Elvas sempre em primeiro

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Terça-feira, 29 de Novembro de 2011

Mais uma Sr. Presidente.

 

 

 

 

O senhor anda nitidamente infeliz no que diz e no que faz. Desta vez foi no que disse, mais concretamente ao jornal “O Público”.

Recorda-se do caso dos touros de morte em Barrancos? Só foi importante enquanto a polémica se manteve. Com a autorização dada, Barrancos morreu outra vez.

Isto vem a propósito do que disse sobre Olivença e da representação que aí se vai fazer sobre a “Guerra das Laranjas”. Pois é, o que é preciso é polémica e pelos vistos o Sr. até está disposto a ir-se manifestar. Grande tiro no pé. Não? Então repare. O caso de Olivença, tal como o de Ceuta ou de Gibraltar, são casos mortos e enterrados! E sabe porquê? Porque nem os habitantes de Olivença querem ser portugueses, nem os habitantes de Ceuta querem ser marroquinos e nem os de Gibraltar querem ser espanhóis. Que fazer então? Deixar as coisas como estão!

Bolas Sr. Presidente, nós, aqui em Elvas, não comemoramos todos os anos com pompa e circunstância o 14 de Janeiro, data em que demos na tola dos espanhóis? E eles alguma vez protestaram?

Diz o artigo “Rondão de Almeida deixa um aviso: o espectáculo mobilizará o grupo Amigos de Olivença, que reclama a devolução da cidade estremenha a Portugal, e dará força a manifestações contra a sua realização”. Se calhar vai ter como companhia o Carlos Luna e “sus muchachos” para animar a “manif”.

E o que é que nós temos com isso? Deixe o assunto morrer pois o oliventinos querem é propaganda de borla e o senhor está a alinhar.

Se quer falar do S. Mateus, aí sim, estamos todos de acordo e que bem faria se alguma coisa dissesse a respeito.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 20:01
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19 comentários:
De IP repetido a 29 de Novembro de 2011 às 21:14
Após leitura atenta do artigo do jornal "Público", vejo-me obrigado a dar-lhe razão.


Vou ficar envergonhado com a representação "oficiosa" de Elvas na manifestação.


O Senhor Presidente é que ainda se chateia com o Jacinto e não lhe concede o "tacho" que há muito lhe promete...


De Anónimo a 29 de Novembro de 2011 às 21:19

tu o Ze que ips conta lá essa do tacho do Jacinto?


De Anti Nodoa a 29 de Novembro de 2011 às 21:28

Eu no outro dia dei comigo a pensar, então o Noddy não diz nada disto de Olivença? O gajo é um boneco muito estranho.


Vai uma manifestação a Olivença recuperar a vila que era do Rei que ele venera e que agora foi usurpada, roubada pelos espanhóis e os bonecos não dizem nada?


Pois o tipo deve estar a ver se passa em claro aquela barraca do Ministro que veio aqui a Elvas reinaugurar o buraco fascista da rua de Alcamim, a que chamam sede do partido salazarista.


Sim, ontem em grande estilo, o Sr. Mota Soares que andava de vespa para se mostrar verde, ecológico e sobretudo economizador das verbas do Ministério, logo nossas do nosso bolso que todos os meses é espremido para pagar àqueles sanguessugas, afinal… bom afinal também vai receber um carro de luxo, cujo preço de venda ao público ronda 86 mil euros. Coitado, troca a vespita pelo espadalhão.


Ah e tal, é melhor não tirar a cabeça de fora, pensou hoje o Noddy.


Pois mas fascista um dia, fascista toda a vida que é o que tu és, boneco ranhoso.



De anti a 29 de Novembro de 2011 às 21:30

faz te de coitadinho e poe no face
ranhoso


De Anónimo a 30 de Novembro de 2011 às 12:14
A intenção nada tinha a ver com o seu esfíncter, foi um acidente, a verdadeira intenção da família noddy era fazer amor.


