1- Em abono da verdade, não estava à espera desta: o Zé de Mello comunicou-me, que colocado perante o facto Rondão de Almeida disse nada ter a ver com o órgão da Sé. Oficialmente pode até nem ter, mas se há dinheiro para tanta coisa fútil, não há 50.000€ para recuperar um pedaço de património que a todos pertence? Não fui dos que condenaram a câmara nem o seu presidente pelos subsídios que deu ao “O Elvas”, já que em meu entender o clube também é património da cidade. Não critico a câmara pelos inúmeros subsídios que dá a todas as colectividades culturais, desportivas e recreativas, pois penso que tudo isto é património elvense. Agora recusar contribuir para que o malfadado órgão volte ao seu lugar original, arre que é demais. Não pensem com segundas intenções o que vou de seguida dizer, mas dentro dos meus recursos, comprometo-me a contribuir com 100€ para a recuperação do dito. Quero é saber depois se o cidadão Rondão de Almeida dentro das suas possibilidades, com quanto contribui. Sempre quero ver se também se recusa.
2- A ministra sinistra saiu-me cá uma rica peça, merecedora de integrar o Livro Guiness dos recordes. Então não é que depois de umas refregas com os professores, mais meia dúzia de manobras de duvidosa eficácia, consegue aumentar o sucesso dos alunos de um ano para o outro? É preciso ter lata. Até os alunos riram de tantas facilidades. Vamos ver então o que mudou de um ano para o outro:
2.1- A qualidade dos alunos é igual;
2.2- Os professores são os mesmos;
2.3- As escolas são as mesmas;
Que mudou então? Os exames, claro está. Foram feitos com conta, peso e medida para darem os resultados que pretendiam. Só que a manobra foi tão mal feita que até os alunos deram por ela e já a terem denunciado (mal a meu ver, porque quando se é beneficiado deve-se manter o silêncio). Grande mulher temos.
Jacinto César
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