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Terça-feira, 17 de Março de 2009

Actualização (Boato?)

Ontem quando escrevi o texto, estava com algumas dúvidas se o havia de publicar o não, já que sendo a fonte credível, eu próprio tinha dúvidas sobre a implementação de tal medida.

Hoje, e depois de ler os comentários, e sabendo qual a proveniência da maioria, começo a acreditar que a notícia é mesmo verdade. Eu gostaria que fosse mesmo um boato, mas os protestos foram tantos e no mesmo sentido o que me leva a desconfiar. Mais valia não os terem feito. Se bem se recordam há uns meses atrás quando lancei aqui a notícia da vinda para Elvas dum Call-Center, aconteceu uma reacção idêntica. Houve desmentidos aos montes. Para defender a dita notícia vi-me obrigado a publicar o caderno de encargos que desde o princípio tinha em meu poder. Não falei por falar.

Desta vez não tenho nada em meu poder a não ser a palavra de alguém. Esperemos pelos desenvolvimentos. Mais, se se recordam, já não é a primeira vez que se fala do assunto. Lembrem-se da reforma do sistema judicial e a redistribuição das comarcas.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 14:57
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17 comentários:
De Anónimo a 17 de Março de 2009 às 15:17
Fantástico!
O senhor professor Jacinto César vai a Portalegre e calha logo falar com a única pessoa que sabe desta tontaria absoluta. Tontaria e ignorância, pois vai buscar o inexistente concelho de Alpalhão...
Depois, pior ainda, o professor César dá-lhe algum crédito; ou seja: acredita que tal tontaria pode vir a ser concretizada. Ou, se não acredita, quer fazer que outros possam acreditar.
Finalmente, e aqui é o problema central, chega ao seu blogue e publica o texto acima.
Fantástico?
Sim, seria fantástico, se não fosse lamentável que quem quer ser tomado a sério (Jacinto César) se preste a tontarias deste tipo.


De Anónimo a 17 de Março de 2009 às 15:18
Não sei se, este ano, já tinhas publicado um texto tão vazio de conteúdo.
Quando, caro César, chegas ao ponto de publicar boatos de café, está igual ao Tiago Abreu.
Vai ver o último comentário do câmara dos comuns e nota os pontos de contacto.
Preocupante, mas são nítidas as semelhanças.


De Anónimo a 17 de Março de 2009 às 15:19
Trazer conversas de um café de Portalegre para um blogue de Elvas é coisa que nem o Tiago Abreu ainda se lembrou.
Por este andar, Jacinto Nozes César, candidatas-te ao prémio da baixaria em política. Se quiserem assumir a candidatura, já sabes o caminho: é por aqui fora!


De Anónimo a 17 de Março de 2009 às 15:21
Para acreditar numa versão tão desmiolada e carente de sentido, o professor não pode estar bem.


De Anónimo a 17 de Março de 2009 às 15:27
Formidável, este César.
Agora, argumenta que é a proveniência e conteúdos dos comentários que sustentam uma versão descabida, sem data nem contexto, ouvida casualmente e vinda de quem não sabe bem o que está a dizer.


De Tasca das amoreiras a 17 de Março de 2009 às 16:30
Curiosamente, ou talvez não, parece haver alguém muito preocupado com o "Boato" ou deverei dizer notícia aqui avançadas neste texto e no anterior. Pelo menos é o que denotam os oito comentários consecutivos provenientes do mesmo IP!...

António Venâncio


De Anónimo a 17 de Março de 2009 às 17:16
Senhor professor Venâncio:
Acredito que, na sua formação e prática, boatos e notícias sejam próximos e confundíveis.
Mas, com toda a sinceridade e em todos os IPs que puder, lhe digo o seguinte: pior que escrever ou dizer uma burrice, é insistir nela.
Por exemplo: podemos enganar-nos e escrever
2x + 3x = 7x
Mas devemos ser honestos e reconhecer que nos emganámos; que devíamos ter escrito 5x em vez de 7x.