De Miguel Zagalo a 29 de Novembro de 2011 às 22:23
Afinal caros e estimados "bloger's" um dia não fomos todos uma só nação que se bateu como heróis frente aos invasores romanos e foram a maior "espinha" que estes tiveram para nos subjugar? Afinal porque desta situação absurda de "nacionalismo" quando eles partilham os mesmos nomes que nós, os mesmos costumes e inclusive o mesmo sangue??? Pergunto a quem ataca vertente-mente a Espanha e a nossa separação e desunião acima de tudo , qual foi o beneficio que tiramos da "aliança" com Inglaterra? foi dividirem angola e moçambique para beneficio deles quando era terra nossa? Ou foi o saque do ouro, prata, café, açúcar e jóias que vinham nos galeões do Brasil para Portugal? Ou a conquista das terras na índia que nos pertenciam? Bela aliança...sem duvida...e hoje em que ajudam Portugal? Sempre ouvi que de "Espanha nem bom vento nem bom casamento", porem com a actual situação do nosso país e do mundo, sou confrontado com a realidade de que a nossa "união" é comercialmente e economicamente mais vantajoso para ambos, mas isso fere a susceptibilidade de muita gente, dou um exemplo sem ir muito longe...a euro-cidade Badajoz/Elvas, nós estamos pela hora da morte, emprego nulo, turismo nulo, comercio nulo etc...eles ganhavam terreno, turismo é assim tão difícil de aceitar isso??? perdemos assim tanto??? não iria o Alentejo e a nossa região ganhar mais desenvolvimento? o que tem desenvolvido o nosso país no Alentejo? ninguém viu os censos 2011? fomos a única região que perdeu habitantes...porque será????


De Ana Sardinha a 30 de Novembro de 2011 às 19:20
Ola!

concordo com parte do seu comentário, ate chegar á euro cidade!
Claro que fere susceptibilidades, seriamos apenas mais uma cidade dada ao dinheiro, e pouco desenvolvimento, falta-nos em Elvas imaginação e poder de empreendorismo viável, e não as lojas ou centros comerciais. para mim é impensável essa tal união com tanto património e território desvalorizado em nosso redor, mas aposta-se mais na construção de rotundas e circulares desnecessárias que apenas ajudam as pessoas a passar para o lado de lá e não retemos nada, não sabemos aproveitar em negocios legais a localização estratégica que temos, isto sim, a mim fere-me a susceptibilidade, a paragem cerebral a que assistimos, a falta de valorização cultural e consequentemente economica e turistica, a falta de intelecto e a paciencia que toda gente tem para receber o desemprego e estar a espera de um emprego na camara, onde por sinal pouco ou nada se faz.
Podiamos ter tido nesta crise uma ajuda, o comboio Évora-Elvas que foi um projecto pensado mas não foi avante, ao inves disso ainda nos fecharam a linha Este, mas ninguem se manifestou quando isto era um ponto de entrada, e uma alternativa a descobrir como linha turistica.
 Por estas e outras razões custa-me que muitas pessoas achem que o salvamento de Elvas seja Badajoz, que para mim so alimenta a falta de cultura e intelecto para desenvolvimento urbano saudavel!
Aconselho a todos os elvenses a darem uma vista de olhos num movimento de desenvolvimento urbano sustentavel chamado Transition towns, iniciado em Inglaterra e ja conta com muitas cidades portuguesas como a nossa vizinha Portalegre que não tem o acesso a Espanha tao facilitado...


De Ana Carapau a 1 de Dezembro de 2011 às 17:47
Podia concordar com uma parte do teu comentário, Ana Sardinha. Mas ofendes quem procura emprego e ofendes quem trabalha na Câmara. Se achas que se faz lá pouco é porque tens os olhos tapados como os burros que andam à volta da nora. Tu deves andar à volta dos partidos da direita. devias dizer o que fazes na vida para todos te podermos criticar também. Diz lá qual foi o emprego que tentaste ter na Câmara e não conseguiste.


