O programa é moderado por Mário Crespo e tinha como convidados o Prof. Medina Carreira e o antigo Bastonário da Ordem dos Advogados e ainda mais outro convidado que não conheci. O tema era a justiça e cheguei (chegaram) à conclusão que é coisa que cá pelo nosso país não existe. Quer dizer, para os chamados “pilha galinhas” há justiça, para os ricos, poderosos e políticos nada! Os truques e artifícios usados para eternizar os processos são mais que muitos, o que quer dizer que nunca se chega a conclusão alguma.
Mais preocupado fiquei quando Medina Carreira afirmou que só com uma sublevação popular é que o estado de coisas mudava. Fiquei abismado. Quando um homem como aquele faz afirmações destas na televisão leva-me a pensar que estamos a afundar num atasqueiro. Se calhar António Guterres quando afirmou que Portugal era um pântano era verdade. Ele lá sabia porquê!
Que Deus nos salve! Nós estamos a afundarmo-nos alegremente.
Jacinto César

Este velhinho que aparece na fotografia por duas vezes na vida dele, encontrou-se no local errado à hora errada. Mas as duas vezes quis o destino que se safasse de morrer ou então a sua vontade de viver era tão grande que fintou a morte.
Este senhor de 93 anos de idade e de seu nome Tsutomu Yamaguchi morreu esta semana no Japão. A história é simples de contar.
O senhor que vivia em Nagasaki, tinha-se deslocado a Hiroshima em viagem de negócios no dia 6 de Agosto de 1945. Para tanto azar para ele, foi esse o dia em que os americanos se lembraram de lançar a 1ª bomba atómica da história. Com graves queimaduras conseguiu sobreviver e a custo lá conseguiu regressar à sua terra natal 3 dias depois. O azar foi tanto que foi precisamente nesse dia que os americanos lançaram a 2ª bomba e na sua terra. Mais uma vez sobreviveu e viveu até esta semana para contar a sua história. Foi na verdade uma história de coragem e de querer viver.
Vem esta história a propósito do acontecimento que deve estar por aí a rebentar e que é a eutanásia.
Estamos definitivamente a pertencer aos países de vanguarda. Primeiro foi a legalização do homicídio legal de fetos, queria dizer da legalização do aborto, agora demos mais um passo em frente com o casamento dos homossexuais a que se segue inevitavelmente a adopção de crianças por estes últimos. Para completar o ramalhete do progresso virá sem dúvida a legalização do homicídio assistido, queria dizer, a eutanásia assistida.
Que mais nos faltará para atingirmos a modernidade total? Talvez arranjar para aí uns campos de concentração para os milhões de pobres que temos no país e que tão mau aspecto dão ao prestígio de Portugal e depois acabar com eles à moda dos nazis. Já agora talvez também não seja má ideia acabar com os velhos e reformados que tantos recursos consomem, para não falar já nos doentes.
Assim sim, teríamos um país de gente nova, com uma vida generosa e cheios de saúde.
Abaixo os retrógrados, os conservadores e outros que tais. Viva a modernidade!
Jacinto César
É o Dia da Vergonha Nacional!
Homossexuais, casem-se!
Jacinto César
A história do “casamento homossexual” em Portugal
Comecemos por deixar claro que se trata de uma minoria. Em primeiro lugar não acredito que os homossexuais, neste momento, sejam uma maioria, mas mesmo de entre os homossexuais, não acredito que todos se queiram casar, nem tão pouco que uma maioria o queira fazer mas, se a lei passar na Assembleia da República, não for considerada anticonstitucional, for promulgada e entrar em vigor, veremos quantos são de facto os casamentos que se realizam.
Estabelecida esta questão da minoria, vamos então ver qual o caminho trilhado por esta minoria para impor a sua vontade.
Há alguns anos atrás, um homossexual era alguém mal aceite pela sociedade, cujo comportamento era vivamente censurado. Saliente-se até que, um partido que hoje apresenta uma proposta para a legalização do “casamento homossexual”, chegou a expulsar dos seus quadros alguns militantes pelo simples facto de serem homossexuais.
A pouco e pouco o “lobby” homossexual (que adiante será referido por “eles”), foi infiltrando os órgãos de comunicação social, e de um momento para o outro, nas televisões nacionais, começaram a passar séries que incluíam um homossexual, o qual era invariavelmente o “bom da fita” isto, evidentemente, para começar a amaciar a opinião pública.
Depois começamos a ver aparecer sistematicamente, em programas de entretenimento, apresentadores e entertainers que, ou eram assumidamente homossexuais, ou publicamente reconhecidos como tal.
Não era necessário mais para que uma certa esquerda, pseudo-intelecual abraçasse a “causa”, como abraça tudo o que lhe seja apresentado como inovador e vanguardista. Daqui a convencer aquela parte da população para a qual modernidade vem à frente de princípios, ideias próprias e outras questões menores, de que o “politicamente correcto” era estar ao lado dos homossexuais, agora chamados de gays (alegres) e lésbicas, foi um pequeno passo, como o foi convencer o povo da existência de um fato só visível pelos inteligentes, na história de “O Rei Vai Nu”.
