Elvas sempre em primeiro

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Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012

Não sei!

 

Foto de Manuel Figueiredo

 

 

 

A polémica estalou nestes últimos dias na nossa cidade com o corte dos plátanos na Av. de Badajoz no troço entre a rotunda dos Arcos das Amoreiras e a Quinta das Águias. Já ouvi e li uma quantidade enorme de opiniões. Esta é a minha.

 

1 – Sou contra – Sou contra pelo princípio e não pelas causas, ou seja, não concordo nem nunca concordei, tal como já há muito tempo me manifestei, com o alargamento para 4 faixas da Av. de Badajoz. Acho na minha modesta opinião que em tempos de crise haveria que poupar para os tempos difíceis que atravessamos e os piores que ainda se avizinham. Acho que é uma obra supérflua e que não acrescenta qualquer mais valia, a não ser para podermos dizer que se Badajoz tem uma Av. de Elvas com 4 faixas, Elvas tem que ter uma Av. de Badajoz com as mesmas características.

 

2 – Sou a favor – Se a construção da avenida é uma dado adquirido, não vejo o porquê de as árvores não virem abaixo. E porquê? Eu sempre gostei de plátanos, principalmente no Outono quando adquirem aquela cor especial. No entanto todos sabemos que os plátanos são árvores que não se devem plantar em passeios ou à beira de vias de comunicações em virtude das suas raízes deformarem todas as superfícies à sua volta. Para estes casos haverá sempre alternativas aos plátanos.

 

Sei que a minha opinião é daquelas que se podem considerar “nim”, mas é o que na realidade penso.

 

Jacinto César   


Tasca das amoreiras às 16:32
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Terça-feira, 30 de Outubro de 2012

O resgate

 

 

 

A Nação anda triste.

A Nação anda desorientada.

A Nação anda sem rumo.

A Nação anda sem governo.

A Nação se nada se fizer por ela vai direitinha ao grupo dos pobres.

 

Tem que se proceder ao resgate o mais rapidamente possível para evitar a catástrofe.

A quem é que se vai recorrer não sei. Qual será o melhor governo também não. Mas algo vai ter que mudar para não se chegar ao fundo.

Todos por um, um por todos!

 

Não, não estou a falar do nosso país, pois este como se sabe se não bateu no fundo, estará quase. Estou a falar da Nação sportinguista.

Porra, eu até sou do Benfica. Que gosto de os ver perder, até gosto. Mas isto já é demais.

 

Nota final: se não encontrarem solução sempre podem recorrer aos bons ofícios do Papa do Norte que ele fará o jeito de vos orientar, desde que ganhem ao rival da 2ª circular e que percam nas Antas.

 

Vá lá benfiquistas, gritem lá: “Viva o Sporting

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 16:09
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Domingo, 28 de Outubro de 2012

Cheira-me a esturro!

 

 

 

 

No sábado fui surpreendido por uma notícia do Expresso dando conta de uma nova vaga por parte do Ministério da Defesa, da venda de património seu a privados e em que estão incluídos alguns edifícios históricos.

Se bem recordam, aqui há uns anos atrás, aconteceu o mesmo e o nosso Forte da Graça estava incluído na lista. Houve (?) ainda uns potenciais compradores, mas tudo ficou em águas de bacalhau. Só que nessa época aparentemente não estávamos tão desesperados como agora e não me custa a crer que com a crise o ministério desate a vender com preços de saldo o património que é seu (?), para resolver os seus problemas financeiros.

No meio disto tudo, tive um passarinho que me piou ao ouvido sobre a possibilidade de o NOSSO Forte voltar para a lista dos edifícios vendáveis. E aqui é que a porca torce o rabo.

1-      Sou frontalmente contra a privatização de qualquer património.

2-      Não há certamente em Portugal quem tenha dinheiro para comprar o Forte. Não pelo preço que possam pedir por ele, mas pelos custos de restauro e de exploração.

3-      Fatalmente a venda se se concretizasse só poderia ser para um investidor estrangeiro. Bem, e aqui teríamos uma grande porra.

Eu vou acreditar que o que me chegou aos ouvidos não passa de um boato. E se for mesmo verdade?

1-      O Estado Português pode ter a distinta lata de vender este património a uma qualquer bruto alemão que queira adquirir o Forte e nós elvenses permanecermos calados?

2-      Perante tal hipótese o que é que os elvenses pensam sobre o assunto e o que é que estariam dispostos a fazer para evitar tal situação?

3-      Se para construirmos o Aqueduto foi necessário lançar sobre os elvenses o célebre imposto “Real de água”, porque não retirar uma percentagem do IRS de todos nós para dar às Forças Armadas e o Forte fica nosso?

