Ontem enviaram-me por mail um artigo de um jornal que não consegui identificar e assinado pelo jornalista Mário Crespo, que todos nós conhecemos do Jornal das 9 da SIC Notícias. O artigo refere-se ao problema criado em Loures pelas comunidades africanas e ciganas. Relata o referido jornalista o inventário dos danos causados aos segundos pelos primeiros, danos esses participados à PSP. Plasmas, LCD’s, leitores e gravadores de DVD’s, aparelhagens sonoras e todos os tipos de electrodomésticos. E pergunta o articulista: com que dinheiro compra aquela gente todos aqueles bens? Com o nosso. Com o dinheiro dos nossos impostos e atribuído sob a forma de rendimento mínimo indiscriminadamente. T2 e T3 arrendados pela autarquia a 3 e 4 euros, que mesmo assim não pagam desde que lhes foram atribuídas. Com tanta gente pobre neste país a passar necessidades, para não dizer fome, como é que tal é possível acontecer? Pessoas que não contribuem com nenhuma mais valia para a sociedade, que têm rendimentos superiores aos próprios polícias que lá os estão a guardar. Estamos definitivamente a viver numa república de bananas. Ontem mesmo ouvi o Dr. Paulo Portas referir-se ao assunto, mas nunca me tinha apercebido da dimensão do problema. Algo está mal e a necessitar de ser alterado.
Como se passa em Loures, presumo que em Elvas se passe o mesmo. Tantos velhotes a morarem em casa degradadas e em condições deploráveis, e esta gente a viver em grande à nossa custa e mesmo assim ainda a comportarem-se do modo que se comportam. Esta gente não entende o que é gratidão e o governo não entende o que está a fazer: criar uma classe de párias (para não chamar outra coisa), inúteis e prejudiciais à restante sociedade.
Jacinto César
Nota – Em relação ao post de ontem, alguém me prometeu enviar a lista de vencimentos do pessoal da CVP. Agora pergunto eu: afinal os elementos da CVP não são voluntários? Ou hoje o voluntariado já tem outro significado? Se me chegar às mãos será publicada.
De
AP a 28 de Julho de 2008 às 22:29
Descobriram a pólvora!
De Anónimo a 28 de Julho de 2008 às 23:00
"Ontem mesmo ouvi o Dr. Paulo Portas referir-se ao assunto, mas nunca me tinha apercebido da dimensão do problema", segundo o post.
Ficamos a saber que talvez tenha sido Paulo Portas a despertar Jacinto César para a "dimensão deste problema". Demos como boa esta chamada de atenção pública do líder nacional dos populares.
Como em Elvas a presença da etnia cigana é significativa - se bem que sem a dimensão conflituosa de Loures, felizmente para nós! -, a minha sugestão é que seja o "nosso" Paulo Portas a referir-se publicamente a este assunto, à dimensão de Elvas.
Aguardo, avidamente, as sábias palavras de Paulinho Portinholas sobre este tema candente, na certeza que, se a nível nacional foi o líder popular Paulo Portas a despertar o público, a nível local este despertador popular deve ser protagonizado por Paulinho Portinholas.
Confiemos, na esperança de ouvir o grande educador da classe política!
De Anónimo a 28 de Julho de 2008 às 23:11
Afinal, aqui no TAS CA, o tema da Cruz Vermelha Portuguesa está para durar.
Aguardemos a investigação jornalística de Jacinto César.
Verdadeiramente, após os posts atribulados dos campos de golfe nos fossos da muralhas e da ameaça ao boicote se não houver um cabeça de lista de Elvas nas eleições legislativas de 2009, o homem já merece um assunto à séria!
Até porque continuo a ver este tema sob o mesmo prisma: se for para correr com a equipa dirigente da Cruz Vermelha, já tenho uma alternativa: Paulinho Portinholas!
Abaixo as desconfianças,
Fim a toda a corrupção;
Com o homem das Alianças,
Aquilo leva um safanão!
Notas:
"Alianças" é uma referência nítida à ADE - Aliança Democrática de Elvas, que tanto funciona com o Manuel António Torneiro, com o José Carlos Fonseca ou com o José Júlio Cabaceira.
Ou seja, quaisquer que sejam os aliados (de "Alianças"), o outro é sempre o tal Portinholas.
Por acaso (apenas por coincidência ocasional...) ADE também quer dizer Associação Desenvolver Elvas
De Anónimo a 28 de Julho de 2008 às 23:27
Foi feliz a invenção da alcunha inofensiva de Paulinho Portinholas - já várias pessoas mo disseram e eu respeito essas opiniões.
Não ofende ninguém (importante) e vai incomodando o "nosso" Paulo Portas local (decisivo).
Mas é preciso ir refrescando as ideias para manter viva a chama, como qualquer responsável de uma campanha de marketing sabe.
Por isso, vamos lançar hoje um cognome.
Lembram-se de Arnaldo Matos, do MRPP?
Até esteve preso no elvense Forte da Graça, há mais de 30 anos.
Pelas paredes da Grande Lisboa, então lia-se "Liberdade para Arnaldo Matos, o grande educador da classe operária".
Mutatis mudandis - expressão latina que significa "mudando o que é de mudar" - aqui se lança o cognome para o nome já existente:
- Paulinho Portinholas, o grande educador da classe política.
