Elvas sempre em primeiro

Todos os comentários que cheguem sem IP não serão publicados.
Domingo, 6 de Abril de 2008

Elvas e o seu centro histórico

É com profunda tristeza que se verifica a desertificação do centro histórico da nossa cidade. Cada vez que tenho que me deslocar à noite ao referido centro o que se encontra são cães vadios, “pessoal da noite” e um ou outro transeunte que como eu e por qualquer motivo ali teve que se deslocar. Infelizmente esta é a realidade.

Este facto tem sido motivo de muita polémica e tem dado azo a muitas batalhas políticas, mas de concreto nada resolvem!

Eu pergunto: e será que se pode resolver?

E será que não somos todos nós elvenses os culpados de tal situação?

Vou tentar responder as estas questões, começando pela última.

Eu, tal como muitas centenas, senão milhares de pessoas, nasceram e viveram nas velhas ruas durante a sua infância. Todos nós sabemos que a população da cidade, mais mil, menos mil, tem-se mantido inalterável ao longo de muitas décadas. Ora se a população é a mesma como é que a cidade cresceu como cresceu a partir de meados da década de 50 do século XX? Para mim a explicação é muito simples: em cada casa do centro viviam pelo menos três gerações. Vivíamos nós, os nossos pais e os nossos avós. Só que as necessidades das pessoas com o evoluir dos tempos alteraram-se e começou a haver a tendência de se desfazer a família “à moda antiga”. Quem casava queria casa, como se costuma dizer. E assim apareceram as primeiras moradias no actual Bairro de Santa Luzia. Por volta do ano 1958 a antiga Caixa de Previdência proporcionou aos seus contribuintes e que tivessem pelo menos 2 filhos o aluguer de casas em 3 prédios na A, António Sardinha. Para aqui transitaram cerca de 40 famílias e respectivos rebentos nos quais me incluo. A partir daí foi uma sangria constante. Os bairros proliferaram e as novas casas cresciam como cogumelos.

Ora se a população era a mesma, alguma “coisa” tinha que ficar vazia, e o que ficou foram as casas do centro histórico.

Mas será que é pecado as pessoas aspirarem em ter uma casa melhor e maior e com espaço no exterior para criar os filhos de uma maneira diferente aos que foram criados como eu numa varanda antiga e sem poderem sair à rua? É óbvio que não.

Resumindo, todos quisemos usufruir de uma vida melhor e agora culpamos tudo e todos de a cidade estar morta, como se todos fossem culpados, menos nós. Portanto neste assunto não há inocentes.

Segunda questão: e como podemos nós resolver tal situação? Quanto a mim, não pode ser resolvida, como não foi resolvida em centenas de cidades do mesmo género em todo o mundo.

Tenho ouvido falar que a culpa é da falta de estacionamentos para automóveis. Outros que a solução estava em recuperar casas antigas. Pois é: e que é que quer ir para lá morar?

As pessoas vieram para os subúrbios, o comércio veio atrás delas. Os serviços também não quiseram ficar lá e vieram atrás dos clientes.

Que fazer então? Não sei! Só sei que quem arranjar uma solução para este fenómeno será sem dúvida homenageado em muitos países. Não é preciso andar muitos quilómetros para ver um fenómeno do género mas ainda mais dramático: Badajoz.

Uma coisa também é certa, os “artistas” que têm soluções para tudo fazem-me lembrar os treinadores de bancada no futebol. Falar, falam! Fazer …

 

Jacinto César     


Tasca das amoreiras às 01:34
Link do post | Comentar | favorito
16 comentários:
De Anónimo a 7 de Abril de 2008 às 10:21
É realmente triste e certo o que se verifica no nosso centro histórico, são os sinais do tempo que infelizmente nada temos a fazer. Ou será que temos? Nós ou quem nos representam. Esses sim, fazer ou pelo menos tentar. Veja-se em Lisboa (por exemplo) o bairro alto! Deveriam preservar-se os valores e as raízes de cada cidade. Enfim ... resta-nos observar impavados e serenos ao passar dos anos. Ou não?

www.cidadelvas.blogspot.com


De Anónimo a 7 de Abril de 2008 às 17:48
Em badajoz, o exemplo citado construiu-se de raíz o que permitiu em todo o "casco viejo" a proliferação de dasas com garagem à altura da cércea geralmente 3 a 4 andares.

Por cá o tal IPPAR só serve para criar dificuldades aos privados e impedee o intersse da fileira imobiliaria, promotores, construtores e arrendadores/habitantes.

