
Eu não queria voltar ao tema turismo tão depressa, mas o Mico da Câmara Pereira fez que voltasse a ele.
Há pessoas que nasceram em berço de ouro e que pelas mais variadas razões viram a vida andar-lhes para trás. Não sei se é o caso, mas pelo que me pareceu é!
Comprou o Castelo de Barbacena para as suas festas e queria que alguém lhe subsidiasse a reconstrução do “palácio”. O pior é quem lhe deu razão ao dizer que ali se poderia fazer uma pousada ou hotel. Será que as pessoas enlouqueceram ou andam nas nuvens? Como é que se iria rentabilizar tal investimento? Quem é que seria a população alvo para vir para um local daqueles (isto sem desprimor para Barbacena, é claro)?
Isto faz-me lembrar o que aconteceu aqui há uns anos atrás com o turismo rural: houve subsídios para toda a gente que quis reconstruir montes e depois não havia hóspedes. Pudera, era mesmo isso que os proprietários queriam. Ficaram com as ruínas recompostas à custa da UE e agora é gozarem-se das suas belas casas, para eles e amigos, já que possuir um monte no Alentejo é coisa fina.
Se um dia Elvas tiver estiver numa situação diferente em relação ao turismo, coisa que começo a não acreditar, aí sim, vale a pena investir em tudo o que estiver à sua volta. Agora assim, só de loucos.
Jacinto César
De Anónimo a 26 de Março de 2012 às 23:03
Penso que o senhor leu mal a entrevista, o homem não pediu subsídios à autarquia, mas sim tentou que lhe autorizassem a recuperação do espaço, com um alvará para explorar uma sala de espectáculos, isto é do género de casas que existe por este país fora, onde se bebe uns copitos e se dão umas festas, também do género do que sucede em Elvas.
Se porventura ele estivesse à espera de dinheiros comunitários ou subsídios do estado, então estou de acordo consigo. O que não percebo, é a sua contradição nestes assuntos do investimento em Elvas, se por um lado o senhor lamenta e critica a situação actual da nossa cidade onde tudo encerra, vem agora criticar uma pessoa que investiu mais de 300 mil euros num Castelo que nunca nenhuma entidade neste país se interessou quer na sua aquisição, valorização ou preservação, e quando o novo proprietário decide renovar o edifício, mas como é obvio, com o prepósito de obter lucro, porque ninguém de bom senso investe para perder dinheiro, vê o seu projecto não ser aprovado, é natural que não esteja satisfeito.
Mais uma vez digo, se o Mico estivesse à espera de dinheiros públicos para financiar o seu projecto ou tivesse a intenção de efectuar uma alteração profunda na estética do edifício, então concordo com a decisão da autarquia, mas se as alterações apenas se cingiam ao interior do edifício, então não percebo o porquê de não ter sido viabilizado este projecto.
De Vesgo a 26 de Março de 2012 às 23:57
Completamente de acordo com o comentário acima. Quando se trata de determinado tipo de pessoas o Jacinto não consegue disfarçar os complexos de inferioridade.
De Anónimo a 27 de Março de 2012 às 00:05
Zarolho vai bugiar
De Anónimo a 27 de Março de 2012 às 08:30
Segundo o Zarolho o Jacinto é inferior ao Mico da Câmara Pereira. Razão? tem mais apelidos
De anonimo a 27 de Março de 2012 às 10:19
Penso k falar do passado ñ resolve o problema, até pk o castelo ja teve mtos proprietarios e mtas historias, o k é certo é k esta fechado,não está programado nada para um espaço que lhe deveriam encontrar uma solução que desse acesso ao publico em geral e ajuda-se a reabilitação do edificio,visto estar-mos a falar de patrimonio de interesse municipal,mas enfim,se temos o problema do forte da graça que pertence a 2 entidades do estado e não se entendem,quanto mais cm privados.Gostava de ver uma luz ao fundo do tunel da recuperação do patrimonio historico mas parece que cada vez está mais escuro...
De Barbacena a 27 de Março de 2012 às 11:35
Nem autorização do IGESPAR obteve...
Como poderia a câmara licenciar a obra?
Escrever é fácil.
Mais complicado é estar a par das coisas.
De Nodinho coitadinho a 27 de Março de 2012 às 18:41
O Noddy quer estar na primeira pagina
Olha e então e o tudo beme tem o video do youtude adonde? na ultima pagina?
eh eh Nody és muita ridiculo, uma figurinha de Felini
De anti tachistas a 27 de Março de 2012 às 00:04
<Notícia Rádio Elvas (claro...a estes não faltam nunca!!!)
Sobre uma conferencia do Ps.
Olha oh demagogo e aldrabão, a propósito, também tachista: ainda não reparas te que tambem foram às do CDs e do PSd?
Afinal vão a todas, SÓ não vão às tuas.
Também às tuas só vão os teus amigos.
De Anónimo a 27 de Março de 2012 às 00:04
palhaço
De Largo do Caldas a 27 de Março de 2012 às 11:08
O CDS elvense e portinholeiro não pode fazer uma conferência de imprensa sobre o TGV
Sabem por quê?...
Porque em Elvas são a favor do TGV e em Lisboa são contra o TGV.
Solução?
Fazer a conferência de imprense em Montemor.
De Buraco no Meio a 27 de Março de 2012 às 16:10
O "Chora-Chora" anda sempre às bocas.
O "Puto Queixinhas" vive da insinuação.
Julga-se importante.
Esquece o essencial: na política, a importância mede-se em votos e o reconhecimento através da obra feita.
Complicado, não é Paulinho Portinholas?
De guardião do castelo a 27 de Março de 2012 às 10:23
Penso k falar do passado ñ resolve o problema, até pk o castelo ja teve mtos proprietarios e mtas historias, o k é certo é k esta fechado,não está programado nada para um espaço que lhe deveriam encontrar uma solução que desse acesso ao publico em geral e ajuda-se a reabilitação do edificio,visto estar-mos a falar de patrimonio de interesse municipal,mas enfim,se temos o problema do forte da graça que pertence a 2 entidades do estado e não se entendem,quanto mais cm privados.Gostava de ver uma luz ao fundo do tunel da recuperação do patrimonio historico mas parece que cada vez está mais escuro...
De Tiaguito Popular a 27 de Março de 2012 às 16:40
Como faço amanhã?
Fico em Lisboa, onde pagam?
Vou para Elvas, para chatear os outros?
De nody a 27 de Março de 2012 às 17:39
tacho eu quero tacho
o abrues dá cá o meu
tacho eu só quero tacho
venha o guito que eu salto e apito
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