Ontem fui ao Centro de Saúde com a única finalidade de obter uma receita. Como não tenho médico de família há anos, dirigi-me lá, no dia anterior, para saber o que tinha que fazer.
Foi-me indicado que deveria ir lá no dia seguinte às 3 da tarde para obter uma consulta do dia. E eu assim fiz. Apresentei-me às duas. Foi-me dito então que as consultas das 3 da tarde já estavam completas e que era o terceiro das 4 horas. Perguntei naturalmente se me poderia ausentar naquelas duas horas que faltavam. Não senhor, se sair perde a vez. E lá tive que gramar as duas horas de espera e mais uns cigarros para passar o tempo.
O ano passado e mais ou menos por esta altura e precisamente para o mesmo efeito fui ao Centro de Saúde. Estava lá então um aparelho todo sofisticado em que introduzíamos o cartão e a máquina lá nos dava uma senha em que constava o módulo a que tinha que me dirigir. Melhor, até me tratava pelo meu nome e tudo. Pensei cá para comigo: estamos a evoluir.
Passado este ano, o dito aparelho habilidoso já lá não se encontrava e tudo se processava à moda antiga.
Eu, graças a Deus não estava doente e como tal, mesmo contrafeito, lá me sujeitei à espera. E se for uma mãe com uma criança? E se for um idoso? E se for uma pessoa que necessite mesmo de atendimento prioritário?
Não consegui entender o funcionamento do sistema.
Como as salas de espera são como os barbeiros, havia por ali conversas sobre o assunto. Ouvi uma que me preocupou e que fui confirmar a sua veracidade. Nesse mesmo dia de manhã, os médicos de serviço não compareceram. O Director do Centro que em princípio não dá consultas lá foi em socorro dos mais impacientes ou dos mais necessitados?
Mas afinal como é? Evoluímos ou estamos a andar para trás? Ou será que por ali ninguém manda? Ou os que deveriam obedecer estão-se nas tintas para os doentes?
Claro que já lá havia alguém a preencher o livro das reclamações. Será que vale a pena? E se todos fizéssemos o mesmo: protestar?
Haja saúde ou então os que vos posso desejar é que Deus nos salve!
Jacinto César
“Ontem fui ao Centro de Saúde, com a única finalidade de obter uma receita. Como não tenho médico de família há anos, (…)”
Nem é preciso ir mais longe; basta isso, para caracterizar a peça.
Ir “ao Centro de Saúde, com a única finalidade de obter uma receita” já é mau. As pessoas vão ao Centro de saúde para marcar uma consulta ou fazer um tratamento.
Uma pessoa que não tem “médico de família há anos”, apesar de ser morador desta cidade há décadas a fio, é desleixada.
Como tal e atendendo a que não ia fazer nada de urgente ou emergente, se teve “de gramar as duas horas de espera”, podia ter esperado quatro ou oito horas. Para o que tinha de fazer e para o calibre da peça em causa, não se perdeu nada. Até ganhou o Estado, através do imposto sobre o tabaco gasto.
AFINAL…
Quando se começou a falar que Portugal e Espanha iam realizar em Elvas uma Cimeira Ibérica, com dezenas de governantes de cada um dos dois países ibéricos, logo o portinholada elvense apareceu a dizer três coisas: que a cimeira não seria em Elvas, que Sócrates já não seria primeiro-ministro e que Rondão não seria presidente da câmara. Afinal…
À medida que se aproxima a data, a abrir o Outono deste ano, entre o fim de Setembro e o início de Outubro, a portinholada elvense anda ainda mais triste. Afinal, a cimeira vai ser em Elvas. Afinal, José Sócrates é o primeiro-ministro de Portugal. Afinal, Rondão Almeida é o presidente da câmara de Elvas.
Tanto esforço feito, em sentido contrário, pela portinholada elvense, e nada!
Ao menos que fosse em Marvão ou Monsaraz e já não seria tão mau.
Ao menos que a primeira-ministra fosse a Ferreira Leite e já seria uma tristeza a menos.
Ao menos que o presidente da câmara fosse Simão das Dores e já isto tudo mudava de figura.
Afinal, o Senhor Jesus da Piedade não quer nada com a portinholada elvense.
Ele lá deve ter as suas fortes razões e os Elvenses continuam a estar-lhe muito gratos por estas graças recebidas.
«Admiro-o por muitas razões, não só a resistência psíquica, clarividência, capacidade oratória, a de se deslocar. Ele é como Deus nosso Senhor, está em toda a parte», afirmou.
O ex-presidente da Assembleia da República, a quem José Sócrates apelidou de «Príncipe da Democracia» chama o primeiro-ministro de «amigo», uma amizade na qual tem «muito orgulho».
«Ele gosta muito de mim. Eu também gosto e admiro-o muito. E tenho muita pena que ele tenha sido tão mal tratado, tão agredido. Nunca nenhum primeiro-ministro foi tão agredido como ele e tão injustamente. Já o acusaram pelo menos de quatro coisas graves e ainda não provaram nenhuma. Mas continuam à procura», diz.
«Ele cansa um exército e quando vai a qualquer país ainda vai correr na rua», disse ainda do chefe do Governo, a quem admira ainda a «capacidade de inovação».
Almeida Santos acompanhou três primeiros-ministros socialistas, que admirou. «Tenho grande admiração por Mário Soares: pai da democracia. O Guterres: brilhante orador. Dos três, o melhor primeiro-ministro tem sido Sócrates», concluiu.>ALMEIDA SANTOS</a>, DEUS (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/tag/DEUS), PRIMEIRO-MINISTRO (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/tag/PRIMEIRO-MINISTRO), AGÊNCIA FINANCEIRA (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/tag/AG%C3%8ANCIA_FINANCEIRA)</ul></div><div class="row position1" style="overflow-x: hidden; overflow-y: hid
«Admiro-o por muitas razões, não só a resistência psíquica, clarividência, capacidade oratória, a de se deslocar. Ele é como Deus nosso Senhor, está em toda a parte», afirmou.
O ex-presidente da Assembleia da República, a quem José Sócrates apelidou de «Príncipe da Democracia» chama o primeiro-ministro de «amigo», uma amizade na qual tem «muito orgulho».
«Ele gosta muito de mim. Eu também gosto e admiro-o muito. E tenho muita pena que ele tenha sido tão mal tratado, tão agredido. Nunca nenhum primeiro-ministro foi tão agredido como ele e tão injustamente. Já o acusaram pelo menos de quatro coisas graves e ainda não provaram nenhuma. Mas continuam à procura», diz.
«Ele cansa um exército e quando vai a qualquer país ainda vai correr na rua», disse ainda do chefe do Governo, a quem admira ainda a «capacidade de inovação».
Almeida Santos acompanhou três primeiros-ministros socialistas, que admirou. «Tenho grande admiração por Mário Soares: pai da democracia. O Guterres: brilhante orador. Dos três, o melhor primeiro-ministro tem sido Sócrates»,
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