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Quarta-feira, 16 de Junho de 2010

Hoje é que vou explodir

 

Quem disse esta frase foi Cristiano Ronaldo, mas eu é que explodi mas de raiva.

O “filme” deste Mundial parece-me um “de já vu”. Faz-me lembrar a nossa triste expedição mexicana a Saltillo!

Não quero ser pessimista, mas pelo que me foi dado a ver hoje, parece-me que os jogadores estão a fazer um “frete” em jogar. Onde é que ficou a garra e a vontade de vencer? Onde ficou aquele “comer a relva se for necessário”?

Diz-se por aí que o CR7 é o comandante das tropas Lusas, e eu o que vi foi um bando de 11 jogadores sem saberem bem o que fazer.  

Um Deco a jogar fora do seu lugar e a reclamar por ter sido substituído. Um Liedson levezinho no meio de matulões em lugar de um Hugo Almeida. Um Paulo Ferreira sem garra em lugar de um Ruben Amorim. Um Cristiano Ronaldo completamente perdido.

Não quero aqui fazer de treinador de bancada (mas estou a fazer), no entanto há coisas que se passam no clube de todos nós que não entendo bem, uma das quais o regresso de Nani que me parece ser uma história muito mal contada.

Para já, vou-lhes dar o benefício da dúvida, mas eu é que já comecei a ficar nervoso e até chegar a 2ª feira e vir uma atitude diferente não fico descansado.

A ver vamos como diz o cego!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 00:00
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Terça-feira, 15 de Junho de 2010

Faça férias cá dentro!

 

O ano passado fiquei um pouco mal “disposto” quando me propus fazer o meu post diário a partir dos locais onde estava de férias. Fi-lo dois ou três dias e acabei por deixar de o fazer. Não é que me incomodem muito os comentários que fazem ao que escrevo, no entanto em relação a este caso fui sensível ao dizerem que estava a brincar com a pobreza ao ir de férias para onde ia. Nunca fui, nem sou rico. Simplesmente aproveito as oportunidades que me aparecem pela frente.

Hoje, alguém (Agência Lusa) constatou que é mais barato ir para o estrangeiro do que fazer férias em Portugal. O título era este:

“ Férias no Algarve podem sair mais caras do que viajar para as Caraíbas”.

Para mim foi “uma novidade absoluta”! Não foi necessário vir a referida agência noticiosa vir-me dizer aquilo que há muitos anos eu já sabia e praticava.

Lá que as pessoas não gostem de sair cá do cantinho, tenham medo de se meter num avião ou não se sintam bem irem para um país com hábitos, usos e costumes diferentes dos nossos é uma coisa! A outra é virem afirmar que só os ricos é que fazem férias no estrangeiro. É manifestamente ridículo.

De há muitos anos a esta parte que ir de férias para um país árabe é incomparavelmente mais barato do que ficar em Portugal. Mais, em Portugal temos que escolher muito bem onde ficamos por causa dos preços ao contrário de umas férias, por exemplo na Tunísia, em que se vai para um bom hotel (4 ou 5*), com tudo incluído e já com a viagem de avião no preço. Mas a maioria das pessoas continuam a achar o contrário. Pois fiquem por cá que eu vou indo para lá. Agora não me venham dizer que sou rico (quem me dera). Para terminar, a Agência Lusa, concluiu que uma semana de férias no Algarve para duas pessoas são mais caras que a mesma semana nas Caraíbas.

Dêem os meus cumprimentos aos algarvios por mim já que há mais de 20 anos não ponho lá os pés. Deve ser o único local de Portugal onde o “assalto” ao turista é legal!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 00:00
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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

As garantias do Governo

Com a subida ao poder do Governo Socialista em 2005, começou o Dr. Correia de Campos, então Ministro da Saúde, uma política de eliminação por todo o país de serviços de atendimento permanente(SAP).

Perante a contestação levada a cabo pelas populações atingidas, o governo esgrimiu o argumento da qualidade dos serviços, que, não poderia ser garantida em serviços com poucos recursos técnicos e humanos, e que, o mesmo serviço poderia ser assegurado com muito melhor qualidade em Hospitais de referência com uma outra dimensão. Este argumento, real ou simplesmente justificativo de uma medida economicista, era dificilmente contestável. Uma questão foi no entanto levantada na altura, ela também incontornável: certo tipo de emergências tinham um tempo de intervenção muito curto, para que fosse possível salvar vidas. Na altura foi garantido pelo Governo que seria criada uma rede de viaturas de emergência com suporte de vida e pessoal técnico qualificado, que garantiriam o socorro imediato no local e o transporte para os Hospitais de referência.

Este serviço foi mantido durante estes anos com menos de metade do pessoal de enfermagem que seria necessário ao seu funcionamento (106 enfermeiros quando necessitaria 300), recorrendo a horas extraordinárias para que o serviço fosse assegurado.

