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Domingo, 30 de Novembro de 2008

A questão dos professores titulares

Uma das “birras” que os professores têm feito, tem a ver com a divisão dos professores em duas categorias: os professores e os professores titulares.

O argumento que o Ministério da Educação faz passar para a opinião pública é que nem todos podem atingir o topo da carreira. Muito bem. Esqueçamo-nos por uns momentos dos professores e vamos ver o que se passa nas outras carreiras.

 

1º caso

Um médico formou-se e começou a trabalhar num qualquer hospital ou centro de saúde. Os anos vão decorrendo e o nosso médico não concorre a nenhum cargo de chefia (que diga-se em abono da verdade que, se concorrer é por um determinado número de anos e em comissão). Pergunto agora eu: será que o médico desde que entrou na carreira nunca subiu de escalão (ou outro nome qualquer) até atingir a reforma? Mais, por acaso há médicos e médicos titulares? Há chefes de serviços, mas mesmo estes são de ocupação temporária e enquanto exercerem esse cargo recebem por isso. Há aqueles que optam pela carreira de administração hospitalar e neste caso é uma carreira diferente.

 

2º caso

Um empregado de comércio entrou para uma loja ainda novo e por lá fez toda a sua carreira. Não me digam que o nosso homem, não contando com os aumentos anuais e que são para todos, levou uma vida inteira a ganhar o mesmo, ou seja, nunca progrediu na carreira? Ou será que há empregados de balcão e empregados de balcão titulares? Nas lojas maiores e onde haja muita gente a trabalhar é natural que algum chegue a gerente ou coisa parecida, o que significa que deixou de ser empregado de balcão. Caso chegue a gerente, entrará noutra carreira e ganhará como tal.

 

Não vale a pena continuar a enumerar outros casos, que tanto faz serem da função pública com trabalhadores privados, acontece a todos o mesmo.

 

Vamos então ver o caso dos professores.

Um professor quando entra para a carreira é provido no lugar de professor do quadro. Se nunca ocupar nenhum lugar de chefia, é professor toda a vida, subindo de escalão como em todas as profissões, com este ou com outro nome qualquer. Dantes chamavam-se diuturnidades. Agora não sei.

E que se passa se algum chega a um cargo de chefia? É-lhe atribuído um subsídio que dura enquanto ocupar esse cargo temporário. Depois volta à sua condição de professor. Nesse caso porquê dividir a carreira artificialmente em duas? Será que não cumprem todos as mesmas funções?

Então o porquê desta situação? Simplesmente o poupar dinheiro e nada mais.

 

Se alguém tiver dúvidas que se manifeste, mas decentemente, senão ficam sem resposta.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 19:40
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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Apontamentos

 

1 – Antes de mais estou com uma grande azia, já que pus-me a beber Ouzo grego e fiquei um pouco grogue. Ou será que fiquei mesmo KO?

 

2 – O Correio da Manhã de hoje trazia a seguinte notícia e que passo a transcrever:

 

Transparência pública

 

Rendimento superior a 76 mil euros

 

José Rondão Almeida é aposentado da Função Pública e presidente da Câmara de Elvas, eleito pelo PS. Na declaração entregue este ano no Tribunal Constitucional apresentou 57 522 euros como rendimentos de trabalho dependente, 7571 euros de rendimentos de capitais, 950 euros de rendimentos prediais e 10 710 euros de pensões.

Isto é, um rendimento total de 76 753 euros. Como património imobiliário possui um prédio urbano em Évora e dois prédios rústicos em Elvas.

 

Depois da 1ª azia, fiquei com uma indigestão. E eu que pensava que ganhava muito.

Afinal volto atrás naquilo que tenho dito e redito aqui no blog: quero ser político!

Se houver por aí um partido que necessite de um cabeça de lista (só aceito nesta condição), estou totalmente disponível.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 22:54
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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

Uma questão de avaliação

Nestes últimos meses não se tem falado de outra coisa senão na avaliação dos professores, com a qual concordo plenamente (mas não esta).

Mas desde o princípio desta situação que não me sai da cabeça uma coisa: e se avaliássemos também a classe política? Meu Deus, o que aconteceria? Se é verdade que há maus professores, como há maus profissionais em todos os ramos de actividade como mostram as estatísticas, sendo que os maus, os menos maus, os bons e os muito bons encaixam num modelo matemático conhecido como a curva de Gauss, como seria se aplicássemos este mesmo modelo aos políticos? Ninguém até agora teve o descaramento nem a ousadia de o fazer, mas eu quase garantia que a curva se deslocaria irremediavelmente para a esquerda do gráfico. Jurava!

