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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

Demita-se Senhor Ministro

Após o post que ontem aqui deixámos, ouvimos o Senhor Ministro Mário Lino em directo na Antena 1, tentando justificar o injustificável (agarrando-se desesperadamente ao “tacho”). Então não é que o Senhor Ministro, na altura do famoso “Jamais” (leia-se em Francês), dito sobre o ainda mais famoso “deserto”, não sabia da possibilidade de haver outras soluções para além da Ota e do Poceirão , porque “ninguém lhe tinha apresentado nenhuma outra solução”!...
Pensávamos, na nossa humilde ignorância, que um qualquer Ministro antes de tomar uma qualquer decisão, e assumir a sua defesa tão radical, devia promover o estudo de todas as alternativas possíveis, e munir-se de todos os elementos que garantam, com uma margem de confiança aceitável, que a decisão tomada é a melhor para o País. Ouvidas as declarações do Senhor Ministro, temos que concluir que as coisas se passam de forma diferente.
A saber:
-         Um Ministro “olha” para uma solução, e decide que a mesma é boa
-         Assume-a, como se se tratasse da única solução possível, e se só “um milagre” pudesse trazer outra solução melhor.
-         Defende-a com todos os argumentos alguns bastante caricatos, (deserto, condição de Eng., ...) e com toda a arrogância que caracteriza os políticos no exercício do poder (Jamais).
-         Após receber um estudo com uma solução alternativa começa por desvalorizar, respondendo inclusivamente quando questionado a seu respeito, que ainda não leu, que dará uma vista de olhos, que o Ministério recebe muitos estudos que não tem tempo de os ler todos.
-         A oposição faz pressão, o Senhor Presidente da República apela a um consenso em volta deste assunto, baseado numa análise custo benefício.
-         Encomenda-se o estudo comparativo ao LENEC e dá-se o “milagre”, afinal a solução alternativa é melhor que a inicial!...
Pergunta-se:
-         E se na próxima decisão importante que este Ministro tenha que tomar (por exemplo a propósito do TGV) não lhe for apresentado nenhum estudo alternativo?
-         E se, apesar de o estudo aparecer, não tendo tempo paro o ler, o Ministro não fica convencido com a vista de olhos que lhe dá?
-         E se a pressão da oposição, ou o apelo do Senhor Presidente da República não forem tão fortes?
-         E finalmente se não houver “milagre”?
 
Como poderão os Portugueses confiar que a solução adoptada é a melhor, e não apenas a primeira que apareceu, e só foi tomada porque ninguém apresentou uma alternativa?...
Quem poderá voltar a confiar nas decisões de um Ministro que, em vez de promover a procura da melhor solução, se agarra a uma e apenas a muito custo a abandona, se alguém lhe apresentar outra e provar sem margem para dúvida que é melhor?...
Demita-se Senhor Ministro. Já ninguém confia em sí!...
 

António Venâncio


Tasca das amoreiras às 13:17
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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008

Do Camelo ao Sapo

Depois de ter decidido que a Ota era a localização Óptima para a construção do novo aeroporto de Lisboa, o Ministro Mário Lino, defendeu esta opção em todos os fóruns, chegando a argumentar com a sua condição de “Engenheiro Civil, inscrito na Ordem dos Engenheiros” http://www.youtube.com/watch?v=XOc_a87OTWI. Certo dia, no decurso dessa sua campanha deslocava-se à margem sul quando, sobre as areias a descoberto na maré vazia do Sapal de Corroios, vislumbrou um animal. Nunca saberemos porquê, apenas podemos garantir que nesse dia não esteve a beber por aqui, porque a Tas ca ainda não tinha aberto, julgou que o animal em causa era um “Camelo”, e que a areia onde o mesmo se encontrava eram as “dunas” de um deserto.  De imediato incluiu essa conclusão na sua argumentação. No discurso que se seguiu, desferiu um ataque feroz  à hipótese de o aeroporto ser construído na margem sul, alegando  tratar-se de uma localização sem gente, sem tráfego, sem cidades, sem hotéis, sem hospitais, sem actividades económica em suma um deserto. Que a ser construído a Sul do Tejo se trataria de uma obra faraónica (nova alusão ao deserto lembrando as Pirâmides aí construídas pelos Faraós). E concluía que construir um aeroporto na margem sul “JAMAIS” (Leia-se em Francês) 

Pouco tempo decorrido apareceu um primeiro estudo,  realizado por duas Universidades e financiado pela “Sociedade Civil” que levantava a dúvida se realmente se trataria de um “deserto” e se não seria melhor solução que a tal Ota a solução Óptima.

