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Domingo, 24 de Maio de 2009
Há uns dias atrás escrevi aqui um texto a propósito da linguagem utilizada em comunicados políticos.
Poderia ter respondido logo aos comentários que foram feitos, mas resolvi esperar para ver tudo. Na verdade são exemplares acabados do que tinha afirmado então no texto. Como é que se pode pedir respeito quando os responsáveis não se dão a ele? Como é que se pode pedir educação aos outros quando nós não somos educados?
Veja-se o exemplo do que aconteceu no Jornal da TVI. Veja-se a educação esmerada da apresentadora Manuela Moura Guedes e do Bastonário da Ordem dos Advogados e do triste espectáculo que deram em directo. Quando chegamos a este ponto como é que se pode dar a volta à situação?
Seguindo o raciocínio de um dos comentadores, os alunos passar-me-iam a chamar-me Jacinto em lugar de Sr. Professor, passaria a chamar “José” ao médico que o trata, passaria a chamar “Maria” à advogada que o defende e assim sucessivamente. Assim, sim, é que ser democrático. Haja igualdade de tratamento. O general passa a ser tratado pelos soldados pelo seu nome próprio e o Presidente da República passa a ser o Aníbal. Vamos “nessa ó meu” e vamos ter um fim triste.
Pela minha parte não aceito. Sei que sou bota-de-elástico, mas não abdico dos princípios básicos da EDUCAÇÃO. Quer saber mais? Se um aluno meu passar a dirigir-se a mim nesses termos, é um forte candidato a levar um estalo. Querem depois pôr-me um processo disciplinar? Venha de lá ele. Agora que não abdico da educação, isso nunca!
Jacinto César
De Anónimo a 25 de Maio de 2009 às 16:47
Senhor professor engenheiro Jacinto César:
Vossa Excelência ou está baralhado, ou baralha as coisas de propósito.
Vamos ver se nos entendemos.
Em linguagem comum, até em termos de informação é comum escrever:
"Cavaco não promulga"
"Sócrates vaiado"
"Mourinho campeão"
"Eanes em sessão pública"
Qualquer cidadão razoavelmente informado entende que isto não é falta de respeito.
Então, em Elvas, não podemos dizer:
"Simão das Dores não é visto em parte alguma"
"Tiago Abreu só quer baralhar"
"Cabaceira é desconhecido no concelho"
"Rondão sabe mais a dormir que os outros bem acordados"
Por favor,senhor professor engenheiro Jacinto César...
De Anónimo a 25 de Maio de 2009 às 16:59
Senhor César:
Ao falar no desentendimento de Manuela Moura Guedes com Marinho Pinto, é bom que se diga que finalmente apareceu alguém a dizer à senhora aquilo que centenas de milhar de pessoas, no País inteiro, lhe queriam dizer em face das barbaridades que faz, semanalmente, na televisão do marido.
De Anónimo a 25 de Maio de 2009 às 17:45
"Há uns dias atrás escrevi aqui um texto (...)"
Senhor Professor:
Deveria ter escrito
"Há uns dias, escrevi aqui um texto (...)"
e a razão é simples.
Nesta frase, o verbo haver é temporal; por isso, basta dizer "há uns dias", sendo a palavra "atrás", neste contexto, um pleonasmo.
Senhor professor: eu sei que, hoje em dia, muita gente diz "há uns dias atrás"...
Mas um erro, ainda que muito repetido, não deixa de ser um erro.
E, por mim, num professor, quantos menos erros, melhor!
Obrigado pela atenção.
De Anónimo a 25 de Maio de 2009 às 17:57
Senhor Professor:
Não lhe fica nada bem escrever "é um forte candidato a levar um estalo".
Quando chegarmos a isso, o professor pode transformar-se num forte candidatoa a levar um murro na meio dos olhos...
Não me parece que este possa ser um caminho aconselhável, assente em bases de sensatez.
De anónimo a 3 de Junho de 2009 às 11:55
Está a decorrer actualmente a Feira da Criança, onde deparei com uma situação anómala e fora da ética profissional. Enquanto todos os stands se faziam representar pelas entidades competentes e aptas a esclarecimentos aprofundados do assunto em relação. No stand " Academia de Dança e Artes Representativas de Elvas", requeri informação para inscrição no local e não me foi cedida por não se encontrar a responsável pela academia (Professora Maria Abreu). Voltando várias vezes ao local deparei com a mesa situação e a não comparecência da mesa. Esta situação prolongou-se por dois dias consecutivos.
" Achariam Normal?? Pois foi precisamente o que aconteceu"
Onde obtive uma resposta do Senhor Tiago Abreu, passo a citar:
"A Academia de dança inicia a sua função às 5 da tarde e prolonga-se até depois das 8 da noite pelo que seria impossível a responsável estar em dois sítios ao mesmo tempo.
O dom da ubiquidade não é para todos..."
Ao qual eu respondi mas não obtive resposta:
" Faça-se conhecedor da verdade:
- no dia 1 do presente mês a academia de Dança encontrava-se fechada,
- no dia seguinte o horário de funcionamento da academia é das 17:00h as 20:00h , e a hora de funcionamento da feira da criança às das 18:00h as 00:00h , dando possibilidade da responsável ( professora Maria Abreu) de se encontrar no local.
Para seu conhecimento a professora Maria Abreu foi vista a passear pelo recinto da feira, e não cumprindo a sua obrigação.
Quando se manifestar à cerca de um tema tente ser o mais verosímil possível
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