De Anónimo a 17 de Março de 2009 às 17:27
"Oito comentários seguidos provenientes do mesmo IP" denotam claramente que poucos ligaram a uma atoarda tão grosseira.


De Anónimo a 17 de Março de 2009 às 21:05
Onde estão os defensores da REgionalização???

Parece-me que uma medida como a que foi anunciada está directamente relacionada com o boato que agora
é considerado como aberração.

Esperem mais alguns tempos e verão o que vai acontecer.

Um portalegrense que se considera informado.


De Tasca das amoreiras a 17 de Março de 2009 às 21:22
A minha "formação e prática" leva-me a assinar por baixo tudo o que escrevo.
Relativamente ao comentário que efectuei, parece que o mesmo tem alguma razão de ser, pois mais uma vez, os dois comentários das 17h 16 m e das 17 h 27 m provêm do mesmo IP dos anteriores.
Alguém está realmente preocupado, o que leva a crer que um ponto muito sensível foi tocado.

António Venâncio


De Gaiato alentejano a 17 de Março de 2009 às 23:55
Relativamente ao comentário que fiz ontem e que teve a sua resposta, gostaria hoje esclarecer algumas coisas.

Como falei ontem, acho que os boatos são isso, boatos. Por isso não posso dar credibilidade a isso uma vez que tal coisa, que eu saiba, não aparece nos programas políticos dos respectivos partidos.

Por outro lado, acho que não se deve misturar a regionalização com a extinção alegada de concelhos. Não têm nada a ver, uma vez que a região e um estado intermédio entre o Governo central e o poder municipal.

O referendo de 1998 a maior parte dos votantes (por tanto não o "povo", mas apenas aqueles que votaram) decidiram que não queriam regionalização numas circunstâncias concretas... menos a maior parte dos votantes dos distritos de Évora e Beja, o que significa que os alentejanos estávamos sim, a favor. Não podemos ser tão categóricos e simplistas.

Pelo que posso conferir, o Sr. César está contra a regionalização. Eu estou a favor, uma vez que se verifica que o modelo existente não consegue travar as assimetrias existentes entre as grandes metrópoles e o resto do país, entre o litoral e o interior. Uma regionalização bem feita pode ser positiva e contribuir para a minoração dessas diferenças de desenvolvimento, como se tem verificado em Espanha, por exemplo. Já lá vão os argumentos bacocos de que se "esfarrapa" o país, que está em perigo a unidade nacional, que pode substituir o centralismo de Lisboa por novos centralismos, etc. Tudo depende do tipo de regionalização que se queira implementar. O que não parece lógico é que, por exemplo, perante os nevões que houve este ano em Portugal se tenha de depender de um telefonema de Lisboa para que as máquinas de limpeza de neve comecem a actuar. Ou que para uma simples estrada local se tenha de esperar pelo parecer de Estradas de Portugal. Ou que os serviços dos hospitais sejam decididos em função daquilo que Lisboa dita e não daquilo que a região necessita, como sucedeu no caso da Maternidade. Há muitos exemplos que mostram que os países mais centralizados são aqueles que apresentam maiores desequilíbrios territoriais. Lá temos o exemplo dos Açores e da Madeira regionalizados, com taxas de desenvolvimento muito superiores, sendo que a Madeira quase atingiu o a média europeia no seu PIB.

Portanto, acho que é preciso optimizar recursos mas sem que isso signifique a perda de qualidade de vida. Se houvesse muita menos burocracia (que não funcionários de Estado), a Administração seria muito mais ágil e muito menos dispendiosa. Mas isso nada tem a ver com extinguir concelhos e sim com a possibilidade de equacionar novas formas de gestão administrativo e do orçamento que pagamos todos os contribuintes.