Mas o Sr. Ministro não se deixava convencer, afinal sempre ele sempre tinha visto “as dunas”  e o “Camelo”.

Decorreram os meses, e outros Engenheiros, inseridos num dos organismos de investigação mais respeitados do nosso país o LENEC, entregaram o estudo sobre as várias localizações possíveis do referido aeroporto e, surpresa das surpresa:

- Não é que as “dunas” não eram “dunas”, o “Camelo” não era “Camelo” e a localização era mesmo uma boa opção para o aeroporto, batendo aos pontos Ota!...

Neste dia 10 de Janeiro de 2008, assistimos ao triste espectáculo  de ver o “Senhor  Engenheiro Civil,  não inscrito na Ordem dos Engenheiros” informar em directo na televisão, ao lado do “Senhor Engenheiro Civil, inscrito na Ordem dos Engenheiros” que afinal a Ota não era a solução Óptima, e o “deserto” não era “deserto”.

O Senhor Ministro ainda não está em si:

-         Então as “dunas”?

-          As dunas, Senhor Ministro, não existem!... O que viu foram apenas as areias do Sapal de Corroios.

-          E o “Camelo”, senhores, o “Camelo”?

-          Quanto a isso Senhor Ministro, após aturada investigação, estamos hoje em condições de afirmar, e o Senhor Ministro terá que reconhecer, que o animal em questão não era um Camelo mas sim um Bufo Marinus mais conhecido por Sapo-Cururu-Grande?

-          Sapo-Cururu-Grande? Sim reconheço. Mas...mas...até que ponto é grande?...

-          Chega a ter 25 cm Senhor Ministro.

-          Então...então...vai ser muito difícil de engolir!...

 

António Venâncio

 


Tasca das amoreiras às 21:39
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O SNS e as taxas moderadoras

Como é habitual nesta época do ano tudo sobe de preço e é também habitual que estes subam sempre acima da inflação prevista. É um mal crónico.

As taxas moderadoras do Serviço Nacional de Saúde não fugiram à regra e também subiram.

Mas vamos lá ver se eu entendo o que é isto de taxa moderadora. Para mim é uma taxa para travar ou moderar o consumo de qualquer coisa. Um exemplo: taxa moderadora no tabaco. Compreendia, pois a medida seria destinada a moderar o seu consumo. Podemos dizer que os pobres é que ficavam pior, mas ficavam melhor de saúde. Os ricos que apanhassem o cancro nos pulmões. Outro exemplo: taxa moderadora nas bebidas alcoólicas. Também compreendia, mesmo que os pobres tivessem que deixar de beber. Mas as cirroses que as apanhassem os ricos pois tinham dinheiro para as curar.

 

Agora taxas moderadoras de saúde? Se esta fosse aplicada única e exclusivamente quando a pessoa se dirigisse a uma urgência hospitalar, até poderia entender, pois evitava que se recorresse a essa mesma urgência por dá cá aquela palha! Compreendo, mas só que as coisas não são assim.

Vejamos um exemplo:

1-     Uma pessoa recorre às urgências. Paga a taxa.

2-     O médico acha que tem que fazer umas análises. Paga taxa.

3-     Para ter um diagnóstico mais preciso manda fazer um RX. Paga taxa.

4-     Se ainda lhe restam algumas dúvidas manda o doente fazer um TAC ou uma ressonância magnética. Paga taxa.

5-     O diagnóstico está feito e o doente tem que ser internado. Paga taxa diária.

6-     Para azar do doente tem que ser operado. Paga taxa.

 

A partir do nº 2, a taxa serve para moderar o quê?

1- Tudo o que se fez do nº 2 para baixo não depende da vontade do doente.

2- Os critérios são sempre os dos médicos e não os dos doentes.

