É verdade, sinto-me desanimado com tudo o que se passa em Elvas.
Para onde quer que me volte só reparo na má-língua, nas invejas, nos ódios dos meus conterrâneos. Se se faz é porque se faz, se não se faz é porque não se faz. Velho hábito dos elvenses.
Uma vez fui aqui injusto ao comparar os maus elvenses com os não elvenses. No entanto tenho que aceitar que os não elvenses aqui residentes há muitos anos acabam por ser melhor “elvenses” que os nativos.
É com tristeza que olho todos os dias para a blogosfera elvense e para as redes sociais e salvo raros casos só se consegue ler ou ver inutilidades e maledicência.
A este nível não sou capaz de fazer uma comparação com o que se passa no resto do país ou no estrangeiro, mas que é um facto que os elvenses se “portam muito mal” com a sua terra, lá isso é.
Elvas tem uma situação geográfica extraordinária. Elvas tem um património invejável (é a cidade do país com maior número de monumentos nacionais por quilómetro quadrado). Elvas tem uma gastronomia de excelência. Então o que é que nos faz falta? As pessoas, fundamentalmente os ELVENSES que se disponham a fazer algo pela sua terra em lugar de esperar que seja a cidade a fazer qualquer coisa por eles.
Sim, é verdade, estou desanimado. Por vezes apetece-me emigrar para não ter que ser testemunha de tudo o que por aqui se passa.
Jacinto César
De ccd a 18 de Abril de 2012 às 01:27
estás a começar a perceber...
De Chico das Muralhas a 18 de Abril de 2012 às 10:47
A propósito de "cidade com maior número de monumentos por quilómetro quadrado"...
A propósito de "maledicência"...
A atribuição do título de Património Mundial às Fortificações de Elvas vai ser a mais estrondosa derrota da portinholada cá da terra, caindo-lhe em cima o entulho dos escombros de um edifício mal-intencionado e alicerçado na mais pura mesquinhez!
De Anónimo a 18 de Abril de 2012 às 12:41
É uma grande verdade.
É muito triste termos pessoas destas entre nós, mas é mesmo verdade.
De Anónimo a 18 de Abril de 2012 às 13:05
à cerca de 2 anos, propus ao actual presidente, que em Elvas se fizesse um festival de gastronomia baseado na sopa alentejana em que, participaram com direito de preferência os restaurantes do centro da cidade e se o espaço onde se realizasse o evento o permitisse, os restantes por sorteio. Associado á promoção do evento que se divulgasse os monumentos da cidade com a dupla finalidade de divulgar Elvas.
Só para termos uma ideia da quantidade de sopas vou enumerar algumas algumas começo pela açorda a mais tradicional, a sopa de cação,tomate,batata,cozido de grão,esparragos,feijão com couve c/poejos,de cachola,baldoregas,caldo verde,etc.
A receptividade não foi muito grande mas, o presidente lá me foi dizendo que não tinha verba consignada no orçamento que, para o ano seria este, ía ver se colocava no orçamento.
Não colocou no orçamento e por isso ainda não é este ano que se faz o que propus ou algo parecido.
Poderia tambem,no mesmo evento, divulgar o prato mais conhecido o bacalhau dourado e o cericaia além dos vinhos da região, os queijos, o azeite, o café e o artezanato etc. Haveria concerteza empresas que, estariam interessadas em patrocionar o evento o que reduzia os custos.O evento deveria ser realizado entre portas pq um dos objectivos era a divulgação da monumentalidade de Elvas.Isto comparado com o festival medieval acredito que tinha mais interesse e menos custos e muito mais beneficios. Este tipo de festival não é inédito e tem resultados copmprovados em Tomar e Portel e adaptado á nossa realidade e bem promocionado poderia ter exito.É a primeira vez que estou a divulgar a proposta que fiz ao presidente e só o faço agoraprovocado pelo teu escrito todos os Elvenses estão preocupados com o futuro de Elvas e dos Elvenses tu e muitos mas mesmo muitos +
De Anónimo a 19 de Abril de 2012 às 15:21
há cerca de...
De Anónimo a 18 de Abril de 2012 às 15:12
Há pouco não assinei o comentário pq vai através do face mas para não haver duvidas o comentário é da autoria de Fernando Carona .
De Porto Editora a 18 de Abril de 2012 às 16:43
As primeiras quatro palavras
"à cerca de 2 anos"
dão logo para ver que se trata de um amigo do Jacinto César.
Ou, pelo menos, de alguém que andou pela mesma escola.
De Anónimo a 19 de Abril de 2012 às 13:13
Sou da mesma escola e com muito orgulho, claro que, o "á" deveria ser "há" mas, eu não faço revisão de texto e a preocupação é, transmitir a ideia , os erros por vezes, podem parecer primários mas, não é minha intenção nem ser professor de português ou jornalista nem corrigir textos como parece ser o caso do anónimo porto editora, com letra pq que é idêntica ao seu carácter . De qualquer modo agradeço a correcção e condeno a intenção de colocar a culpa nos professores da escola os erros são da minha responsabilidade não dos professores..
De gandas cromos a 18 de Abril de 2012 às 17:23
podem dizer que eu sou má lingua, mas desculpem me o atrevimento
o autor e os frequentadores são uns grandes assassinos da lingua portuguesa.
propunha que escrevessem em portunhol, bem mais adequado ao local
eh eh por supuesto senhoritos muto biene
De Anónimo a 21 de Abril de 2012 às 18:40
Já partilho da frase do Águas, personagem do Café Central: Percebeste, não percebeste? Então tá certo!...
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