Não é bicho que me caia lá muito simpático dados os prejuízos que causam, principalmente nos automóveis. Mas matá-los desta maneira meio sádica também não é muito bonito de ver principalmente pelo facto das inúmeras crianças que por ali circulam. Nestes últimos 15 dias já perdi o conto ao número de pombos que vi a agonizar naquele local. Vem um cão e dá uma dentada, vem um gato e molha a sopa também e o resultado é ver os bichos agonizantes, sem asas ou meio desfeitos a arrastarem-se pelo chão.
Se há pombos a mais, responsabilizem-se os donos. Agora matá-los assim, NÃO!
Jacinto César
Ontem estava a ver na televisão a reportagem diária sobre o Dakar e a repórter portuguesa que acompanha o rali lembrou-se de entrevistar algumas pessoas do staff que acompanha o dito rali. Mecânicos de automóveis, de motas, médicos, enfermeiros, jornalistas, cozinheiros e toda uma panóplia de funções que mantêm em pé a prova. De todos aqueles profissionais ninguém se lembra, sendo o caso mais “lamentável” os dos mecânicos que mantêm em ordem as máquinas que têm que estar afinadas no dia seguinte, e nem que para isso não vejam a cama. Quando se chega ao fim, o piloto que ganha é vitoriado. Merece que isso aconteça pois é a vitória da perícia, da coragem e por vezes da “loucura”. E os outros, os segundos? Quem é que se lembra de todos aqueles homens que durante 15 dias fizeram os possíveis e os impossíveis para que os pilotos brilhassem? Ninguém!
Isto tudo vem a propósito do que se passa em qualquer organismo hierarquizado em que só a “cabeça” leva os louros. E os outros?
Olhemos para o que se passa numa câmara municipal. Esteja quem estiver na presidência, é sempre este que aparece nas ocasiões especiais e que fica com os louros. Não quero com isto dizer que não tenha mérito, mas quando se faz qualquer coisa, esquece-se sempre daquele que projectou e daqueles que produziram. São os eternos esquecidos. São os eternos segundos.
Jacinto César
Não conheço o senhor (penso eu), mas permitam-me dizer que não fez nada de anormal, que não aquilo que ele pensava. E digo que não fez nada de anormal, porque pessoas que têm a coluna vertebral direita são assim que procedem, coisa que é rara na nossa terra.
Por cá reina a saloice do diz-se, do ouvi dizer, da má língua, etc., para já não falar nos boateiros e da praga dos anónimos, que de máscara na cara, quais bandidos, vão impunemente dizendo o que querem. São precisamente estes últimos que acham a atitude do Sr. Camilo Santos heróica. Pudera, estão tão habituados a rastejar que qualquer atitude mais dura para eles é um facto para ficar para os anais da história. Independentemente da razão que lhe assiste, fez aquilo que qualquer pessoa normal deveria fazer. Os outros é que são cobardes.
Depois há ainda outros que querem pegar no Sr. Camilo e fazer dele o porta bandeira da luta política contra Rondão de Almeida. Pacóvios! Há até quem proponha fazer uma colecta para pagar a um advogado para este se defender do papão Dr. Nabais.
Mas o mais incongruente disto é o facto de se insurgirem contra Rondão de Almeida por colocar em tribunal este senhor (se é que põe), quando os mesmos já me o fizeram a mim. E não foi ameaça. Foi a sério. Sinto-me até discriminado por na altura não ter surgido nenhum grupo de apoiantes que me quisessem ajudar a pagar um advogado.
Enfim, mais um episódio da nossa pobre política elvense.
Jacinto César
É por demais sabido que o turismo está convertido numa das maiores indústrias a nível mundial. É também sabido que Portugal desde os anos 60 tem aumentado a oferta turística de tal maneira que actualmente é a industria mais produtiva e captadora de divisas que temos.
Portugal tem tudo o que é necessário para melhorar ainda mais a oferta. Senão vejamos: - tem aquilo que é a “inveja” de muitos países europeus e que é o sol e o bom tempo mais de metade do ano;
- tem quase mil quilómetros de costa, sendo que a maioria são de praia;
- tem um património histórico e natural e cultural belíssimo;
- é possuidor de uma oferta hoteleira e de restauração grande;
- finalmente e não menos importante temos um país tranquilo e seguro, e um povo simpático e acolhedor.