Pareceria estranha esta gestão, em que as horas extraordinárias não servem para suprir necessidades residuais ou temporárias, principalmente se considerarmos que existem enfermeiros no desemprego, e que o pagamento em horas extraordinárias é sempre mais caro, no entanto hoje tudo ficou explicado. A garantia dada pelo Governo relativamente às viaturas com técnicos e suporte de vida, não era para levar a sério. Apenas se pretendia fechar a todo o custo os chamados SAP e era preciso arranjar argumentos para responder às questões que então eram colocadas. Agora, fechados que são os SAP e calada a contestação, vem a segunda parte da medida: parar grande parte das viaturas com suporte de vida.

Por isso nunca contrataram enfermeiros. Porque, embora a miaria de nós não o soubesse, para eles sempre foi uma necessidade provisória e limitada no tempo.

Sabemos agora com que contar quando nos propõem alterações de fundo, e nos dão algumas garantias para solucionar os problemas óbvios que levantam tais alterações. 

 

António Venâncio


Tasca das amoreiras às 00:00
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Sábado, 12 de Junho de 2010

Um país a brincar

Esta carta que recebi por mail é comprida, mas vale a pena ler. Deixo-vos esta preciosidade sem mais comentários.

 

O atestado médico por José Ricardo Costa

 

Imagine o meu caro que é professor, que é dia de exame do 12º ano e vai ter de fazer uma vigilância. Continue a imaginar. O despertador avariou durante a noite. Ou fica preso no elevador. Ou o seu filho, já à porta do infantário, vomitou o quente, pastoso, húmido e fétido pequeno-almoço em cima da sua imaculada camisa.

Teve, portanto, de faltar à vigilância. Tem falta. Ora esta coisa de um professor ficar com faltas injustificadas é complicada, por isso convém justificá-la. A questão agora é: como justificá-la?

Passemos então à parte divertida. A única justificação para o facto de ficar preso no elevador, do despertador avariar ou de não poder ir para uma sala do exame com a camisa vomitada, ababalhada e malcheirosa, é um atestado médico. Qualquer pessoa com um pouco de bom senso percebe que quem precisa aqui do atestado médico será o despertador ou o elevador. Mas não. Só uma doença poderá justificar sua ausência na sala do exame. Vai ao médico. E, a partir deste momento, a situação deixa de ser divertida para passar a ser hilariante. Chega-se ao médico com o ar mais saudável deste mundo. Enfim, com o sorriso de Jorge Gabriel misturado com o ar rosado do Gabriel Alves e a felicidade do padre Melícias. A partir deste momento mágico, gera-se um fenómeno que só pode ser explicado através de noções básicas da psicopatologia da vida quotidiana. Os mesmos que explicam uma hipnose colectiva em Felgueiras, o holocausto nazi ou o sucesso da TVI.

O professor sabe que não está doente. O médico sabe que ele não está doente. O presidente do executivo sabe que ele não está doente. O director regional sabe que ele não está doente. O Ministério da Educação sabe que ele não está doente. O próprio legislador, que manda a um professor que fica preso no elevador apresentar um atestado médico, também sabe que o professor não está doente. Ora, num país em que isto acontece, para além do despertador que não toca, do elevador parado e da camisa vomitada, é o próprio país que está doente.

Um país assim, onde a mentira é legislada, só pode mesmo ser um país doente. Vamos lá ver, a mentira em si não é patológica. Até pode ser racional, útil e eficaz em certas ocasiões. O que já será patológico é o desejo que temos de sermos enganados ou a capacidade para fingirmos que a mentira é verdade. Lá nesse aspecto somos um bom exemplo do que dizia Goebbels: uma mentira várias vezes repetida transforma-se numa verdade. Já Aristóteles percebia uma coisa muito engraçada: quando vamos ao teatro, vamos com o desejo e uma predisposição para sermos enganados.

Mas isso é normal. Sabemos bem, depois de termos chorado baba e ranho a ver o ‘ET', que este é um boneco e que temos de poupar a baba e o ranho para outras ocasiões. O problema é que em Portugal a ficção se confunde com a realidade. Portugal é ele próprio uma produção fictícia, provavelmente mesmo desde D. Afonso Henriques, que Deus me perdoe.

A começar pela política. Os nossos políticos são descaradamente mentirosos. Só que ninguém leva a mal porque já estamos habituados. Aliás, em Portugal é-se penalizado por falar verdade, mesmo que seja por boas razões, o que significa que em Portugal não há boas razões para falar verdade. Se eu, num ambiente formal, disser a uma pessoa que tem uma nódoa na camisa, ela irá levar a mal.

