Perdoem-me voltar ao tema José Saramago, mas depois de ouvir a entrevista dada por António Lobo Antunes a Judite de Sousa era inevitável ter que voltar ao assunto.
Alguns dirão que não suporto José Saramago (o que é verdade e não é de agora), mas para mim que sou um analfabeto em literatura, diria que Deus cometeu uma grande injustiça se teve influência nos homens que deram o Nobel a José Saramago. Comparar um com o outro é como comparar Pavarotti ao Zé Cabra (salvo as devidas proporções), e refiro-me não só aos escritores como aos homens. A imbecilidade e arrogância de um contrastam com a simplicidade e humanismo do outro.
Uma entrevista NOTÁVEL que põe a nu uma criança criada com amor, um jovem que entendeu os problemas dos outros jovens (quando militar), as incertezas de um médico que o não foi e o humanismo do adulto maduro que é.
Sendo crente, foi incapaz de fazer uma crítica a José Saramago, limitando-se a dizer que tinha proferido algumas afirmações infelizes.
Comparando a história deste Homem com a de Saramago é estarmos a comparar homens feitos em mundos diferentes e merecedores de sortes diferentes.
Em certos aspectos fez-me lembrar outro grande escritor de seu nome José Cardoso Pires, que depois de terem passado por problemas de saúde graves, nos apareceram de uma forma ainda mais humana, contrariamente ao azedume e revolta de Saramago – revoltado contra Deus não deve ser com certeza, já que é ateu - .
Foi extraordinária a descrição que fez da sua passagem pelo IPO e das pessoas que com ele se cruzaram, dos quase mortos mas com dignidade, dos agonizantes carregados de esperança e do olhar brilhante das crianças com os dias contados.
Perdoem-me os leitores, mas José Saramago não presta!
Jacinto César
De Anónimo a 23 de Outubro de 2009 às 09:06
Lobo Antunes é Rondão.
Saramago é MUDE.
Que tal?
Eheheheheheheheheheheh
De Anónimo a 23 de Outubro de 2009 às 11:33
Não havia necessidade...
De Anónimo a 23 de Outubro de 2009 às 12:34
César: manda o Saramago para Espanha, no metro de superfície até Badajoz
De Anónimo a 23 de Outubro de 2009 às 17:03
isto assim nao dá... agora até já a miniatura do paulinho das feiras perdeu o piu... que se comenta agora? isto assim está muito fraquinho! o que fez a abada do dia 11 aos MUDinhos...
De Anónimo a 23 de Outubro de 2009 às 17:20
Completamente de acordo com o Sr Jacinto César !!
Ao Anónimo das 9,06 : a isso chama-se ter os olhos tapados
Rondão igual a Lobo Antunes???
Subscrevo e acho que se aplica a Rondão/L Antunes :
"Comparar um com o outro é como comparar Pavarotti ao Zé Cabra "
De Anónimo a 23 de Outubro de 2009 às 17:31
O anónimo das 17.20h não entendeu a subtileza alegórica.
Paciência.
Há coisas que não são para todos.
Temos pena.
De Anónimo a 23 de Outubro de 2009 às 18:43
Duas semanas depois da humilhação eleitoral, não está na hora de retirar os outdoors com António Simão das Dores?
De Anónimo a 23 de Outubro de 2009 às 18:53
- Esperava ser presidente e acabou por ser o único eleito do seu partido.
- Enganou os elvenses em muitas situações, como a da criação da ADE.
- No dia das eleições disse que ia votar na Escola de Santa Luzia quando não era verdade e votava em Sacavém, o que foi uma atitude vergonhosa e mostra que não tem credibilidade nem para ser vereador na nossa cidade.
- Concorreu junto a um grupo de pessoas mal vistas em Elvas, das quais se deve afastar o mais rapidamente possível sob pena de ficar para sempre marcado pela negativa tanto a nível pessoal como profissional.
- Os elvenses disseram-lhe bem alto e com clareza que não o querem em Elvas. Os poucos votos que teve e que levaram a que só ele fosse eleito, foram daqueles que reconhecem a obra de Rondão Almeida mas não conseguem votar noutros partidos que não sejam o PSD e o CDS.
- A campanha que fez, orientada pela estratégia do confronto liderada pelos srs. José Cabaceira e Tiago Abreu, mostrou que era uma pessoa de personalidade fraca, que se deixa levar pela cabeça dos outros, o que não deixa boa impressão.
De quem estamos a falar?...
Cada resposta certa vale uma bica no Tif-Taf da Avenida da Piedade.
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