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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008
Acontecimentos Nacionais
O Mais
Manoel de Oliveira

2008 foi em Portugal um ano parco em acontecimentos relevantes. Infelizmente para o nosso país.
Ainda assim destaco o 100º aniversário do realizador português, que apesar de não realizar o tipo de cinema que gosto, tenho que reconhecer a sua enorme obra e que é apreciada em todo o mundo. Deu-me uma particular satisfação em vê-lo no dia do seu aniversário e após a pequena festa que lhe fizeram, mandar toda a gente novamente para o trabalho. Talvez Portugal necessitasse de mais gente deste calibre e nas mais variadas áreas.
Os Menos
Bancos e bandidos



Se acontecimentos positivos, poucos houve, negativos não faltaram. Destaco dois, mas poderia escolher um sem número deles.
A primeira nota negativa vai para a maior parte dos bancos por um motivo e em particular para o BPN e BPP.
Em relação aos bancos na sua generalidade, está o facto escandaloso dos vencimentos astronómicos dos seus gestores acrescidos de prémios ainda maiores sobre os lucros. Em época de crise, é um atentado há pobreza tamanha ostentação. E nós pagamos.
Em relação ao BPN e BPP, é aquilo que todos nós já conhecemos. Um autêntico regabofe. Só um dos gestores está preso, mas muitos mais deveriam estar-lhe a fazer companhia.
O outro acontecimento que escolhi, foi o aumento exponencial da criminalidade violenta. Mais uns tempinhos e estaremos parecidos a Chicago dos anos vinte do século passado. Assaltos a bancos (o menos grave), os combates entre gangs, os assaltos aos multibancos, o ataque indiscriminado às pessoas, etc, etc.. Não sou apologista da violência, mas se a polícia não começa a fazer mossa nesta gente não sei onde iremos parar. Por falar em polícia, quero aqui deixar uma palavra de apoio a esta corporação, pois sei que se não fazem mais é porque não os deixam o que deve ser de uma frustração tremenda.
Jacinto César
De Soraya Branco a 31 de Dezembro de 2008 às 03:00
Ultimo comentário de 2008
Novo ano
Nova vida
Velhos acordes...
2009 cheio de musica
Ano feliz!
De Anónimo a 31 de Dezembro de 2008 às 03:48
Os mais e menos de 2008
E que tal se fosse "O POVO" O Mais
que tudo tem aturado e suportado,
sempre a apertar o cinto, sempre a encher
os bolsos daqueles que nada fazem a não
ser enganar e extorquir, que quando (os poucos que) investem é noutros paises
e os outros poucos que nem sabem o que fazer com o dinheiro e tendo-se por grandes empresários nem sabem manter as empresas (ou não estão para isso)...
E que tal se fossem "os politicos" Os Menos
todos aqueles politicos que de há vinte anos "pelo menos" até hoje nos enganam e continuam
a enganar, que não souberam nem sabem gerir um País mas que continuam agarrados ao poder e á corrupção, ao tacho e ao servilismo de meia duzia de senhores que de senhores não têm nada, todos aqueles politicos que só nos sabem conduzir para a miséria como País Terceiro Mundista em que nos tornámos de tão miseráveis que somos...
De Anónimo a 31 de Dezembro de 2008 às 08:33
E que tal se fosse o Mocinha O Menos. Anda há anos a viver á conta do Rondão só faz figuar de chulo. E ainda tem o negócio Aquália que lhe deve valer uns bons presuntos espanhóis no natal.
De Anónimo a 31 de Dezembro de 2008 às 09:15
Conforme somos, assim pensamos que os outros são, não é?
De Xavier de Sousa a 31 de Dezembro de 2008 às 14:10
Aqui fica mais um abraço a todos e VOTOS DE UM 2009 CHEIO DE SUCESSOS!
De Eduardo César a 31 de Dezembro de 2008 às 17:12
Manoel de Oliveira, pai? "Andate!" Quem diria que virias a apreciar a longa existência do velhote...
De Anónimo a 3 de Janeiro de 2009 às 03:03
Caro Senhor César, no post que ontem aqui se encontrava V. Ex. colocou em ambos os polos politicos, quer no Mais, e no Menos. Eu diria que a politica desta jovem democracia que tem Portugal há muito que não passa do menos, quando assitimos a uma das mais graves crises financeiras da história de Portugal, quem vive dos impostos dos trabalhadores e diz que temos de apertar o cinto, no minino vestir armani ou andar de mercedes topo de gama, é uma afronta e um insulto para quem tantas dificuldades está a passar!
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