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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2014

Banhos públicos

 

 

 

Se é verdade que ao princípio achei que este fenómeno nas redes sociais era perfeitamente idiota, nunca pensei que pusesse degenerar em algo útil e que viesse a beneficiar efectivamente alguém. Enganei-me e ainda bem.

Por iniciativa de Mário Gonçalves, pessoa que não conhecia, os “banhos públicos” tornaram-se numa cadeia de solidariedade a favor de uma organização humanitária de que todos se lembram nas horas más, mas de quem raramente se lembram quando tudo corre bem. Estou-me a referir ao BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ELVAS.

A verdade é que logo nos primeiros dias fui desafiado pelo Mário Gonçalves, que gentilmente me levou até às instalações dos B.V.E. pelo facto de neste mês de Agosto estar sem carro. Finalmente lá nos conhecemos e confirmamos que de verdade somos dois malucos mas com os neurónios a funcionar a 100%.

Nesse dia falei-lhe que talvez montando uma banca ou na Praça da República ou na Rua de Alcamim talvez houvesse mais pessoas a contribuir para os Soldados da Paz. Ficou a ideia, mas logo ultrapassada por outra bem mais eficaz e de cariz permanente e não pontual como esta. Eu explico.

Se analisarmos a factura mensal da EDP verificamos que à força contribuímos com uma Taxa de Exploração da DGEG, com um Imposto Especial de Consumo de Electricidade e com a Contribuição Audiovisual.

Olhemos agora para a factura da água e vemos que pagamos para além da água que consumimos o seguinte: Tar Disponibilidade Água, TRH- Água Adm. Central, Saneamento fixo, Saneamento variável, Resíduos Sólidos e TRH- San. Administração Central.

Se somarmos todas as alcavalas que pagamos juntamente com a água e a luz que consumimos, dá um bom par de euros. O pior ainda é que ficamos sem saber bem para onde é que o nosso dinheiro vai.

Assim sendo, proponho:

1-      Que seja adicionada uma contribuição fixa de 1 € por contador de água;

2-      Cada cliente que achar que não tem nada que pagar, bastará um telefonema para cancelar a contribuição;

3-      A contribuição seria arrecadada pela Áquaelvas que mensalmente a entregaria aos Bombeiros;

4-      A contribuição da Áquaelvas seria precisamente fazer essa colecta graciosamente.

Por este processo garantiríamos uma quantidade de dinheiro mensalmente para a Corporação e deixariam de ter que andar a pedir esmolas para comprar isto ou aquilo que lhes faz falta.

Para evitar falatórios, o Bombeiros apresentariam anualmente contas aos elvenses e estes ficariam a saber onde o seu dinheiro tinha sido empregue.

Vamos para a frente com o processo pois é uma obrigação que temos para com aqueles a quem recorremos cada vez que precisamos, mas que normalmente esquecemos.

 

Jacinto César    


Tasca das amoreiras às 15:14
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Domingo, 17 de Agosto de 2014

Tudo como dantes, Quartel-general em Abrantes!

 

 

Querem saber de uma coisa? Depois de todo o estardalhaço provocado pelo José Almeida e CIA, e depois de saber as humilhações públicas de desprezo a que tem sido votado, sinto uma sensação esquisita. Por um lado fico satisfeito de finalmente o homem ter sido metido na ordem. Mas por outro lado começo a sentir pena dele. Será que estou a sofrer do Síndrome de Estocolmo? (é o nome dado a um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida a um tempo prolongado de intimidação, passa a ter uma certa simpatia pelo “agressor”)

No fim disto tudo (espero eu quem sim), acabo por ser mais um “mole” que depois de ver o adversário meio caído, não é capaz de dar o golpe de misericórdia. Os portugueses são assim e não há nada que no faça mudar.

Isto não quer dizer que não nos mantenhamos “vigilantes” (gostam desta tirada à moda do camarada Vasco?). Por vezes quando a derrota é muito fácil temos sempre que desconfiar, não venha aí nova tempestade. Mas vamos dar-lhes o benefício da dúvida.

Avante Camarada Mocinha, avante! (será que estou mesmo a ficar vermelho?)

