 de Agosto de 2008 às 00:37
"Hora se ele já tinha pensado no assunto (...)" escreve o Jacinto César.
Jacinto César é professor numa escola secundária.
"Hora", eu acho que chegou a "ora" de dizerb que este prof é ignorante.
Porque quem escreve ora com "h", não é gralha; é ignorância.
De Anónimo a 23 de Agosto de 2008 às 00:44
O que chateia algumas pessoas não é o palco montado na Praça.
O que as chateias são os espectáculos das noites de Verão.
Mas, por falta de sinceridade, viram-se para a localização do palco.
Se não fosse o local, era a cor.
Se não fosse a cor, era a altura.
Se não fosse a altura, eram as luzes.
Se não fossem as luzes, era o som.
Porra! No tempo do Carpinteiro, com o centro da cidade deserto nas noites de Verão (e de Outono, e de Inverno e de Primavera) é que era bom, não era?
E o Aníbal também não foi mau, pois não?...
E o Trindade fez coisas à bruta, não foi?...
Crânio, és um crânio dos grandes; dos enormes.
De Anónimo a 23 de Agosto de 2008 às 00:51
Eh, pá Jacinto.
Ainda bem que os meus filhos jã não andam na Escola Secundária. E os meus netos, quando lá chegarem, tu já lá não estás.
É que és mesmo mau.
Mau a pensar.
Mau a escrever.
E, pelo que se conhece de ti neste blog, por dentro também não és grande coisa.
Isto não é um insulto. É uma constatação.
De Anónimo a 23 de Agosto de 2008 às 00:54
Se a noite no centro da cidade vai estando animada - cheia de gente e movimento -, é porque há espectáculos.
Esteja lá onde estiver o palco.
Além de que a Sé continua fotografável; talvez não para quem se encoste ás grades do Grémio.
De Anónimo a 23 de Agosto de 2008 às 10:13
É, só que as noites de verão, começaram na praça no mandato do Carpinteiro e ignorar isso, não é presumir de ignorante, é mesmo.
De Anónimo a 23 de Agosto de 2008 às 10:28
Lembro-me no tempo do Carpinteiro o Centro da cidade ter um movimento enorme com turistas e elvenses, que tinham emprego e como consequencia disso, dinheiro para gastar (em qualquer altura do ano), as ruas fervilhavam de pessoas, agora cada vez mais deserta .
Com o teu patrão os únicos que "ainda" estão bem são os construtores civis, ele e a camarilha dele.
De Anónimo a 23 de Agosto de 2008 às 14:52
Ao iluminado que faz estúpidos e falsos comentários.
As Noites de Verão começaram num mandato do Dr.
João Carpinteiro; o festival internacional- Folclore dos
Povos do Mundo começaram num mandato de J.C. ;
os concursos de Canicultura também ; as feiras de Artesanato,que atigiram elevados níveis, agora desapareceram ;festivais de Bandas e outras tantas coisas iniciaram-se nessa época.
Dizer o contrário é mentir. Sim,mentir despudoradamente como vem sendo apanágio de quem nos governa.
Um elvense atento.Bom fim de semana.
De Anónimo a 24 de Agosto de 2008 às 02:01
O comentador anterior pode querer ser atento, mas é distraído.
O Carpinteiro arrancou com o festival de folclore. Certo.
O Carpinteiro não fazia noites de verão, ou seja: espectáculos diários durante um mês na Praça, não fazia.
Passo ao lado do que são comentários inteligentes e estúpidos.
Mas é falso que o Carpinteiro fizesse noites de verão.
É verdadeiro que arrancou com o festival; fez 5 edições e o Rondão 15.
Outro aspecto: de facto muitas coisas se iniciaram nesse tempo!
A mais famosa delas foi o período de défice da Câmara e de ausência de pagamento a fornecedores, que atingiu, ao tempo, 2 milhões de contos.
Isso sim, foi uma criação iniciada pelo Carpinteiro, que o Rondão acabou com ela.
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