Elvas sempre em primeiro

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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

Estou com a telha!

Hoje não estou com muita disposição para escrever e os motivos são tão óbvios que nem quero falar neles. De qualquer maneira não quero deixar de fazer uns pequenos comentários, dedicados fundamentalmente a todos aqueles que nutrem por mim uma antipatia de estimação. Só não lhes posso retribuir da mesma forma por não os conhecer.

 

1-      A sangria de instituições públicas de Elvas continua. Desta vez é a Brigada Fiscal da GNR. Mais umas quantas famílias que têm que partir. Não se esqueçam de fechar a luz quando o último elvense partir. Será que a câmara também já partiu e eu não dei por isso?

2-      Para aqueles que me têm chamado profeta da desgraça, tomem lá nota de uma data: 1 de Agosto de 2008. Quem a partir desse dia partir uma perna depois das 8 da noite e tiver que ser operado, prepare-se para ir de passeio até Portalegre. É o 1º passo para o esvaziamento. Mas todos continuam tranquilos. Espero do fundo do coração que a primeira vítima não seja RA. Se resolver escorregar e cair, nessa altura irá sentir na carne o problema que não é problema.

3-      A criação do Centro de estudos sociais, histórico e culturais Luso-espanhóis a ser criado na Quinta do Bispo, cheira a isso mesmo, a bispo. Palpita-me que é mais um tacho para um socialista, que o é tanto como eu, se se tratar da(s) pessoa(s)  que me palpita que é. Será sem dúvida um belo part-time.

4-      Quero aqui fazer um “mea culpa” em relação a uma pessoa do qual tinha a noção de ser um grande boçal e afinal parece que me enganei. Refiro-me ao Presidente Hugo Chavez da Venezuela. Num próximo escrito referir-me-ei com mais pormenor ao assunto.

5-      Estou a ver o programa Corredor do Poder na televisão. Penso que vou ter que aderir ao Bloco de Esquerda, quanto mais não seja pela Senhora Deputada Ana Drago. Será um elefante muito grande de engolir, mas vale bem o sacrifício.

 

Vou curtir a chateadura para outra freguesia.

 

Jacinto César  

 


Tasca das amoreiras às 00:00
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Carneirada

Não sei se todos sabem ou se lembram que um rapazinho austríaco de seu nome Adolf Hitler subiu ao poder na Alemanha através de eleições democráticas. Deu naquilo que todos nós sabemos e que desejamos que não volte a acontecer.

Mais recentemente, outro rapaz, muito atinado e de seu nome Hugo Chavez subiu ao poder também por via democrática e está a dar naquilo que todos vemos e sabemos.

Como vêm as democracias por vezes parem anormalidades destas. E onde quero eu chegar com este palavreado?

Se eu tiver um amigo que me diz sim a tudo o que digo e faço e que nunca discorda das minhas opiniões, desconfio dele como amigo. É um falso amigo.

Se eu disser que sim e concordar com tudo o que um amigo meu diga e faça, não estou a ser amigo dele. No mínimo estou a ser um oportunista.

Tenho muitos e bons amigos e raro é o dia em que não discordamos uns dos outros e nem por esse facto deixamos de o ser, antes pelo contrário.

Já viram onde quero chegar? Não?

Todos nós sabemos, senão por experiência própria ao menos por ouvirmos contar, que quando atropelamos uma ovelha, nunca atropelamos só uma, ou seja, quando uma ovelha atravessa uma estrada todas as outras a seguem mesmo que seja para uma morte certa.

Já lá chegaram? Ainda não?

É indiscutível que o presidente da nossa câmara foi eleito por uma maioria esmagadora. Isto é um facto inquestionável e que tem todo o mérito. Agora o que está mal é o facto de quando ele comete um erro (que também os comete) essa maioria continua a abanar a cabeça num sim à moda dos “Yes men”. Acho, que mesmo que se seja apoiante incondicional, por vezes temos que dizer NÃO!

O mesmo se passa com os opositores. Os chefes dizem mate-se e os seguidores dizem esfole-se. De modo algum é permitido dizer bem do poder.

Quero com isto chegar a uma conclusão óbvia: poder e oposição são rigorosamente iguais nos métodos e processos de alienação mental dos seus apoiantes.

CARNEIRADA!

 

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 00:00
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Uns e os outros

Tenho que vos confessar uma coisa: nunca fui por natureza uma pessoa divertida, mas a maioria dos comentários que aqui fazem divertem-me. Consigo rir mesmo sem vontade.