 

Uma boa semana na para todos

 

 Jacinto César


Tasca das amoreiras às 17:07
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2014

Socorro, estão a assaltarem-me …

 

 

Depois de mais um assalto no centro da cidade, deixo-vos aqui o que escrevi em 2012 sobre o assunto. Até agora nada mudou, ou seja, tudo na mesma como a lesma. Mas há coisas ainda piores que se passam no centro. Um dia falarei no assunto quando tiver provas.

“Já perdi o conto do número de vezes que aqui escrevi sobre o vandalismo na nossa cidade em particular e no país em geral.

Hoje ao dar uma vista de olhos pelos jornais, deparei-me com a notícia de que os espanhóis se estão preparando para equiparar o vandalismo ao terrorismo. Em minha opinião acho exagerada tal comparação, mas que a lei em Portugal é extremamente permissiva em relação ao vandalismo, lá isso é.

Não passa um dia que se dê uma volta aqui por Elvas que não se veja um novo atentado contra a propriedade privada ou pública.

Eu não sei bem o que se passa pela cabeça de alguém que faz mal só por o fazer. Como acredito que tal não dê um gozo por ir além, só arranjo uma explicação e que é a de um menino qualquer para fazer rir o resto do grupo ou se armar em “malandro” o faça.

Sei que há por aí muito boa gente que é contra a vídeo vigilância, porque segundo estes é um atentado às liberdades individuais. Mas se assim não for com que armas é que se pode lutar contra esta “gente”?

Diz o povo que quem não deve não teme e com razão. Quero lá eu saber se estou a ser filmado na rua se não estou a praticar qualquer acto contra a lei. Mas o que acho piada é o facto de que os que são dos contra este tipo de vigilância não refilarem por estarem a ser filmados nos supermercados, nos bancos, repartições públicas e também já em alguns pequenos comércios.

Veja-se o caso da Inglaterra. Vê-se um polícia (e desarmado) lá de quandoem vez. Noentanto, têm um sistema de vídeo vigilância que faz com que ao mínimo problema a polícia esteja no local. Está mal? Não sei! O que sei é que me sinto em segurança em qualquer local com este tipo de vigilância.

Quanto custa anualmente aos proprietários das casas em Elvas a sua manutenção? Quanto custa à Câmara Municipal manter limpas as paredes dos edifícios públicos e monumentos? E quem paga tudo isto? Não seremos todos nós?

Senhor Presidente, penso que está na altura de a pouco e pouco começar a colocar câmaras de vigilância por essa cidade fora. É caro? Será! E quanto se poupa? E quantos vândalos se apanhariam?

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 17:01
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Domingo, 10 de Agosto de 2014

“Câmara boa”, “Câmara má”

 

 

Se no problema que nos atormenta a todos e que é a situação do antigo BES, aparentemente conseguiu-se separar o trigo do joio e colocar os activos bons de uma lado e os tóxicos do outro, aqui em Elvas, a situação não é tão fácil de resolver. Ou antes, era, mas parece que ninguém ou quase ninguém quer tomar tal atitude: eleições antecipadas. E porquê? Porque a actual “maioria” tem medo de se sujeitar a um escrutínio no meio de uma tempestade. Por sua vez o PP também não está interessado e por maioria de razões o PSD que está paralisado. E porquê? Vejamos então a situação que se vive.

De um lado temos o Presidente Nuno Mocinha que representa a legalidade democrática. Do outro lado e em contra vapor temos Rondão Almeida e CIA que vê abalar a maioria dos apoios e principalmente o “povo ingrato” que começou finalmente a abrir os olhos. Este segundo grupo que ameaçou demitir-se em bloco, incluindo os suplentes, perdeu o “timing” para o fazer e agora é tarde já que os apoios lhe fogem todos os dias e começam a vir ao de cima as verdadeiras personalidades do duo Rondão/Elsa. Aquilo que andava há muito tempo a dizer, parece que agora as pessoas despertaram da anestesia colectiva em que se encontravam. Não sou nem mais esperto nem mais parvo que toda a gente, só que não andava de olhos fechados e estava atento a todos os tiques da maioria que nos tem governado nestes últimos 20 anos. Muito tempo antes das eleições já aqui denunciava a golpada que se estava a preparar. Ver

 

http://tascadasamoreiras.blogs.sapo.pt/353147.html

http://tascadasamoreiras.blogs.sapo.pt/354893.html,

http://tascadasamoreiras.blogs.sapo.pt/355832.html.

