Há muito tempo atrás ouvi alguém que não recordo, dizer que algumas palavras não deviam existir no dicionário, entre as quais LIBERDADE, já que se de facto ela não existisse era sinal que ela efectivamente existia em toda a sua plenitude.
Há por vezes quem faça uso dessa palavra de uma forma leviana. Outros há, que confundem liberdade com libertinagem.
Isto vem a propósito dos dois textos que publiquei nestes últimos dias a propósito da minha não concordância com o denominado “casamento” entre seres do mesmo sexo e contra a adopção de crianças por este tipo de “casamento”.
Recebi com agrado a opinião do “camarada” Luís Pedras e da forma cordata com que escreveu. No entanto não posso estar mais em desacordo com as suas convicções e a sua noção de liberdade. Esta não pode ser evocada conforme as conveniências do momento. Se é verdade que apresentei argumentos que podem ser considerados extremistas e de terem chocado algumas pessoas, não é menos verdade que tanto o “incesto” como a “poligamia” são opções individuais e que envolvem a liberdade de cada um. Isto não significa que esteja de acordo com tal, antes pelo contrário, mas estou a usar os mesmos argumentos que os “camaradas” da esquerda usam no caso do “casamento”.
É caso para dizer que ou há liberdade para todos ou então algo está mal neste reino à beira mar plantado.
Por outro lado há uma coisa que não entendo nas posições do BE. Todos nós nos recordamos do barulho que fizeram em relação ao não ter sido referendado o Tratado de Lisboa. Aqui eram a favor do referendo. Sobre este tema são contra. Dois pesos e duas medidas para um partido que se diz coerente. Caro Luís Pedras explique lá melhor essas incoerências já que se julga ter um comportamento assertivo, não se pode dar ao luxo de atentar contra as liberdades dos outros.
Jacinto César
De Anónimo a 27 de Outubro de 2009 às 17:25
Uma enorme demonstração de liberdade colectiva foi dada pelo povo do concelho de Elvas, no passado dia 11: um "Não!", com toda a convicção e força, a Dores, Cabaceira, Abreu e Vieira.
De Anónimo a 27 de Outubro de 2009 às 17:34
Acabe com essa lenga-lenga,porra.
Não sabe pensar e dizer outras coisas?
Que mente brilhante a sua !...
Se está capado aconselho-o a condenar quem o capou.
Tenho dito.
Um elvense farto de mentecaptos.
De Anónimo a 28 de Outubro de 2009 às 09:13
E eu a pensar que lenga-lenga foram mais de dois anos, mais 24 meses, mais de 730 dias a escrever contra Rondão, numa perseguição pessoal e intensa.
Recordar os resultados gloriosos (6-1 é glorioso, não sei se está a perceber...) de 11 de Outubro é uma necessidade diária; por muito tempo. Se calhar outros dois anos, outros 24 meses, outros 730 dias.
Aguenta-te ao bife!
Só uma nota final: acho que "capado" não é comigo; ainda ontem funcionei bem. Será que podes dizer o mesmo?...
De
ANONIMO a 27 de Outubro de 2009 às 20:09
Olha olha ó Nozes és do pior .
Caro Luís Pedras explique lá melhor essas incoerências .Para onde queres arrastar o Pedras; tem vergonha tu não vez que que o homem não vem para a mer... de blogs a lavar roupa suja como os paus mandados do Rondão e do teu amigo Tiago Abreu.
Tem juízo que já tens idade para isso ó César vai postando no teu blog para essa cambada de paus mandados que estão a navegar na net nas horas de serviço com o dinheiro dos munícipes e o chefe sabe mas não ralha com eles porque sabe que aqui o estão a defender como os cães defendem o dono.
De Anónimo a 28 de Outubro de 2009 às 11:32
O comentador anterior é educado.
Muitos parabéns!
Experimente a aplicar a sua linguagem à família: pais, irmãos, filhos. Gostaria?...
Ah, pois é!
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José Sócrates entregou o novo Executivo a Cavaco. Vieira da Silva ganha peso político na Economia, levando consigo a gestão dos fundos da UE. Mas o Governo é de diálogo, fazendo cair os seis ministros mais contestados. Agora, é tempo de preparar medidas: a primeira será o casamento 'gay'.
O Governo está feito e José Sócrates prepara os próximos passos. Num executivo que dará prioridade à economia e ao reforço do controlo dos milhões da UE, a prioridade passa a ser o programa de Governo e a agenda legislativa de curto-prazo. Uma das primeiras medidas, sabe o DN, será a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
A lei avançará no Parlamento assim que o Governo estiver completo e com o previsível apoio dos partidos à esquerda (Bloco e PCP). Em suspenso, pelo contrário, fica a regionalização - à espera de um consenso político que ninguém garante que chegue a tempo.
Quanto ao novo Governo, resume-se assim: oito ministros novos; oito ministros reconduzidos (embora com algumas trocas de pastas); e uma única mudança orgânica de peso: a gestão dos milhões da União Europeia vai ser transferida do ministério do Ambiente para o da Economia. E nesta pasta foi colocado um peso-pesado da entourage que mais directamente colabora com José Sócrates na condução do PS e do Governo: Vieira da Silva.
Com a crise no topo das prioridades, o ministério da Economia e da Inovação vai passar a chamar-se também " e do Desenvolvimento" e essa pequena mudança significa, precisamente, que passará a tutelar também a gestão dos milhões do actual QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) - cuja gestão estava a levantar várias críticas entre os empresários e num momento que será fundamental para apoiar a criação de emprego.
Esta é a nota mais saliente do novo elenco governamental, que José Sócrates ontem levou ao Presidente da República. A tomada de posse está marcada para segunda-feira, como de costume no Palácio da Ajuda. O primeiro-ministro indigitado foi a Belém a meio da tarde e procurou evitar ser fotografado. Entrou e saiu pelo portão lateral do palácio, ludibriando a imprensa. Perto das 18h00 os nomes começaram a ser divulgados. Um elenco que Sócrates pretende que seja simultaneamente de combate e de rigor na gestão económica - com o núcleo duro político intocável nos mais fiéis colaboradores destes anos.
Do novo Governo, outra nota a salientar: a chamada de António Mendonça para os Transportes. Na sua agenda, o lançamento imediato das grandes obras. Os mais próximos de Sócrates, ontem, diziam que terá uma obrigação: garantir o controlo financeiro da sua execução. Um sinal para Cavaco - e para o PSD.
Mendonça, como os restantes ministros, começaram a receber convites formais na segunda-feira. Sócrates chamou também a São Bento os que não foram reconduzidos, para uma palavra de agradecimento. Foram eles Maria de Lurdes Rodrigues, Pinto Ribeiro, Mário Lino, Alberto Costa, Severiano Teixeira, Jaime Silva e Nunes Correia. Precisamente os ministros mais contestados pelas respectivas "corporações" profissionais. O sinal para os próximos anos é claro: sem maioria absoluta, com as reformas principais no terreno, a ordem será para negociar. Mesmo para os contestados que sobrevivem, Rui Pereira e Mariano Gago.
Nessa linha de consensualização há, aliás, outro sinal de abertura a registar no XVIII Governo: a "contratação" da sindicalista da UGT Helena André para a pasta do Trabalho, com a missão de controlar a subida do desemprego.
Surpreendente foi a colocação de Santos Silva na pasta da Defesa. Era já certo que deixaria os Assuntos Parlamentares, mas ainda ninguém tinha alvitrado que seria transferido para a pasta até agora gerida por Severiano Teixeira.
Outra novidade é a colocação de Jorge Lacão a ministro dos Assuntos Parlamentares - que é a
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