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Sábado, 8 de Março de 2008

Senhora Sinistra da Educação

Exª Senhora

Ministra da Educação

 

Não queria deixar passar este dia sem lhe desejar os meus sinceros parabéns pelo feito único na História de Portugal: unir uma classe profissional que nem sempre esteve junta.

Fico-lhe muito grato por pela 1ª vez na minha vida ter ido a uma “festa” daquelas. Por mim já valeu a pena. Amanhã logo se vê.

 

Os meus cordiais cumprimentos

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 18:57
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11 comentários:
De Dina a 9 de Março de 2008 às 20:53
E não foram mais porque alguns ficaram retidos em operações da BT o que me parece vergonhoso.


De António Venâncio a 9 de Março de 2008 às 22:17
Não sabia que tinha havido disso!...
Usam todos, mas mesmo todos os meios para parar os professores. Mas mesmo assim já não vão ter a coragem de dizer que são “apenas” alguns professores mobilizados pelo Partido Comunista. Agora o argumento é outro, e a meu ver bastante ofensivo, estamos mal informados, o que atendendo à infalibilidade da Srª Ministra e do seu Ministério, e à qualidade da informação que nos faz chegar, só pode dever-se às nossa dificuldades de compreensão.



De Dina a 9 de Março de 2008 às 22:34
http://dn.sapo.pt/2008/03/09/sociedade/mil_professores_viana_impedidos_pela.html
A notícia está no DN online.


De António Venâncio a 10 de Março de 2008 às 07:52
Obrigado pelo link


De Anónimo a 9 de Março de 2008 às 21:18
Parabéns, só lhes peço que não desanimem, não se deixem vergar, mostrem a V.ª força!


De abade a 13 de Março de 2008 às 15:36
Parabéns a manifestação foi um êxito a classe mostrou a sua força.
1- Ouvimos todos os dias que os profs estão contra o modo como querem fazer a avaliação.
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Parabéns a manifestação foi um êxito a classe mostrou a sua força. <BR>1- Ouvimos todos os dias que os profs estão contra o modo como querem fazer a avaliação. <BR class=incorrect name="incorrect" <a>2-A</A> maioria "parece" querer a avaliação <BR>3- nunca ouvi da parte dos profs o modo como queriam que a avaliação fosse feita. <BR class=incorrect name="incorrect" <a>4-O</A> que os v/representantes dizem é que tem que ser adiada a avaliação e para o ano a avaliação será a titulo experimental. <BR class=incorrect name="incorrect" <a>5-Com</A> este argumento a opinião publica pergunta-se, será que querem mesmo a avaliação ou ganhar tempo para que nada se faça. <BR class=incorrect name="incorrect" <a>6-Não</A> basta dizer que o modo de fazer a avaliação é má, temos que apresentar soluções. <BR>


De Jacinto César a 13 de Março de 2008 às 22:04
Caro Abade

Se bem entendi a confusão daquilo que escreveu, presumo que esteja a ser irónico quando deu os parabéns pela manifestação. Mais, presumo que queira que os professores sejam avaliados de qualquer forma. O que é preciso é ser JÁ!
Se não sabe, eu explico-lhe o que se passa. Jamais me passou pela cabeça não ser avaliado. Desde pequeno que sempre o fui e não era agora que ia ter medo de o ser, só que…
Quando se pretende fazer uma avaliação, e seja ela qual for, têm que se estabelecer objectivos para um determinado período e depois avalia-se se esses objectivos foram cumpridos ou não. Penso que estamos todos de acordo com isso.
Agora repare o que se quer fazer: eu, o avaliado, vou estabelecer objectivos relativamente ao ano lectivo de 2007-08, quando dois terços do ano já passaram. Qualquer um os vai cumprir. Como? Simples. Estabelece objectivos daquilo que já fez nos dois primeiros trimestres e mais os objectivos do terceiro. Conclusão: ninguém falha aquilo a que se propôs fazer. TODOS SÃO BONS! Acha que nisto há alguma honestidade?
O que eu quero, e isso sim vai marcar a diferença, é cada um estabelecer os seus objectivos a cumprir no próximo ano lectivo e no fim avaliar se foram ou não cumpridos. Isso é ser-se honesto.
O meu amigo deve pertencer àquele grupo de “intoxicados” que interiorizou que ninguém queria ser avaliado. Diga-me o nome de alguém (um só basta) que tenha ouvido dizer que não o queria ser? Bolas, um só nome!
Já agora pergunto-lhe uma coisa: quando é que os políticos são avaliados? Já sei o que me vai dizer: nas eleições. Pois é: e quando as perdem por incompetência, o que é que lhes acontece? Arranjam um “tacho” já previamente “combinado” para o efeito. Já viu algum político no desemprego e a fazer um trabalho corrente? Pois é! Que bem prega o Frei Tomás. E o poder judicial com todas as “barracadas” que arranja quem os avalia?
Meu amigo, passe bem. Espero tê-lo esclarecido. EU QUERO SER AVALIADO. Mas honestamente.