 

Se se quiserem dar ao trabalho de ler o que escrevi então, verão que tenho poderes adivinhatórios e como tal bruxo.  

Mas continuemos a analisar o facto de quase ninguém querer eleições. Já falei da dupla Rondão/Elsa. Falemos agora do PSD. Este partido está sem rumo. Não sabem o que querem nem por onde vão. Resumindo, estão feitos num frangalho.

E o PP de Tiago Abreu será que quer arriscar? Penso também que não! E porquê? Porque neste momento “não há partidos” e a cidade encontra-se dividida em os pró Nuno Mocinha e os pró Rondão. E em caso de eleições o que seria dos militantes e apoiantes dos outros partidos? Iriam votar Nuno Mocinha, mesmo que não simpatizem com ele, mas fundamentalmente para se verem livre Rondão/Elsa.

E o que é que vai acontecer? O “bando dos 4” irá tentar infernizar a vida do Presidente até que este eventualmente possa ficar farto e desista. Só que eu não acredito e principalmente depois de ter feito uma aquisição de peso para a sua equipe ao colocar como seu chefe de gabinete João Vintém, que segundo julgo é o homem indicado para por ordem na casa e proteger Nuno Mocinha.

Bem, esperemos por novos desenvolvimentos já na terça-feira, dia em que o executivo municipal volta a reunir, sendo que a pior fase será quando todo o “pessoal” voltar de banhos.

Uma boa semana para todos

 

Jacinto César

 

 


Tasca das amoreiras às 15:48
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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2014

Totais - Ontem (06/08/2014)

 

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Tasca das amoreiras às 20:56
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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2014

O bando dos quatro

 

 

 

“Mao Zedong líder chinês de 1949 até 1976, durante os tempos de Guerra Civil. Homem poderoso, influente e membro do Bando dos Quatro (grupo de políticos comunistas com origem em Xangai), a intenção de Mao era transformar o território chinês numa verdadeira sociedade comunista.

Desconfiado de todas as pessoas que estavam por perto, ele acabou maltratando muitas vezes gente inocente — que nada tinha a ver com a desconfiança dele. Entre aqueles que não tinham a sua confiança, o principal acusado era Deng Xiaoping, considerado ser de direita e conspirar contra o avanço do comunismo na China.

Depois de algum tempo, Mao realmente estava paranóico com isso, mas não era à toa: depois de sua morte, Deng emergiu um dos principais líderes da China e alavancou um projecto de reforma no país, fazendo com que todas as leis e costumes da região fossem de encontro ao capitalismo. O Bando dos Quatro foi exterminado completamente, incluindo a própria esposa de Mao.”

 

Agora que se fala tanto nos 4 vereadores da oposição, veio-me à memória o célebre bando dos 4 na China de Mao e que acabou mal, tal como conto no texto inicial.

Hoje logo pela manhã dei-me ao trabalho de ouvir a gravação da Rádio Elvas das trapalhadas que ocorreram ontem em Santa Eulália. Ouvi e fui tirando algumas notas e frases proferidas pelo ainda vereador, José Almeida. De entre muita conversa, destaco as seguintes frases que mostram tudo o que vai na cabeça daqueles iluminados:

 

“Quem manda hoje na Câmara não é o Presidente”

“Quem manda é a maioria”

“Estes quatro hoje é que mandam na Câmara e não o Presidente”

“Eu é que sou o presidente porque quem tem a maioria é quem governa”

 

Até onde chega a prepotência de um homem que insiste em ser presidente de uma câmara, da qual é somente vereador. É a cegueira do poder que teve durante 20 anos e que insiste em mantê-lo a todo o custo. E mais, como é que é possível arvorar-se em presidente, quando legalmente e dentro deste bando, Elsa Grilo é vice-presidente?

