No sábado passado, dia 25 de Abril, só me lembrei de uma coisa: de outro 25 de Abril qualquer.
Depois de ter passado 3 anos da minha vida na “tropa” e de ter ficado farto até aos cabelos, hoje tenho uma opinião diferente. Depois dos dias difíceis do pós 25 de Abril em a instituição castrense passou por momentos difíceis, hoje retomou a sua credibilidade, ao ponto de, e em minha opinião, ser a única instituição do Estado fiável.
Dirão os nossos leitores que estou a ficar apologista de uma ditadura, mas olhemos para as nossas instituições e reflictamos:
1 – Unidade básica da sociedade e que é a família – UM CAOS
2 – A segurança e a justiça – UM CAOS
3 – A educação – UM CAOS
4 - A economia e as finanças – UM CAOS
5 – A política – UM CAOS
6 – Os Órgãos de soberania – UM CAOS
Perante os factos que ninguém pode desmentir, o que é que nos sobra como país? Lamento dizer, mas quase nada.
Num sociedade em que todos querem mandar, mas ninguém manda efectivamente, numa sociedade em que a maioria dos cidadãos deveria obedecer, mas que efectivamente não obedecem, numa sociedade em que todos põem em causa tudo, que resta? O CAOS e é para aí que nos estamos a dirigir a grande velocidade. Toda a gente critica, mas ninguém sabe a solução!
Dado que efectivamente as Forças Armadas, que mesmo não sendo já o que eram mas ainda obedecem a uma voz de comando, são a única instituição em que, em último recurso podemos confiar, venha de lá outra revolução. Qualquer dia ou qualquer mês serve, mas venha.
Por último, quem são os culpados desta situação? TODOS NÓS!
Nota – Tem-se falado muito ultimamente que uma bomba política vai rebentar em Elvas. Sei que há comentadores que sabem que eu sei do que se trata. É verdade que sei, mas como não se trata de nenhum caso de polícia e como não sou político, deixo essa tarefa para estes últimos. Eles se se querem arranharem e se esfolarem, é lá com eles. Eu como cidadão limito-me a assistir, por vezes com um riso cínico. Se houver “mortos e feridos”, acreditem que vou ficar “muito triste”!
Jacinto César
De Anónimo a 27 de Abril de 2009 às 08:30
Paulinho Portinholas instituiu, no seu blogue da má-língua, um estilo caceteiro, por demais conhecido.
Agora, um desafio: leiam o que o rapazito escreveu no comentário de 26 de Abril. Tão manso, tão mansinho, tão borreguinho de leite ainda...
A seguir, uma pergunta: que razão leva Paulinho Portinholas a estar tão manso, tão mansinho, tão borreguinho de leite, por estes dias?
Por fim, uma suspeita: será que esta mansidão, brusca de inesperada, por parte de Paulinho Portinholas, pode ter alguma coisa a ver com a tal granada de que se vem falando, à qual o soldado valente já retirou a cavilha?...
De Anónimo a 27 de Abril de 2009 às 09:59
Senhor Jacinto César:
No seu post escreveu
"Sei que há comentadores que sabem que eu sei do que se trata".
Eu pergunto:
- E os que não sabem o que se passa vão continuar a ler esta linguagem codificada?
De Anónimo a 27 de Abril de 2009 às 12:22
Se a bomba que está para estourar não é caso de polícia, então não sei o que será caso de polícia!
É muito pior do que isso. Não tem nada a ver com política, tem a ver com a baixaria e a vileza duma determinada miniatura elvense.
O César diz que sabe, mas que lhe faltam as "bolas" para a revelar...
De Anónimo a 27 de Abril de 2009 às 15:13
La Bamba ou La BOMBA
Venham as duas.
Nós Bailamos na Mesma.
Acho que Rebenta na Mãos do PAPAGAIO de Serviço.
De Anónimo a 27 de Abril de 2009 às 15:27
Bombas e granadas, num post sobre militares.
Faz todo o sentido, mesmo que à primeira vista pareça desenquadrado.
Desconfio que, com esta, é que o valentão se acagaçou mesmo.
Faltam 2 dias para a Assembleia Municipal (quarta-feira, às 21 horas).
Faltam 3 dias para o Linhas de Elvas desta semana.
De Anónimo a 27 de Abril de 2009 às 18:08
Já fui buscar o meu capacete de guerra.
Não sei o que para aí vem.
Será que o Regedor Rebenta?
De Anónimo a 27 de Abril de 2009 às 20:18
Rebenta e depois Espeto com ele.
De Anónimo a 28 de Abril de 2009 às 16:25
Não disfarces Portinholas.
Sabes que quem vai rebentar és tu, não é nenhum regedor.
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