3- Conclui-se então que a taxa serve para moderar os actos médicos.

4- Mas quem paga essa moderação é o doente.

 

Caso extremo e anedótico: o doente depois de passar pelo ponto nº 1 diz ao médico que já só tem X euros no bolso e como tal tem que se refrear nos tratamentos. Aqui as alternativas são a falência ou a morte.

 

No que a mim diz respeito, tenho lá em casa duas ou três contas para pagar. Mas sabem uma coisa? Recuso-me a pagá-las. Não pela importância, mas pelo princípio. NÃO PAGO!

 

Eu continuo muito confuso com os debates na sociedade portuguesa. Tudo serve para se discutir. Mas lá no fundo, o que é importante não se fala, não se protesta e não se luta para que tais coisas não aconteçam. O cidadão português parece que anda anestesiado. Será por isso que a água cheira mal?

 

Jacinto César   


Tasca das amoreiras às 16:36
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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

A consumação

Tal como estava previsto o assalto ao poder foi consumado.

Um dos investidores que poderia eventualmente servir de fiel da balança acabou por sucumbir.

Quem foi? Teixeira Duarte!

E sabem quem é? Precisamente um dos beneficiários do empréstimo dos 500 milhões.

E que ganhou em retirar o apoio a Miguel Cadilhe e dá-lo a Santos Ferreira? Ficar do lado do poder e beneficiar dos compadrios com a construção civil e principalmente das OBRAS PÚBLICAS.

Com a construção do novo aeroporto, alguém quer apostar que a Teixeira Duarte estará metida no consórcio que vier a ganhar o concurso?

Esperemos para ver.

Mais um caso encerrado.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 15:32
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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008

A Grande farra

Poder-me-ão chamar aborrecido ou até fundamentalista, mas perante a situação não me posso calar. Refiro-me em concreto ao Millenium BCP. A promiscuidade entre este, a Caixa Geral de Depósitos e o Banco de Portugal é escandalosa. É um assalto ao poder, descarado e sem vergonha, do aparelho socialista ao controlo do maior banco privado de Portugal. Mas não só!

Mas voltemos atrás no tempo. Tudo começa com a compra por parte do BCP do ex Banco Pinto e Sotto Mayor. Para que tal operação se realizasse era necessário proceder a um aumento de capital. Claro está que este se processou da maneira mais ilegal que podiam encontrar: há que criar umas empresas fantasmas num paraíso fiscal e transferir para lá capital. De seguida são estas próprias empresas que vão comprar acções do próprio banco. Uma pescadinha de rabo na boca. Sem menos. O que causa estranheza é o facto de o Banco de Portugal e o seu presidente não terem dado por nada. Pior ainda, foi o facto de o actual ministro das finanças que quando ocorreram os factos era Secretário de Estado das Finanças. E também não deu por nada e agora lava as mãos. Mas à frente. Depois foram os escândalos que todos nós conhecemos com o célebre crédito mal parado. Uma aberração! A partir daqui, então valeu tudo. Pareciam vampiros a atacar uma qualquer vítima: todos ao poder e à molhada. Com o beneplácito do Governo, a CGD permite que o seu presidente se demita para ir ocupar o mesmo cargo na concorrência. Mas então isto não é de loucos? Mas à frente. Este joguinho convinha a muita gente e principalmente à gente influente do Partido Socialista. E como favores se pagam com favores, a CGD faz um empréstimo de 500 milhões de euros a uns amigalhaços (Jo Berardo incluído) para poderem aumentar as suas participações no BCP e assim aumentar o controlo sobre o banco. “Arre porra que é demais!” E qual é a posição do BP e seu presidente? Não sabemos e se calhar nunca o viremos a saber. E qual a posição da CMVM? São como os macacos: são cegos, surdos e mudos!

E qual é a nossa (de cidadãos) situação? Ver e calar e suportar toda esta escandaleira. Gostava que alguém me explicasse qual é a moral de um Dr. Victor Constâncio quando fala do endividamento excessivo dos portugueses. Por favor façam-me um desenho para entender melhor!

