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Terça-feira, 10 de Julho de 2012

A Feira Medieval

 

 

Decorreu no último fim-de-semana mais uma Feira Medieval, este ano com a inovação de se ter realizado na Praça da República e ruas adjacentes. Falei da mudança com algumas pessoas e na generalidade concordaram com ela, principalmente por ser mais cómoda e mais abrigada da ventania que por vezes se levanta na zona do castelo. Bem, mas sendo a Feira Medieval o assunto, não vou discutir a mudança, mas sim outra mudança que se poderia fazer.

Alguém me abordou na rua uns dias depois e propôs-me transmitir aqui a sua ideia. Pensei no assunto e achei que não era descabida. Então é assim:

1 – A Feira Medieval que se faz aqui em Elvas é um acontecimento que se repete por esse país fora, ou seja, uma espécie de “circo” que se desloca de local em local;

2 – Claro que a deslocação de toda aquela gente e respectivos equipamentos custam dinheiro, dinheiro esse que presumo serem da CME.

A ideia que me propuseram era então a seguinte:

1 – Acabar com o Carnaval de Verão;

2 – Com o dinheiro gasto no Carnaval de Verão e na Feira, aplicá-lo na confecção dos fatos e trajes e organizar grupos que substituíssem os contratados;

3 – Aproveitar as classes de ginástica dos vários professores aqui de Elvas e ensaiar aqueles números de malabarismo e os outros mais, classes essas que iriam substituir os grupos contratados;

4 – Poder-se-iam aproveitar os alunos da Escola de Música, também para substituírem os músicos contratados;

5 – Entregar aos bares e restaurantes de Elvas a exploração das “tascas”;

6 – Entregar a exploração do “mercado” aos comerciantes locais.

Resumindo, organizar a feira com a prata da casa, sendo que o investimento no primeiro ano seria maior com as aquisições necessárias, mas nos anos seguintes tudo seria mais suave em termos financeiros.

Para dizer a verdade a ideia agradou-me muito, só que como não há bela sem senão, falta falar da adesão dos elvenses para participarem num evento destes.

Se se quisesse ir um bocadinho mais longe, poderiam convencer-se os moradores do Centro Histórico que durante esses dias também andassem vestidos “a rigor”.

Mascarados por mascarados, sempre era melhor mascararem-se para a feira do que para o Carnaval.

Fica o assunto aberto à discussão.

Entretanto amanhã voltarei ao assunto com uma ligeira variante à Feira Medieval.

 

PS – Agradecia que os leitores habituais se prenunciassem sobre o assunto e deixassem a política “colorida” para outras alturas e que não vão faltar.

 

Jacinto César    

 

Tasca das amoreiras às 18:00
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Segunda-feira, 9 de Julho de 2012

Ainda a propósito de Campo Maior

 

 

 

 

Hoje o tema deveria ser outro, mais propriamente a Feira Medieval. Mas à última da hora mudei de assunto e que até bem pode servir como introdução para o tema a que me propunha.

Uns anos após o 25 de Abril era Presidente da Câmara de Elvas alguém que eu conhecia bem. Apesar de sermos amigos raramente falávamos de política pois divergíamos muito. Faz ideia que um dia, o referido presidente levou a reunião da Câmara um assunto que considerava importante. O que lá aconteceu vim a saber, não por ele, mas por outro amigo que era então vereador de outra cor partidária. Um belo dia encontrei este segundo e de conversa acabou por me contar o que se tinha passado na referida reunião. Páginas tantas disse-me textualmente: “Sabe amigo César, o tipo até tem razão, mas eu é que nunca iria votar a favor duma proposta vinda dele”. Assim mesmo. Eu para ser sincero nem lhe respondi, talvez pelo respeito que tinha a essa pessoa e claro está que também nunca contei o sucedido ao primeiro.

Isto tudo vem a propósito da pouca união que há entre os elvenses e pelo facto de não sermos capazes de nos unirmos numa qualquer causa que diga respeito a todos. Que me importa a mim se um tipo qualquer do Partido A ou B tenha uma boa ideia, se esta tiver pernas para andar. Mas isto sou eu a pensar estando descomprometido de A ou B. E que acontece na realidade? O mesmo que contei no episódio anterior. Se sou de A, tudo o que venha de B é mau e vice-versa. Ou seja, nós não necessitamos de Portalegre, de Évora ou de Badajoz a fazerem-nos a vida negra! Bastamo-nos a nós próprios para nos derrotarmos. Passamos o tempo a dizer mal uns dos outros, a dizer mal dos que os outros fazem sem darmos o mínimo contributo.

E que é que Campo Maior tem a ver com isto? Tudo.

