Elvas sempre em primeiro

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Terça-feira, 8 de Abril de 2008

Mais uma vez o centro histórico – Desafio

Nota introdutória

 

Não sei se já se aperceberam, mas um blog não é nem mais nem menos do que uma forma de manifestar opiniões e não propriamente um local onde se lava a roupa suja. Já devem também ter reparado que NUNCA aqui disse que era dono da razão. São as minhas opiniões e valem o que valem, ao contrário de alguns senhores comentaristas que se julgam donos da verdade. Não escrevo o que escrevo para travar algum combate político, ao contrário de outros que se servem para esse efeito, e com toda a legitimidade, diga-se. Outra coisa que nunca aqui foi feito foi recorrer à ofensa para fazer valer argumentos, coisa frequente entre aqueles que nos comentam. Mas podem continuar porque se alguém está à espera que desista de opinar, ou que censure algo, está redondamente enganado. Mas além das ofensas, o que mais me incomoda ainda é a impunidade do anonimato. Não vale a pena dizer que não é por medo porque é! Só não entendo o que lhes pode meter assim tanto receio de dar a cara. Ou será que sei? Eu continuo a ter aqui em casa uma espécie de Boletim Municipal, só que era dedicado ao apoio nas últimas eleições ao candidato Rondão de Almeida. Será que algum dos habituais comentadores que disparam em todas as direcções terá lá o seu nome ou mesmo a sua fotografia? O barrete deve servir para aí nalguma cabeça! Na minha não serve!

 

Muita tinta já correu sobre o tema, mas muita mais ainda vai correr.

Sempre que este tema vem à baila, a polémica estala. Não compreendo porquê. Não seria mais fácil as pessoas juntarem-se em volta de uma mesa e debater o assunto com tranquilidade e honestidade? Não teria mais lógica em conjunto diagnosticar a doença e procurar um remédio?

Tenho a noção do problema em que me vou meter, mas vou lançar aqui o repto. Marque-se um debate num qualquer local e vamos falar cara a cara e olhos nos olhos uns com os outros. Eu estou disposto a ir. Onde e quando quiserem. Deixo aqui o desafio. Quem estiver de acordo escreva-me para jacintocesar@sapo.pt e eu irei aqui dando notícias. Sempre quero ver os corajosos que irão dar a cara e manifestar as suas opiniões. Estou disposto a debater o assunto os dias que forem necessários. Quem estiver disposto que avance um passo.

 

Nota – Já aqui afirmei mais que uma vez que jamais tive ou tenho pretensões políticas. Não tenho complexos e como tal falo com toda a gente sem me preocupar qual a sua cor partidária. Talvez seja esse facto que faça com que não tenha medo de dar a cara.  

 

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 00:09
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Segunda-feira, 7 de Abril de 2008

Ainda Elvas e o centro histórico

Bem, visto o assunto ser polémico, vou voltar à “carga”. Voltemos atrás no tempo até à época próxima do 25 de Abril de 1974.

 

Factos: com a “invasão” dos espanhóis, o comércio de Elvas cresceu desmesuradamente. Em cada canto ou vão de escadas montava-se uma “tienda” de cacos e atoalhados. O dinheiro nascia e aparecia como cogumelos. Como todo o bom português, os “novos ricos” a primeira coisa que fizeram foi comprar uma vivenda “fora dos muros”. Os que não tinham comércios trataram de fazer negócio e venderam casas e garagens por toda a cidade para mais comércios e vieram embora também. Juntamente com os comerciantes apareceu outra classe com um poder de compra elevado e que eram os despachantes de alfândega. Estes fizeram exactamente o mesmo. Dinheiro significava melhor vida e mudar de casa. Para onde? Para os novos bairros.

 

Consequências: ainda durante este período florescente da economia, as casas do centro histórico começaram a ser abandonadas sistematicamente e a população a deslocar-se para fora da confusão diária que era o centro. Se já era difícil andar a pé, andar de carro era quase impossível, apesar dos espanhóis se terem habituado a deixar os carros fora.

 

Bem, penso que até aqui não há contestação.

