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Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

O sonho que não devia ter tido

Acontecem por vezes coisas comigo que depois até fico envergonhado.

Ontem tive um sonho meio maluco para não dizer completamente doido. Eu conto.

Havia dois grandes amigos! Amigos do peito mesmo: o Toy e o Eureka (que raio de nomes). Um dia resolveram pregar uma partida a um maneta. Bem podiam ter escolhido outra pessoa, mas não. Um maneta! E que fizeram então? O Toy enviou uma carta ao Eureka a ameaçá-lo de morte e este último atirava as culpas para cima do grupo do maneta. O plano parecia perfeito e até contrataram um detective privado meio marreta para descobrir quem tinha sido o malandro que andava a fazer ameaças na certeza que o homem não descobria. Só que o detective era mais esperto que o desejado e encontrou mesmo o malandro que tinha enviado a carta ao Eureka: o Toy!

Porra, a partida tinha dado para o torto e a verdade tinha vindo ao de cima como o azeite. Havia que dar a volta ao assunto para compor a situação comprometedora. O Toy então resolve escrever uma carta fictícia ao Eureka a pedir-lhe desculpa para que se um dia mais tarde a coisa desse bronca a carta salvaria a situação e dava um certo realismo à partida que queriam fazer ao maneta. Só que de repente surge um imprevisto: o Eureka muda-se para o grupo do maneta e o Toy começou a olhar para o amigo como um inimigo. Daí a zangarem-se a sério foi só um passinho e a verdade esteve quase para vir a público na sua versão original. Trocaram uns insultos públicos, mas a verdadeira história continuava a ser do conhecimento de só de alguns.

Aí o sonho teve uma interrupção, assim como um salto no tempo. Quando retornou e sem saber bem o que acontecera entretanto, sabem o que vi? Não? Vi os dois muito amigos outra vez a beber uns copos num bar do qual eram sócios. Tratavam-se até por manos. Acordei mal disposto com o sonho, ou terá sido um pesadelo?

 

(Nota - Qualquer parecença com a realidade é pura coincidência)

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 03:00
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8 comentários:
De Anónimo a 31 de Julho de 2009 às 08:00
A coerência do Jacinto: critica quem insinua e faz exactamente o mesmo. Tenha a coragem de dizer a quem se refere ou afinal é igual áquele que critica??


De Anónimo a 31 de Julho de 2009 às 10:20
Portinholas/Saguím ainda anda atordoado, desde terça-feira passada com a colhida que sofreu em pleno Tribunal...


De Anónimo a 31 de Julho de 2009 às 11:29
Concordo plenamente com o primeiro comentário a este post. Acho que o Jacinto já sonha com o Tiago Abreu e até já o imita tal como é referido no primeiro comentário. Além disso, acho que anda a ver demasiada televisão, mais concretamente o contra informação!


De Anónimo a 31 de Julho de 2009 às 13:06
É feio insinuar principalmente quando se critica isso nos outros. Acusa uns e até lhes faz poemas de não terem coragem. E isto o que é? diga lá a que se refere catano


De Tasca das amoreiras a 31 de Julho de 2009 às 20:21
Caro Anónimo

Refere no seu comentário um poema e, como neste blog apenas existem dois poemas, ambos de minha autoria, sendo que o primeiro é apenas um poema de abertura do blog onde se descreve a forma como nasceu e a sua abrangência, depreendo que ao referir um poema se refere ao do passado dia 24 de título “O Troca-Tintas”. Assim sendo, e como me parece haver aqui alguma confusão quero esclarecer o seguinte:
1 – Sempre que os meus textos têm um destinatário definido, quer ele seja um Ministro, quer seja uma qualquer pessoa concreta a nível local, tenho por costume colocar o respectivo nome como fica bem claro se se lerem os diversos textos por mim publicados, por exemplo os dois últimos.
2 – Tenho escrito aqui alguns textos nos quais se inclui o poema de dia 24 servindo-me da ficção para descrever e criticar determinados comportamentos com os quais não concordo, os quais não vão dirigidos a pessoas concretas, mas a todas as pessoas que tenham esse tipo de comportamentos.
3 – Tenho tido, nalguns caso, reacções a esses textos em que pessoas concretas vêm sentir-se atingidas por eles. Não é da minha responsabilidade que se reconheçam nos comportamentos que critico. Essas pessoas, melhor que ninguém saberão porquê.
4 – Relativamente ao poema em causa, não existiu esse tipo de reacção. A única reacção que recebi em comentário que se encontra publicado foi do Sr. Tiago Abreu que me deu os parabéns, quer pela forma, quer pelo conteúdo.
Não compreendo pois que venha agora o caro comentador anónimo tentar colar o poema a uma pessoa concreta, que não identifica, com a expressão “até lhes faz poemas”
Se por ventura conhece apenas uma pessoa a quem o epíteto Troca-Tintas se aplique, então é uma pessoa feliz, eu conheço vários.
Só mais um pormenor o título do poema é “O Troca-Tintas” em geral e não “Um Troca-Tintas” em particular

António Venâncio


De Tasca das amoreiras a 31 de Julho de 2009 às 15:24
Caros anónimos (mais uma vez)

Achei muita piada aos vossos comentários, principalmente quando afirmam que não tenho coerência ao insinuar situação que tanto critico quando são outros a fazê-las.
Não me recordo quando aqui há uns meses atrás fiz aqui umas histórias em que o protagonista era uma figura chamada Billy The Kid, de se terem indignado. Só como o alvo era outro acharam piada. Mas passemos à frente.
Quanto ao medo de por o nome aos bois é coisa que não cola à minha pessoa já que sempre o fiz e continuarei a fazer.
Em relação à história em questão, e como se costuma dizer, posso ser maluco mas não sou estúpido. Depois da fase eleitoral passar contá-la-ei com todos os pormenores. Agora e nestas circunstâncias era o mesmo que estar a deitar lenha para o fogo onde me iam queimar. E porquê? Porque como quem testemunhou a história é parte interessada obviamente não iria dizer que era verdade. Não quer dizer que fosse dizer que era mentira, mas que não tinha ouvido ou prestado atenção e farto de ameaças estou eu e não queria ir parar com as costas ao tribunal, não por medo, mas porque não tenho dinheiro para poder pagar a um advogado decente.
Fala-se aqui no poema, poema esse que não escrevi, mas que subscrevo. O alvo da crítica que lhe responda se quiser.

Jacinto César



De Anónimo a 31 de Julho de 2009 às 17:11
Eles MUDEm muito, eles MUDEm muito, eles MUDEm muito, mas não ganham nada


De jata a 1 de Agosto de 2009 às 00:29
Brilhante !!!


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