 

Finalmente dirijo-me aos representantes dos Partidos Políticos em Elvas.

 

1-      Que pensam desta situação os representantes dos partidos com representação governamental de Elvas, respectivamente João Barradas e Tiago Abreu?

2-      Que pensam fazer, se esta situação se colocar, os representantes dos partidos da oposição da nossa cidade (PS, BE e PCP) ?

 

Gostaria muito e penso que todos os elvenses gostariam de saber o que é que os políticos pensam do assunto. A palavra é vossa.

 

Uma boa semana para todos

 

Jacinto César       


Tasca das amoreiras às 22:06
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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012

De baixa

 

 

Desculpem “os fregueses” mas estou de baixa. O raio de um vidro resolveu cortar-me os dedos o que não é agradável.

Foi de certeza a oposição.

Em princípio amanhã estarei de volta.

 

Jacinto César

 

Tasca das amoreiras às 20:16
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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012

Ainda mais

 

 

 

Ontem depois de ter regressado do Forte da Graça, lembrei-me de dar uma vista de olhos pelos fóruns sobre turismo e ver o que é que se dizia dele.

Se por um lado fiquei mais do que satisfeito pelos adjectivos que lhe atribuíam, convenhamos que alguns com um certo exagero, outros deixaram-me profundamente triste com o que diziam dele.

Curiosamente, ou talvez não, alguns ingleses até acharam piada com o que viram. Estes têm por hábito deixar as ruínas tal como estão. Todas relvadinhas e bem apresentadas, mas que não passam disso mesmo: ruínas. Os ingleses têm por hábito dizer que tudo nasce, cresce e morre.

Os mais críticos são os franceses, americanos, holandeses e alemães. Dizem horrores. Razão tinha a delegada alemã à Assembleia-geral da UNESCO ao fazer a pergunta “se Portugal teria dinheiro para recuperar o património elvense”, que depois retirou, aquando da votação sobre a candidatura de Elvas a Património da Humanidade. Ela lá sabia o porquê da pergunta.

Mas de um modo geral as opiniões são muito desfavoráveis em relação ao estado de conservação. E infelizmente é esta imagem que conta, já que muitas vezes vamos ou deixamos de ir em função daquilo que lemos ou ouvimos da boca de outros. Pode e é, um dos melhores meios de propaganda, mas pode também fazer “fugir” muita gente.

Enfim, é o que temos.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 16:57
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Domingo, 21 de Outubro de 2012

Mais uma vez!

 

 

 

Hoje, e a propósito do meu filho se encontrar de férias uns dias, tendo trazido a sua companheira alemã, voltei a fazer o SACRIFÍCIO de voltar ao Forte da Graça. Por incrível que possa parecer nunca lá tinha estado. E lá voltei eu a servir de cicerone. E mais uma vez havia montes de gente por lá (à hora que lá estive havia mais de cem pessoas). Tive a surpresa de ter encontrado um grupo de espanhóis que iam gravar um vídeo-clip (penso eu). Quando de lá saí estavam a vestir-se a rigor para esse efeito. E para dizer a verdade, mais uma vez vim de lá envergonhado. Sim, ENVERGONHADO!

Encontrei por lá também um casal já de certa idade, cujo homem tinha ali prestado serviço durante 5 meses. Andava a mostrar à mulher como aquilo era e como está hoje. Mais envergonhado fiquei.

A não ser por algum motivo muito especial, vou cumprir a promessa de deixar de lá ir. Venho sempre triste de ver uma obra grandiosa feita ruínas.

Senhor Presidente da CME: não há maneira de por um fim àquela degradação que constitui uma vergonha para nós elvenses? Que pensarão de nós os seus visitantes? Que pensarão da cidade e do país? Tente lá acabar o seu mandatoem grande. Eaí sim, mesmo sem o seu nome numa tabuleta qualquer, ficaria ligado para sempre ao início da recuperação de uma das maiores obras militares ao cimo da terra.

 

Uma boa semana para todos

 

Jacinto César  


Tasca das amoreiras às 18:26
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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2012

Que país este, que cidade esta.

 

 

 

Já não basta o que basta, ou seja a situação catastrófica em que nos encontramos, ainda somos confrontados com uma paralisia quase total das pessoas.

É triste ver-se um povo destes, cuja história é invejável, recheada de feitos e de HOMENS que construíram uma Nação há muitos séculos, caírem desta maneira. Autenticamente atiramos a toalha ao chão. Rendemo-nos.

Mas o pior é que não consigo ver ninguém com saber e coragem de pegar o touro pelos cornos.

O país está parado. A nossa cidade parada está. Maldito Fado este que nos persegue há tanto tempo.

