Tal como disse no princípio não gosto de polémicas e muito menos de mexericos e não simpatizo lá muito com as pessoas que fazem insinuações como se tivessem algo para chantagear outras pessoas. Para mim ou se diz ou se cala. Aqui, meios termos não funcionam.
Até hoje nunca fui vítima de nenhum boato e não posso avaliar o impacto que me produziria, mas calculo que não seria nada agradável.
Em Elvas sempre se cultivou o dizer mal e a coscuvilhice. É o diz que disse, o diz que não disse, etc. etc. …
Ontem saíram aqui comentários, que não me dizendo respeito, não gostei lá muito que os tivessem feito. Só não apaguei tudo devido ao compromisso que assumimos. E tudo isto por causa da política. Nos anos 20 do século passado dizia-se com frequência “ maldita cocaína “. Hoje já se ouve dizer com muito mais frequência “maldita política”. O primeiro problema, segundo julgo saber, era coisa de “ricos”. Hoje o problema é coisa de “pobres”. Os abastados podem dar-se ao luxo de viver com e para a política. Os outros começam a conviver muito mal com os primeiros. A honestidade, a frontalidade, o humanismo e outras, são palavras que não constam do dicionário dos primeiros e isso é muito mau. Essa é definitivamente uma das causas pelas quais nunca me daria bem nesse meio. Mas enfim: cada um é como cada qual.
Para finalizar duas notas. Primeiro para dizer que brigar na casa das outras pessoas é muito feio. Segundo, pedir desculpas ao Tiago Abreu por o ter envolvido involuntariamente na polémica que se gerou à volta do que escrevi.
Quanto aos envolvidos na polémica, palpita-me que um dia destes vão cair com grande estardalhaço. Mais, palpita-me mesmo que não se vai escapar nenhum. Vamos esperar para ver quem atira a primeira pedra. Hoje já caíram algumas pedrinhas. Agora quando choverem pedras de moinho sem buraco … …
Jacinto César
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