Veja-se o escândalo das paredes da Cãmara revestidas a granito cinzento, onde está o IPPAR?
É que nas Cãmaras socialistas o IPPAR aprova sem sequer abrir os projectos, não vá o diaBO tecê-las...

Por outro lado o estacionamento tem sido sistematicamente proibido, dando-se lugares inclusivamente ao comboio turístico em prejuízo dos habitantes,.

A última grande ofensa aos habitantes do Centro foi a supressão de estacionamento na muralha DA cISTERNA JUNTO AO totta.

por outro lado é escandaloso pôr o estacionamento pago junto à porta das pessoas.

a situação tem levado a brigas pelos lugares e inclusivamente já houve vizinhos a queixarem-se de que o carro do vizinho tem que ser retirado porque não se mexe do lugar.

Eu próprio que sou cliente do barbeiro Sr Cunha no Centro já prometi só aguentar até q este se reforme, ir ao centro e voltar durante o dia significa perder uma hora, ou alinhar na chantagem de deixar o carro no estacionamento subterrâneo.

Que tem um mínimo de Dignidade e posses sai do Centro onde não se pode viver, excepção feita à meia dúzia de palácios com estacionamento que por lá existem...


De Tasca das amoreiras a 8 de Abril de 2008 às 00:01
Caro anónimo

O meu amigo pode “berrar” o que quiser, mas tem que admitir que o problema do centro histórico foi resultante do nosso próprio desejo de ter melhores condições de vida. Todos somos culpados e não vale a pena assobiar para o lado.
O meu amigo refere Badajoz. Mas que mau exemplo foi escolher. Na verdade se houvesse um IPPAR em Espanha (deve haver), nunca tinha permitido fazer as barbaridades que se fizeram. Quer exemplos? A destruição sistemática ao longo dos anos da cintura de muralhas (lembre-se que se quiser ver alguns troços importantes tem que entrar dentro dum parque subterrâneo que tem uma parede em vidro). Quer mais? A vergonhosa destruição da antiga praça de touros que tinha o significado que presumo que conheça. Quer mais? Penso que não é necessário dizer mais.
Em relação aos estacionamentos, o meu amigo quer ser mais papista que o Papa. Senão vejamos: o meu amigo quer cortar o cabelo no Sr. Cunha, mas tem que ter um lugar à sua disposição para o fazer. Se fosse possível e de preferência mesmo dentro da barbearia. Não se espante, eu também sou assim. Mas quer saber uma coisa? Passeemos até Santillana del Mar no norte de Espanha. Sabe que os carros ficam todos de fora, a não ser os dos moradores dos serviços? Pois é, as pessoas habituaram-se a andar de transportes públicos. Nós por cá somos mais finos. Eu também. Passeemos um pouco mais até ao Mont St. Michel em França. O meu amigo se quiser ir até lá tem que ir andando, pois aí nem os moradores. Só os serviços.
Depois de fazermos estas visitas, de dia, vamos até lá de noite. Mais fantasmas que as cidades do velho oeste.
No fundo, acredito que o fenómeno possa ser ATENUADO, mas RESOLVIDO, ponho as minhas dúvidas em virtude de conhecer inúmeros casos parecidos por esse mundo fora, e o meu amigo se me conhece, sabe que é verdade.
Para finalizar, eu já não sei bem quais sãos os seus objectivos: se são por Elvas, se são contra o Regedor, à moda do nosso amigo Zé de Mello.

Jacinto César


De Anónimo a 8 de Abril de 2008 às 15:54
O Zé de Mello não é contra o Regedor, como faz questão de sublinhar nos seus Princípios. Quanto a ser por Elvas sim senhor, sou, quanto a ser contra o "Regedor" também a isso ele me tem obrigado. Quanto aos exemplos de França e Espanha, que os tragam para Elvas e que Elvas sofra as consequências.

Infelizmente ainda tenho que ir ao meu Gabinete de Contabilidade no Centro, quanto ao resto já estou dispensado dessa "obrigação".

O Jacinto ao que parece despreza o Centro, (para si até pode ser convertido em "natureza morta", já que património da UNESCO já em post anterior reconheceu que não é possivel) - que não lhe faz falta. Quem vive a agonia diária de lá trabalhar ou viver é que sofre e o Centro, graças à intelectualidade extra-muros vai morrer.

É extraordinário que quem mais alheio é ao Centro, mais defende as intervenções que sistematicamente aí são feitas contra a população!

Vá lá mais uns jardinzinhos, ó Rondão, que tal um junto ao hotel novo ao cimo do Viaduto e outro em frente à casa das Barcas?!


