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Terça-feira, 17 de Junho de 2008

O Pasquim Municipal

Já há muito tempo que não me detinha com atenção a ler o Boletim Municipal. Hoje fi-lo por aquilo que escrevi aqui há dois dias atrás. Afirmei então que uma das particularidades em que os nossos dirigentes políticos eram parecidos aos nossos futebolistas era o facto de ambos serem vaidosos e exibicionistas. Lembrei-me do que tinha escrito e fui contar quantas fotografias do nosso presidente apareciam no referido boletim. Pois bem, em 56 páginas a fotografia do presidente aparece 41 vezes. É obra! Já estive de férias em vários países do 3º mundo. Pobres e atrasados. Mas uma coisa tinham em comum entre eles e entre eles e Elvas: o culto da imagem dos seus amados presidentes. Por lá havia quase uma foto por poste de iluminação. Por cá já faltou mais.

Outra coisa que me chamou à atenção no dito boletim, foi a moção aprovada pelo executivo camarário sobre a classificação das urgências hospitalares na nossa cidade. Antes desta ver a luz do dia já havia um movimento em Elvas no mesmo sentido, que bastantes críticas sofreu, ao ponto de ter sido editado um boletim especial, onde se desmentia aquilo que depois foi objecto da moção camarária.

Afinal em que é que ficamos: é o não verdade aquilo que nós aqui afirmávamos? Se era mentira, então qual a necessidade da aprovação da dita moção? Se era verdade, então porque foi editado o tal boletim especial? Coisas de políticos.

 

Nota – Estou a referir-me ao Boletim Municipal que ainda não chegou às mãos dos elvenses.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 00:28
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23 comentários:
De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 08:51
Vamos à objectividade?...
Estes comentários apasquinhadores são lidos por meias dúzias.
O boletim tem 12.500 de tiragem.
O homem não persegue os 100 por cento.
Chegam-lhe uns 60 ou 70.
O resto é paisagem.


De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 08:54
Muito carinhosas a nota "Estou a referir-me ao Boletim Municipal que ainda não chegou às mãos dos elvenses".
Assim uma espécie de "eu cá sou o adiantado, não se esqueçam, té bem?..."
Oh César! Estás na Internet. E aqui, já o boletim anda a circular.
Uma bocadinho pacóvia a nota final.


De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 09:03
Tem cão?
Prende-se!
Não tem cão?
Também se prende!
Ou seja:
- a câmara não fez nada, a favor do hospital? Devia ter feito, que aquilo vai fechar!
- a câmara fez algo a favor da manutenção do hospital? Não devia ter feito, pois quem acredita que não fecha deve estar quieto.
Coerências cesarianas...


De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 09:06
Há três semanas que essa moção foi aprovada.
Para bolg, para Internet, andas actualizado, andas...


De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 09:10
A situação é esta.
Há quem diga que o hospital vai perder valências e fechar as urgências.
Há quem diga que os serviços e urgências vão manter-se.
Depois, há a população. E esta o que quer é um hospital em condições.
Por cada dia que passa e a situação se mantém, é bom para todos.
"Para todos" é uma maneira de dizer. Há os que preferem que feche, para se retirar dividendos partidários.



De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 09:40
Às vezes, não queremos ler, não é César?
Primeira parte.
a câmara editou uma Folha Informativa, para esclarecer a população, que estava um bocado confusa com certa argumentação de abaixo-assinadores.
Corria o boato que as urgências iam fechar.
A câmara esclareceu que não iam e não vão fechar.
Corria o boato que havia um desinvestimento no hospital.
A câmara esclareceu que o hospital tem tido reforços humanos, tecnológicos e de instalações.
Segunda parte.
A câmara aprovou a moção pedindo uma "subida de categoria" do hospital, assim a modos que uma urgência básica especial.
Onde está o mal deste comportamento?
Mais: se houve alguém a portar-se mal foram um abaixo-assinadores que diziam às pessoas "assine aqui, para o hospital não fechar".
Isto sim, é alarmismo.


De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 09:43
E, já que se fala de hospital, a pergunta inevitável:
- Que efeito prático de tudo isto?
Alguém acha que a ministra se vai acagaçar, com estas movimentações inócuas?
Por exemplo, Cabaceira, Portinholas & Cª na Assembleia a entregar seis mil assinaturas a um funcionário do Parlamento serve para quê?...