De Ana Sardinha a 1 de Dezembro de 2011 às 23:10
A minha necessidade de responder a um comentário tão foleiro é tentar chama-lo à atenção que o meu objectivo não é ofender ninguém porque só se ofende quem lhe serve a carapuça, mas sim alertar que há mais coisas fúteis a serem feitas do que coisas produtivas. Apenas falo do que vejo e o que sinto enquanto elvense.. não falei em ideologia politicas porque para mim isso não leva a lado nenhum, agora a sua forma de responder é próprio de quem não tem confiança no que defende, pois caso contrario diria quais são os pontos em que eu toco, que é o desenvolvimento urbano sustentável, e diria o que acha deles, o que está mal, o que está bem e o que mudaria. Não é a ofender que as coisas avançam, isso é para políticos, mas sim a debater ideias, bela direita que eu sou...
E sim quando falo da câmara ja tive contacto directo e sei muito bem do que falo quando falo da estagnação intelectual que ali se assiste, e é por opiniões como a sua em que levam como uma ofensa em vez de pensarem duas vezes no que o povo pensa que comunidade e políticos se encontram tão desencontrados.
Quem procura emprego ou tenta ser empreendedor já se ofende com a falta de oportunidade e dinamismo que existe em Elvas. A sua ofende mais, ao chamar de uma forma indirecta burros, por não pensar em arranjar estratégias de desenvolvimento para as pessoas se tentarem fixarem em Elvas, pelo contrario insinuou juntemo-nos a Espanha que aquilo é que é bom! São bons, mas são eles e nos somos nós, e todos juntos somos o mundo.
Não acredito numa aldeia global, (não foi ver o movimento que falei (In Transition Towns) nem em fronteiras, acredito na individualidade como característica que nos torna a todos únicos e acredito que o respeito por essas características individuais de cada povo nos torna a todos unidos. 
Mostrou-se burro ao dizer que sou de direita com o objectivo de me atacar sem primeiro tentar entender o que falo. mas não estou a aqui para isso.
Por isso a minha formação não é importante, até que entenda o que eu quero dizer, importante é as opiniões e criticas construtivas, tão pouco lhe critiquei a sua formação que nem me interessa saber.


De Ana Sardinha a 2 de Dezembro de 2011 às 00:36
Ao falar do trabalho da câmara não devia (eu) ser tão extremista a dizer que pouco ou nada se faz, mas falo do que sei e o que me interessa e há comunidade em geral também como na aceitação de ideias novas para a melhoria e dinamização da cidade deixa muito a desejar visto o potencial que esta tem. 


De Miguel Zagalo a 2 de Dezembro de 2011 às 01:00
Infelizmente a câmara municipal parece ser a tábua de salvação em muitas das câmaras do nosso desértico Alentejo e claro para muita gente nesta terra, por outro lado temos que entender que para calar os "ruídos de fundo", foram "comprados" com lugares camarários, para mim é lastimável, mas olhando para lá existem primos, tios, sobrinhos amigos e inimigos, em todo lado em Portugal acontece isso não somos excepção, e vagos existe em todo o lado muito mais numa instituição estatal. Mas o assunto em causa não é a câmara e os seus empregados, o principal problema chama-se DESEMPREGO, esse sim é preocupante, e leva os filhos da terra a serem obrigados a se deslocarem para procurar emprego noutro local, e consequente declínio da nossa cidade, que nem o turismo é bem aproveitado como o restante Alentejo. Uma cidade com características únicas no mundo como a nossa e devido há sua localização, tende em perder tudo e mais alguma coisa, devido ao atraso claro existente na nossa região, por vezes sinto que vivo num Portugal diferente de todos os outros...


