Tenho lido com a maior atenção tudo o que se tem escrito sobre o “fecho das urgências” e acho que se está a fazer uma grande confusão, inocentemente ou de má-fé.
Claro que as urgências não vão fechar. Vão é ser reclassificadas e é isso mesmo que diz o despacho do governo. Nem menos.
Uma coisa é certa: até agora não vi ninguém garantir por escrito que as urgências a curto ou médio prazo não vão perder valências. Nem o Presidente da Câmara, nem o Dr. Luís Ribeiro e nem o Dr. João Pinto. Todos dizem que esperam, que têm esperança, que julgam. etc, etc.
Uma coisa sei eu: as urgências do Hospital de Elvas foram reclassificadas de SUB (serviço de urgências básicas) e que se compõem de 2 médicos e de 2 enfermeiros.
Agora se essa reclassificação se se efectiva amanhã, daqui a uns meses ou depois das eleições, isso não sei, mas desconfio o que me leva a crer que há má-fé no processo, até porque a palavra dos trio acima citado não me merece e infelizmente à maior parte da população.
Não me venham agora nos comentários a dizer que estou a fazer política contra este ou a favor daquele: estou a exercer o meu direito de cidadania e a querer o melhor para a minha cidade independentemente de quem a governa, chame-se Rondão de Almeida, Tiago Abreu ou outro qualquer.
Acho que a luta ainda não começou, e o dia que começar o alvo estará mais acima que o poder local ou regional.
Continuemos a observar.
Jacinto César
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