
Tenho-me batido aqui ao longo destes últimos dois anos e meio por uma solução global para o Parque da Piedade e S. Mateus.
De vez em quando lá se vai ouvindo este ou aquele dizendo qualquer coisa vaga para entreter a opinião pública. De concreto, tudo na mesma!
A semana passada li no Linhas de Elvas que havia uma nova Mesa da Confraria do SJP., e interroguei-me: sem querer pôr em causa as pessoas que a compõem, como é que estas aparecem? Houve eleições? Houve alguma Assembleia-geral? Não dei por nada a não ser um facto consumado. Sou dos irmãos mais velhos da Confraria e com as cotas em dia. Eu não teria que saber do que se iria passar? Não que queira ser candidato a qualquer cargo, porque de verdade não quero, mas penso que me assiste o direito de estar informado e não estou.
Caro colega e amigo Engº José Aldrabinha.
Gostava de saber como é que apareces como juiz da Confraria? Se te candidataste ao cargo, gostaria de ter sabido o que é que te propunhas fazer e não à posterior saber que te propões fazer algumas coisas que não passam mais uma vez de coisas muito vagas.
Caro Zé, estou pasmado como as coisas se vão passado de uma forma tão pouco clara e um bocado à revelia dos confrades. Dá-me a sensação que esse cargo representa poder e como tal apetecível por qualquer motivo que desconheço. Não há muitos meses que falámos sobre o assunto e nada do que falámos fazia prever um desfecho destes.
Vais-me desculpar a sinceridade destas palavras, mas nada disto me cheira bem. Espero solenemente que esclareças os teus “irmãos” sob pena de se levantarem suspeições.
Jacinto César
Aditamento
Só hoje é que li no Linhas de Elvas as declarações de alguns do membro da “eleita” Mesa da Confraria. Ler, li, mas tal como disse anteriormente fiquei na mesma. Palavras de circunstância. Um dos elementos referiu-se também à actual utilização do Parque de Campismo e lamentou-se da falta de “clientes”. Porque será? Apesar de ser um assunto que está previsto abordar proximamente, posso desde já acrescentar alguma coisa: falta de conforto e infra-estruturas de apoio, ao contrário do que o elemento da Mesa afirma. Felizmente já estive em centenas de parques por essa Europa fora e posso afirmar com toda a certeza: se fosse eu o utente, ao entrar dava meia volta. Em tempos propus a outra confraria que transformassem o lago superior numa pequena piscina. Resposta desse elemento: “ não era próprio as mulheres andarem em fato de banho próximo do Santuário”. Está tudo dito em relação às mentalidades das pessoas que têm gerido a Confraria. Anedótico!
Jacinto César
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