Mas continuemos. Se qualquer profissional com uma ou duas classificações negativas tem como bónus um processo disciplinar que invariavelmente dá direito ao despedimento, como são penalizados os maus políticos? Dir-me-ão alguns: são penalizados nas eleições seguintes. Pois é, só que tal não corresponde à verdade. Aquilo que aparentemente é uma penalização, é um prémio. Querem exemplos? Aqui vão! Um determinado partido que governou Portugal num determinado período, perdeu as eleições. É penalizado politicamente. Mas para os “desgraçados” dos ministros não ir para o desemprego é-lhe oferecido um “lugarzinho” num qualquer conselho de administração. Não é assim?

Eu pelo sim pelo não vou fazer os possíveis para ter duas classificações negativas na esperança que depois me arranjem um lugarzinho bem pago aí numa empresa pública

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 22:00
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

Poupança II

Ontem quando escrevi sobre o aproveitamento de algumas das energias renováveis pela autarquia, estava longe de pensar que 90% dos comentários fossem sobre as reuniões da ADE e da CME e os restantes 10 % só tivessem dito asneiras. ASNEIRAS!

Quando eu falei aqui em microgeração houve alguém que retorquiu com a central da Amareleja, que é só uma das maiores, senão mesmo a maior do mundo. Que comparação tão infeliz.

Pois é, as pessoas esquecem-se do velho ditado “que a união faz a força”  e que por exemplo a microgeração em Espanha é muitas vezes maior que os grandes parques de energia solar. Mas enfim, felizmente para mim que não tenho alunos deste calibre.

 

Depois deste desabafo, sigamos em frente, e para tal faço uma pergunta muito simples: quantas instalações desportivas, administrativas e de outra natureza tem a Câmara de Elvas dispersas pelo concelho? Eu não faço ideia, mas são muitas.

Mais uma pergunta: quantas delas poderiam utilizar energias renováveis para atenuar a factura energética municipal? Se retirar-mos todas as dependências situadas no centro histórico (por razões óbvias), todas!

Vejamos então o seguinte:

 

a)      Energia solar térmica

Em quantas instalações municipais se utiliza água quente? E se esta não tivesse custos, quanto se pouparia?

b)      Energia fotovoltaica

Quanto se pouparia se uma parte da iluminação e outros consumos fosse proveniente do aproveitamento da energia solar? Muito, mesmo muito.

c)      Bioenergias

E quanto se pouparia em gasóleo se se utilizasse o método que ontem propus?

 

Se é certo que por vezes temos que pensar grande, outras vezes há que temos que ser modestos. Acredito piamente que a médio prazo a autarquia iria poupar muito dinheiro se optasse por investir nestas energias inesgotáveis. Alguém um dia apresentará aqui um estudo completo sobre o assunto.

Agora se me disserem que este tipo de investimentos não dá votos, já acredito. Garantidamente que o Coliseu e obras do mesmo tipo conquistam mais votos que o dinheiro investido por exemplo nas infra-estruturas de esgotos, água e outras. Essas estão enterradas e não se vêm. Opções que se têm de fazer. Para determinados investimentos não são necessários só euros, é necessário também ter coragem política, e essa por vezes falta.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 23:36
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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

A poupança

Hoje e por acaso, li uma notícia oriunda de Espanha me deixou espantado, mas que por outro lado me despertou a consciência.

A notícia referia-se ao aproveitamento num cemitério de uma localidade próxima de Barcelona, dos telhados dos blocos de cofres para a colocação de painéis solares que forneciam electricidade a 60 famílias nas proximidades do mesmo. Segundo parece a medida não foi lá muito bem aceite de início pelos familiares dos que aí estavam sepultados. Mas depois de dadas as explicações e verificados os resultados parece que tudo se acalmou.

Com esta introdução, não vou aqui pedir que se faça o mesmo em Elvas, como poderia parecer. No entanto gostaria de acrescentar algo.

Senhor Presidente da Câmara, presumo que a câmara seja proprietária de alguns terrenos no concelho. Ora bem, e se a câmara aproveitasse os ditos e investisse neles para a produção de energia?

Pelo que todos conhecemos, já começou a usar a energia solar para alimentar os painéis solares que fornecem electricidade aos semáforos das freguesias rurais do concelho. E se fosse um bocado mais além? E se em cada freguesia fosse instalando pequenas centrais, que cresceriam a pouco e pouco, para alimentar de energia eléctrica as populações? Sei que o investimento é grande, mas as receitas em lugar de reverterem para a EDP, reverteriam para a câmara. Não seria este um investimento que se pagaria a ele próprio e num futuro seria uma fonte de rendimento?

Mais, porque é que a câmara não procede à recolha dos óleos alimentares usados e produz o biodiesel que usaria na sua frota de carros? Dir-me-á que não é suficiente para toda a frota. Muito bem, mas daria para uma parte e estaria a contribuir para o ambiente de duas formas:

1 – os óleos alimentares usados não iriam parar aos esgotos e consequentemente facilitava a “vida” à ETAR;

2 – poupava no combustível, já que a transformação dos óleos alimentares são convertidos facilmente e com poucos custos e que a própria câmara podia fazer.