Será que o homem consegue hipnotizar os outros 3? Será que os outros 3 são tão cegos que ainda não entenderam que sob o ponto de vista legal estão ao mesmo nível de José Almeida?

Isto tudo não vai acabar bem. É fatal como o destino.

Mas porque cargas de água não se demitem todos e vamos a eleições e aí logo se vê quem é que o povo quer? Ou será que este bando não consegue fazer cair a câmara porque há outros que os queiram substituir?

Desculpem, mas vou correr a vomitar outra vez!

 

Nota final: estive a ler também o editorial do “pasquim” de Elvas. Que grande cambalhota deu o seu director. Há que garantir o futuro, não é?

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 15:07
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Terça-feira, 5 de Agosto de 2014

Crime, digo eu!

 

 

 

 

Para dizer aquilo que quero, vou ilustrar o assunto com um exemplo hipotético.

 

Imaginemos que se constitui uma nova empresa e que o empresário pretende contratar, digamos, 20 funcionários. Obrigatoriamente e porque a lei assim o obriga, terá que assinar com os novos funcionários contratos de trabalho. Mas imaginemos também que o dito empresário é alguém sem escrúpulos alguns e só assina os contratos com todos aqueles que ao mesmo tempo assinem uma carta de demissão sem data. Se algo corre mal ou simplesmente quer por alguém na rua, o nosso homem só tem que por data na carta de demissão, metê-la numa carta registada endereçada a si próprio e “voilá”. O ou os empregados despedidos não terão direito a qualquer indemnização porque “se demitiram”.

 

Vejamos então o que provavelmente aconteceu na nossa autarquia, e que pode ser confirmado pelas declarações da Vereadora Vitória Branco.

 

O vereador José Almeida e a sua “partener” como é provável que tenham pensado desde as eleições numa futura golpada para tirar Nuno Mocinha do caminho, fizeram assinar os vereadores e suplentes uma carta de renúncia que seria utilizada em caso de necessidade. Só que o plano deu para o torto porque uma vereadora roeu a corda denunciando o acto de coação e pelos vistos alguns dos suplentes também. Gorava-se assim a hipótese de atirarem a câmara a baixo.

 

Pelo que soube, houve outro vereador que esteve também quase a roer a corda, mas à última da hora a voz do dono soou mais alto.

 

A pergunta que eu gostava de fazer e que algum jurista me respondesse, é que tendo como testemunha a Vereadora Vitória Branco, o acto de fazer assinar as cartas de renúncia não constitui um crime de coação? E se assim foi, quem o perpetrou não terá que ser penalizado?

 

Nota final – Senhores vereadores Tiago Afonso e Manuel Valério: acredito que nenhum dos dois seja inocente ao ponto de acreditar que mais dia, menos dia, a “coisa” vai correr para o torto e vocês irão também na enxurrada. Não seria uma atitude inteligente, assumirem as vossas funções de vereadores sem estarem às ordens do par “maquiavélico”? Faço-vos aqui esse apelo.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 14:18
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2014

Finalmente temos oposição em Elvas

 

 

 

 

Há fenómenos que não entendo e este é um deles. Depois das eleições Autárquicas do passado mês de Outubro pareceu-me a mim que a constituição da câmara tinha ficado em 6 a 1, ou seja, 5 vereadores e o Presidente no poder e um vereador na oposição. Afinal parece que quem ganhou, perdeu, ou seja, quem está no poder são 2 vereadores e o Presidente e 4 vereadores na oposição. Perceberam? Não? Nem eu!

Mas o que eu compreendi das declarações dos vereadores e Presidente à Rádio Elvas foi que deixa de haver creche em Santa Eulália porque o protocolo com a Segurança Social custava aos cofres da câmara 30.000€. 30.000€? Mas isso é alguma fortuna que leva a câmara à falência? Pelos vistos sim pelo que o vereador José Almeida disse.

Mas pergunto agora eu. Quanto custou o Mercedes deste vereador aos contribuintes? Quanto custou a montagem da “2ª câmara” aos contribuintes incluindo o elevador especial para o 2º presidente? 30.000€ para a creche é que não. É uma fortuna. O que é certo é que o Presidente propôs e a oposição reprovou. O que é que poderei dizer disto? INQUALIFICÁVEL!