Já imaginaram o que seria o ambiente entre os campomaiorenses para organizarem as Festas do Povo? “Ná, eu não sou do partido do presidente e como tal não contem com a minha colaboração” ou então “Com esse gajo não quero nada”.

Acredito que também haja por lá querelas políticas, mas quando toca a reunir, puxam todos para o mesmo lado.

E em Elvas? Cada um que pense na resposta.

 

Uma boa semana para todos

 

Jacinto César       


Tasca das amoreiras às 18:21
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Domingo, 8 de Julho de 2012

E Campo Maior?

 

 

 

 

Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Campo Maior

 

Como é do conhecimento de V. Exa., as Fortificações de Elvas foram declaradas Património da Humanidade, o que fez com que me lembrasse de imediato das de Campo Maior e do estado calamitoso em que se encontram.

O senhor já reparou nos dividendos que poderia a sua terra obter se reabilitasse? Já reparou que qualquer turista que viesse parar aqui a Elvas poderia ser encaminhado para visitar também a sua terra?

Mas a mim o que me preocupa ainda mais é o facto de mais ano menos ano a degradação ser de tal maneira grande que inviabilize o seu restauro.

Senhor Presidente: penso que com um esforçozinho orçamental poderia começar a pouco e pouco a fazer a sua recuperação.

Não sou hipócrita em dizer-lhe que gosto de Campo Maior como de Elvas, mas gosto suficientemente muito da sua terra para ficar triste com o que me é dado a ver. Campo Maior não é somente as Festas do Povo. Campo Maior é muito mais do que isso e é possuidora de um património relevante, merecedor de melhor trato. Pense no assunto.

 

Os melhores cumprimentos

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 19:00
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Sábado, 7 de Julho de 2012

A “puta” da política!

 

 

Será que no nosso país em geral e em Elvas em particular algum dia se poderá fazer alguma coisa sem que haja política à mistura?

Será que alguma vez alguém pode dizer algo ou manifestar uma opinião sem que se lhe atribua logo uma conotação política?

Será que pelo facto de alguém dizer que aquela rua está ligeiramente torta é sinónimo de que é da oposição, assim à moda dos tempos da ditadura?

Estou farto, mais que farto de tanta política.

Ontem à noite ouvi o discurso do Presidente da CME na abertura das comemorações da atribuição do título de Património da Humanidade a Elvas.

Tenho que dizer que concordo plenamente com glorificação dos nossos antepassados que construíram aquilo que temos.

Concordo que se diga que as últimas gerações de um passado mais recente tenham tido a inteligência e o valor de ter mantido a herança que nos deixaram aqueles que a construíram.

Concordo que se dê valor a quem melhorou o que se foi degradando com o passar dos tempos.

Concordo que se louve o trabalho de uma equipe que trabalhou durante anos para levar a nossa cidade até ao resultado de 30 de Junho.

Tudo isto faz sentido numa altura em que o orgulho de se ser elvense subiu ao topo, pensando sobretudo que quase tudo que se fez ao longo dos séculos se fez a nossa custa, com o nosso trabalho e com o nosso sacrifício.

Tudo isto faz sentido. O que já não faz é depois os ataques ferozes a quem nos deixou sós e nem tão pouco fez um reconhecimento do trabalho que foi feito. Não valia a pena chegar aqui sob o risco de nos parecermos a eles. Não foi bonito de ouvir e nem era necessário.

Será que aconteceu alguma coisa que já não tenha acontecido antes? Será que Elvas não foi olhada sempre com um certo desprezo, a começar pela capital do distrito? E da capital do país o que é que tem vindo de bom?

Sabem quantos jornais fizeram referência a Elvas em primeira página a propósito do grande acontecimento? Dois! O DN e o Público.

E se tivesse sido a Universidade de Coimbra ou o Convento de Mafra? Bem, a esta hora já tinha havido comemorações nacionais. Mas é assim e temos que conviver com este facto e assim continuaremos. E não se pense que daqui para a frente iremos ter grandes ajudas. Não sejam os elvenses a juntarem-se para se defenderem que ninguém fará nada por nós. Isto para já não falar nos amigos de Peniche (que por uma questão de melindre não devo falar neles) que só não se aproveitarão da situação criada para colher dividendos se não puderem.

Para finalizar um apelo: esqueçam a “puta” da política e juntemo-nos em torno daquilo que é nosso. Elvas merece!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 23:54
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2012

Como é que vai ser agora?

 

 

 

 

Senhor Presidente da CME

E agora como é que vai ser com o Turismo? Será que é agora que vai ter que abrir os cordões à bolsa e contratar um técnico competente nesta área? Ou será que vamos continuar a ter um sistema puramente amador?