Senhor Presidente, como presumo que queira modernizar a cidade, aqui tem um meio de dar um passo em frente nessa modernidade e não investir somente em projectos (que também fazem falta) economicamente não reprodutivos.

Voltaremos ao tema mais em detalhe e por pessoas mais entendidas no assunto que eu.

 

Jacinto César

 

 


Tasca das amoreiras às 01:42
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Domingo, 23 de Novembro de 2008

Eventos

Este fim-de-semana e sem estar à espera acabei por ir parar a dois eventos na nossa cidade. Se um me agradou, o outro não.

Falemos do que não gostei: a Feira das Oportunidades. Parte-se do princípio de que quem quer vender coisas, tem que ter essas coisas à venda. Cheguei à conclusão que na referida feira, mesmo que se levasse dinheiro para gastar, pouco ou nada havia para vender. O que mais vi foi roupa para crianças. De resto pouco ou nada. Acabei por lá jantar e até isso não me agradou. Desilusão para quem pela primeira vez vai a um evento destes. Nota negativa!

Já o segundo foi para mim uma surpresa boa. Estou-me a referir à pista de gelo do Coliseu.

Eu não sei de quem foi a ideia, mas fosse de quem fosse, é uma ideia que não lembra nem ao diabo e que resulta.

Passei por lá depois de almoço neste domingo só com o objectivo de ver a pista (confesso que nunca tinha visto nenhuma ao vivo) e qual não é o meu espanto quando me deparo com umas centenas de pessoas (umas a patinar e outras à espera de vez) e mais umas quantas feitas mirones como eu. E do que vi gostei. Se havia muitos portugueses, os espanhóis marcavam também a presença. Foi quando dei por mim a pensar que num raio de muitas centenas de quilómetros não haver nada parecido e como tal, esta, poderia chamar muita gente. E pelos visto está a chamar. Se eu com a idade que tenho fiquei com vontade de ir experimentar, que dizer da pequenada?

Nota 20.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 00:44
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

Aleluia

Penso que desde que este Blog iniciou não havia tantos comentários ao tema que é posto em discussão. Foi na verdade uma agradável surpresa este facto, apesar de haver sempre “uns quantos”, que sendo mais papistas que ao Papa, a única coisa que fazem é irem destabilizado e dizer mal por dizer. Mas enfim, tenho esperança que a pouco e pouco vão mudando de freguesia sem ter que recorrer “ao corte”.

Respondendo agora aos comentários sérios que aqui apareceram, a minha opinião é a seguinte: contrariamente ao que muitos por aqui dizem, nunca tive nem tenho quaisquer pretensões a qualquer cargo político ou de outra índole qualquer. Mais claro não posso ser. E que escrevo eu? Em primeiro lugar aquilo que penso e aquilo que ouço das muitas pessoas vulgares como eu com quem falo e discuto os assuntos da nossa terra. Tão simples quanto isto e sem truques na manga. Mas uma coisa há que não me deixa indiferente de todo e que é a falta de educação, de respeito e de intolerância que todos aqueles que directa ou indirectamente andam na política. A mentira, a falta de ética, a desonestidade estão presentes a toda a hora em qualquer comentário, comunicado, etc, emitidos pelo lado contrário. Mente-se com a maior das tranquilidades e com total falta de pudor. Tal facto é que funciona como desmobilizador dos cidadãos para a causa comum. Simples.

As pessoas vulgares estão fartas do, vem um e diz uma coisa para logo de seguida vir outro a dizer o contrário. Mas o pior de tudo, é fazerem das pessoas parvas. Agem como se os cidadãos não passassem de um grupo de mentecaptos. Só que a maioria prefere calar e quando chega o dia, mete o voto na urna e cala novamente. A mim ainda me surpreende que haja políticos que falem a toda a hora no “povo” e em nome dele sem saberem ao menos qual a sua opinião. Mas será que algum tenta ao menos perceber o que o dito “povo” pensa?

Em relação ao meu post de ontem, não passa de mais um motivo para que em bicos de pé cada parte insulte a outra. E outros episódios se seguirão. Naturais ou artificiais, o que é preciso é manter sempre as polémicas bem vivas. Os protagonistas sempre vão aparecendo e mostrando-se que é o que faz falta.

Dito isto, fazem favor de continuar pois sempre vai quebrando a monotonia.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 18:54
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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

As teimosias do PS

Tal como a minha querida Ministra da Educação, também o PS em Elvas anda a fazer birra. Desta vez é com o Linhas de Elvas.

