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Terça-feira, 8 de Novembro de 2011

E porque não?

 

 

 

A partir do momento em que decidi passar a viver no centro histórico da nossa cidade, houve muitas coisas na minha vida que mudaram. Como não podia deixar de ser passei a frequentar outros locais, falar com outras pessoas e a aperceber-me de problemas que me passavam ao lado quando vivia “lá fora”.

Já aqui há uns tempos atrás tinha aqui referido o óptimo restauro que se está a fazer num prédio que tem frentes para a Rua Eusébio Nunes e para a Rua de Alcamim. O que nunca me tinha apercebido são as dificuldades que há em fazer aquilo que só alguns têm coragem para fazer: transformar o “velho em novo”.

De conversa com um amigo meu que já quis fazer o mesmo, apercebi-me que a burocracia é de tal forma complicada que desmobiliza qualquer um. Segundo ele, a falta de informação é uma constante. É um corrupio de visitas de departamento em departamento na câmara. Faz sempre falta mais um projecto, mais uma licença, mais uma autorização, mais um parecer, que o comum dos mortais fica desorientado e sem vontade de continuar.

Senhor Presidente da Câmara Municipal de Elvas, porque não constituir um gabinete dentro do município, com pessoal formado e informado para ajudar todas as pessoas que querem recuperar uma casa no centro histórico?

Se nos tempos que correm é possível criar uma empresa num minuto (como diz a propaganda), é possível fazer as operações bancárias mais complexas a partir de casa, se é possível aceder ao “fisco” na comodidade de uma secretária em casa, porque não criar condições para que qualquer pessoa que tenha a intenção de reconstruir a sua casa não tenha que andar de gabinete em gabinete feita galinha tonta?

Julgo saber que em tempos foi feita uma proposta nesse sentido que a câmara prometeu estudar, mas passado uma dúzia de anos ainda não conseguiu decidir-se.

Numa época em que o centro precisa mais do que nunca de ser revitalizado, Sr. Presidente, dê lá um empurrãozinho no assunto que há pessoas que estão interessadas mas que não avançam com medo.

Para terminar Sr. Presidente, uma pergunta: será que as passadeiras da Av. da Piedade são como as obras de Sta. Engrácia?    

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 21:28
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9 comentários:
De amanha te a 9 de Novembro de 2011 às 10:38
O Limhas tortas só existe porque os empregados sao uns escravos e o gajo anda de bmw, mercedes ou do que melhor houver na botiqueautomovel
a tactica é simples, passo a explicar:
faz-se de muito isento e de direita

bate na cambra para se provar assim isento e arrota umas larachas contra o Socrates, mesmo agora que quem manda é outro

depois vai pedir publicidade à cambra
com uns preços 10 ou 15  vezes superiores à taberna debaixo do arco, como não lhe discutem preço e pagam a 30 dias vai de carregar na burra.

de vez enquando excede-se e o da camara diz agora está a pão e água.

o tipo insiste e vitimiza se ainda mais dizendo-se estão a ver sou muito isento o gajo até nem quer aqui pagar publicidade.

para se safar manda a mulher pedir desculpa e tal que ele até é um santo da caneta detrás da orelha e o jornaleco já teve 50 anos e mais umas desculpas.

como o da cambra sabe que com uns euritos o gajo se cala durante uns tempos, manda fazer uma pagina a vangloriarse de uma obrazeca qualquer.

durante umas semanas, quem sabes uns dias há paz... até outra birra qualquer.


De Anónimo a 9 de Novembro de 2011 às 12:01
Nem me parece nada mal explicado...


De Anónimo a 9 de Novembro de 2011 às 14:04
As maldades do Menino Joãozinho e as habilidades do Zezito


De André Miguel a 9 de Novembro de 2011 às 17:55
O socialismo é incompatível com a liberdade individual e a burocracia é um dos factores que garantem que assim seja, garantindo a manutenção da capacidade de decisão no Estado.


De Anónimo a 9 de Novembro de 2011 às 19:17
O melhor é o Estado deixar de ter capacidade de decisão. Era cada um dos proprietários fazer o que quer e pronto. Derrubava-se, reconstruia-se, fazia-se tudo e mais alguma coisa. Em 5 anos teriamos um centro histórico lindíssimo.


De André Miguel a 9 de Novembro de 2011 às 22:22
O liberalismo nunca foi incompatível com a regulação.


De uma cena fixe1 a 9 de Novembro de 2011 às 21:12

Hoje tou numa de apanhar assim grandes ideias e afins, tipo aquela dos gajos que agora substituíram a cara do facebook pelos reclames azuis.


 


Um gajo podia ir pró barracone do Ikea ou lá como se chama o coiso, a malta quer é um sitio para arranjar um emprego e tal, mas bem visto era olharmos pro centro comercial de Badajoz, bem de Badajoz é uma força de expressão que aquele caixote enorme vai ficar colado á fronteira, logo ainda um bocadinho com ares do rio Caia que é nosso, isso tuga mesmo, portanto o centro também terá uns ares nossos.


 Atão desenvolvendo a ideia que é minha: se vão ali fazer um enorme super porque não passarmos para lá a rua de Alcamim e assim mais umas lojitas do lado?


 Isso é que era bue da fixe, mais? Nem precisa de piscinas novas, basta um acordo com vales de desconto da cmelvas para a Lusiberia que fica do outro lado da rua e um gajo vai vender nas lojas do centro, sai do trabalhinho e dá um mergulho. Depois vem dormir ao Bairro Europa ou ao Revoltilho.



De uma cena fixe 2 a 9 de Novembro de 2011 às 21:13

 


O chefe da banda poupa umas coroas nas piscinas das freguesias que assim já não constrói, subsidia o transporte das lojas do centro da cidade para dentro do centro comercial espanhuel e acabasse a discussão das piscinas.


 


Um gajo depois fica umas semanas a discutir que museu fica na rua de alcamim e que museu vai para a rua da carreira, mas pronto em França há muita terra que tem bares e restaurantes e museus e os franceses até são uns gajos ricos.


 


E depois não vêem charters cheios de chineses mas pronto ainda assim vem muita gente ver como era Elvas antes de fechar.


Era ou não uma ganda noia?





De eh lá a 9 de Novembro de 2011 às 21:56
este é o saramago delvas
escreve amigo gostei


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