 

Quando era mais novo ( mesmo depois) os grandes sarilhos em que me meti foram sempre por me ter metido onde não era chamado. Quando adolescente e mesmo já em adulto levei uns bons pares de lambadas por me meter a separar dois ou mais brigões. O certo é que havia um que comia sempre: eu. Sobrava sempre para mim uma “lamparina” perdida ou pretensamente perdida.

 

Hoje o campo de batalha é outro e mesmo assim continuo a comer. Só que dantes não dava para me rir. Hoje dá.

Elvas é fértil naquele argumento barato de que se não és por mim és contra mim e os comentários que aqui se fazem são um paradigma daquilo que afirmo.

 

Post em que tenha o descaramento de elogiar RA, sou matraqueado por uma matilha de opositores.

Se tenho a ousadia de criticar o mesmo RA, lá aparecem os apaniguados ( e de certeza alguns boys) a moerem-me os neurónios.

Se escrevo qualquer coisa que interessa a todos (ver o post sobre a EDP) pura e simplesmente ignoram o problema, mesmo que lhes estejam a entrar no bolso.

“A gente lá da minha aldeia diverte-se tanto”, dizia Raul Solnado. Nós aqui também, digo eu.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 00:00
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Terça-feira, 17 de Junho de 2008

O Pasquim Municipal

Já há muito tempo que não me detinha com atenção a ler o Boletim Municipal. Hoje fi-lo por aquilo que escrevi aqui há dois dias atrás. Afirmei então que uma das particularidades em que os nossos dirigentes políticos eram parecidos aos nossos futebolistas era o facto de ambos serem vaidosos e exibicionistas. Lembrei-me do que tinha escrito e fui contar quantas fotografias do nosso presidente apareciam no referido boletim. Pois bem, em 56 páginas a fotografia do presidente aparece 41 vezes. É obra! Já estive de férias em vários países do 3º mundo. Pobres e atrasados. Mas uma coisa tinham em comum entre eles e entre eles e Elvas: o culto da imagem dos seus amados presidentes. Por lá havia quase uma foto por poste de iluminação. Por cá já faltou mais.

Outra coisa que me chamou à atenção no dito boletim, foi a moção aprovada pelo executivo camarário sobre a classificação das urgências hospitalares na nossa cidade. Antes desta ver a luz do dia já havia um movimento em Elvas no mesmo sentido, que bastantes críticas sofreu, ao ponto de ter sido editado um boletim especial, onde se desmentia aquilo que depois foi objecto da moção camarária.

Afinal em que é que ficamos: é o não verdade aquilo que nós aqui afirmávamos? Se era mentira, então qual a necessidade da aprovação da dita moção? Se era verdade, então porque foi editado o tal boletim especial? Coisas de políticos.

 

Nota – Estou a referir-me ao Boletim Municipal que ainda não chegou às mãos dos elvenses.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 00:28
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Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

EDP

Não haja dúvida que estamos a viver num país de vigaristas e numa ditadura dos grandes sobre os pequenos.

Atente-se à notícia do DN:

 

“Até agora, EDP tinha de assumir a totalidade dos custos com as dívidas incobráveis. A situação vai mudar a partir de 2009. Os consumidores vão partilhar este risco com a eléctrica. Em causa estão valores entre 0,2% a 0,3% da facturação total. Em 2007, foram 12,5 milhões de euros. Em 2009, a EDP vai partilhar os custos com consumidores”

 Mas afinal em que país vivemos? Mas que raio de governo este que nos governa e que permite tal escândalo?

 

Na loja do senhor Zé há uma lista de caloteiros. Como o nosso homem não consegue que estes lhe paguem as dívidas, resolve taxar os clientes cumpridores para compensar o que lhe devem.

 

Se tal acontecesse, o que tínhamos que fazer era deixarmos de ser clientes do senhor Zé.

E como podemos nós actuar em relação à EDP? Mudamos para que fornecedor?

Sei que o que a EDP nos vai cobrar a mais é uma importância ridícula, mas não deixa de ser imoral e um roubo. Pior, abre um precedente para que outros façam o mesmo. Resumindo, estamos tramados com esta quadrilha de bandidos.

Ai António, António ….

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 00:56
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Domingo, 15 de Junho de 2008

Portugal-Suiça vs Elvas

Aparentemente uma coisa não tem a ver com a outra, mas vou tentar demonstrar o contrário.

