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Segunda-feira, 30 de Setembro de 2013

Evolução na continuidade

 

 

 

“Evolução na continuidade”, mas aonde é que já ouvi isto? Ah, já me recordo. Foi o que disse Marcelo Caetano quando substituiu Salazar no poder em 1969.

Depois das eleições de ontem aqui em Elvas, salvo as devidas diferenças, tudo vai ficar na mesma.

Se Marcelo Caetano subiu ao poder pensando que poderia alterar o estado das coisas e produzir lentamente algumas alterações, nunca o conseguiu fazer já que quem estava por detrás nunca o permitiu e deu no que deu.

Aqui em Elvas, Nuno Mocinha terá sempre atrás dele o “fantasma” de Rondão Almeida o que lhe tirará muita margem de manobra. Mas enfim, a política é assim e não há volta a dar-lhe.

No meio disto tudo lamento a não entrada de António Teodora que penso que marcaria a diferença em virtude do seu carácter. Penso que seria uma mais valia para a CME já que acredito que não iria fazer uma oposição destrutiva e constante e que para bem de Elvas colaboraria em tudo o que estivesse ao seu alcance. Os elvenses assim não quiseram. Agora uma palavra para o vencedor.

 

Caro Nuno, antes de mais os meus parabéns pela vitória mais que esperada. Espero sinceramente que tudo te corra bem, mas fundamentalmente mantenhas a tua dignidade.

Espero do fundo do coração que sejas mesmo tu o PRESIDENTE e não te deixes arrastar por manobras de bastidores.

Que sejas feliz e faças felizes os elvenses que confiaram em ti, mesmo aqueles que em ti não votaram.

 

Jacinto César     


Tasca das amoreiras às 13:30
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Segunda-feira, 23 de Setembro de 2013

Porque voto em António Teodora

 

 

 

Sei que estou a faltar à promessa que fiz ao dizer que não voltava a escrever até às eleições, só que lembrei-me de um facto que me levantava problemas morais e assim sendo retomo só por hoje os meus escritos.


Há 4 anos atrás fiz uma série de textos em que explicava porque não votava nos vários candidatos à Presidência da Câmara, sendo que no último apelava ao voto em Rondão Almeida. ( ver http://tascadasamoreiras.blogs.sapo.pt/2009/10/?page=3 )

 

Depois de dois artigos em que manifestei o meu pensamento em relação à retirada definitiva de Rondão Almeida da cena política e da polémica que causaram, vi-me obrigado a manifestar publicamente o meu sentido de voto, para comportamentos diferentes em situações iguais o que seria imoral da minha parte. Assim sendo, vou deixar aqui o meu apoio a António Teodora e explicar o porquê de tal escolha.

 

1 – Votar nos candidatos das CDU ou do BE está fora de causa por uma questão de princípios.

2 – Votar Tiago Abreu era ajudar a criar confusão dentro da Câmara se este fosse eleito vereador. Seria um desastre.

3 – Votarem Nuno Mocinha seria quase a mesma coisa que votar Rondão Almeida. Não que Nuno Mocinha não me ofereça confiança como pessoa, antes pelo contrário, mas ao votar nele, estaria a votar no político Rondão Almeida. Vais-me desculpar Nuno, mas vais ficar com muitos cabelos brancos à custa de tantos problemas que vais ter. Estás condenado a ter um “grilo” sempre no teu ombro a azucrinar-te os neurónios assim como no Pinóquio. Bem, mas sobre isso falaremos daqui a uns tempos.

 

E porque voto António Teodora?

Logo à partida será o único candidato sem aqueles tiques próprios dos políticos profissionais e dos de “capoeira” e como tal sem os vícios que estes têm.

Em segundo lugar, porque como militar que é, possui uns quantos atributos que a mim me são muito caros, como sendo a dignidade, a lealdade, o sentido do dever e a honra.

Em terceiro lugar, conhecendo-o, é uma pessoa honesta, que nunca se irá vender aos políticos e pensará sempre em primeiro lugar na comunidade antes de pensar nele próprio (ao contrário dos políticos).

Em quarto lugar porque é o único que apresenta um programa de actuação com cabeça, tronco e membros, com propostas simples e exequíveis e pondo o “cimento” de parte.

Em quinto lugar, porque acredito nele e acho que seria um presidente diferente de todos os outros a que estamos habituados a ver por esse país fora.

Tem um único senão e que é o partido que o apoia. Todos sabemos quanto o PSD está queimado por obra e graça do (des)governo que temos e do qual todos estamos a ser vítimas incluindo o próprio candidato.