Eu cá por mim e se isto se tivesse passado noutro país qualquer, já tinha havido uma corrida ao banco, este estaria na falência e os seus dirigentes estariam a ver o sol aos quadradinhos. Mas qual quê, continuamos a ser um país de brandos costumes, em que o salve-se quem puder ainda é o que vai prevalecendo. Deus tenha piedade de nós, porque não passamos de um povo que “ladramos” muito mas nada fazemos. Parafraseado o Almirante Pinheiro de Azevedo: “ É só fumaça, é só fumaça”.

 

Jacinto César  

    

Aditamento

 

Em relação ao que ontem escrevi, reparei que houve pormenores que esclareci mal, um dos quais o empréstimo dos 500 milhões de euros a alguns “amigalhaços”. Estes, entre outros de menor importância, são Joe Berardo, Moniz da Maia, Goes Ferreira e Teixeira Duarte que como não podia deixar de ser apoiam a lista encabeçada por Santos Ferreira e Armando Vara á direcção do banco. Mas o mais estranho disto tudo é o facto de os referidos “senhores” terem dado como garantia do empréstimo à Caixa Geral de Depósitos as próprias acções que compraram com o referido empréstimo. Será que se eu quisesse fazer uma operação parecida a CGD me faria o favor?

 

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Tasca das amoreiras às 00:08
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

Bota abaixo

Proposta Nº1

 

Proponho que o Palácio de S. Bento, que é a residência oficial do 1º Ministro se passe a chamar Palácio do Bento (pode ser o antigo guarda redes do Benfica, ou o actual treinador do Sporting).

 

Proposta Nº2

 

Proponho que o Hospital de Santa Maria se passe a chamar Hospital da Maria (homenagem a todas as emigrantes portuguesas em França que se chamavam sempre Maria).

 

Proposta Nº3

Proponho que a Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz se passe a chamar Escola Secundária da Isabel (em homenagem a uma Isabel qualquer)

 

Mas será que este (des)governo está a ficar paranóico ou está a atirar-nos com areia aos olhos? As ideias polémicas estão a sucederem-se umas atrás das outras. Desconfio que é para nos manter entretidos. Agora esta de retirar o nome de santos ás escolas é que não lembra nem ao diabo.

Todos sabemos que a constituição portuguesa diz que Portugal é uma República laica. Mas daí a acabar com tudo o que tenha nome de santo…

E se depois se lembrarem de acabar com todos os nomes ligados à monarquia? Afinal até somos uma república!

Assim sendo, como a classe dominante neste nosso país é da Maçonaria, retiro as propostas anteriores e proponho as seguintes:

 

1-      Palácio de S. Bento para Palácio Mário Soares;

2-      Hospital de S. Maria para Hospital Maria Barroso;

3-      Hospital de Todos os Santos para Hospital de Todos os Republicanos

4-      Hospital de Santa Luzia para Hospital Rondão de Almeida (também merece, não?).

 

O país está a ficar “grosso”!

 

Jacinto César

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Tasca das amoreiras às 00:03
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Domingo, 6 de Janeiro de 2008

Lisboa - Dakar 2008

COBARDES!

Não, não são os terroristas da Al-Qaida (que também o são). Somos todos nós!

E se antes de começar o Campeonato da Europa de 2008 na Suiça e na Áustria, o grupo extremista fizer ameaças? Cancela-se?

E se antes de os Jogos Olímpicos de Pequim houver ameaças? Anulam-se?

Os franceses já por mais de uma vez tinham dado mostras de alguma cobardia, (lembram-se daquele triste episódio no Congo em que alguns dos seus soldados se renderam?) mas agora isto, é demais. Abriu-se um precedente gravíssimo. As coisas jamais irão ser iguais. Em gíria, isto é baixar as calças, perante um grupo de terroristas. Há uns anos atrás, 56 turistas americanos foram massacrados no Egipto. Um ano depois eu estava no mesmo sítio com os meus companheiros de passeio. Heróis? Não. Há dois anos atrás, o porto de Akaba na Jordânia foi atacado com mísseis. Dois meses depois lá estávamos nós. Heróis? Não.

Uma coisa é certa, não nos podemos render ao fundamentalismo sob pena de qualquer dia não podermos sair de casa. Temos que perder o medo e enfrentá-los. Não enfrentamos nós todos os dias a “guerra” nas nossas estradas? E é por isso que deixamos de andar de automóvel? Não! Não cai de quando em vez um avião com duas centenas de pessoas e que morrem todas? E nós deixamos de andar neles? Não!