 

1-      Todos nós assistimos ao jogo que a nossa selecção fez hoje com a sua congénere Suiça. Perdemos e perdemos muito bem. Sem me querer armar em treinador de bancada, quais foram as causas:

1.1-            Individualismo em excesso;

1.2-            Falta de colectivismo;

1.3-            Necessidade de cada um se exibir para demonstrar que é melhor do que o seu homólogo das primeiras escolhas;

1.4-            Excesso de confiança;

1.5-            Desprezo pelo adversário;

1.6-            Arrogância e displicência.

 

2-      Todos nós assistimos diariamente ao que se passa na nossa cidade, ao comportamento cívico dos nossos concidadãos, ao comportamento das autoridades e ao modo de reagir dos que se lhes opõem. Analisemos as causas:

2.1- Individualismo dos nossos políticos, que se comportam como se todos os outros fossem atrasados mentais;

2.2- Falta de união entre todos os elvenses para tentar resolver os problemas mais graves;

2.3- Exibicionismo e vaidosismo dos nossos dirigentes;

2.4- Uma confiança desmesurada neles próprios como de deuses se tratassem e donos da verdade absoluta;

2.5- Desprezo pelas palavras e actos dos outros;

2.6- Arrogantes.

 

Teremos que concordar que o paralelo entre as duas situações é aceitável. Vamos agora esperar que o resultado não seja o mesmo.

 

Nota – Reparo que muitos dos “fregueses” deste blog pelo que dizem nos comentários que fazem, andam muito tranquilos e confiantes nos actos dos seus patrões. Só tenho pena que não dêem a cara, para um dia se a coisa correr para o torto, não lhes poder cobrar.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 00:22
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Sábado, 14 de Junho de 2008

Na picada até à UNESCO

Se há coisas neste momento gostaria muito de saber é em que ponto vai a nossa candidatura a Património da Humanidade da UNESCO, pois palpita-me que enquanto a nossa candidatura viaja por picada, outras há que viajam em auto-estrada.

Hoje quando vi o nosso PM oferecer 20 milhões de euros para que a candidatura de Coimbra avançasse, pensei cá para comigo: viajam de auto-estrada e ainda lhes pagam as portagens.

Como sempre, neste nosso país, há cidadãos de 1ª e de 2ª e por analogia candidaturas de 1ª e de 2ª. Infelizmente nisto, como em tudo, nós estamos sempre nestes últimos. Não vale a pena recordar os muitos e sobejamente conhecidos casos para não ficar, nem deixar ninguém mal disposto. Mas lá que começo a estar farto, lá isso é uma verdade. A Câmara Municipal de Elvas através da sua vereadora encarregada de gerir o dossier não deveria já ter prestado contas sobre o andamento do processo? Ou será que se está a esconder um segundo fracasso?

Nuca antes tinha referido isso aqui, mas hoje apetece-me dizê-lo. Conheço muitas das pessoas que compõem a comissão técnica encarregada de elaborar o dossier de candidatura. Reconheço que a maioria tem capacidade técnica e científica para o fazer. Mas também reconheço que para alguns, se um dia lá chegarmos, é como se tivessem dado uma facada neles próprios. Eu explico. Penso que alguns elementos e por inveja, têm “um pó” tão grande a Elvas que não sei se estarão a fazer tudo ao seu alcance. Isto não é uma acusação, como não podia deixar de ser, mas simplesmente um sentimento. Senhora Drª. Elsa Grilo: será que não podia satisfazer a minha curiosidade e de muitos dos elvenses? Ora bolas, se tem um boletim informativo inteiramente ao seu dispor, não poderia por lá uma informaçãozinha sobre o assunto? Ou será que tenho que me informar por vias menos ortodoxas?

Mais uma vez me parece (para não dizer que tenho a certeza) que as más notícias virão depois das eleições.

Se as ganharem novamente irão arranjar qualquer desculpa esfarrapada para o fracasso. Se as perderem a desculpa será porque não as ganharam.

Tal como ontem escrevi, ultimamente tenho andado com maus pressentimentos. Espero que não passe disso mesmo!

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 01:02
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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

O Hospital de Elvas

Hoje li uma coisa que me fez um pouco de confusão.

É uma norma nossa não comentar os blogues da cidade! Já são tão poucos que não vale a pena fazermos guerra uns aos outros, mas o post de hoje do Zé de Mello deixou-me bastante intrigado, ou então lá estou eu com a mania das teorias da conspiração.