Como todos sabem, o semanário elvense disponibilizou um espaço para que cada partido pudesse utilizar. Resolveu e bem, a meu ver, disponibilizar um espaço igual para todos com o qual o PS discordou, argumentando que o espaço deveria ser proporcional à representação dos partidos em Elvas. Ridículo. Como o PS teve aproximadamente 70% dos votos, teria a mesma percentagem de espaço na página e os outros ficariam reduzidos as uns cantinhos. Pior, e se aparecesse um novo partido em Elvas que em eleições anteriores não tivesse concorrido? Este ficaria reduzido a Zero espaço. Oh senhor Rondão de Almeida (presidente da concelhia de Elvas do PS), já não lhe chega o Boletim Municipal editado pela autarquia e pelo seu presidente como ainda quer quase uma página inteira dum semanário?

Bolas, não me diga que se propõe ter uma votação por unanimidade e já agora com aclamação?

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 01:10
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Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Pragmatismo

Daqui a sensivelmente um ano, os elvenses vão ser chamados às urnas para escolher a nova administração autárquica.

Se quisermos ser pragmáticos, há um dado adquirido: Rondão de Almeida vai ganhar. Só não sabemos é por quantos (assim à moda do futebol). Só não admitirá tal facto quem for cego ou for um optimista lunático.

Mas não é sobre isto que queria escrever. O que me preocupa no meio disto tudo, é como é que vão ser distribuídas as “migalhas”.

Á partida iremos ter 2 candidatos: Rondão de Almeida apoiado pelo PS e Simão Dores apoiado por uma coligação alargada de todos os restantes partidos. Quanto a Manuel António Torneiro não acredito que tão pouco consiga arranjar as cerca das mil assinaturas necessárias.

Para facilitar o meu raciocínio imaginemos hipoteticamente que o resultado das eleições era o seguinte: RA 65% e SD 35%.

Os 65 % de Rondão de Almeida são pacíficos em relação ao PS! E os 35 % de Simão Dores? Representam o quê? Qual é a cota de cada partido da coligação nestes 35 % de votos? Pode acontecer que qualquer dos partidos da coligação pode reivindicar para si a maior fatia do bolo. E como é que a situação se vai resolver? Eu para dizer o que sinto, é que vai ser uma grande embrulhada e um nó muito difícil de desatar.

Como resolver então a situação? Para mim que estou de fora só há um processo: contar espingardas! Mais, acho que se está no tempo exacto para se saber o que cada partido vale em Elvas. É tempo de clarificar a situação, já que há um vencedor antecipado por muito que custe admitir.

Coragem e que cada partido apresente o seu melhor candidato na luta que se aproxima e não sacrifiquemos um só, para depois todos poderem assobiar para o lado como se nada fosse consigo.

 

Jacinto César   

 

 

PS – Duas notas finais.

 

1 – Não vale a pena insultarem-me por dizer o óbvio, ou seja, todos pensam mas ninguém quer admitir.

2 – Apelo novamente ao bom senso dos comentadores para o facto de não entrarem no insulto gratuito a terceiros. Sei que há pressões para quem seja imposto o “lápis azul” aqui no blog, mas nós preferimos vencê-los pelo cansaço.

 


Tasca das amoreiras às 22:33
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Vítor Constâncio

O CORNO

 

Que me desculpem desde já os nossos leitores, mas não encontro melhor analogia para adjectivar o Governador do Banco de Portugal. É aquilo que cá pelo Alentejo dizemos: é corno pois é sempre o último a saber. Lá no banco é o mesmo, o homem é sempre o último a saber das aldrabices que os bancos fazem.

A notícia que saiu no Expresso desta semana deixou-me admirado, quando em princípio já nada me deveria surpreender. Então não é que o BPN (um amigo meu chama-lhe BPNE que quer dizer Banco Português de Negócios Escuros) conseguiu comprar uma empresa fantasma no Porto Rico por 50 milhões de euros? O pior é que os ditos euros foram parar a uma offshore de Gibraltar onde então a ser geridos por um gestor de fortunas. Só por mera curiosidade gostava de saber em nome de quem estão esses “trocos”.

Penso que há por aí muito peixe graúdo que deveria já estar preso há muito tempo. Não quero com isto dizer que sou apologista dos roubos, mas prende-se um desgraçado qualquer que se calhar até roubou para comer (o que está mal) e deixam à solta esta “tropa”? Eu gosto muito do meu país para lhe querer mal, mas no entanto está-se a parecer cada vez mais àqueles países mafiosos da América Latina.

Que Deus no salve, pois dos políticos já não espero nada.

 

Nota – Então não é que estão a ser vendidos nos mercados os já célebres Magalhães a 25 €? Quem é que os terá recebido a custo zero nas escolas e agora os está a vender? E quem é que está a pagar todo este “avanço tecnológico”?  Que responda quem souber!

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 18:19
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