Se alguém pensa que os turistas vão aterrar aqui de pára-quedas sem mais nem menos, estão enganados. Podem até passar por cá. Mas não é isso que nos interessa, mas sim que fiquem por cá uns dias.

Já me fartei de falar aqui do assunto, mas agora é fundamental que tal aconteça. Não basta gostar-se muito de um assunto, mas ter que se saber o que fazer.

Está na hora de começar que se faz tarde.

 

Bom fim-de-semana para todos

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 18:45
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Quarta-feira, 4 de Julho de 2012

E agora caros conterrâneos? Parte 2

 

Ontem falei aqui de tudo aquilo que poderá ser bom para todos nós e principalmente para a economia a classificação de Elvas a Património Mundial. Hoje tentarei esclarecer alguns dos inconvenientes dessa classificação.

Logo à partida temos umas quantas imposições que terão que ser satisfeitas pelo poder político, ou seja, pela CME. Algumas dessas imposições não “mexem” com o cidadão comum, mas outras há que nos vão tocar a todos.

Uma das recomendações que a UNESCO faz através do ICOMOS é a transformação de todo o Centro Históricoem Monumento Nacional. Eo que é que isso vai implicar connosco?

Antes, com alguns monumentos intra muros classificados como MN, obrigava a uma zona de protecção (tampão) em volta de cada um deles e nessas zonas havia grandes limitações em muitas coisas, entre as mais importantes poderei citar as obras (alterações de fachadas, alterações em portas e janelas, etc). Com a classificação do centro em MN, toda a cidade passa a estar subordinada a essas normas. O regabofe das portas, janelas, marquises e outras coisas que tais em alumínio vulgar, passam a ser coisas do passado.

Outras das recomendações têm a ver com o estacionamento e trânsito no centro da cidade. Se a recente colocação de marcos metálicos na Praça da República já deu a polémica que deu, daqui para a frente os casos vão-se repetir em quantidades industriais e as polémicas também. Aqui a CME tem também um papel importante a desempenhar, principalmente no fomento dos transportes públicos. Teremos que nos habituar a andar de autocarro como acontece noutros locais.

O terceiro ponto tem a ver com a floresta de antenas que há no centro da cidade, seja elas particulares ou de empresas. Queiramos nós ou não a grande maioria vai ter que vir abaixo. Está escrito e quanto a isso não há nada a fazer.

Mas há mais coisas e se calhar ainda mais desagradáveis, mas como a sabedoria popular diz, “Não há bela sem senão”. Voltarei ao assunto.

 

Jacinto César

 

 


Tasca das amoreiras às 19:54
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Terça-feira, 3 de Julho de 2012

E agora caros conterrâneos?

 

 

 

Sei que este fim-de-semana foi de alegria para muitos elvenses. Para outros nem tanto já que se alheiam destes assuntos. Para outros ainda pode não ser coisa boa. No entanto, para o bem e para o mal nada vai ser igual ao que era. Irá trazer desenvolvimento a médio prazo, mas vai trazer também incómodos para muitos.

Comecemos então pelos benefícios que a cidade pode ter.

Uma das coisas que é fatal como o destino é a médio prazo o aparecimento de turistas durante o ano inteiro e numa maior quantidade e qualidade. Basta recordar que há operadores turísticos que se dedicam em exclusividade à venda de pacotes turísticos para locais Património da Humanidade. Claro que havendo operadores turísticos a trazer visitantes vão inevitavelmente aparecer as cadeias hoteleiras internacionais a querer também tomar parte no “festim”. Vamos pensar em 3 ou 4 hotéis e multipliquemos por 50 ou 60 pessoas cada, o que contas redondas dará entre200 a250 postos de trabalho. Aparentemente parece pouco, mas não é. Vejamos: essas pessoas têm famílias e têm que consumir. Se assim é vão ser necessários mais comércios e como tal mais pessoas nestes. Estes têm que educar os filhos o que implica mais gente nas escolas e mais médicos para os tratar. E … . Bem, poderíamos continuar a descrever o processo, mas acho que não vale a pena. E estamos somente a falarem hotéis. Eas lojas para os turistas? E os restaurantes e bares? E os guias que recebem os visitantes? E … Presumo que já tenham entendido o processo. É uma bola de neve a encher, contrariamente aquilo que nos tem estado a acontecer que tem sido uma bola de neve a derreter-se. É assim em todo o lado e não deixará de ser aqui também. Para aqueles mais velhos como eu, devem recordar-se de Mérida aqui há 40 ou 50 anos atrás. O que era senão uma pequena cidade. E hoje? Não se transformou numa cidade muito grande (coisa que também não quero para Elvas), mas numa cidade com um nível de vida muito bom. Quem ali se deslocar, seja de Inverno ou de verão encontrará turistas aos montes e é isso que nós precisamos.

