Este senhor de vez em quando brinda-nos com algumas tiradas, que se não fossem uma tristeza, davam vontade de rir. Primeiro foi a história dos “camelos e do deserto”, seguida logo da famosa palavra “Jamais, jamais!”.
Agora lembrou-se de acusar os portugueses da crise do turismo português, em virtude dos nossos compatriotas resolverem ir passar férias ao estrangeiro. É demais. É ridículo! E é esta “peça” membro de um governo.
Eu se fosse rico era natural que de vez em quando fosse passar uns dias de férias a um hotel de luxo no Algarve. Como não o sou, vou para um hotel de luxo no estrangeiro ao preço de uma pensão manhosa no referido Algarve.
Em segundo lugar, qual é a moralidade deste governo imputar as culpas aos portugueses pela crise do turismo se são os próprios membros do governo a fazerem isso?
Estes socialistas são demais já que querem para os outros aquilo que não querem para eles.
Caro Sr. Ministro, eu cá pela minha parte respondo-lhe com as mesmas palavras que usou: “Jamais, jamais!”
Jacinto César
Nota – Sei que algum dia ainda serei acusado de ser homofobico, mas o nosso querido governo já vai voltar à carga com o casamento entre homossexuais. Será que algum membro do dito governo está assim com tanta pressa de dar o nó? Voltarei ao tema no momento oportuno.
De Anónimo a 22 de Janeiro de 2009 às 09:39
Oh, César!!!...
A afirmação que os Portugueses devem preferir fazer férias no nosso País não é de Mário Lino, ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.
Quem fez essa afirmação, na abertura da Fitur, na FIL em Lisboa, ontem à tarde, foi Manuel Pinho, ministro da Economia.
Não sei, senhor professor César se, para si, ministro da Economia e ministro das Obras Públicas são o mesmo e tanto faz; ou ministra da Educação e ministro da Defesa também são o mesmo e é irrelevante distinguir...
Senhor professor: há horas infelizes!
Com a pressa de dizer mal, a gente nem repara, não é prof?...
De Anónimo a 22 de Janeiro de 2009 às 09:43
Deve ser complicado para um homofóbico ter de viver com um dos que lhe provoca a fobia. começo a entender estas maluqueiras toas, o homem tá xoné!
De Anónimo a 22 de Janeiro de 2009 às 09:54
Agora, já não há dúvidas!
Agora, já está à vista de todos.
Bem podem calar, ou apresentar desculpas esfarrapadas, mas a grande notícia da política elvense dos últimos dias é esta: José Júlio Cabaceira é escorraçado pelos ADE-IR (Aliança Democrática de Elvas, Inimigos do Rondão)!
Lembram-se dos tempos em que Cabaceira e Abreu eram ajudantes na recolha de abaixo-assinados?
Lembram-se dos tempos em que Vieira ajudava nesta causa, claramente sindical, como se sabe?
Lembram-se dos tempos em que a petição foi entregue na Assembleia da República e lá estavam Cabaceira e Abreu?
Lembram-se da deputada (Teresa Caeiro) que ficou com a pasta debaixo do braço ser do CDS-PP (Com Desenvolvimento Sindical, Paulinho Portinholas)?
Bem. Quem se lembra de tudo isto faça o favor de guardar na prateleira do irrepetível.
A firma “Vieira, Abreu, Dores & Cª Lda.” deixaram Cabaceira a pé. Ou melhor: deixaram-no meter-se sozinho no carro para Lisboa; os outros ficaram cá todos…
Porque não gostam dele.
Acham que o professor Zé Júlio afasta votantes.
Pensam que o PSD “de Cabaceira”, em Elvas, não vai a lado nenhum.
De Anónimo a 22 de Janeiro de 2009 às 10:10
O PSD em Elvas não precisa do Tiago para nada. O CDS só nos faz perder lugares na Assembleia. Se não fossem em coligação com o PSD o CDS só elegia um para a Assembleia Municipal, como aconteceu sempre antes das coligações. Em coligação o CDS mete dois e quem perde é o PSD.
O PSD nunca precisou do CDS na nossa cidade e não vai ser agora que precisa!