Jacinto César


De Anónimo a 18 de Março de 2008 às 15:04
Peço desculpa pela confusão, não foi feita de propósito, deve ter sido erro técnico.
Não ponho em duvida que o prof quer ser avaliado, eu não estou a comentar casos pessoais mas sim gerais, é por essa maneira de interpretar os comentários na 1ª pessoa que continuo anónimo.
O meu comentário não tem endereço pessoal agora tem que convir, que não abona nada a favor dos professores, quando um repórter pergunta a vários manifestantes qual a medida do processo de avaliação que não concorda e as respostas sejam, "tudo" ou "várias" isto passa para a opinião publica como, venha o que vier, somos contra, eu sou quase analfabeto e prova disso é que o prof começa o texto dizendo que não compreende o que escrevo , mas burro como quer fazer crer, não.


De António Venâncio a 18 de Março de 2008 às 15:17
Então e atendendo, às suas palavras também não é por alguns manifestantes que dizem ser "tudo" ou "várias" que pode concluir que não querem ser avaliados. Porque o "tudo" neste caso, e para quem conhece bem o processo, é mesmo tudo, a começar pelo que já foi feito na promoção automática dos titulares com base em critérios que não o são, para agora os transformar em avaliadores, e acabando no processo que aponta para dar importância a tudo menos à sala de aula, que vai aumentar desmesuradamente a burocracia, e que foi lançado em Janeiro pedindo às pessoas que definam objectivos para um ano lectivo que começou no Setembro anterior.
Portanto é mesmo quase tudo e o várias aplica-se plenamente para não passar a tarde a descrever as asneiras, pois muito mais do que o que aqui fica dito há para dizer.


De Anónimo a 18 de Março de 2008 às 18:27
Hesitei se deveria continuar o dialogo mas vou concluir dizendo o seguinte eu vou formando a minha opinião de acordo com as opiniões expressas pelos diversos intervenientes no processo.
A minha opinião pouco vale, não critiquei o género, sim o modo como os profs protestam e contestam a medida, quer isto dizer que, podem ter toda a razão do mundo mas, a maneira como apresentam as vossas razões não colhe e pode crer que este governo de falsa direita ou se quiser, falsa esquerda, não engana ninguém e espero quando forem avaliados pelo povo, que chumbem


De António Venâncio a 18 de Março de 2008 às 18:49
E porque não colhe?... Porque pela primeira vez estamos todos unidos contra aquilo que é o remate final na degradação que tem sido o ensino em Portugal? Ou porque queremos que nos respondam concretamente a perguntas concretas?...Ou será porque a lei em si contêm itens que não permitem que seja aplicada de forma igual a todos os professores? E já agora, diga-me a como se definem objectivos para o que já passou?... E como vai um coordenador com dez professores no departamento assistir a vinte aulas entre Fevereiro e Junho e continuar a leccionar as suas aulas sem prejudicar os seus alunos, quando os horários nem sequer foram feitos de modo que as aulas não coincidam para poder observar umas sem faltar às outras?... Todo o processo é como muitos outros, que se anunciam com pompa e circunstância mas que quando se vai ver o conteúdo não coincide com o embrulho. Casos típicos de públicidade enganosa


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