De Miguel Carapau a 6 de Dezembro de 2011 às 18:27
Desculpem lá a minha ingnorância intelectual, mas não sabia que só havia desemprego em Elvas! Só há crise em Elvas?
Esqueceram-se do resto do país e do mundo, ou o que eu vejo na televisão é a fingir?
Será que a crise mundial é culpa da Câmara de Elvas?
Desculpem lá ser ingnorante. Se calhar preciso de comprar uns óculos para ver melhor a televisão e um aparelho auditivo para ouvir melhor as notícias.
Vocês precisam de tirar o filtro que têm no cérebro contra a Câmara que se farta de trabalhar para que o Concelho tenha tudo. Se não há emprego agradeçam ao governo da vossa cor, que prometeu resolver tudo com uma varinha mágica. Lembrem-se da camapnha eleitoral de Junho.

 


De Miguel Zagalo a 2 de Dezembro de 2011 às 01:06
D. Ana Sardinha, lá voltamos nós á velha conversa...Inglaterra...não tiro exemplos de povos que se julgam acima de todos e que só intervém em algo com intuito de serem beneficiados. Até pode ser boa iniciativa mas sou receptivo com Ingleses, Alemães, Russos e Franceses...para mim são farinha do mesmo saco...só servem para prejudicar e nós somos exemplo disso...a aliança mais velha do mundo para quê ??? Nunca nos beneficiou apenas prejudicou!!!


De Miguel Zagalo a 2 de Dezembro de 2011 às 01:33
"Por estas e outras razões custa-me que muitas pessoas achem que o salvamento de Elvas seja Badajoz, que para mim so alimenta a falta de cultura e intelecto para desenvolvimento urbano saudavel!" D. Ana...Falta de intelecto? tábua de salvação?...são estes comentários que me levam a deixar de escrever nos blog's. Não sou menos culto que você ou qualquer cidadão comum, para que lhe conste neste país já é obrigatório frequentar ensino primário, básico e preparatório e não necessito de um curso superior para provar o que quer q seja, nem sou comprado com jantares de idade de ouro ou lugares nalgum sitio camarário!!! E para tranquilizar a sua sensibilidade não acho que Badajoz seja tábua de salvação, mas seria benéfico para o DESENVOLVIMENTO económico, urbano e turístico, agora o grande problema é que existe muita gente que não lhe convém tal situação nem consegue sequer pensar em algo do género. Deixo-lhe umas questões simples, que tem feito o nosso governo para desenvolver Elvas e o Alentejo? construir Alqueva para Espanha usar???? construir barragens para angariar desvios? acabar com hospitais, maternidades e quartéis??? o que promovem do Alentejo??? acabar com comboios e autocarros para o interior? acabar com guarda florestal e deixar a biodiversidade ao abandono?...provavelmente isto não deve pertencer a Portugal, pena a nossa riqueza residir na cortiça, vinho e turismo, se a agricultura fosse aproveitada como em Almeria que é considerada a "Horta da Europa"talvez até a independência do Alentejo fosse preponderada...preciso tanto de Lisboa como um homem de um penso higiénico...


De Juliana a 2 de Dezembro de 2011 às 02:37

Há coisas que não entendo...como por exemplo porque é que a ligação com badajoz é mais importante para o nosso desenvolvimento, do que a ligação com a nossa capital? não deveríamos tentar consumir o que é "nosso" independentemente de ser de Lisboa, Faro ou Vila do Conde. Aproveitar os recursos e o tipo de recursos que há em todo o Portugal.
 