Caros conterrâneos, as coisas não são tão más como muita gente pensa, antes pelo contrário. Vamos ter incómodos? Sim! Mas esses ficam para amanhã.

 

Jacinto César     


Tasca das amoreiras às 19:16
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Segunda-feira, 2 de Julho de 2012

E agora Confraria do Senhor Jesus da Piedade?

 

 

 

 

Desde o dia 30 de Junho que o nome de Elvas aparece em todo o lado. Pela minha parte vou tentando acompanhar tudo o que se diz da nossa terra.

Sem me aperceber bem como, fui parar a um blog do Embaixador de Portugal em França, que por acaso foi o embaixador que defendeu a candidatura de Elvas em S. Petersburgo e que escrevia um texto sobre o fecho da Pousada de Elvas. Entre os comentários que lá foram escritos chamou-me à atenção um e que passo a transcrever com a devida vénia:

 

Parabéns a Elvas, a todos nós que gostamos de Portugal e a si também, senhor embaixador. Parece que trabalhou bastante para que esta candidatura fosse para a frente. Não sou frequentadora de pousadas, por motivos óbvios, mas faço caravanismo. Ao que me disseram, o parque de campismo de Elvas, gerido pela Confraria do Senhor Jesus da Piedade, ou melhor pelos monges desta Confraria (é verdade!) deixa muito a desejar, não tem os requisitos mínimos. Espero bem que agora, surjam novas estruturas para que gente de todas as bolsas possam permanecer uns dias em Elvas. As autoridades de Elvas deveriam envidar esforços para que este parque de campismo seja melhorado ou reconvertido numa estrutura moderna e com as condições que todos merecem. Quando lá for, é o que vou deixar escrito no Parque de Campismo e na Câmara, com toda a certeza! Vamos a ver se muitos outros o vão fazer também, pois um só não chega!”

 

Pois é caros membros da Mesa da Confraria do SJP. E agora que têm a dizer disto? Que podem dizer aos visitantes que vão optar por permanecer no parque de campismo? Vão colocar um cartaz à entrada a avisar que o parque não tem o mínimo de condições a para aí ficarem? Ou talvez prefiram encolher os ombros como é vosso hábito e deixar correr as coisas à espera de um milagre?

Não vão pensar que estão fora do barco e assobiar para o lado como se nada fosse com a Confraria como têm feito em relação a outros assuntos que vos dizem respeito.

Com respeito ao S. Mateus ainda não me esqueci do assunto.

 

Os meus cumprimentos

 

Irmão Jacinto César  


Tasca das amoreiras às 18:19
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Domingo, 1 de Julho de 2012

E agora Senhor Presidente?

 

 

 

Senhor Presidente da CME

 

Antes de mais quero felicitá-lo a si e à sua equipe pelo feito de ter conseguido levar Elvas às bocas do mundo pelas boas razões. Presumo que tenha sido um grande dia para V. Exa. como foi para mim.

Mas depois da euforia ressalta-me uma pergunta: e agora?

Acredito que tenha passado por momentos maus ao longo dos seus mandatos, mas aquilo que vem a seguir vai ser uma tormenta e das grandes.

Até agora tudo do bom ou mau que fez só era visível a nível local ou regional. E agora? Bem, agora vão aparecer inúmeras pessoas e organismos a querer dar opiniões e sentenças. Até agora qualquer coisa polémica que fizesse a discussão limitava-se aos “suspeitos do costume”. Mas agora as coisas vão ser de outra forma. Agora vai ter sempre sobre si, não os críticos locais, mas todos aqueles que gostam de aparecer na televisão a dar as suas doutas opiniões. Sabe de certeza que irá a aparecer muita gente a pôr-se em bicos de pés a querer tirar dividendos sem ter contribuído em nada para a situação. Vai ter a vida muito difícil. Direi mais, mais difícil do que alguma vez teve.

Eu pela parte que me toca irei como sempre apontar o dedo, mas aquelas coisas que são visíveis ao comum dos mortais e penso que não haverá falta de assunto.

Para bem de todos nós elvenses só lhe peço que não desista agora, pois se há coisas que podem contribuir para o futuro de todos, e esta como sabe é uma delas.

O principal foi cumprido. Falta o resto. E agora Senhor Presidente?

 

PS – Já agora quero recordar-lhe que para o ano se comemoram os 500 anos da Cidade de Elvas.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 17:43
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