Estava o caminho preparado. Restava um último passo, infiltrar o Poder para que fosse(m) apresentado(s) e votados(s) o(s) Projecto(s) de Lei relativo(s) ao “casamento homossexual” e este(s) pudesse(m) passar na Assembleia da República.
Finalmente tudo parecia estar pronto.
Quando começam a ser apresentadas as propostas, eis que, apesar de tão cuidada preparação, aquela parte da população que ainda se dá ao trabalho de pensar pela sua própria cabeça, resolve gritar que “O Rei Vai Nu” e fazer um perdido tão simples e democrático como isto: porque não se consulta o povo a respeito desta questão, que é uma questão de consciência e transversal aos Partidos Políticos?
Aí instala-se o pânico, e toca a serrar fileiras.
A primeira posição a tomar é manifestar uma total e completa oposição ao referendo, que tem que ser evitado a todo o custo. É que “eles” sabem que a maioria do povo português está contra esta Lei, e não estão disposto a que a vontade do povo se oponha à sua própria vontade. Mas, apresentada a petição, a mesma tem que ser votada!...
Será que entre os Deputados não haverá alguns, talvez muitos, mesmo dentro do Partido do Governo, que em consciência são contra esta lei, e que decidam votar contra a lei ou pelo menos votar a favor do Referendo? Não podem arriscar. Sabem que estão em minoria, mas querem a todo o custo impor a sua vontade. Só resta mesmo uma alternativa, impor a disciplina de voto, atitude que só é necessária quando se tem a consciência de não ter o apoio nem dentro do próprio Grupo Parlamentar.
Pelo que sabemos, será assim mesmo amanhã.
O senhor Primeiro-Ministro faz questão de ser ele a “defender a sua dama”.
O senhor Primeiro-Ministro já impôs a disciplina de voto ao seu grupo Parlamentar.
Eis com se impõe a vontade de uma minoria, a uma maioria, não tendo sequer o apoio do próprio Grupo Parlamentar.
Viva a Democracia.
Viva a Liberdade de consciência
O procurador Lopes da Mota ex presidente do Eurojust como todos sabemos demitiu-se deste organismo europeu depois de ter sido suspenso por 30 dias pelo Conselho Superior do Ministério Público ao tentar influenciar os seus colegas que tomavam conta do processo Freeport para não envolverem o nome do Primeiro-ministro no assunto.
Foi provado e como tal foi suspenso.
Vejamos agora a seguinte notícia:
“A Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) suspendeu por seis meses uma professora de Espinho que falava de sexo nas aulas "em termos inapropriados".
Vendo bem as coisas e como professor, acho que não deveriam ser seis meses mas mais já que o comportamento da referida professora foi intolerável.
A pergunta que gostava deixar para todos era a seguinte: será que é justo uma suspensão de 30 dias para quem tentou influenciar a justiça?
Esta é a justiça que temos!
Jacinto César
Mais uma vez a avaliação dos professores
Hoje a nossa Ministra já se saiu com uma à moda de Maria de Lurdes Rodrigues: 83% dos professores neste último ano tiveram a classificação de Bom. E porquê esta percentagem? Porque já era hábito antigo dar-se bom a toda a gente! Gostei e fiquei esclarecido.
Mas não era bem isto que queria dizer, mas sim outra coisa, ou seja, a progressão na carreira dos professores até ao topo.
Muita gente tem dado como exemplo para o facto dos professores não deverem chegar todos ao topo da carreira com as Forças Armadas, dizendo que nem todos os soldados chegam a generais. É um facto, mas também é demagógico, porque soldados são soldados, sargentos são sargentos e generais são generais e dentro de cada categoria não ganham todos o mesmo. Má comparação!
Tomemos como exemplo a empresa Autoeuropa que tem nos seus quadros uns milhares de trabalhadores. Dentre estes há várias profissões. Uns serão mecânicos, outros soldadores, outros ainda montadores, etc, tal como numa escola. Nesta há funcionários administrativos, há auxiliares de educação e professores.
Detenhamo-nos numa classe profissional na Autoeuropa. Por exemplo os soldadores. São uns quantos certamente. Como em qualquer outra profissão, seja pública ou privada, quando o tempo de serviço vai crescendo os vencimentos vão aumentando, ou seja, a todo o momento teremos uns soldadores a ganharem mais do que outros em função da avaliação de desempenho e do tempo de serviço. Quero com isto dizer que dentro da classe de soldadores há vários níveis de vencimentos, e a não ser que alguns tenham um mau desempenho, todos chegarão ao topo do vencimento para a classe. Se tudo correr bem, não haverá dois soldadores com 30 anos de serviço com vencimentos diferentes. Dir-me-ão que há os chefes dos soldadores e que nem todos chegam lá. Certo!
Voltemos então às escolas e aos professores. Estes pertencem a uma categoria profissional CHAMADA DE PROFESSORES. Não há várias categorias! Há só uma, a de professor, que tal como a do soldador vai subindo dentro da carreira até atingir o topo. Tal como nos soldadores que têm chefes, na escola é o mesmo, pois têm directores e que ganham como tal. Chegam lá todos? Não! Chegam só alguns.