 

Como em todas as histórias, passados uns anos as coisas começaram a complicar-se.

 

Factos: os espanhóis com a abertura das fronteiras deixaram progressivamente de vir às compras e o comércio começou definhar. Com a abertura das fronteiras, a outra classe profissional que ia mantendo a cidade em funcionamento foi extinta.

 

Consequências: a primeira foi o fecho progressivo dos comércios e o seu abandono. Foram ruas inteiras que ficaram ao abandono. A crise económica instalou-se em força.

 

E foi neste estado que se aproximou o século XXI.

 

Conclusão:

1-     O primeiro problema, foram os comerciantes. Não se modernizaram nem se tornaram atractivos. O comércio era “monocolor” e quando a coisa começou a correr para o torto, a crise afectou todos. Nada foi feito para alterar o rumo da situação.

2-     O número de comércios e residências devolutos aumentaram exponencialmente. Estes foram pura e simplesmente abandonados. A degradação aumentou a grande ritmo.

3-     Em consequência a população residente diminuiu drasticamente. A cidade tornou-se numa cidade fantasma e desoladora. Neste momento há serviços, pouco comércio (cada vez mais dominado por chineses) e a população pobre e envelhecida.

 

Quando no artigo anterior afirmei que a culpa era de todos os elvenses, penso que não andei muito longe da verdade, mas continuamos a atirar com as responsabilidades para outros. A facilidade com que nos vitimizamos é uma constante, mas não fazemos nada para alterar o rumo dos acontecimentos. Só tenho medo é que seja tarde o dia em que abrirmos os olhos.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 16:43
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Domingo, 6 de Abril de 2008

Elvas e o seu centro histórico

É com profunda tristeza que se verifica a desertificação do centro histórico da nossa cidade. Cada vez que tenho que me deslocar à noite ao referido centro o que se encontra são cães vadios, “pessoal da noite” e um ou outro transeunte que como eu e por qualquer motivo ali teve que se deslocar. Infelizmente esta é a realidade.

Este facto tem sido motivo de muita polémica e tem dado azo a muitas batalhas políticas, mas de concreto nada resolvem!

Eu pergunto: e será que se pode resolver?

E será que não somos todos nós elvenses os culpados de tal situação?

Vou tentar responder as estas questões, começando pela última.

Eu, tal como muitas centenas, senão milhares de pessoas, nasceram e viveram nas velhas ruas durante a sua infância. Todos nós sabemos que a população da cidade, mais mil, menos mil, tem-se mantido inalterável ao longo de muitas décadas. Ora se a população é a mesma como é que a cidade cresceu como cresceu a partir de meados da década de 50 do século XX? Para mim a explicação é muito simples: em cada casa do centro viviam pelo menos três gerações. Vivíamos nós, os nossos pais e os nossos avós. Só que as necessidades das pessoas com o evoluir dos tempos alteraram-se e começou a haver a tendência de se desfazer a família “à moda antiga”. Quem casava queria casa, como se costuma dizer. E assim apareceram as primeiras moradias no actual Bairro de Santa Luzia. Por volta do ano 1958 a antiga Caixa de Previdência proporcionou aos seus contribuintes e que tivessem pelo menos 2 filhos o aluguer de casas em 3 prédios na A, António Sardinha. Para aqui transitaram cerca de 40 famílias e respectivos rebentos nos quais me incluo. A partir daí foi uma sangria constante. Os bairros proliferaram e as novas casas cresciam como cogumelos.

Ora se a população era a mesma, alguma “coisa” tinha que ficar vazia, e o que ficou foram as casas do centro histórico.

Mas será que é pecado as pessoas aspirarem em ter uma casa melhor e maior e com espaço no exterior para criar os filhos de uma maneira diferente aos que foram criados como eu numa varanda antiga e sem poderem sair à rua? É óbvio que não.

Resumindo, todos quisemos usufruir de uma vida melhor e agora culpamos tudo e todos de a cidade estar morta, como se todos fossem culpados, menos nós. Portanto neste assunto não há inocentes.

