1- O Forte da Graça pertence ao Ministério da Defesa. Dado o facto de ser um edifício de enormes proporções, ninguém sabe o que fazer “daquilo”. Uma coisa é certa: querem vendê-lo e ninguém o compra, mas também não o dão.
2- Sejam privados ou organismos públicos não têm o não estão para gastar os milhões necessários para o restaurar com dignidade.
3- Resta ao município fazer o sacrifício económico e meter mãos à obra. Sei que não é fácil, mas tem que ser feito sob pena de quanto mais tempo passar em mais mau estado fica.
4- Há uns dias desloquei-me lá e dá dó ver a obra maior da arquitectura militar em Portugal no estado em que está. Será que alguma vez o ICOMOS dará luz verde á candidatura a Património da Humanidade às fortificações com o Forte da graça naquelas condições? Tem a palavra (esperada há muito) da Srª Vereadora Drª Elsa Grilo.
5- Se estes pressupostos se deixassem de se verificar, então o tão badalado teleférico teria cabimento.
Sr. Presidente da Câmara Municipal de Elvas: será que com o dinheiro que tem poupado (e bem) e mais uns fundos venham lá eles de onde vierem não dava para meter mãos à obra? E as muralhas seiscentistas quando é que se acabam de recuperar? Qualquer dia não há guaritas, pois a continuarem a caírem ao ritmo que têm caído, um dia só as veremos
Jacinto César
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