 

1-      O Zé de Mello aderiu à campanha pelo hospital colocando no blogue o logótipo que o Cidad’Elvas concebeu. Até aqui nada de anormal, pois todos aderiram.

2-      O Zé que me desculpe, mas nunca vi nada escrito por ele que mostrasse verdadeiramente indignação pelo que estava a acontecer;

3-      O movimento arrancou com as duas petições: em papel e outra on-line. Penso nunca se ter referido a elas;

4-      O movimento obrigou a câmara a tomar a posição que todos nós sabemos e além disso teve que levar o assunto a reunião (mas pelos vistos toda a câmara estava tranquila e confiante que nada se iria passar de mau com o hospital)

5-      O processo não parou e finalmente na próxima 2ª feira, o dossier será entregue na Assembleia da Republica.

6-      As informações que vêm chegando do hospital não são nada animadoras, antes pelo contrário.

 

Agora gostava eu de saber o porquê do post do Zé de Mello. Será que só agora descobriu que a legislação existente nos “trama”? Só agora é que acordou para o assunto?

 

Não sei porquê, mas estou com um mau pressentimento.   

 

O governo quando quer lançar uma medida impopular, costuma com uma certa antecedência por o boato no ar para medir a reacção do povo.

 

Mais uma vez o Zé de Mello que me perdoe, mas não nos estará a preparar para o pior? Espero do fundo do coração que ele só agora tenha despertado para o assunto, mas infelizmente sou uma espécie de ave agoirenta que adivinha as coisas más.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 01:45
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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008

Futebol e emigrantes

Desde muito pequeno que me habituei a viajar pelo estrangeiro, porque os meus pais tinham o sonho de conhecer mundo. Das muitas histórias que poderia contar desde os meus treze anos, mesmo ainda muito jovem, as que hoje ainda lembro era a alegria dos emigrantes quando reparavam num carro de matrícula portuguesa. Era uma festa. Principalmente na França, Bélgica e Suiça, não passava um dia em que não se tinha que beber um copo com algum deles. Os olhos daquela gente brilhavam só pelo facto de poderem falar da sua terra com alguém. O pior mesmo, eram as despedidas onde as lágrimas estavam sempre presentes.

Já depois de adulto continuei a fazer o mesmo e lá fui “acarretando” também a minha família por terras distantes. O panorama era o mesmo. A alegria era a mesma. Algumas vezes tive que ir a casa de alguns e passar uns minutos de conversa para matarem as saudades do país. Recordo uma vez, em Genebra, um emigrante ter estado à espera do dono do carro português que estava estacionado (era o meu). Como me devo ter demorado mais do que aquilo que ele esperava, deixou-me um cartão no limpa pára-brisas com uma caixa de charutos. Tive pena de não lhe poder tido dado um abraço.

Hoje com o futebol, as reacções são as mesmas, mas num contexto é diferente. Diz-se que é fanatismo, que é alienação, que é sabe-se lá o quê. Eu cá entendo perfeitamente o fenómeno. É a saudade. É o desejo que o seu país se afirme. É a vontade que o seu país vença. E tudo isto para eles é mais uma motivação, um balão de oxigénio, para aguentarem mais uns tempos fora do seu país.

Eu passei dois anos fora de Portugal e sei do que falo: é o sol, é a comida, é o perfume, é o mar, é a família, são os amigos, são aqueles dias especiais, é o Natal, é o S. Mateus e tudo mais que fazem o nosso país.

Um grande abraço para todos os emigrantes e que continuem a festejar. De preferência até 29 deste mês.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 16:06
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Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

Ressaca

Hoje não estou psicologicamente em condições de escrever o que quer que seja. O sistema nervoso ainda não deu mostras de se acalmar, depois das emoções fortes do jogo da selecção em que despachámos mais uns. Venham lá então os suíços.

 

Queria no entanto fazer um comentário ao meu escrito de ontem. Fiquei impressionado com a “quantidade” de comentários que foram feitos. Demonstra mais uma vez aquilo que então dizia. Se fizer um escrito qualquer mais polémico aparecem logo os abutres de um lado e do outro da barricada e em bom português a destilar o seu veneno. Se o assunto é sério nem para cá se chegam. Ler ainda o fazem. Agora comentar …

 

Viva o futebol. Viva as novelas. Viva os pimbas. Viva a “coltura”

 

Jacinto César  

 


Tasca das amoreiras às 23:59
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