Fica ofendida se eu digo isso é para a ajudar, para que possa disfarçar a nódoa e não fazer má figura. Mas ela fica zangada comigo só porque eu vi a nódoa, sabe que eu sei que tem a nódoa e porque assumi perante ela que sei que tem a nódoa e que sei que ela sabe que eu sei.

Nós, portugueses, adoramos viver enganados, iludidos e achamos normal que assim seja. Por exemplo, lemos revistas sociais e ficamos derretidos (não falo do cérebro, mas de um plano emocional) ao vermos casais felicíssimos e com vidas de sonho.

Pronto, sabemos que aquilo é tudo mentira, que muitos deles divorciam-se ao fim de três meses e que outros vivem um alcoolismo disfarçado. Mas adoramos fingir que aquilo é tudo verdade.

Somos pobres, mas vivemos como os alemães e os franceses. Somos ignorantes e culturalmente miseráveis, mas somos doutores e engenheiros. Fazemos malabarismos e contorcionismos financeiros, mas vamos passar férias a Fortaleza. Fazemos estádios caríssimos para dois ou três jogos em 15 dias, temos auto-estradas modernas e europeias, mas para ver passar, a seu lado, entulho, lixo, mato por limpar, eucaliptos, floresta queimada, barracões com chapas de zinco, casas horríveis e fábricas desactivadas.

Portugal mente compulsivamente. Mente perante si próprio e mente perante o mundo.

Claro que não é um professor que falta à vigilância de um exame por ficar preso no elevador que precisa de um atestado médico. É Portugal que precisa, antes que comece a vomitar sobre si próprio.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 01:59
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Sexta-feira, 11 de Junho de 2010

Cada vez mais modernos

 

Portugal cada vez está mais na vanguarda do mundo. Vejam-se estas notícias:

 

Professora leva bofetada de mãe "porque a professora apanhou uma aluna a copiar".

A docente anulou o teste à rapariga mas "deu-lhe uma segunda oportunidade, dando-lhe um outro exame, em que a aluna acabou por ter nota negativa". A mãe da aluna, que não terá gostado da nota da filha, "deslocou--se à escola e esbofeteou a professora"

 

Uma directora de turma que deu início a um processo disciplinar a um aluno após o ter apanhado a bater noutro. A mãe do rapaz em causa foi chamada à escola e, ao ouvir o que se passava, esbofeteou a docente e puxou-lhe o cabelo.

 

Como pode verificar a educação está a evoluir a passos largos.

Dar uma negativa a uma aluna? Mas os professores não deviam já saber que têm que passar toda a gente? Muito bem dada a bofetada!

 

Por um processo disciplinar a um aluno por este ter um comportamento selvagem? Mas de que estava à espera a instrutora?

 

Por favor ajudem-me: digam-me lá por favor se conhecem algum caso destes em qualquer país de África ou da América Latina? Duvido! E sabem porquê? Porque são países do 3º mundo.

 

PS – Como as coisas estão e fazendo eu o que o faço, qualquer dia sofro um atentado!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 00:00
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Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

O 10 de Junho

 

Dantes, noutros tempos, o Dia de Portugal tinha para mim um grande significado. Se por um lado vivíamos tempos difíceis, por outro havia verdadeiros PORTUGUESES. E havia esses verdadeiros portugueses em todos os sectores da sociedade.

Nesses tempos homenageavam-se os verdadeiros HERÓIS de PORTUGAL.

Nesses tempos, pelo bem ou pelo mal, dava-se a vida pela Pátria.

Nesses tempos dava-se valor à lealdade, à honestidade e à verticalidade.

E hoje? O que significa Portugal para os portugueses? Será que há ainda verdadeiros portugueses?

Os tempos que correm são também difíceis, tal como “antes” o eram. Só que dantes pensava-se em primeiro lugar no país. Hoje cada um pensa só em si. Se a comunidade já pouco importa, o país não importa para nada. Pode estar a afundar-se que não faz mal, eu até tenho uma bóia! É o salve-se quem puder, nem que para isso se tenha que “atropelar” qualquer outro.

Oh Portugal, que te viu e quem te vê! Merecias ter melhores filhos. Hoje só tens enteados e mesmo assim maus.

10 de Junho, dia de quê?

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 00:00
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Quarta-feira, 9 de Junho de 2010

Um ponto para o PSD

 

Vejamos:

 

“O PSD anunciou hoje que vai apresentar um projecto de lei para que o pagamento pelo Estado de pensões públicas e de fundos de pensões públicos tenha o limite máximo de 5.030,64 euros.”

 

Mesmo tendo consciência que 5000 euros são muito dinheiro para uma pensão, acho que é razoável comparando este valor com as reformas milionárias que por aí há. Tendo ainda em consideração que este valor é o somatório de todas as pensões vindas de qualquer sistema de segurança social (excluindo logicamente os PPR), vamos poupar muito dinheiro.

