Para quem estudou matemática tem a noção que com a estatística se pode brincar e fazer uma leitura “muito à maneira de cada um”.
É evidente que se uma pessoa comeu um frango e a outra nada comeu, estatisticamente falando, em média cada pessoa comeu meio frango. Isto vem a propósito do recente estudo do INE que revelou surpreendentemente que os portugueses gastam mais em hotéis e restaurante do que em saúde e educação. Isto é na verdade uma descoberta extraordinária. Num país em que uma grande parte da população vive com o ordenado mínimo nacional, em que a chamada “classe média” não tem dinheiro nem para mandar cantar um cego, que pouco ou nada lhe sobra depois de pagar as despesas que tem e que infelizmente há umas dezenas de milhares de famílias que perderam a casa por não a poderem pagar ao banco e que finalmente há milhares de pessoas que têm que fazer a escolha entre comer e comprar os medicamentos, dá vontade de rir (para não chorar).
Esta notícia não é como sempre inocente e tem sempre subjacente uma qualquer medida que se quer tomar. Primeiro atira-se o isco e depois pesca-se. O que é ainda não se sabe! Mas alguém vai ser atingido nos próximos tempos. Resumindo, estão a preparar-se para “lixar” alguém.
Jacinto César
De Zarojo a 20 de Junho de 2012 às 21:36
É mais ou menos como os 10 agricultores vizinhos do Jacinto juntarem-se para comprar um tractor e haver um (1) que recusa pagar e depois quer usar à borla o tractor que os outros compraram.
Assim é o Jacinto, recusa associar-se aos 100 que compraram o tractor do Grémio da Lavoura, e depois vem exigir que lho emprestem à borla........
Estatísticas, tontas, pois, mas ainda assim estatísticas
De Buuuuuuuuu a 20 de Junho de 2012 às 23:50
Jacinto fexa esta merda
Nao tem interessenenhum
De Rádio Elvas a 21 de Junho de 2012 às 09:58
O tema das grávidas e partos na região de Elvas volta à ordem do dia. A Rádio ELVAS sabe que muito brevemente vai começar a ser transmitido às grávidas que aqui são acompanhadas que a única opção para a realização do parto será na maternidade do Hospital Drº José Maria Grande, em Portalegre.
Significa isto que as grávidas vão passar a ser canalizadas unicamente para a Maternidade do hospital de Portalegre. As mulheres vão deixar de ter a opção de escolha pelo parto na Maternidade do Hospital de Évora ou na vizinha cidade de Badajoz (Espanha), no Hospital Infanta Cristina, ao abrigo do protocolo entre o Governo Português e Espanhol.
Recorde-se que este protocolo surgiu aquando do encerramento da Maternidade Mariana Martins do Hospital de Santa Luzia em Elvas.
A esta situação não será alheio o facto do Governo Português ter uma dívida com Espanha pelos partos efectuados em Badajoz. As autoridades espanholas já haviam alertado para o facto de existir uma dívida na ordem dos 2,3 milhões de euros relativos à assistência médica das grávidas alentejanas no Hospital de Badajoz.
Estes valores referem-se a partos realizados desde 2008. A divulgação desta dívida foi efectuada pela vice-presidente e porta-voz da Junta da Estremadura, Cristina Teniente, tal como a Rádio ELVAS noticiou na altura. As entidades competentes nesta matéria, a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) e a Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, optaram por não comentar esta notícia avançada hoje pela Rádio ELVAS.
De Anónimo a 21 de Junho de 2012 às 10:21
este post acima não é da rádio elvas.
a noticia sim é da rádio elvas
sr jacinto cesar agradece-se que seja retirado por ser abusivo.
obrigado
De ÚLTIMA HORA a 21 de Junho de 2012 às 12:31
A Rádio ELVAS avançou esta manhã com a notícia de que estaria para breve o fim dos partos em Badajoz (Espanha), ao abrigo do protocolo entre o governo português e espanhol. Entretanto, também o jornal "i" publica hoje uma matéria na qual dá conta que a Comissão Nacional de Saúde Materna quer acabar com os partos portugueses em Badajoz.