Não me sai da cabeça aquele concorrente, penso que lituano, que levou anos a preparar-se para a prova. Gastou o que tinha e não tinha para cumprir um sonho e de um momento para outro um senhor francês resolveu acabar com ele. E o de muitos mais. COBARDE!

Já por mais de uma vez aqui me atirei a atitudes tomadas pelos britânicos, mas justiça lhes seja feita. Com eles as coisas não seriam assim, pois não vergam!

Enfrentemos “o bicho” sem medo, pois morrer é o que temos de mais certo na vida, mas enquanto por cá andarmos, vivamos com dignidade!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 19:11
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Sábado, 5 de Janeiro de 2008

O Top das bebedeiras na TASCA - 4

O treinador

Artur Jorge foi sem dúvida um grande jogador, mas desde que se meteu a treinar clubes, tem apanhado grandes borracheiras. O auge foi a derrocada do Benfica (para gáudio da concorrência). Actualmente está como treinador da selecção do Irão. Quando o conhecerem melhor “irão” dar conta de quem contrataram. Ou será que é um infiltrado da CIA? Um homem com os copos é capaz de tudo.

 

 

 

 

O cromo

Joe Berardo foi sem dúvida o cromo do ano aqui na Tasca. Apanhou aqui grandes cardinas. Perde a fala com demasiada frequência, mas quando põe a boca no trombone o melhor é fugirem. Que o diga outro dos premiados. Diz que paga copos a toda a gente, mas quando chega a hora fecha a mão. Numa das grandes bebedeiras até quis comprar o Forte da Graça (ou foi alguém que lhe o quis vender?). Mesmo no estado calamitoso em que por vezes se encontra, gosta muito de botar discurso na TV.

 

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 00:01
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Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008

O Top das bebedeiras na TASCA - 3

O blog

Aqui a rifa esteve quase a sair à casa, mas o ilustre advogado José Maria Martins num último folgo acabou por apanhar a maior bebedeira do ano. Coitado, devido ao seu estado disparou em todas as direcções e até conseguiu acertar nele próprio. O grande problema dele é que quando está com os copos não poupa ninguém e as grandes vítimas são os homossexuais e os espanhóis. E o que ele gosta de vaginas, o grande machão! Na ressaca é um pouco mais tratável, mas não perde o aspecto de ébrio. Um prémio justo!(http://josemariamartins.blogspot.com/)

 

 

 

O elvense

Até à hora de fecho das urnas a votação estava equilibrada entre Rondão de Almeida (no poder) e Tiago Abreu (rosto da oposição). É certo que ambos se fartaram de beber! Mas não é que nenhum dos dois deu parte de fraco? Beberam de tudo, foram tropeçando mas não caíram. Parecem daqueles bonecos sempre-em-pé. Outros elvenses apanharam as suas “cardinas”, mas beberam muito pouco. Coitados são fraquinhos de fígado. Perante o impasse, resolvemos dar o prémio aos dois.

Nota: Como não encontrei fotografias de um dos vencedores, optei por não colocar nenhuma!

Jacinto César  

 


Tasca das amoreiras às 00:00
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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008

O Top das bebedeiras na TASCA - 2

A instituição

A ASAE apanhou um grande pifo em 2007 e a ressaca irá passar para 2008. Começou a beber pouco a pouco, mas com o passar do tempo, foi bebendo cada vez mais. Chegou ao ponto de já só beber acompanhado com polícias com colete à prova de bala e encapuçados. Mas mesmo neste estado insiste em aparecer quase todos os dias na televisão. E agora até de charuto nos queixos.

 

 

 

 

O gestor

Jorge Jardim Gonçalves foi sem margem de dúvidas o gestor que maior borracheira apanhou, ao ponto de até emprestar dinheiro sem saber a quem nem porquê. Tive pena de não ter estado presente nesses dias, pois podia-me ter tocado algum. Grande samaritano quando está com os copos.

 

 

Jacinto César

 

 


Tasca das amoreiras às 00:00
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