Eu atrever-me-ia a desejar que aparecesse um Salazar qualquer que pusesse ordem nesta casa feitaem cacos. Abdicariade boa vontade da minha liberdade a favor do bem estar de um povo que caminha a passos largos para o abismo.

Mas o problema maior é o facto de constatar que todo o mundo ocidental se encontra na mesma. Isto é o prenúncio do fim de uma civilização que durante séculos foi a vanguarda da civilização universal.

Estamos a viver uma espécie de “Idade média” à espera de um novo Renascimento que teima em não chegar, ou então ainda não batemos mesmo no fundo.

Isto é o salve-se quem poder.

 

Bom fim-de-semana para todos

 

Jacinto César   


Tasca das amoreiras às 15:39
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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012

O Fado

 

 

 

O Fado é uma música tipicamente portuguesa, que alguns dizem ser de origem árabe, mas do qual só se conhecem registos a partir do século XVIII. Caracteriza fundamentalmente a alma de um povo e conta geralmente histórias de saudade, de destino, de desgraça, de ciúme e mais radicalmente da velha facada. Se analisarmos bem algumas das suas letras, são o relato perfeito, senão mesmo a fotografia dos nossos tempos. Vejamos alguns exemplos.

 

“Portugal jogou muito melhor que a Irlanda, mas a má sorte, a trave e o guarda-redes tiraram-nos a vitória mais que merecida.”

 

“Segundo os novos cálculos do FMI, citados hoje pelo Jornal Público, é de prever que as políticas de austeridade levem a uma queda do PIB até um máximo de 5,3% em 2013, mas nunca inferior a 2,8%. O Governo tinha previsto uma queda na ordem de 1%.”

 

“Então como vai passando? Vamos indo, uns dias melhores que outros (mesmo que se sinta perfeitamente bem)”

 

“Então meu caro como vai a vida? Mal, muito mal mesmo! (mesmo que esta lhe esteja a correr bem)”

 

“Aquele tipo se o apanhasse, matava-o!!!! (conversa fiada)”

 

Infelizmente não passamos desta ladainha diária e não dizemos nada de positivo. Isto já está nos nossos cromossomas.

Porra, hoje acordei feliz! E porquê? Não sei. Sinto-me simplesmente feliz e basta.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 16:20
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Terça-feira, 16 de Outubro de 2012

Falar, falar, falar …

 

 

 

 

Eu sei que me vão dizer que também falo muito. É verdade. Mas no entanto envolvo-me também em tudo o que posso ou em tudo aquilo que me solicitam.

Agora, uma coisa sei eu: em Elvas fala-se muito e faz-se ainda menos. Pior ainda, a grande maioria das pessoas não querem saber de nada e esperam sempre que alguém faça algo para depois dizerem mal. Infelizmente é um hábito já velho, que com as novas gerações ainda piorou.

Claro que há ainda algumas organizações que vão remando contra a maré tentando sacudir o marasmo em que a cidade está mergulhada. São alguns exemplos do que digo os jovens do SIR, a Gota de Arte, a Academia de Música, os grupos de Ginástica de alguns professores, os escuteiros, e outros que não recordo.

Temos que reconhecer no entanto que a grande maioria prefere fazer nada e até de isso se aborrecem.

Elvas tem que ser abanada. Elvas tem que ser agitada. Se as pessoas acordarem, pode ser que um dia as coisas mudem também.

Agitem-se as massas, à boa maneira do antigo PCP.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 17:06
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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012

E a partir de agora como é que vai ser?

 

 

 

 

 

Esta é a pergunta que todos os cidadãos estão a fazer. O que é que nos vão tirar mais? Que sacrifícios vamos todos ter que fazer mais? Bem, todos não! À boa maneira da aldeia do Astérix, há sempre um punhado de resistentes que se vão aguentar. E quem são eles? Aqueles que são considerados portugueses de primeira.

Hoje apareceu esta notícia na sequência de outras que já a semana passada tinham vindo a lume.

“O FMI diz que Portugal é dos países da zona euro que mais corta nos salários e aumenta os impostos. Mas a União Europeia alerta que tanta austeridade pode agravar ainda mais o buraco das contas.”

 

Mas que raio de novidade me dão. Cortam nos salários e aumentam os impostos, o “rapaziada” não o pode gastar. Se não o gasta, aqueles que dependem dos que gastam também ficam mal. O PIB volta a cair e o buraco continua a aumentar. Para o tentar tapar volta tudo outra vez. Resumindo, vai sendo um buraco sem fundo. E quando já não houver mais para tirar, como é que vai ser?

Eu acho que o Gaspar anda desvairado e já não sabe bem o que é que tem que fazer. Não me pergunte como, mas que desta maneira não pode ser, lá isso não pode.

Deus nos salve.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 15:41
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