Dei aqui o exemplo de soldadores e professores, mas poderia ter escolhido a profissão de pedreiro ou electricista ou outra qualquer e que vai dar no mesmo.
Assim sendo continuo a não entender o problema! Ou será que é um falso problema?
Quem tiver melhor opinião que a mostre.
Jacinto César
Nunca aqui foi pedido para concordarem com as nossas ideias. Nunca aqui foi pedido para não escreverem o que vos ia na cabeça. E que fazem os nossos comentadores? Dizerem asneiras! Será que não temos melhor? Será que as pessoas perderam a noção do que é a intervenção cidadã? A nossa cidade e o país mereciam melhor. Esta é uma pequena amostra do estado em que está o nosso país.
Jacinto César
1 – Diz o líder da bancada socialista, Francisco Assis, à Lusa que a consagração do casamento entre pessoas do mesmo sexo é "um compromisso eleitoral do PS, de forma clara e sem equívoco", pelo que levar esta questão a referendo seria "fugir a um compromisso".
É verdade! Uma promessa não se quebra! E então as outras? Ou só esta promessa é que vale? Aldrabões!
2 - Pelo Bloco de Esquerda, a deputada Helena Pinto considera que esta é uma matéria que "não necessita de ser referendada" e que já foi "amplamente debatida na sociedade portuguesa", defendendo que a Assembleia da República tem "toda a legitimidade para legislar sobre esta matéria".
Tem piada, então não é verdade que o Bloco de Esquerda fez um barulho tremendo porque o Tratado de Lisboa não foi a referendado? Então quando convém grita-se pelo referendo, mas quando não convém, o assunto já foi suficientemente debatido. Aldrabões!
3 - O mesmo argumento é indicado pelo deputado comunista António Filipe, que referiu também que o assunto não exige mais debate, alegando que "as posições dos vários partidos já eram conhecidas antes das eleições".
Mas alguém acredita que algum português votou num qualquer partido a pensar no casamento homossexual? Mas será que estes senhores querem fazer dos portugueses tontos?
Resta-me uma esperança: que o Tribunal Constitucional considere a proposta de lei inconstitucional e que ao voltar à Assembleia da República sejam necessários os dois terços dos votos. E nessa altura, se calhar, nem casamento nem união civil.
Jacinto César
Peço-vos que leiam o artigo abaixo, escrito por Mário Crespo no Jornal de Notícias. Só lamento é não haver mais pessoas com algum poder, que o possam usar para fazer denúncias públicas. Fazem falta mais pessoas com coragem. Fazem falta mais PORTUGUESES destes.
“O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.
O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.
Ou nós, ou o palhaço. “
Jacinto César
Previsões para Elvas
1 – Por muito que 99% da população de Elvas não queira, Rondão Almeida continuará a ser presidente;
2 – É muito provável que depois de muitas obras em Elvas os Arcos das Amoreiras continuem a estar de pé;
3 – Depois de um ano de 2009 de grande prosperidade, Elvas passará por uma crise económica em 2010. Com um bocadinho de sorte poderá passar ao lado da crise;
4 – Prevê-se que o blog a TASCA continue a passar por muitas dificuldades financeiras, mesmo engraxando o Presidente da Câmara. Com um bocadinho de sorte ainda arranjaremos um tacho que nos dê ao menos para pagar a assinatura da Net.
5 – O blog “O bem e o mal” será considerado o melhor do ano pelo Zé de Mello;
6 – O Elvas CAD será campeão distrital de berlinde;
7 – A Maternidade de Elvas continuará fechada;
8 – Os efectivos militares do Museu aumentarão em 1 soldado;
9 – Tiago Abreu continuará a ser o líder da oposição na nossa cidade. Só não tenho a certeza se manterá a fidelidade ao PP.
10 – Tony Carreira virá finalmente cantar ao Coliseu, que por enquanto ainda se vai continuando a chamar de Rondão Almeida.
Previsões para o País
1 – Após um ano cheio de sucesso, lá para o fim José Sócrates terá que ir arranjar outro emprego;
2 – Garantidamente que o SCP não será campeão nacional;
3 – O julgamento do caso Casa Pia continuará tranquilamente durante todo o ano;
4 – Vale e Azevedo irá ser amnistiado e posteriormente condecorado no 10 de Junho;
5 – Este ano o dia de Natal será a 25 de Dezembro;
6 – Portugal poderá ser Campeão do Mundo de futebol, mas também pode não o ser;
7 – A economia portuguesa dará um salto de 10%. Pode também ser só 1;
8 – Manuel de Oliveira já com 101 anos irá realizar pela primeira vez um filme porno. Ele será também o protagonista;
9 – Até ao final do ano, o Ministério da Educação mudará 5 vezes de titular após 5 grandiosas manifestações de prof´s. Ainda há esperanças que haja acordo sobre a avaliação até 31 de Dezembro;
10 – O actual governo até cair terá um novo ministério: o Ministério da Corrupção que irá facilitar a burocracia para que haja mais e melhores corruptos.
Estas são as previsões da TASCA para 2010!
Jacinto César
Blogs de Elvas