Os peritos reconhecem que é "mais rápido e funcional" ir a Espanha, mas é preciso racionalizar a Maternidade do Hospital Dr. José Maria Grande, em Portalegre. A Comissão Nacional de Saúde Materna aconselha o Ministério da Saúde a terminar com o protocolo estabelecido, em 2006, com o governo da Estremadura espanhola, depois do encerramento da maternidade de Elvas. A comissão sugere que os partos passem a ser feitos em Portalegre, por forma a rentabilizar a Maternidade de Portalegre, que em 2010 fez menos de 500 partos.
A comissão defende, ainda, que quem deve escolher o local de parto devem ser os serviços de saúde e não os utentes. A notícia avança igualmente que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, ainda não tomou qualquer decisão quanto aos partos em Badajoz depois das recomendações da comissão, que estão em discussão até 13 de julho.
Tal como a Rádio ELVAS noticiou no início deste ano, a dívida do Governo Português a Espanha ascendia a 2,3 milhões de euros, por partos realizados entre 2006 e 2011.
O secretário de Estado da Saúde avançou ao "i" que “só agora os montantes em falta estão a ser pagos, como parte da primeira tranche de 1500 milhões de euros para a regularização da dívida a fornecedores até ao próximo mês”.
De Leitor da Internet a 21 de Junho de 2012 às 12:41
A notícia abaixo é da Rádio Elvas.
Creio não ser abuso divulgá-la.
Até reconhece a actualidade informativa da rádio.
O tema das grávidas e partos na região de Elvas volta à ordem do dia. A Rádio ELVAS sabe que muito brevemente vai começar a ser transmitido às grávidas que aqui são acompanhadas que a única opção para a realização do parto será na maternidade do Hospital Drº José Maria Grande, em Portalegre.
Significa isto que as grávidas vão passar a ser canalizadas unicamente para a Maternidade do hospital de Portalegre. As mulheres vão deixar de ter a opção de escolha pelo parto na Maternidade do Hospital de Évora ou na vizinha cidade de Badajoz (Espanha), no Hospital Infanta Cristina, ao abrigo do protocolo entre o Governo Português e Espanhol.
Recorde-se que este protocolo surgiu aquando do encerramento da Maternidade Mariana Martins do Hospital de Santa Luzia em Elvas.
A esta situação não será alheio o facto do Governo Português ter uma dívida com Espanha pelos partos efectuados em Badajoz. As autoridades espanholas já haviam alertado para o facto de existir uma dívida na ordem dos 2,3 milhões de euros relativos à assistência médica das grávidas alentejanas no Hospital de Badajoz.
Estes valores referem-se a partos realizados desde 2008. A divulgação desta dívida foi efectuada pela vice-presidente e porta-voz da Junta da Estremadura, Cristina Teniente, tal como a Rádio ELVAS noticiou na altura. As entidades competentes nesta matéria, a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) e a Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, optaram por não comentar esta notícia avançada hoje pela Rádio ELVAS.
A notícia acima é da Rádio Elvas.
Julgo não ter sido abuso divulgá-la.
Até atesta a actualidade informatica da rádio da minha terra.
Parabéns!
De Chico Raiano a 21 de Junho de 2012 às 14:22
A Comissão Nacional de Saúde Materna dá uma certa piada.
Como Portalegre não tem o número de partos suficientes, vêm buscar grávidas a Elvas e Campo Maior!
Também poderiam ir buscar umas mulheres a Alandroal, Mourão e Barrancos. Sempre melhorava os míseros números de Portalegre.
De Anónimo a 22 de Junho de 2012 às 11:32
Comentário apagado.
De Paulo Bento a 22 de Junho de 2012 às 11:50
Muito obrigado, senhor professor Jacinto César!
Foram comentários como o seu, como o do Manuel José e do Carlos Queiroz, que fizeram explodir o melhor jogador português de todos os tempos e o melhor do mundo, no momento.
O senhor César ajudou a vencer a Holanda e a República Chaca, com tranquilidade.
Muito obrigado.
De Anónimo a 22 de Junho de 2012 às 18:39
jacinto este blog é uma merda
copia as noticias da radio?
a radio tem um site pq temos que vir aqui ler as noticias da radio???
esta merda não vale nada
é uma cambada de faxistas
De faxistas a 23 de Junho de 2012 às 10:36
a radelvas é mais faxista que o node so que anda disfracar
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