Só que neste caso os partidos não podem e não devem contar, mas sim as pessoas, bastando lembrar-nos que Rondão Almeida venceu as últimas eleições com Sócrates no governo a cometer as asneiras que estava a cometer.

Assim sendo, aqui ficam as minhas razões para votar em António Teodora, já que acredito que seria um bom presidente, e mesmo que lá não chegue, acredito que como vereador será uma mais valia para a Câmara Municipal de Elvas.

Que os elvenses entendam aquilo que acabei de dizer.

Que tenha boa sorte.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 15:57
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Sexta-feira, 20 de Setembro de 2013

Eu vou votar. E tu?


 

"Não venda o seu voto por um porco no espeto"

 

Seja livre e vote, nem que seja em branco.

Tasca das amoreiras às 13:31
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Quinta-feira, 19 de Setembro de 2013

Eu voto! E tu?

 
 
Não votar é o mesmo que não querer saber.
O teu voto conta, mesmo que seja em branco.

 


Tasca das amoreiras às 13:04
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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013

Eu vou votar! E tu?




O VOTO é a nossa força.

Vota em quem quiseres, mas VOTA
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Tasca das amoreiras às 16:08
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Terça-feira, 17 de Setembro de 2013

Carta aberta ao Comendador

(Foto - Linas de Elvas)

 

Caro Comendador


Esta é a última vez que lhe escrevo já que até às eleições vou deixar de escrever porque estou farto de ser acusado de eu ter como princípio o “bota abaixo”.

Como o senhor ultimamente se refere muito ao Senhor Jesus da Piedade (não o fazia tão católico), permita-me que lhe recorde uma frase de Santo Agostinho: “Prefiro os que me criticam, porque me corrigem, aos que me bajulam, porque me corrompem”. E porque é que escolhi esta frase: por várias razões entre as quais o senhor ser um demagogo de primeira escolha e valer-se das desgraças alheias para fazer campanha eleitoral.

Costuma-se dizer “faz o bem e não olhes a quem” coisa que para si não conta. O senhor refere-se às grávidas, aos bebés, aos jovens e principalmente à 3ª idade como fossem uns desgraçadinhos que sem o senhor estariam na miséria. Por acaso o senhor acredita que qualquer outro que estivesse no seu lugar não faria o mesmo? Que seria tão insensível que não auxiliasse os mais necessitados? Mas não, tem que frisar bem a quem dá, para que se sintam envergonhados da sua condição e se sintam quase obrigados a votar no seu candidato.

Ontem como teve a amabilidade de me convidar para a inauguração do Ginásio Sénior, e sendo eu uma pessoa com educação, compareci à cerimónia.

Sabe? Senti-me envergonhado com as palavras que proferiu. Logo à partida ao considerar que a inauguração (e as outras) nada tem a ver com a campanha eleitoral, mas sim à aproximação das festas do seu querido Santo. Mas o que é que o senhor quer dizer com isso? Chamar tontos à população da sua cidade, quando todos sabem que isso não corresponde à realidade? Depois ao enumerar “os desgraçadinhos” que se não fosse a intervenção de V. Exª. andariam por aí a pedir esmolas. Será que o senhor não cumpriu a sua obrigação ao apoiar socialmente estes “desgraçadinhos”? O senhor não ajuda as pessoas desinteressadamente, o senhor compra pessoas em troca de votos e a populaça vai na conversa. Senhor Comendador, não dê às pessoas o peixe. Dê-lhes antes uma cana de pesca e ensine-os a pescar.

Não lhe retiro de modo algum o mérito das muitas coisas boas que aconteceram em Elvas nestes últimos anos, mas por outro lado estou farto de o ouvir a auto elogiar-se. Estou farto eu e muitos que vão calando esse “fartão” de uma verborreia já caduca. Imagino o que é que o senhor diria se estivesse na oposição e tivesse um presidente de câmara igual ao senhor.

Para finalizar estou tentado a retirar uma proposta que fiz quando lhe escrevi a última vez e propor que alguém lhe lave os pés e o coloque num altar para ser venerado como um Santo.

 

Os meus respeitosos cumprimentos

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 14:38
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Segunda-feira, 16 de Setembro de 2013

Esquecimento, ou talvez não?

(Foto - Linhas de Elvas)

 

Aqui há muitos meses atrás escrevi aqui sobre aquilo que considero ter sido um despesismo tremendo por parte da CME: a construção das piscinas nas freguesias rurais entre outras coisas. Passado pouco tempo, Tiago Abreu, por coincidência ou não, pegou no tema, e bem, e começou a “matraquear” o executivo camarário com o assunto, ao ponto de na sede do CDS/PP ter lá tido uma fotografia de uma piscina com uma legenda que já não recordo. Muito bem até aqui.