Na verdade:
- há alguém que esteja em condições de poder ensinar melhor?
- que possa educar mais?
- que saibe dar melhores lições?
A classe política, em grande coro, agradece e diz:
- Obrigado, Paulinho Portinholas.
Neste salve-se quem puder,
O que conta são as carolas;
Por isso, esta situação requer
O nosso Paulinho Portinholas.
De Anónimo a 28 de Julho de 2008 às 23:44
A propósito de
"Rendimento Mínimo Garantido"...
O sistema eleitoral português, ao nível local, regional ou nacional, é muito contemporizador para com aqueles candidatos ou partidos que se candidatam, recandidatam-se e policandidatam-se, mas sem que os resultados se vejam...
E depois, por não entenderem o "Não!" popular, ficam por aí a chatear os outros durante os mandatos para os quais nada de especial conseguiram nas urnas.
Existe agora um limite para um eleito vencedor se poder candidatar - e o princípio está correcto.
Sendo assim, não deveria haver um limite para um candidato se poder apresentar, sem resultados?
Cá por Elvas, nos últimos 32 anos, temos tido o candidato insistente Manuel António Torneiro.
Cá por Elvas, talvez para bater este record de 32 anos, vamos tendo o candidato insistente Tiago Abreu.
Um e outro partem cheios de esperanças e chegam cheios de decepções.
Coleccionam derrotas. O que é legítimo; mas é triste, especialmente para quem os rejeita, mas tem de os aturar.
Se existem limites de mandatos para os vencedores, não deveria haver limite de candidaturas para os derrotados?
Ou seja: eliminados por não atingirem, nas urnas, o...
"Rendimento Mínimo Garantido".
Bem visto, ou não?
Lancemos o debate, livre e plural, como é por aqui.
De Anónimo a 29 de Julho de 2008 às 07:30
Ó Tiago o que anda você a fazer à Elsinha Rameirinha que a dita lhe apanhou tanto pó? A dita não deve dormir a pensar em si e olhe que ja li que ela quer é ser sua amante. Lembre-se que há pessoas que nasceram para ser segundas, não tendo categoria para ser primeiras em nada. São destruidoras de lares, são as prostitutas do sistema político e não sabem fazer mais nada senão dar o dito para subir na vida.
De Anónimo a 29 de Julho de 2008 às 08:18
É a ratazana a abandonar o barco...
De Anónimo a 29 de Julho de 2008 às 08:30
Certo.
"Ha pessoas que nasceram para ser segundas".
Concordo.
Tal como há pessoas que nasceram para ser primeiras.
E também conhecemos quem tenha nasido para andar entre os últimos. Entre os últimos que contam para se fazer alguma coisa.
De Anónimo a 29 de Julho de 2008 às 08:56
Mais uma entrevista de Paulinho Portinholas, agora à Rádio Renascença.
Desta vez, para tentar dar resposta ao desafio que o presidente da câmara fez ao líder da ADE – Associação Desenvolver Elvas, também conhecida por ADE – Aliança Democrática de Elvas, para debater o desenvolvimento elvense, onde Rondão estaria disposto a aprender com quem fosse capaz de lhe ensinar.
Portinholas, valentão e destemido, vem dizer que o debate tem de ser com ele!
Nem mais! Ah, teso!
Acho bem: enquanto há Paulinhos. não se confessam os Simão das Dores.
Mas o grande educador da classe política vai mais longe: o presidente da câmara “tem receio, tem medo” de ir ao debate com ele.
O que deve estar certo, pois, segundo informações recolhidas nas últimas horas, Rondão fugiu para o Algarve desde que soube de tal desafio.
Depois, Paulinho Portinholas apela a um grupo em quem tem esperança: “os elvenses mais atentos”, diz ele.
Falando da sua ADE – Associação Desenvolver Elvas, também conhecida por ADE – Aliança Democrática de Elvas, confessa que “não tem estatutos, não tem logótipo, não tem nada”.
Não sei se faço parte dos “elvenses mais atentos”; se fizer, confesso que a parte que mais gosto é a confissão que a ADE “não tem nada”. Será verdade?...
Caramba!
Um logótipo arranja-se junto de um criativo que dê uma borla. Pode-se falar com um desenhador a quem a câmara já tivesse chumbado um projecto, que o gajo faz logo o logo; é mais um jeitinho.
Uns estatutos de uma associação parecida também se arranjam rápidos, nem que para isso se vá pedir a… um concelho vizinho, que não dá tanto nas vistas.
Eh, pá! Arranjem lá qualquer coisa; confessar que “não tem nada” é que… não é nada.
De Anónimo a 29 de Julho de 2008 às 09:25
Não sei porque é que se insiste sempre no mesmo.
Será que o carro curva só para um lado ou será que o condutor tem pálas.Mais, será cego?
De Anónimo a 29 de Julho de 2008 às 13:38
Sejamos solidários com Jacinto César
Fui informado pela manhã que a esposa de Jacinto César tinha falecido após doença prolongada. O corpo encontra-se na Igreja de S. Domingos.
O Funeral realiza-se amanhã dia 30.
As minhas sinceras condulências amigo Jacinto.
Não me identifico para não pensarem outras coisas.
Mas espero que acreditem nas minhas palavras.
Um abraço amigo Jacinto
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