É verdade, já se passaram dois longos anos desde que a Carolina partiu.
E também é verdade que ainda hoje não me conformo com a ideia de a ter perdido.
Entre os homens praticam-se todos os dias muitas injustiças. Ela foi vítima da injustiça Divina.
Tanta gente que por aí anda e cujo objectivo é fazer mal aos outros. Nada lhes acontece. ELA, Mulher, que jamais fez mal a quem quer que fosse, que ajudava quem podia, teve que de uma forma inesperada ser chamada.
Ainda hoje não me conformo!
Ainda hoje sinto raiva!
Tenho muitas saudades Dela! Espero que esteja melhor do que aqui na Terra, esteja lá onde estiver.
Elvas, 28 de Julho de 2008
Jacinto César
De eduasrdo césar a 28 de Julho de 2010 às 00:30
pois é. dois anos...
De Bruno a 28 de Julho de 2010 às 03:58
Infelismente uma senhora que gostava de ter conhecido e não conheci. Partindo do principio de que acho que o Sr. Jacinto sabe quem aqui está a escrever envio um grande abraço em meu nome e da minha mãe.
AMIGO JACINTO,sabemos o que é perder entes queridos e tão proximos,o tempo passa não espera,mas o sentimento de os ter perdido faz-nos passar um dia de cada vez,umas vezes melhor outras não,mas aquela saudade esta sempre presente,coragem e um abraço amigo do PORTAS....
De LEIRAS a 28 de Julho de 2010 às 10:45
Sr. Prof. Jacinto César
Nesta hora de saudade quero-me associar à sua dor. Não é fácil esquecer os entes queridos que partem. Não conheci a sua Exma. Esposa. Contudo, pelas palavras e sentimentos por si demonstrados, não tenho dúvidas que se tratou de uma excelente esposa e extremosa mãe.
Recordarei os versos de Luis de Camões
ALMA MINHA GENTIL QUE PARTISTE
TÃO CEDO DESTA VIDA, DESCONTENTE,
REPOUSA LÁ NO CÉU ETERNAMENTE
E VIVA EU CÁ NATERRA SEMPRE TRISTE.
...............
De Anónimo a 28 de Julho de 2010 às 12:09
Caríssimo Sr. Jacinto e Filhos
Neste momento, associo-me à expressão mais pura dos seus sentimentos lamentando o desaparecimento de uma Senhora ,de uma verdadeira Senhora que deixou saudades para os seus e para os que lidaram com ela.
A vida é assim.O importante está na memória de quem ficou.E,segundo me tenho apercebido,o esquecimento jamais existirá na sua Ex.ma Família.
O Judeu
De
Bird a 28 de Julho de 2010 às 12:00
Boas, grande Professor Jacinto, imagino ador que esta a passar neste dia de recordações. Um grande abraço deste seu amigo. Passaro e o pequeno Rodrigo.
De Anónimo a 28 de Julho de 2010 às 16:38
Doi, doi muito a partida de alguém que muito amamos. Temos que nos conformar e andar com a vida para a frente, força professor que dela bem precisa. Um abraço
De Anónimo a 30 de Julho de 2010 às 06:59
Tive a sorte de conhecer a Carolina grande Mulher, espectacular linda por dentro e por fora
De
Helvios a 31 de Julho de 2010 às 00:12
Associo-me à sua dor. Agora que vi a sua fotografia, e passado tantos anos, tenho uma ténue lembrança da sua figura. A perda de entes queridos por muito que nos digam que é a vida, mas que nos custa à brava passem os anos que passarem. Infelizmente é assim, e estou convencido que ela olha pelos seus, ajudando a protegê-los.
De José Luiz Cananão a 8 de Agosto de 2010 às 19:02
Caro Amigo Jacinto,
Sei como é duro perder um ente querido, mas não afirmes que foi injustiça Divina.
Afinal é para o que estamos destinados desde o nosso nascimento.
A realidade inexorável da morte deve recordar-nos de que temos um tempo limitado para realizar as nossas vidas: "Lembra-te do teu Criador nos dias de tua mocidade (...) antes que o pó volte à terra de onde veio, e o sopro volte a Deus que o concedeu" (Eclo 12, 2.7). Mas a morte foi transformada por Cristo. Jesus, o Filho de Deus, sofreu Ele também a morte, própria da condição humana; assumiu-a em um acto de submissão total e livre à vontade de seu Pai. A obediência de Jesus transformou a maldição da morte em bênção (Rom 5, 19-21). Por isso, graças a Cristo a morte cristã tem um sentido positivo. São Paulo disse: "Para mim, a vida é Cristo, e morrer é lucro" (Fl 1, 21). "Fiel é esta palavra: se com Ele morremos, com Ele viveremos" (2Tm 2, 11).
A Carolina não morreu, apenas partiu para o Pai antes de nós!
Paz à sua alma!
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