Só que …

Pois, há sempre um “mas”, parece que Tiago Abreu se esqueceu do tema durante a campanha eleitoral que actualmente decorre e segundo julgo saber, em qualquer destas freguesias rurais, nem ele nem o candidato à respectiva junta falaram no tema.

Será que se esqueceram ou mudaram de opinião?

Eu cá para mim tratou-se de um lapso que ele ainda irá corrigir durante a campanha. É por esse facto que hoje estou a escrever isto.

Caro Tiago, não se vai esquecer de o dizer, pois não?

 

Jacinto César 


Tasca das amoreiras às 16:30
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Domingo, 15 de Setembro de 2013

A desertificação do Centro Histórico de Elvas

 

 

 

No sábado e através da Rádio Elvas ouvi o debate entre os candidatos à presidência da Câmara de Elvas. Estive como muita atenção ao que cada um disse, mas todos se referiram a um problema e como resolvê-lo: a desertificação do Centro Histórico. O problema está aí! Como combatê-lo?

Recuemos aos anos 50 do século passado, época em que o viaduto rompeu as muralhas para permitir um melhor acesso à cidade e que para esta se expandisse. Em 1958 e se bem me recordo, a minha família foi uma das primeiras a abandonar o centro para os 3 edifícios que a então Caixa de Previdência tinha construído na futura Av. António Sardinha. Ao todo foram 40 famílias. Por essa época havia “fora de portas” meia dúzia de vivendas no Bairro de Santa Luzia e umas quantas habitações no Bairro da Boa-Fé, sendo que deste último me recordo muito mal. Recordemos que então a cidade tinha sensivelmente a mesma população que tem hoje.

Como é natural, os filhos dos moradores no centro quando casavam, aspiravam uma independência que a não tinham se continuassem a viver em casa dos pais onde coexistiam 2 ou mais gerações “ao molho”. Como não haviam casas no centro começaram a pensar em emigrar para a periferia o que foi acontecendo lentamente. As casas fora do centro foram crescendo há medida das necessidades, ou seja, a expansão urbanística foi feita de uma forma sustentada.

Até aqui tudo bem.

Até que …

A partir da década de 80 e 90 aconteceu um fenómeno que deu origem ao problema actual. E qual foi esse fenómeno? As câmaras viram na expansão desenfreada da cidade uma mina de ouro. Foram urbanizações a crescerem como cogumelos, foram loteamentos de terrenos a serem feitos de uma forma selvagem e finalmente os bancos a “oferecerem” o dinheiro para a aquisição destas ao preço da “uva mijona”. A construção civil era rainha em Elvas.

Resultado final:

1 – As casas já eram mais que os habitantes (uma força de expressão) e que eram em número suficiente para albergar o dobro ou o triplo da população;

2 – A ambição desmedida dos construtores levou-os a construir mais e mais até à falência total;

3 – Os bancos que patrocinaram muitas dessas urbanizações de um momento para o outro viram-se com o menino nos braços e sem solução;

4 – Os donos dos terrenos que não se meteram no negócio mas que venderam aos construtores viram-se de um momento para outro com as mais valias dos seus terrenos com preços inflacionados;

5 - Finalmente a Câmara Municipal que fazia o licenciamento de tudo isto ia arrecadando as taxas e licenças, sendo que era a única a ganhar neste processo todo. Para ela, tanto se lhe dava que as casas fossem vendidas ou não, que os empreiteiros fossem à falência e que os bancos ficassem a perder com os negócios que tinham feito.

 

Resumindo, à Câmara Municipal saiu o Jackpot deste jogo em que muita gente participou.

 

Para finalizar deixo uma pergunta à qual não dou a resposta, ou antes, peço que cada um pense no assunto e dê a resposta: QUEM É QUE É CULPADO DA DESERTIFICAÇÃO DO CENTRO HISTÓRICO?

 

 

Uma boa semana para todos

 

Jacinto César

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Tasca das amoreiras às 16:09
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Quinta-feira, 12 de Setembro de 2013

Inqualificável!

 

Carta aberta a João Alves e Almeida

 

Caro João

 

Foi através do seu próprio jornal que fui informado que a partir do último número publicado deixaria de dar notícias sobre a campanha eleitoral para as Eleições Autárquicas em Elvas. Para dizer a verdade, fiquei pasmado e é algo que não me passaria pela cabeça que fizesse. É uma atitude inqualificável para um jornal que se diz independente e de informação local e regional. Pode apresentar os argumentos que bem entender, mas não consigo compreender. Pergunto-lhe então: para que serve o jornal? Qual o respeito que os seus leitores lhe merecem, principalmente aqueles que vivem fora de Elvas e os nossos emigrantes? O que é que o Senhor seu pai faria numa situação desta? Isto não seria certamente, porque como o conheci tenho a certeza que jamais o faria.