Sei que quem descontou mais terá que ter uma pensão maior, no entanto é imoral haver uma disparidade monumental entre as mais altas e as mais baixas. Não quero de modo algum seguir aquela velha teoria comunista de acabar com os ricos, mas sim acabar com os pobres.

 

Agora o problema está em fazer passar a proposta de lei na Assembleia da República. Só depois de aprovada é que vou acreditar. Para já o PSD subiu, contrariando a tendência dos últimos tempos em dar tiros nos pés.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 00:44
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Terça-feira, 8 de Junho de 2010

Fundação Jacinto César

 

É isso mesmo que estão a ler. Vou promover uma Fundação.

É objecto da Fundação promover a protecção de Ervas Daninhas, Baratas, Pulgas, Piolhos, Carraças e todos os seres vivos que são perseguidos por toda a gente e que qualquer dia estão extintos.

A Fundação será financiada a 100% pelo OGE, podendo ainda recorrer a Fundos Comunitários.

 

Mas afinal como é? Se todos os dias abrem novas Fundações para todos os efeitos e mais alguns, porque não hei-de eu ter a minha? Façamos uma busca pelas listas telefónicas ou uma pesquisa na Net e ficaremos espantados com a quantidade de fundações existentes no nosso país. E se fizermos uma pesquisa sobre as suas actividades, mais espantados ficamos. Há por aí muitas que bem vistas as coisas nem se sabem bem o que fazem, mas há uma coisa que tenho a certeza: todas mamam na teta do Estado.

Sendo assim, ou comemos todos ou o Governo tem que começar a fechar a torneira a todos estes parasitas da sociedade portuguesa.

No meu caso, quem quiser contribuir com “qualquer coisita” para a minha Fundação, não se acanhem!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 00:00
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Segunda-feira, 7 de Junho de 2010

Avenida da Piedade

 

Senhor Presidente da Câmara Municipal de Elvas

 

Exmo. Senhor

 

Hoje venho-lhe fazer um pedido, não para mim, mas para todos os que moram e gostam da Av. da Piedade.

Como deve saber, a maioria das árvores existentes na referida avenida encontram-se aí desde o princípio da sua construção. Estão velhas, muito velhas e precisavam de ser substituídas todas. Mesmo aquelas que ainda respiram alguma saúde são uma dor de cabeça para os moradores e não só: no Outono quando cai a folha entram para todos os quintais, o que é terrível para os esgotos, e para a câmara porque tem que ter um exército de pessoas a varrer as ditas folhas. No verão dão sombra, mas a sua transpiração é “óptima” para a pintura dos carros.

Sei que não é fácil substituir de uma só vez todas as árvores, mas fazem-se tantos sacrifícios por tudo e por nada que valia a pena melhorar uma das maiores vias rodoviárias de Elvas.

Posso dar até uma sugestão: como aquelas que lá se colocam para substituir as que caem normalmente são novas e como tal apetitosas para os vândalos, porque não palmeiras iguais em tamanho às que foram colocadas nalguns troços da circular à cidade? As folhas não caem e quase não necessitam de manutenção.

Senhor Presidente: é a primeira vez que aqui estou a fazer uma “pedincha”! Ora faça lá o favor de a satisfazer os moradores e a paisagem ficariam agradecidos!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 00:00
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Domingo, 6 de Junho de 2010

Paulo Portas

 

Jamais me passou pela cabeça ver Paulo Portas ser ultrapassado pela direita por José Sócrates e Passos Coelho. No presente momento vejo Paulo Portas mais próximo do seu irmão do BE do que do centro e centro direita.

Nunca houve em Portugal governo e oposição (leia-se PSD) tão próximos dos ultras liberais, senão mesmo do liberalismo selvagem. Tem sido um ataque tão grande ao que resta das empresas públicas, que poucos anéis com valor já nos restam. Até já se fala na privatização da CGD. Era só os que nos faltava. Compradores para a CP, para o Metro ou para a Carris não aparece nenhum. Agora aquelas que até rendiam dinheiro ao estado já foram.

Ainda hoje não entendo bem porque é que EDP, PT, GALP e outras foram vendidas aos privados. Se geram enormes receitas, porque não pertencerem ao sector público? Mas não, só ficámos com as empresas que dão prejuízo.

Se então falarmos sobre o apoio social, só podemos assistir à deterioração constante dos desprotegidos e o aumento de regalias aos já muito têm.

Hoje vejo Portas (e bem) quase a substituir-se aos antigos comunistas. É ele que defende os agricultores, é ele que fala pelos reformados e de um modo geral por todos os necessitados.

A tradição já não é o que era.

Avante camarada, avante!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 00:00
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