Desculpem acabar precipitadamente este texto, mas tenho que ir correr ao WC vomitar!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 19:18
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Estou desolado

 

 

 

 

Tinha no meu íntimo que hoje seria o Dia D de Elvas, mas segundo as últimas notícias os empecilhos não se demitiram e pelos vistos fizeram logo estragos.

Estou triste. Eu que até já tinha foguetes preparados para logo à noite comemorar a libertação, tenho que engolir um sapo vivo.

Alguém ontem à noite disse no Face que a dupla ainda mexia e não nos veríamos livres deles assim tão facilmente. E não é que tinha razão? A continuar tudo na mesma, vou pedir asilo político a Badajoz. Estou farto!

Eu vou embora. Aguentem-se vocês por cá se conseguirem.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 17:17
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Domingo, 3 de Agosto de 2014

Um futuro muito negro

 

Cara Dr. Elsa Grilo

 

Sendo a senhora uma pessoa inteligente e que fez nestes últimos anos um bom trabalho em prol da cultura, desta vez a inteligência deu-lhe para fazer coisas que nem lembram ao diabo.

Se se der ao trabalho de ler os meus escritos após a formação da lista do PS ao Município e aos escritos após as eleições, verá que acertei quase em cheio no que iria acontecer. O plano que concebeu com o seu “padrinho” era mesmo maquiavélico. Era fundamental arranjar uma forma de atirar fora da carroça Nuno Mocinha para a senhora emergir como Presidente da Câmara sem sujeitar ao sufrágio da população. E isso aconteceu. Arranjaram o motivo, mas as contas saíram-lhes furadas pois nunca pensaram que o Presidente lhes fizesse frente como fez e vos deixasse a contar pelos dedos. Resumindo, o plano deu para o torto e as consequências são a confusão que se armou, da qual a senhora e o seu “padrinho” irão certamente sair muito mal tratados. Outra coisa que com a qual não contavam, foi com a reacção dos cidadãos oprimidos e que há muito calavam por medo.

Mas da sua parte o mais patético foi o facto de ter utilizado a sua doença para a campanha eleitoral e agora durante a confusão que se gerou. É de uma mente perversa fazer o que fez. Deve ter ficado muito satisfeita em ver os velhinhos chorarem por si. A senhora não tem o corpo doente, mas sim a mente. Não consigo arranjar um adjectivo para classificar tal acção.

Mas passemos à frente. Vou colocar os dois cenários possíveis para o seu futuro, sendo que qualquer dos dois é bastante negro:

1 – A senhora aceita continuar como vereadora. - Mesmo que na melhor das hipóteses o Presidente lhe restitua os pelouros, qual é a cara com que se vai apresentar na câmara depois do que disse do Presidente e até das ameaças que fez a alguns funcionários? Vai ser difícil. Muito difícil mesmo.

2 – A senhora demite-se de vereadora. – Se tal acontecer vai ter que se apresentar na câmara no seu posto de técnica superior. Neste caso, mesmo que nos primeiros tempos apresente uma baixa médica, como é que os seus subordinados e superiores a irão olhar? E se a colocarem de “prateleira” empurrada para um gabinete bafioso a fazer um trabalho menor?

Perante os cenários possíveis só lhe resta demitir-se de todas as funções e ir pregar para outra freguesia. Pode ser que com sorte o seu padrinho ainda lhe consiga arranjar para aí algum tacho para se governar.

Concluindo, o seu futuro é mesmo muito negro. Isto de jogar na política é como investir na Bolsa: tão depressa se está rico como passado algum tempo se vai à falência. “Jesus faz milagres. Grandes milagres! Eu tenho que agradecer hoje e todos os dias”, afirma a senhora Desta vez nem um grande milagre a safa. Para a política a senhora está morta. Vamos esperar pelo enterro.

Quanto à sua verdadeira doença desejo-lhe o melhor, tanto como se de uma familiar minha se tratasse.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 14:22
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