Eu sei a razão pela qual tomou tal decisão. Sei que não é bonito “morder a mão de quem nos dá o pão”, mas aqui seria um caso em que todos estariam em pé de igualdade e todos teriam o mesmo tratamento.

A minha primeira reacção foi a de como assinante deixar de o ser. Mas depois o bom senso disse-me que se calhar estava a contribuir para acabar com o único jornal da nossa terra. E isso não quero que aconteça em respeito para todos os elvenses que vivendo fora da sua terra têm no jornal o único elo de ligação à sua terra. No entanto reafirmo a minha indignação perante tão inqualificável tomada de decisão.

Triste figura para um jornal que casualmente nasceu no mesmo ano e mês que eu.

 

Os meus respeitosos cumprimentos

 

Jacinto César

 

 


Tasca das amoreiras às 16:30
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Quarta-feira, 11 de Setembro de 2013

O medo, o medo …

 

 

 

Caros conterrâneos

 

The horror, the horror… são as últimas palavras proferidas pelo Coronel Kurtz no filme Apocalipse Now. Para quem se recorda do filme o dito coronel era o comandante de um grupo sem lei que actuava no interior do Vietnam. Valia tudo. A sua palavra era uma ordem.

Aqui em Elvas, salvo as devidas diferenças (muitas, graças a Deus), as palavras mais utilizadas são “ O MEDO”.

Mas medo porquê? Nem estamos em estado de guerra nem numa ditadura (julgo eu). É por isso que não entendo o medo que por aí há de falar livremente e em voz alta como o medo que alguém possa ouvir o que estamos a dizer.

Eu falo ALTO E COM BOM SOM e digo aquilo que penso sem medo que alguém me leve a mal. Quero lá saber que A ou B não gostem. Eu sou LIVRE. Ninguém me compra e eu não estou à venda. Podem-me chamar comunista, fascista, socialista ou outra coisa qualquer, mas estou-me nas tintas para isso porque não estou ao serviço de ninguém. Dito isto, avancemos (sem medos, como dizia o outro).

As eleições que se aproximam têm mais a ver com as pessoas do que os partidos que as apoiam. O caso mais paradigmático sou eu próprio que nunca tendo sido socialista votei Rondão Almeida nas últimas duas eleições e disso não me arrependo. No entanto esta minha independência também me permite dizer: BASTA! CHEGA!

Num concelho em que uma percentagem enorme de pessoas resolve não se dignar votar, o que é que se pode fazer? Um apelo a que votem. Não interessa se votam em A, B ou C, mas votem porque é ainda a única arma que os cidadãos têm em manifestar a sua vontade.

“Para quê votar se a gente já sabe quem vai ganhar?” é uma das frases que mais oiço.

“ Para quê votar se são todos a mesma “cambada” e o que querem é tacho?” Dizem outros.

Pois é, é por esta e por outras que as coisas estão como estão.

Quero agora aqui esclarecer uma coisa de que muitas vezes sou acusado e que é o facto de me fartar de dizer mal do actual presidente da câmara. Gostava que me apresentassem provas de tal (tenho escrito aqui neste blog cerca de 1800 textos). Mostrem-me um onde o faça. Discordei de muitas coisas que fez? Sim, é verdade. Mas será que por discordar disto ou daquilo é estar contra? Ou será que estamos no tempo da outra senhora em que “ ou és por mim ou contra mim”? E quantas vezes concordei com aquilo que ele fez e aqui o manifestei? Bem, essas não contam, não é verdade?

Mas depois de 20 anos penso que já chega. Que dê lugar a outros e que permita mostrarem o que valem. Estou farto de ver a sua cara e o seu nome em tudo o que é sítio. Já aborrece. E o que ainda mais me incomoda é a sua crescente prepotência, sendo uma demonstração do que digo o episódio passadoem Vila Boimno último Domingo. “Agora meto as chaves no bolso e não as vão ver nos próximos 6 meses!” Mas isto é o quê senão uma manifestação pura do eu quero, posso e mando?

Caros conterrâneos, volto a pedir-vos: votem em quem quiserem, mas votem porque depois não se podem queixar e nem tão pouco têm moral para falar.

Caros conterrâneos, percam o medo e digam o que pensam. Ninguém os vai prender por isso.

Caros conterrâneos: VOTEM!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 21:49
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