De Anónimo a 8 de Abril de 2008 às 21:56
É que à porta da barbearia posso deixar o carro no Carlos Luciano, que tem essa vantagem empresarial!


De António Venâncio a 8 de Abril de 2008 às 14:16
Tem ido recentemente Calle S. Juan?...


De Tasca das amoreiras a 8 de Abril de 2008 às 00:09
Caro amigo
Infelizmente não podemos comparar o Bairro Alto com o centro de Elvas. Há por lá mais turistas que habitantes tem a nossa cidade. E se formos até ao Rossio? E por toda a baixa pombalina? Que encontramos? Nada. Ninguém! Salvo como disse meia dúzia de locais em Lisboa em que a noite ainda é movimentada, o que é que sobra?
A zona onde vivo também é movimentada, só que não fica no centro.
Vamos convencer os donos de todos os bares da periferia para se deslocarem para o centro e assim temos animação. Só que não sei se aqueles que ainda lá moram gostariam disso.

Jacinto César


De Anónimo a 8 de Abril de 2008 às 10:29
A solução do César é, não h á solução! Não h á culpados, somos todos culpados! Só faltou dizer fechem as portas das muralhas, isto é um caso perdido.
Como o outro comentador, eu sou cliente do Sr Valdemar barbeiro ilustre desta cidade e quando vou cortar o cabelo, tenho que fazer a conta a mais 30 cêntimos mas, h á uns meses a conta foi mais alta, é que havia muita clientela e quando cheguei ao parque da sheel estava multado em 30 euros, a policia estava a autuar dentro do parque, paga pelo município e eu estava dez minutos fora de prazo e a mania de ir ao Valdemar, saiu-me cara.
Por isso agora pergunto-lhe eu, se a opção foi por parques pagos em todo o lado, porque não empregam pessoas nos parques e cobram o tempo de permanência , em vez de pagarem á policia horas extras para irem multar os que se atrasam 10 minutos?
O sr César voltava ao barbeiro se fosse penalizado em 30 EUROS que d á para cortar 5 vezes o cabelo?


De gAntónio Venâncio a 8 de Abril de 2008 às 14:20
Corta o cabelo à noite?...
Os parques à noite também são pagos?


De Anónimo a 8 de Abril de 2008 às 17:26
O G... ANTÓNIO VENÂNCIO e muito engraçado.... tu como és tosquiado é fácil o ferreiro tratar-te do pêlo, o pior é fazer-te os tradicionais desenho nas nalgas, tens que pôr-te de cu para o ar e de noite o ferreiro pode espetar-te, toma cuidado.


De António Venâncio a 8 de Abril de 2008 às 19:30
Na falta de capacidade de argumentação, vem o ataque através do insulto fácil, escondido nas trevas do anonimato.
E já agora, uma pequena correcção, só para dar o seu a seu dono, a besta vai ao ferrador, e não ao ferreiro, para ser ferrada e não tosquiada, porque a tosquia é trabalho de tosquiador.


De Anónimo a 8 de Abril de 2008 às 15:55


É tudo uma questão de cabelo...

Naturalmente, o tecido piloso tira as ideias às pessoas.
Sempre ouvi dizer : MUITA PARRA,POUCA UVA !

Por favor, escrevam mais seriamente e,se possível,respeitando os assuntos em debate.

Continue,Sr.César, a abordar temas de interesse para Elvas e para os elvenses.
Como se diz em gíria popular :- OS CÃES LADRAM
MAS A CARAVANA PASSA.


De Anónimo a 8 de Abril de 2008 às 18:01
Este personagem o Venâncio ou faz o papel de AIO ou de parvo, comentam o tema e ele sai irritadiço da penumbra e desanca os comentadores que dão a sua opinião.
Vamos ver, o Sr César opina sobre o centro Histórico e dá a opinião alvitrando as razões porque existe o despovoamento e desertificação e diz,"quanto a mim não pode ser resolvida""agora culpamos tudo e todos"
"que fazer então? não sei? "pois é e quem quer ir morar para lá"
Este é o tema da negação e como não encontra soluções eu digo o último a abandonar o centro Histórico que não se esqueça de fechar as portas e acrescento apagar a luz.
Em defesa da "DAMA" O AIO diz coisas como "continue, Sr César, a abordar temas de interesse para Elvas e para os elvenses" eu tambem acho mas muda de aio diz-me com que andas te direi quem és



De António Venâncio a 8 de Abril de 2008 às 19:17
Há realmente alguém que anda muito irritadiço e também desorientado. Então num blog onde não se censura ninguém, nem os que se servem do anonimato para insultar tudo e todos, acha que não tenho direito a comentar os comentários que surgem? Não posso colocar simples perguntas? O quer censurar-me no meu proóprio blog?...E já agora quanto ao Aio, falhou redondamente o tiro, não é meu costume escrever sob anonimato, como aliás já deixei aqui bem claro, e quando me dirijo ao meu amigo Jacinto, trato-o por tu, pelo primeiro nome não por Sr. César que seria totalmente ridículo. Não sei donde “Nasceu” a peregrina ideia de que esse comentário me pertencia.