Caro “amigo”
A pessoa em causa não é meu filho como já mais do que uma vez aqui insinuou! Mas mesmo que fosse, não deixaria de ser sempre o meu filho. Já o meu caro amigo pode não o ser, mas lá que é um grande safardana disso não resta nenhuma dúvida. Tenho há muito tempo amigos e amigas homossexuais e tenho orgulho neles porque vivem com dignidade e não são aquilo que se chamam “maricas”. Também não pretendem casar que ao fim e ao cabo é aquilo que condeno.
Jacinto César
De ODIN a 22 de Janeiro de 2009 às 09:57
OUTRA VEZ BARRACA ABANA
"Barack Obama repetiu juramento presidencial por ter hesitado no primeiro
Barack Obama tomou na quarta-feira a decisão extraordinária de prestar de novo o juramento presidencial que fizera na cerimónia de investidura, por ter hesitado no primeiro, anunciou a Casa Branca"
In Semanário Sol
Ai, ai, se tem sido o Bush ia ser um uma gozação durante o ano inteiro que era um delírio! Com ou sem razão, pegavam na deixa e era logo crucificado! Descontextualizava-se conevientemente a situação e era a malhar no "burro".
Mudam-se as cores (duplo sentido) mudam-se os critérios!
De Anónimo a 22 de Janeiro de 2009 às 10:14
Qual é o cúmulo da inutilidade?
Não sabem? Pensem bem…
Está bem, eu digo.
O cúmulo da inutilidade é pensar em alugar um autocarro para ir a Lisboa, assistir a uma sessão da Assembleia da República, onde se ia abordar um assunto que já estava resolvido.
Depois, em face de uma avalancha de inscrições, dispensa-se o autocarro e vão apertadinhos num automóvel.
Depois, confrontados pela realidade, o automóvel lá partiu ainda assim com… dois lugares vazios!
Por Lisboa, a coisa nem correu bem nem mal; simplesmente não correu; porque já tinha corrido.
O Hospital de Santa Luzia, em Elvas, continua aberto, com urgências 24 horas, com as mesmas valências e cada vez com mais e melhor equipamento.
E, agora, já sabem qual é o cúmulo da inutilidade?...
E, já agora, qual é o cúmulo da rejeição? Não sabem? Pensem bem…
Está bem, eu digo.
O cúmulo da rejeição é fazer parte dos ADE-IR (Aliança Democrática de Elvas, Inimigos de Rondão), mas chegar a um momento e ser posto à margem pelo Abreu, pelo Vieira, pelo Balsinhas, pelo Pepone, pelo Simão das Dores, pelo Jantarão, pelo Damião e… olhar à volta e ver-se isolado num raio de 200 quilómetros.
A quem aconteceu isto?
Ainda não adivinharam?
Porra, ao José Júlio Cabaceira!
De Anónimo a 22 de Janeiro de 2009 às 10:23
Mocinhas oportunista desaparece daqui e
vai mas é responder ao Tiago da história
da água com a Aquália.
De Anónimo a 22 de Janeiro de 2009 às 10:50
Esta azia demonstrada pelos Rondónicos Anónimos tem uma explicação simples - Rondão prometeu acabar com o desemprego em Elvas, a realizade é que o desemprego na nossa cidade entre 2007 e 20008 subiu 23%!!!!!!
Contra números não há argumentos pelo que se entretêm aqui a dizer mal de tudo e de todos aqueles que denunciam o estado a que chegámos em Elvas!
Sabem como vão os Rondónios Anónimos responder a estes factos? Claro, com ofensas e ataques pessoais baixos, reles e sobretudo anónimos.
De Anónimo a 22 de Janeiro de 2009 às 11:01
É natural que sim porque desde 2007 até ao ano vinte mil e oito (20008) vão 18.001 anos de distância! dezoito séculos!
Burro.
De Anónimo a 22 de Janeiro de 2009 às 11:02
Vais ficar em breve com uma valente dor de corno.
De Anónimo a 22 de Janeiro de 2009 às 11:04
O comentário do anónimo das 10:50 queixa-se dos anónimos.
Extraordinário.
Coerente.
Portinholeiro.
Apelo à tolerância máxima.
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