Quero dizer com isso que, quando o senhor apresentar o link para o programa político que defenda o que alegadamente está a ter-se como possibilidade, então acreditarei nisso. Por enquanto, não passa de conversa e acho que qualquer intento de influenciar num ou noutro sentido o voto cidadão recorrendo a estes recursos é, por dizer de forma amável, pouco cívico. Outra coisa é que se comentem as possíveis consequências dessa alegada extinção de concelhos. Mas não foi isso que se viu, infelizmente.


De Tasca das amoreiras a 18 de Março de 2009 às 08:00
"Como falei ontem, acho que os boatos são isso, boatos. Por isso não posso dar credibilidade a isso uma vez que tal coisa, que eu saiba, não aparece nos programas políticos dos respectivos partidos".
Santa inocência!... Ainda há neste mundo pessoas para quem o que tem credibilidade é o que consta dos programas dos partidos.

António Venâncio


De Anónimo a 18 de Março de 2009 às 14:56
Atenção a António Venâncio, nas horas vagas é inspector-chefe da Polícia Judiciária.


De Gaiato alentejano a 18 de Março de 2009 às 15:34
Desculpe lá Sr. Venâncio. Eu não sou inocente. Eu sei que os partidos políticos fazem logo as suas trapalhices. Mas o dever do cidadão é, enquanto votante, ter consciência do que vai votar. E para isso tem de ler os programas desses partidos políticos para votar em consciência. Se o partido em questão, depois não cumpre com o que estava lá, o cidadão tem direito a reclamar à base disso. Quer goste, quer não, a base da acção política dos partidos é o que fica registado nos seus programas. E isso é válido para o PS, CDS/PP, PSD, BE ou a CDU. É tão simples quanto a isso.

O resto é conversa. E a conversa não pode ser o que decide o sentido do voto do cidadão. É tão complicado de entender?


De Tasca das amoreiras a 18 de Março de 2009 às 19:33
Comparemos o programa eleitoral do PS, nas eleições legislativas anteriores, com a actuação do actual governo e concluiremos que mais do que ler o que lá vem é necessário ler o que lá não vem, pois é o que vai na realidade ser realizado.
O problema é que, para muitos de nós, entre os quais me incluo, os programas dos partidos são como o conto de Pedro e o Lobo, de tanto nos gritarem "olha o lobo..." e depois não haver lobo nenhum, já temos muita dificuldade em acreditar que o "lobo" existe até ao momento em que o vejamos com os nossos próprios olhos.
Por isso desculpe-me que lhe diga, já li demasiados programas de partidos que foram rasgados na própria noite da vitória eleitoral, para ainda dar alguma credibilidade a compilações de promessas, escritas por uma equipa de publicitários, com a única finalidade de engodar o votante.

António Venâncio


De Gaiato alentejano a 18 de Março de 2009 às 20:16
Concordo com o Sr. em que os programas dos partidos não se cumprem. Mas nisso também temos uma grande responsabilidade os cidadãos. Se cá em Portugal começássemos a exigir responsabilidades políticas, outro galo cantaria. O que não se pode fazer é votar por inércia ou por aquilo que ouvi dizer ou não. O votante médio não sabe o que prometem os partidos. Por isso vota sem conhecer. Logo não pode pedir responsabilidades depois. Os políticos sabem muito bem disso, e é por isso que fazem as suas porcarias. Mas a culpa em parte é nossa... Tanta iliteracia não é boa, e cá no nosso país, infelizmente, há muita. Por isso se pode manipular tão bem... com boatos como este, por exemplo. Só que alguns procuramos ter massa crítica e não aceitamos qualquer coisa...

É nesse sentido que ia o meu comentário.


De Tasca das amoreiras a 18 de Março de 2009 às 20:35

"Concordo com o Sr. em que os programas dos partidos não se cumprem."
Se não se cumprem, então não passam de "boatos" oficializados pelo emblema partidário, então tanto faz votar com base nesse boato como noutro qualquer. Pode ser, como já aconteceu várias vezes, que o "boato" não oficial seja afinal aquele que se vem a verificar ser o verdadeiro.

António Venâncio


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