Caros amigos
Há dois dias atrás a minha máquina resolveu entregar a alma ao criador.
Como todos nós temos um pouco de Frei Tomás, “faz o que eu digo e não o que faço”, cheguei á conclusão que não tinha a segurança feita de muitas coisas. Resumindo, apanhou-me de calças na mão.
Penso que ainda hoje conseguirei resolver o problema e voltar ao convívio diário de todos os amigos que fazem o favor de me aturar.
Podê-lo-ia fazer através dos computadores da escola, mas se algum “amigo de Peniche” soubesse que os estava a usar para outro efeito, lá caía o Carmo e a Trindade.
Estarei de volta assim que me for possível.
Jacinto César
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