De Tareco a 11 de Abril de 2008 às 01:38
A questão dos centros históricos é complicada. Primeiro porque o facto de serem os que possuem habitações mais antigas, fazem muito difícil a sua recuperação. Por outra parte, está a questão do estacionamento. Elvas, como cidade militar, tem ruas que não são adequadas para o trânsito rodoviário, o que dificulta enormemente o estacionamento. Certo que o estacionamento pago da Praça da República é até um certo ponto uma aldrabice. Mas não é caro em comparação com outros lugares onde a hora fica pelos 1,20 euros.
Refere-se cá o caso de Badajoz. É o caso de um centro histórico que se acha em muito más condições e que não pode ser exemplo nenhum. Se falarmos de outras cidades de Espanha, há algumas, no norte do país, onde a recuperação do centro histórico tem sido muito boa como no caso de Oviedo, nas Astúrias ou Vitória, no País Basco. Lá o centro é reservado para os peões e as viaturas dos residentes e fica interdita a circulação para o resto de viaturas.

Em Elvas falta uma recuperação integral: há casas e até monumentos do nosso património, onde uma simples caiação bastaria para que ficasse bonito e sem essa sensação de degradação. Faltaria dar uma demão de tinta nalguns edifícios, restaurar a calçada de algumas ruas, para além de tirar de vez essas tão pouco estéticas antenas, uma vez que já foi implementada a TV Cabo aos moradores da cidade.

Já a questão de viver no centro é outra. Nos casos citados de Oviedo e Vitória, foi a classe média a que acabou por viver lá. Eu também vivo fora da cidade, mas não me importaria de viver lá se houvesse uma casa restaurada com gosto a um preço moderado. Por que não se pensa em restaurar casas pequenas para os jovens ou casais com poucos rendimentos? Será que um casal, mesmo com o salário mínimo, a trabalhar os dois, não se candidataria à compra de um apartamento numa casa do centro da cidade por um valor p.ex. de 40.000 euros, ficando a prestação da casa nos 200-250 euros/mês? Ou para quem quer luxo no centro da cidade, será que não haveria pessoas que pudessem comprar, pelo preço de um apartamento, uma bela casa restaurada com materiais do melhor? E, por falarmos nos espanhóis que parecem comprar agora muitos apartamentos, será que não seriam possíveis candidatos a comprar algum desses edifícios recuperados? (Bom, se bem esta última ideia tal vez não porque ia ficar tudo logo muito mais caro..., ehehehe)

Certo que com medidas como estas tal vez não se solucionasse completamente o problema da desertificação da cidade, mas pelo menos haveria algumas zonas mais animadas, mais habitadas, nas que deveria de haver também mais serviços.


De Anónimo a 15 de Abril de 2008 às 14:46
E porque não isentar de imi as moradias do centro histórico


Comentar post

Últimos copos

Forte da Graça - 18

Forte da Graça - 17

Forte da Graça - 16

Forte da Graça - 15

Forte da Graça - 14

Forte da Graça - 13

Forte da Graça - 12

Forte da Graça - 11

Forte da Graça - 10

Forte da Graça - 9

Adega

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Agosto 2015

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


A procurar na adega

 

Blogs de Elvas

Tags

todas as tags

últ. comentários

logo que poluiçao iriam causar duas ou tres embarc...
Muito interessante. Nessa documentação há document...
Nest baluarte existio uma oficina de artesanato on...
JacintoSó agora tive oportunidade de lhe vir dizer...
VERGONHA? MAS ESSAS DUAS ALMAS PERDIDAS RONDÃO E E...
Uma cartita. Uma cartinha. Uma carta.Assim anda en...
Os piores lambe-botas são os partidos de Esquerda ...
O mundo está para os corruptos e caloteiros. Uma a...
O mundo é dos caloteiros . Uma autentica vergonha.
"Não se pode aceitar que um professor dê 20 erros ...

mais comentados

101 comentários
89 comentários
86 comentários

subscrever feeds

SAPO Blogs