Segunda questão: e como podemos nós resolver tal situação? Quanto a mim, não pode ser resolvida, como não foi resolvida em centenas de cidades do mesmo género em todo o mundo.

Tenho ouvido falar que a culpa é da falta de estacionamentos para automóveis. Outros que a solução estava em recuperar casas antigas. Pois é: e que é que quer ir para lá morar?

As pessoas vieram para os subúrbios, o comércio veio atrás delas. Os serviços também não quiseram ficar lá e vieram atrás dos clientes.

Que fazer então? Não sei! Só sei que quem arranjar uma solução para este fenómeno será sem dúvida homenageado em muitos países. Não é preciso andar muitos quilómetros para ver um fenómeno do género mas ainda mais dramático: Badajoz.

Uma coisa também é certa, os “artistas” que têm soluções para tudo fazem-me lembrar os treinadores de bancada no futebol. Falar, falam! Fazer …

 

Jacinto César     


Tasca das amoreiras às 01:34
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Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

Sem vergonha.

Por natureza e feitio sou contra o desporto nacional, que contrariamente ao que muitos pensam ser o futebol, é a má-língua. Mas há dias e dias e há pessoas e pessoas e há momentos em que para mim se torna impossível não dizer mal. Não é propriamente o dizer mal, mas sim o indignar-me.

Ouvi um senhor dizer o seguinte: “há uma campanha orquestrada contra a escola pública”! Mas não será que o dito senhor é um atrasado mental ou um mentecapto? Então não tem sido ele o maestro de uma orquestra que de há anos a esta parte não tem feito outra coisa senão interpretar “músicas” de escárnio e mal dizer sobre as escolas?

É preciso não ter vergonha de espécie alguma ao fazer afirmações como estas. Faz lembrar aqueles bombeiros despeitados que fazem o incêndio para depois o irem apagar. Isto é tocar as raias do intolerável. Eu já não digo para se demitir, digo antes que se cale de uma vez por todas porque como sofre de diarreia mental, o que diz cheira muito mal. Estou a referir-me a um senhor de seu nome Valter Lemos e que é sem se saber porque Secretário de Estado da Educação.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 01:48
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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

Ser Alentejano

Li há um dia ou dois num blog de alguém que presumo ser elvense (http://asdualidades.blogspot.com/) um post muito engraçado sobre o que é ser alentejano. Apesar de concordar com tudo o que ali foi dito, gostaria de acrescentar mais algumas coisas que determinam a nossa maneira de ser.

Uma das características que mais me preocupa nas gentes do Alentejo é a “mansidão”! Que quero eu dizer com isto? O alentejano é na generalidade pacífico e bem mandado e como tal, raramente toma iniciativa. Espera sempre que alguém avance. E porque é que as coisas se passam assim? Há quem diga que é do muito calor e que faz amolecer o corpo. Há outros que dizem que a nossa indolência provém da herança genética dos povos árabes que nos ocuparam durante 500 anos.

Eu por mim, não acredito em nenhuma das duas teorias. E em que acredito eu então?

Voltemos um pouco atrás na história. Quando no século XXII, D. Sancho II empurrou definitivamente os mouros para sul, quem é que ficou a dominar esta zona? Os fidalgos e nobres vindos do norte. Por aqui foi passando ao longo dos séculos, toda a gente que de alguma maneira nos dominou: foram os espanhóis, foram franceses e para expulsar estes dois vieram os ingleses. Nós, não passámos sempre de espectadores dominados de todos os acontecimentos. Chegou-se ao ponto de os nossos conterrâneos serem obrigados a dar alojamento e comida aos militares que aqui chegavam para as refregas que todos nós conhecemos ( o chamado aboletamento ). E nós aceitávamos tudo (leia-se obrigados a aceitar).

Como todos nós também sabemos, a actividade económica por excelência no Alentejo sempre foi a agricultura. E qual o regime? O latifúndio, pois claro. E mais uma vez o povo aceitou (?) sujeitar-se ao sistema. Mais uma vez tínhamos alguns a decidir por muitos.