De Anónimo a 2 de Dezembro de 2011 às 15:03
As nossa ligações com Lisboa tem-se resumido a PAGAR IMPOSTOS para melhorar a capital que daqui por 50 anos está debaixo de água, é difícil encontrar um beneficio vindo de Lisboa para o Alentejo, normalmente é tudo no sentido inverso!!! Seria de facto interessante visto que basta deslocar-nos ás margens do rio Guadiana e ver um simples facto, o lado português e o lado espanhol...tem uma diferença abismal...mas como somos um povo orgulhoso e nacionalista acima de tudo, e até damos mais valor ao que é nosso devemos apostar pois unimos o Alentejo todo e declaramos independência de Portugal, o alentejano até é uma pronuncia diferente de o resto do país...basta declararmos língua oficial não é difícil basta acreditar....temos costa para transacções comerciais marítimas, temos comunicação com Espanha, e até da pa ir po Algarve só vantagens...sempre é melhor isso que tentarmos unir duas cidades estrategicamente importantes para a economia de 2 regiões e assim deixamos de pensar que juntamos com Badajoz...e  na eventual reconquista por parte de Espanha...isso é que é o principal medo do povo português, assim somos dominados pela Alemanha, França ou Inglaterra...sempre são povos q sempre nos ajudaram a ir mais para o fundo...


De Ana Sardinha a 3 de Dezembro de 2011 às 13:40

In Transtion Towns, movimento iniciado em Inglaterra, aplicado em todo o mundo neste momento, em que cria um modelo aplicável a qualquer cidade, por isso é um modelo de desenvolvimento urbano sustentável, e disse também que a nossa vizinha Portalegre também já aderiu, entre muitas cidades e Universidades portuguesas!
Aqui também ainda não se tentou, mas é algo que não necessita de investimento, ou muito pouco, é começar do zero!   Eu tenho esboçada a ideia, mas falta amadurece-la com mais pessoas para se poder tornar possível, e sou aberta a ideias de quem achar tal coisa interessante.  

Neste vídeo fala um pouco do movimento principalmente da economia: http://vimeo.com/12597667 (http://vimeo.com/12597667)
O objectivo das In transition towns, é criar um modelo aplicável a todas as cidades, cada cidade é muito própria, começando pela propaganda e inserção da ideia a nível da comunidade a partir de varias actividades com a participação da população. Parte do objectivo é sempre dinamizar a cidade, usando as várias actividades económicas que já existem, estimula-las e dinamiza-las através da ocorrência de um maior número de eventos sempre em espaço exterior, para valorizar a rua e porque dentro de casa ninguém nos vê. Este movimento ocorre independentemente de instituições como o estado ou a câmara, mas claro que com o seu apoio é muito mais fácil, é a nível da organização das pessoas, quando as pessoas se tornam parte do local onde vivem, tem vontade de fazer algo por ele, existem exemplos recentes, a câmara de Montemor-o-Novo esteve este ano a “oferecer” terrenos abandonados para quem quiser trabalhar a terra o poder fazer. A terra é nossa, existem uma enormidade de coisas que podemos fazer, desde que haja vontade e conhecimento para levar avante as coisas, não temos que esperar pela autorização de A ou de B, também não somos escravos para fazermos o que nos dizem, as iniciativas partem a partir da comunidade.

Acho que somos muito mais inteligentes que isso, falta é vontade e ideias.



De Ana Sardinha a 3 de Dezembro de 2011 às 13:43

In Transtion Towns, movimento iniciado em Inglaterra, aplicado em todo o mundo neste momento, em que cria um modelo aplicável a qualquer cidade, por isso é um modelo de desenvolvimento urbano sustentável, e disse também que a nossa vizinha Portalegre também já aderiu, entre muitas cidades e Universidades portuguesas!
Aqui também ainda não se tentou, mas é algo que não necessita de investimento, ou muito pouco, é começar do zero!   Eu tenho esboçada a ideia, mas falta amadurece-la com mais pessoas para se poder tornar possível, e sou aberta a ideias de quem achar tal coisa interessante.  