De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 10:09
Sabes por que chamas pasquim ao boletim?
- Porque ele cumpre o efeito, por parte do Rondão!
Aliás, sugiro-te um exercício: vai aos boletins do tempo do Carpinteiro e, em termos percentuais, compara as fotografias.
Pois é...
Eu sei: o Carpinteiro é o João ou o senhor doutor; o Rondão é o Zé e nasceu nos Terceiros.
Há quem chame a isto preconceito social.
Mas deve ser má vontade...


De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 10:47
Se o presidente da câmara fosse eleito entre os autores, comentadores e leitores dos blogues elevenses... o Rondão estava lixado.
Mas como o presidente da câmara é eleito entre os recenseados do concelho... os autores, comentadores e leitores dos blogues elvenses é que vão estar lixados.
Certinho e direitinho - como diria o Camilo aos camelos.
Camelos... do deserto do Mário Lino - não se ofendam.


De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 10:58
Não vou dizer que o assunto do posto seja interessante ou não. Deixo essa tarefa para outros.
Mas vamos lá falar do Portugal-Alemanha de quinta-feira?
Pus-me a pensar só um pouquinho: Alemanha e Portugal.
A Alemanha fabrica marcas de automóveis como a Mercedes, BMW, Audi, Volkswagen, Opel e Ford.
Portugal não fabrica carros; só carrinhos... e de linhas.
Não querem ver que nós, os minhocas da Europa, vamos mandar para casa com os elefantes?...


De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 11:00
Já sinto no ar a sensação de surpresa.
Já sinto no ar a sensação dos grandes momentos.
Já sinto no ar a forte possibilidade de passar às meias.
Já sinto no ar que vamos voltar a entrar na história da bola.
Já sinto... César!


De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 15:35
Jacinto Leite Capelo Rego (Com pronúncia brasileira)


De Anónimo a 17 de Junho de 2008 às 15:56
São dispensáveis ordinarices...


De Anónimo a 21 de Junho de 2008 às 18:06
EX mo carneiro(a) que fez os comentários das 8.51 até ás 11horas em nome do carneiro Mor.

respondo ao comentarista das 11 horas que é o mesmo desde as 8.51 ou seja, um coça tomates do JR, que não fez outra coisa senão responder ao post e com toda a certeza, pago por todos nós.
Então e quando se tratou da maternidade vocês não diziam a mesma coisa ou seja, eram todos uns alarmistas, já se esqueceram?


De Anónimo a 22 de Junho de 2008 às 15:36
O ZÉ E GAJOS COMO O ZÉ NÃO NASCEM NEM SÃO PARIDOS, SÃO FILHOS DA MADALENA.


De José Júlio Cabaceira a 18 de Junho de 2008 às 02:37
Caro comentador anónimo sobre o Hospital

Aconselho-o vivamente a informar-se sobre a importância de uma Petição e da dificuldade em ser aceite para discussão e votação no Parlamento. O valor da argumentação e da razoabilidade da fundamentação são a chave de entrada. Se a matéria em questão sobre o Hospital de Elvas (nomeadamente a sua desclassificação por despacho Ministerial) não tivesse ponta por onde pegar e com alguma possibilidade de sucesso acha que nos passavam cartucho? Acha que íamos defender o indefensável? Ou apenas por birra? No caso de não haver sucesso será que só perdem os mentores da coisa? Ou perdemos todos? Se pensa que as mais de 6000 assinaturas Validadas assustaram os Deputados, engana-se. A única certeza nisto tudo é que se abriu apenas uma porta. Estamos no jogo. Há quem não quis jogar e até lançou grandes assobios das bancadas. Tínhamos lugar para todos. As mais de 6000 pessoas conseguiram para já entrar. Deduzo das suas palavras que não tentou apanhar esta carruagem para ir a jogo.
De qualquer modo respeito a sua opinião.
Um abraço
José Júlio Cabaceira


De José Júlio Cabaceira a 18 de Junho de 2008 às 02:58
Caro comentador anónimo sobre o Hospital

Aconselho-o vivamente a informar-se sobre a importância de uma Petição e da dificuldade em ser aceite para discussão e votação no Parlamento. O valor da argumentação e da razoabilidade da fundamentação são a chave de entrada. Se a matéria em questão sobre o Hospital de Elvas (nomeadamente a sua desclassificação por despacho Ministerial) não tivesse ponta por onde pegar e com alguma possibilidade de sucesso acha que nos passavam cartucho? Acha que íamos defender o indefensável? Ou apenas por birra? No caso de não haver sucesso será que só perdem os mentores da coisa? Ou perdemos todos? Se pensa que as mais de 6000 assinaturas Validadas assustaram os Deputados, engana-se. A única certeza nisto tudo é que se abriu apenas uma porta. Estamos no jogo. Há quem não quis jogar e até lançou grandes assobios das bancadas. Tínhamos lugar para todos. As mais de 6000 pessoas conseguiram para já entrar. Deduzo das suas palavras que não tentou apanhar esta carruagem para ir a jogo.
De qualquer modo respeito a sua opinião.
Um abraço
José Júlio Cabaceira