Regressemos a um passado recente.

Já repararam que salvo honrosas excepções qualquer chefe ou director deste ou daquele organismo era sempre de fora? E que dizer dos presidentes da câmara? Sempre fomos mandados pelos de fora e a isso nos habituámos.

Dar um passo em frente? Não. Alguém há-de fazer algo por nós. Como se costuma dizer, o hábito não faz o monge. Aqui não se aplica o ditado. Habituámo-nos. Até quando?

 

Jacinto César   


Tasca das amoreiras às 22:53
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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Alberto João Jardim/Rondão de Almeida

Se nas questões da educação ando cada vez mais baralhado, em política então ando mesmo à nora.

Pelos meus conceitos de política, qualquer dos dois políticos acima citados são considerados “uns populistas”. Não sei bem se o termo é considerado “politicamente correcto”, mas que ganha eleições disso não tenho dúvidas.

Então não é que a 2ª figura do Estado vem agora fazer um elogio do primeiro, considerando que precisávamos de mais como ele? Mais Albertos Jardins?

Como em matemática se a=b e se b=c, logo a=c, temos que inferir que temos que ter mais como Rondão de Almeida. Certo?

Eu não sei bem se é a democracia que estando na falência faz com que as pessoas digam coisas destas e bem piores, ou então é o povo que anda mesmo a necessitar de uma mão de ferro para cuidar da causa comum. Se calhar e o mais certo, sou eu que não ando lá muito bem e vejo demasiados fantasmas.

Já agora tirem-me lá uma dúvida: o Dr. Oliveira Salazar não foi um grande democrata da nossa história?

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 22:34
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Terça-feira, 1 de Abril de 2008

Eu e os jovens

Já não sei quem disse que não há jovens maus. Eu acredito neste princípio. São os adultos que os fazem melhores ou piores. Eu falo por mim e com isto não quero vincular mais ninguém: lido com jovens há 35 anos e nunca tive problemas com eles. Três desses anos foram passados em situação difícil. Foram na tropa, dois dos quais em situação de guerra. Depois foram (são) 32 de ensino.

Para dizer a verdade eu como adolescente não fui melhor dos de hoje: antes pelo contrário. Aqueles que estão a ler estas linhas, se quiserem por a mão na consciência, dirão qualquer coisa parecida. Pensem no que fizeram e logo verão que não foram muito melhores e nalguns aspectos ainda piores.

Então onde está a diferença que tanto se apregoa?

Demos um exemplo muito simples:

1-      Fazia uma qualquer patifaria na escola.

2-      Se fosse apanhado era castigado

3-      Se os meus pais não chegassem a saber (o que era difícil), tudo terminava por aí e voltava ao ponto 1.

4-      Se os meus pais soubessem, o “caldo ficava entornado”. A minha mãe “chegava-me a roupa ao pelo. O meu pai nunca me bateu. No entanto tinha mais medo das consequências vindas do lado paterno. Não havia dinheiro, não havia saídas à noite, não havia fins-de-semana, etc, etc. A minha mãe dava-me uns “tabefes” e morria tudo por ali.

5-      Quando tudo estava esquecido, voltava tudo ao ponto 1. Acreditem que não fui menino de coro.

 

E hoje?

 

1-      Um rapaz faz uma asneira.

2-      Se for apanhado é castigado.

3-      Se os pais não souberem, volta tudo ao ponto 1.

4-      Se os pais souberem … bem, agora aqui é que está a diferença. A primeira reacção dos “papás” é que o filho é um santo e incapaz de fazer mal algum. A culpa foi de certeza de outro. Se os pais acreditarem na asneira do filho, para não lhes darem cabo do sossego do lar, todo continua na mesma. Castigos nem pensar. Dar um estalo na criancinha é anti pedagógico.

5-      Mesmo sem tudo estar esquecido, volta tudo ao ponto 1.

 

Afinal onde está a diferença? Só nos papás das criancinhas e da sociedade em que vivemos.

Rapazes maus, somos nós que os fazemos!

 

Jacinto César  


Tasca das amoreiras às 23:10
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