Neste vídeo fala um pouco do movimento principalmente da economia: http://vimeo.com/12597667 (http://vimeo.com/12597667)
O objectivo das In transition towns, é criar um modelo aplicável a todas as cidades, cada cidade é muito própria, começando pela propaganda e inserção da ideia a nível da comunidade a partir de varias actividades com a participação da população. Parte do objectivo é sempre dinamizar a cidade, usando as várias actividades económicas que já existem, estimula-las e dinamiza-las através da ocorrência de um maior número de eventos sempre em espaço exterior, para valorizar a rua e porque dentro de casa ninguém nos vê. Este movimento ocorre independentemente de instituições como o estado ou a câmara, mas claro que com o seu apoio é muito mais fácil, é a nível da organização das pessoas, quando as pessoas se tornam parte do local onde vivem, tem vontade de fazer algo por ele, existem exemplos recentes, a câmara de Montemor-o-Novo esteve este ano a “oferecer” terrenos abandonados para quem quiser trabalhar a terra o poder fazer. A terra é nossa, existem uma enormidade de coisas que podemos fazer, desde que haja vontade e conhecimento para levar avante as coisas, não temos que esperar pela autorização de A ou de B, também não somos escravos para fazermos o que nos dizem, as iniciativas partem a partir da comunidade.

Acho que somos muito mais inteligentes que isso, falta é vontade e ideias.



De Ana Sardinha a 3 de Dezembro de 2011 às 13:45

Senhor Miguel Zagalo nos tempos de crise que temos hoje, devido principalmente ao pico do preço do petróleo, parece-me que apostas em grandes metrópoles é insustentável a nível de custos energéticos, exige demasiado. O que o movimento que estou a falar, (que ate agora ninguém me perguntou no que consistia mas todos imediatamente o colocaram de parte, é esta falta de abertura que falo… mas também se resolve!) iniciou-se devido a falta de resiliência das cidades, o que aconteceu em Nova York quando faltou a luz? Ficaram milhares de pessoas 2 dias sem saneamento, sem luz, sem agua, sem nada… entende o quanto estamos dependentes das energias exteriores? O que aconteceu quando os camionistas decidiram fazer greve? O mundo entrou em paranóia, que ninguém sabia de onde vinha maior parte da comida, os combustíveis, etc. etc… exemplos da insustentabilidade energética não nos falta. É por isso que vejo na resiliência local uma melhor opção do que uma mega cidade, alias para construir isso não há sequer dinheiro. Mas há pessoas sem emprego, e por essas pessoas a render, a transformar e implementar ideias em espaços reais? As cidades onde existe mais turismo são as cidades onde a grande maioria das pessoas são bairristas, onde gostam e transformam a rua na sua casa, onde preservam o património. O turismo não só centros comercias e infra-estruturas, é muito mais que isso é a vivencia e a criação de eventos que atraiam as pessoas, as pessoas gostam de participar e mostrar o que são capazes, se as pessoas forem menos desmotivadas, mais fácil é faze-las aderirem a estas iniciativas, e isto é um crescimento gradual. Nada acontece de um momento para o outro, é um erro pensar-se isso.
Quando falo de intelecto, acho que não entendeu pelo contexto da conversa, não estou a falar de analfabetismo, estou a falar de educação dinâmica, workshops, cinema ao ar livre, etc.… Todo o tipo de coisas que consigam fazer passar uma mensagem com o objectivo de tornar  as pessoas mais dinâmicas e activas em relação á sua cidade, intelecto era educação e abertura para novas ideias, não estou a dizer que sou mais esperta ou mais burra, nem se quer foram ver o que estou a falar para tentar entender o nível de intelectualidade da coisa, realmente é necessário quase ser doutorado para entender o que lá esta…  Isto não tem nada a ver com graus académicos, ou escolaridade, é independente disso.

Livremo-nos nós de tal monocultura de pessoas intelectuais, a diversidade é que faz a beleza, é na diversidade que encontramos ideias e que as conseguimos fazer evoluir.

Pois aquilo que estou a dizer é que acredito na mudança e na introdução de novas ideias para podermos crescer economicamente. 




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