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Sábado, 26 de Dezembro de 2009

Faz já um par de anos, tantos que já nem recordo, que tive a felicidade (ou infelicidade) de ir à Roménia. Foram dias inesquecíveis para mim, não que alguém me tivesse feito mal, mas pelo facto de nunca na minha vida ter visto tanta gente de cabeça virada para o chão, não sei por tristeza se por vergonha da sua condição de vida. Para mim eram as duas coisas.
Fez ontem 20 anos que os romenos se viram livres de um dos últimos (?) ditadores da Europa de Leste.
Sou contra a pena de morte em quaisquer circunstâncias e muito menos o ser-se linchado sem julgamento. Mas foi assim que os romenos resolveram a situação insustentável em que viviam. Vivendo nós num país pobre, poucos saberão o que é na verdade ser pobre como eu vi ser-se pobre. Da melhor ou da pior maneira viram-se livres de Nicolae Ceausescu e da sua querida esposa Elena. Formavam um rico par.
Sei que cada povo tem o governo (ou ditador) que merece. Mas também é verdade que um dia ficam fartos e a coisa acaba mal. Infelizmente é assim que acabam a maioria!
Jacinto César
De MF a 26 de Dezembro de 2009 às 12:34
Tradução deste texto:
Assassinem o Sócrates!
As pessoas gostam do primeiro ministro? Não interessa.
As pessoas votaram nele? Não interessa.
O senhor professor não gosta dele, portanto mate-se.
Ah como é bom ver este espírito democrático num professor... fica sempre bem a um tutor apelar à morte de alguém.
Caro amigo MF
O meu amigo ainda deve estar de ressaca do que bebeu a mais ontem. Nem vale a pena dizer mais.
Jacinto César
De Anónimo a 26 de Dezembro de 2009 às 15:04
O dia 25 de Dezembro tinha acabado há menos de 3 horas e já o prof. César voltava ás suas...
De Anónimo a 26 de Dezembro de 2009 às 15:06
"Infelizmente é assim que acabam a maioria!"
Devria ter escrito:
"Infelizmente, é assim que acaba a maioria!"
Mas não seria pedir muito ao autor de tantos erros de palmatória?...
De Anónimo a 26 de Dezembro de 2009 às 15:10
"Deveria" em vez de "devria".
Desculpa pelo lapso.
De JB a 26 de Dezembro de 2009 às 15:34
Senhor Professor Jacinto César:
O Senhor escreveu há uma semana - "3º caso
Bem,
este caso, o melhor é não o contar, já que não aconteceu mas que
gostava que acontecesse. A vítima, presumo que saibam quem era. O herói
poderia ser um qualquer. Haja justiça!"
... e o Papa foi agredido...
Agora já tem um herói, ou melhor uma cidadã suíça de seu nome Susana...
Se se volta a enganar de maneira tão rotunda, ainda acabamos com o JARA
"linchado sem julgamento" Pelo menos desta vez acerta na condição do visado - DITADOR...
De Egas a 26 de Dezembro de 2009 às 18:29
Ora aqui etá um comentário na linha do habitual, sem pés nem cabeça. Anda a martelar no post passado e em tentar falar sempre no possivel visado no dito post, agora até fala na agressora do Papa,(heroina só para um tresloucado como ela) e nessa cabeça deve haver algum desarranjo para mais de 1000 contos na moeda antiga.
Caros comentadores
Há por aqui muita mente retorcida. Aquilo que muitos gostavam de dizer, põem na minha boca com um desplante de bradar aos céus. Nem a introdução serviu para nada.
Para o meu grande admirador em questões de português, a sua gralha está desculpada. Nem outra coisa seria de esperar daquele que atenta todos os dias contra a língua mãe.
Jacinto César
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