Resumindo, temos tudo o que é necessário para atrair anualmente quase o dobro da população, mesmo quando a organização por vezes fica muito a desejar,
E onde entra Elvas nisto tudo?
Elvas tem como oferta turística o seguinte:
- tem um clima invejável;
- tem um património histórico e cultural de muito valor;
- tem uma oferta hoteleira e de restauração relativamente boa e variada.
Resumindo, tem tudo o que é necessário para atrair o turismo cultural. E porque não atrai?
O turismo em Elvas está baseado neste momento, no turismo de passagem e no turismo gastronómico, o que é manifestamente pouco. O visitante chega, dá uma “voltinha”, compra meia dúzia de “tarecos” (?), almoça e vai embora. Ora assim não vamos a lado nenhum.
É fundamental “obrigar” o turista a ficar aqui pelo menos
Em meu entender, Elvas precisava de uma revolução no sector, que queiramos ou não, é fundamental para o desenvolvimento económico da cidade.
Jacinto César
Um comentador nosso anda pelos vistos muito feliz da vida porque se calhar o Call-Center que viria para Elvas vai para Badajoz.
Talvez o problema seja meu, mas parece-me que a palavra “gostar” tem mais do que um significado. Até a nossa felicidade e bem-estar são motivos para a guerra partidária. Se se faz é porque se faz, se não se faz é porque não se faz, mesmo que isso implique que a população sofra. Eu assim prefiro que não gostem de mim!
Vou ainda ser mais claro: para mim tanto se me dá que a Câmara Municipal seja governada pelo PS, pelo PSD, pelo CDS, pelo PCP ou até mesmo pelo BE. O que me interessa é que quem lá esteja ou para lá vá faça o melhor que puder e souber para o bem-estar de todos. Eu para mim já não preciso de nada, mas tenho que lembrar-me dos nossos filhos e netos que vão precisar e muito.
Senhores do poder e da oposição, vou dar-lhes uma solução para resolver isto: quando tiverem problemas uns com os outros, montem um ringue de box e resolvam o problema à estalada, mas fazem favor de não brincar com os ELVENSES. Porra que é demais!
Jacinto César
Nota – Pedido de desculpas
Por absoluto esquecimento, não coloquei nos Links amigáveis o novo blog da Soraya Branco. Pele facto as minhas desculpas.
Todos vão querer ficar com os louros, mas eu (nós) como cidadãos pouco nos importa: queremos é que as coisas aconteçam.
Venham lá mais coisas, sejam elas feitas por russos ou americanos, patrocinadas pelo poder ou oposição.
Nota 1 – Um comentador perguntava-me o que era feito do Call-center que eu aqui anunciei. Pois bem, o caro comentador não tem lido tudo, pois com a alegria o anunciei, uns tempos mais tarde anunciei que o dito Call-center estava em banho-maria.
Nota 2 – Para os curiosos e para aqueles que acreditaram na pseudo tradução que alguém fez do meu anterior texto escrito em hebraico, fica a informação que o referido texto não era nem mais nem menos que o do dia anterior traduzido.