De Antonio Venâncio a 18 de Junho de 2008 às 11:30
Comentário inteligenteComentário inteligente
Não fosse o cão rosnar quando nos aproximamos pela direita e de seguida abanar o rabo quando nos aproximamos pela esquerda e cada qual podia ter cão ou não ter de acordo com a sua convicção. O perigo são os cães incoerentes, pois nunca sabes se te vai lamber a mão ou dar-te uma dentada. Ess4es o melhor é trazê-los com a trela curta


De Anónimo a 18 de Junho de 2008 às 01:40
REUNIÃO DE CÂMARA 28 de MAIO de 2008

PONTO INTRODUZIDO PARA DISCUSSÂO PELO VEREADOR DO PSD/CDS

A INFORMAÇÃO NOS BOLETINS INFORMATIVOS MUNICIPAIS

DA ALTA AUTORIDADE PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL (AACCS)
:
“O grau da intervenção editorial de cada força política nos boletins autárquicos não pode ser medido de forma métrica, publicação a publicação, através de um critério simplesmente quantitativo. Não se defende que, por exemplo, um Partido que haja obtido 20% dos votos nas eleições autárquicas tenha sempre 20% do espaço de cada boletim, um outro que valha 12% do eleitorado preencha sempre 12% das páginas de todos os boletins, e assim por diante. Não, de todo. O que se pretende é que, de uma maneira equilibrada e com o longo prazo por horizonte (e não meramente através da consideração individual de cada boletim publicado), os boletins autárquicos acabem por reflectir, tendencialmente, a força local dos Partidos ou formações representadas, em termos de pontos de vista visibilizados, sem ferir a lógica de identidade editorial do órgão: Mais do que de proporcionalidade, falar-se-á pois aqui preferentemente, ao abordar-se a fatia de acesso de cada força política aos boletins, do respectivo peso, que é uma noção sobretudo qualitativa.”
Em conclusão, a AACS deliberou:

“a) Que, sendo órgãos de comunicação social do sector público, tanto pela sua propriedade como pelos seus objectivos e tipo de protagonismo, os boletins autárquicos têm de respeitar, na respectiva estrutura, os deveres de pluralismo insítos a todos os órgãos de comunicação social do sector público;

b) Que o peso da intervenção nos boletins autárquicos das várias forças políticas autarquicamente representadas deve generica e tendencialmente acomodar-se sem prejuízo da identidade e coerência editorial das publicações, à dimensão eleitoral daquela representatividade.”

Alta Autoridade para a Comunicação Social,
4 de Setembro de 2002
O Presidente
Armando Torres Paulo
Juiz Conselheiro

O Vereador
Aliança Democrática de Elvas PSD/CDS-PP
José Júlio Cabaceira


De Anónimo a 18 de Junho de 2008 às 09:43
Cabaceira:
A mim sempre me pareceu que isto, para ti, era um jogo.
Um jogo onde se manipulam as pessoas. Mas isso, para ti, talvez seja o menos.
O pior pior pior... é tu saberes que as pessoas estão a ser embaladas.
Abaixo-assinados...
Assembleia da República...
Petições...
Portas abertas...
Para os Elvenses, o que interessa é o hospital, no mínimo, continuar como está. Sem boatos, sem nuvens a pairar e sem oportunismos.


De Anónimo a 18 de Junho de 2008 às 10:37
Veredor dessa área, agora, só há um.
O mano Eurico e mais nenhum!
De resto, Eurico ainda é conhecido em Elvas.
Mas... Cabaceira?
Caba quê?...


De Anónimo a 18 de Junho de 2008 às 10:38
A tristeza é a seguinte.
Enquanto a oposição estiver convencida que derruba o Rondão com Cabaceiras e Tiagos, estamos feitos.
E o Rondão está feliz.
Por isso, isto é que é tristeza.


De Anónimo a 18 de Junho de 2008 às 13:07
Estamos feitos. Pelas posições que alguns tomam neste blog. Estamos Realmente muitio e muito feitos.
É um mimo de pensamentos brilhantes. O Sr dos Feitos deve ir para o Guinness World Records por tanto feito.


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