Jacinto César
ההפך של מה שיכתוב גם אמיתי, אבל להראות מה שיתכון, יתן לנו לדמיין את המצב הבא :, יש לנו הכל כך לכן X ש? מורה של פטימו. הוא \ שיש לה מערכת יחסים עם הסטודנטים הטובים מאוד. כל משתמש בשיטות החינוכיות כל כך שהלימוד נעשים מההכי טובים בדרכים. אם השיטות האלה נכשלות מדברת לפחות שיטות אורתודוקסיות לתוצאות להיות טובות. מצד שני כל כך לכן X, מבית הספר ורחוק הלאה מהסטודנטים שלהם, הוא \ שהיא יחידה לא ניתנת לטיפול. הוא \ שהיא קרר של א.פ.ה. ראשון
גן עירוני לא, אני לא אומר שזה באופן רע יילקח איכפת או דבר של הG? נרון. אני מוודא אף על פי כן ששלו \ המבצע שלה הוא עצמי ניהול שלה של עצמי של התוצרת. אז הרבה יכול לסגור ב7 באחר הצהריים אוכל ב11 בלילה. לסמוך שלוח הזמנים נעשה לשומר ( או אתה מחזיק ) רצון חופשי. לא זה יהיה של שלם בכל נוח מה בכל דלת היתה צלחת להודיע לאנשים לוח הזמנים של לפתוח ובריח? זה מנע עד ששאנשים שם הוכלו כ/כפי שזה כבר
קרה כי מי בעל הכוח לסגור את הל
יקינתון כאסאר
O inverso do que vou escrever também é verdade, mas para ilustrar o que pretendo, imaginemos a seguinte situação:
- temos o fulano X que é um óptimo professor. Tem uma relação com os alunos muito boa. Utiliza todos os métodos pedagógicos para que a aprendizagem se faça da melhor das maneiras. Se estes métodos falham recorre a métodos menos ortodoxos para que os resultados sejam bons.
Por outro lado o fulano X, fora da escola e longe dos seus alunos, é um indivíduo intratável. É um carroceiro de 1ª apanha, pode até ser desonesto, criminosos e todos os defeitos que queiramos atribuir-lhe.
Que conclusão podemos tirar de uma pessoa assim? Que como professor é óptimo, mas como pessoa não vale nada. Penso que estamos todos de acordo. Como disse no início, o nosso homem até pode ser uma excelente pessoa e no entanto ser um mau professor.
Perguntar-me-ão aonde quero eu chegar com esta conversa? Isto tudo vem a propósito dos MAIS e MENOS do ano 2008 e que foram da minha inteira responsabilidade, e principalmente da escolha que fiz como personagem política do ano em Elvas, ou seja, o Presidente da Câmara.
Era bom que as pessoas começassem a distinguir as pessoas dos cargos que ocupam: uma coisa é o Presidente e outra é o cidadão Rondão de Almeida.
Acho que não era obrigação minha fazer este esclarecimento, já que as minhas escolhas em relação a tudo na vida só a mim me dizem respeito, no entanto fi-lo para evitar mal entendidos.
Jardim Municipal
Não, não vou dizer que está mal cuidado ou coisa do género. Verifico no entanto que o seu funcionamento se faz em autogestão. Tanto pode fechar às 7 da tarde como à 11 da noite. Penso que o horário está feito ao livre arbítrio do guarda (ou guardas). Não seria de todo em todo conveniente que em cada porta houvesse uma placa a informar as pessoas o horário de abertura e fecho? Evitava-se até que pessoas ficassem lá encerradas como já aconteceu porque quem tem o poder de fechar os portões se lembrou de naquele dia fechar mais cedo.
Senhor Vereador que tem o pelouro do jardim: acho que devia andar mais em cima do assunto e estabelecer normas.
Jacinto César
O Mais
Associação Empresarial de Elvas
Numa cidade em que pouco ou nada de relevante se passou em termos de acontecimentos, acabei por escolher com “O Mais” a AEE, na esperança que traga algo de novo em termos económicos para a cidade e por arrastamento um bem-estar maior aos seus cidadãos. Não posso afirmar que tenho uma fé enorme neste projecto, mas resta sempre a esperança de que aconteça algo de bom para a cidade.
O Menos
O desemprego e a crise económica
É difícil saber se é o desemprego a provocar a crise económica, se esta a provocar o desemprego. Uma coisa é certa: andam sempre de mãos dadas.
Elvas é fundamentalmente uma cidade de serviços, de comércio e de funcionalismo público. Em qualquer destes sectores e como não somos capital de distrito, quadros superiores não há o que faz com que o poder de compra médio diminua. A actividade económica ressente-se de tal facto. Basta recordar a diferença de actividade económica antes e depois da abertura das fronteiras. Elvas desde essa época nunca mais foi a mesma e o desemprego aumentou para valores incomportáveis numa cidade pequena. Esperemos por um futuro melhor.
Jacinto César
Blogs de Elvas