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Domingo, 7 de Dezembro de 2008

A nova maioria absoluta

Um comentário a um dos textos anteriores, levantava uma questão que merece uma análise cuidada.

Dizia o comentador “O certo é que os profs têm contribuído para a popularidade do 1º Ministro com o modo como se têm manifestado…” e um pouco mais adiante”… o povo português não é parvo, colocou-se do lado do governo, que com a ajuda dos profs , nos vai governar + 4 anos com maioria absoluta…” e ainda  “…não contam com a opinião publica favorável”.

Em primeiro lugar quero deixar bem claro que discordo  da  afirmação globalmente, e que, precisamente porque o povo português não é parvo, não creio que venha a verificar-se a anunciada maioria absoluta.

Certo é que este Governo tem sido exímio em usar a “inveja”  e a “má língua”, para atacar uma a uma as várias classes profissionais à excepção, é claro, dos  banqueiros e grandes empresários, senão vejamos:

Primeiro atacou os  Juízes na praça pública com a questão das férias judiciais, para alterar o estatuto da Magistratura a seu belo prazer, e todo o povo bateu palmas porque os Juízes estavam a perder os seus privilégios. Depois atacou a função pública em geral congelando as progressões e alterando as condições de reforma que estavam contratualizadas e o povo bateu palmas porque a função pública perdeu os seus privilégios. Depois atacou os agricultores retirando subsídios às agro-ambientais, que já estavam acordados e que já tinham dado origem a investimentos, e o povo português bateu palmas porque os agricultores perderam os seus privilégios. De seguida fechou escolas com menos de dez alunos situadas a menos de 20 quilómetros de outras escolas, obrigando crianças com 6 anos a sair de casa de madrugada e regressar já de noite, e o povo português bateu palmas porque afinal, não de justifica pagar um salário de professor e manter uma escola aberta por tão poucas crianças. Seguiu-se a mobilidade especial, que atingiu principalmente os funcionários do Ministério da Agricultura, e que, segundo foi informado hoje 7 de Dezembro de 2008 poupou ao estado 10 000 000€(dez milhões de euros) em dois ano, digamos que uma quantia tão relevante como 0,50€(cinquenta cêntimos) por ano por cada português, e o povo português bateu palmas porque se reduziam os “parasitas”  da função pública. Eu por mim, dispensava os meus 0,50€ (que aliás não vi) de boa vontade, para que esse funcionários não tivessem que, ao meio da sua vida, ver-se perante a angustiante situação de ter o seu futuro arruinado, mas cada um que fale por si. Claro que não ficamos por aqui, fechou sucessivamente centros de saúde e maternidades por todo o país  com o argumento da melhoria da qualidade dos serviços de saúde, e dada a ineficiência dos serviços de emergência, aumentaram os nascimentos ambulâncias, e infelizmente também as morte por demora na assistência, mas o povo das regiões não afectadas, bate palmas porque manter aqueles serviços a funcionar era um desperdício desnecessário. Ataca os professores com argumentos falaciosos e populistas, para de seguida implementar um estatuto e um sistema de avaliação impar em toda a Europa, e inspirado, para não dizer cópia directa, do existente nesse país ultra desenvolvido e com índices de instrução que fazem inveja a todo o mundo que é o Chile, e mais uma vez o povo bate palmas porque desta vez é que vão meter na ordem esses privilegiados dos professores. Aprova um novo código de trabalho que é em tudo mais penalizador para os trabalhadores que o anterior, que tanto tinham contestado quando foi apresentado por Bagão Féliz e desta vez são os empresários que batem palmas porque o referido código os vai permitir explorar um pouco mais os trabalhadores. Os pequenos empresários, devido à quedada do poder de compra originado pelas medidas atrás citada, vivem com grandes dificuldades, e o povo bate palmas por um lado, porque afinal eles estavam a “encher-se” os grandes empresários batem palmas por outro, pois por cada pequeno empresário que fecha portas, são lançados no mercado meia dúzia de desempregados que serão mão de obra barata e disponível para contratos precários de curta duração. Recentemente, um estatuto do aluno iníquo, que coloca em pé de igualdade (e não venham com o subterfúgio da má interpretação da lei, porque faltas de qualquer tipo significa de “qualquer” tipo diga-se o que se disser) o aluno que não vai às aulas porque não quer, porque vai vadiar para o café da esquina, com o que falta por doença, e o povo volta a bater palmas porque afinal esses estudantes não querem é fazer nada.

Com mais tempo, e uma investigação um pouco mais exaustiva, haveria certamente mais exemplos que se pudessem aqui citar, de classes profissionais, ou grupos de compatriotas nossos que perderam os seu “privilégios”.

Procuremos agora os nossos compatriotas que beneficiaram com estas políticas, é que, que eu saiba, a missão atribuída a um qualquer governo é MELHORAR AS CONDIÇÕES DE VIDA DOS SEUS CIDADÃOS e, eu pelo menos, aceitaria de bom grado alguns sacrifícios se visse que eles serviam para o bem comum, mas , por muito que procure, apenas encontro uma reposta:

- Pôr a mão por baixo de meia dúzia de banqueiros ricos e de algumas multinacionais do sector automóvel. Para a economia real, para o cidadão comum apenas a falácia da descida da taxa de juros que, por um lado não é uma medida de ninguém, apenas uma consequência da crise, por outro só vai beneficiar aqueles que pelo menos tinham condições para se endividar. Para os outros, os realmente desfavorecidos nada.

Pela negativa todos temos muitas razões para votar PS se a nossa perspectiva for o que o Governo retirou aos outros, agora pela positiva pensem um pouco e digam-me em que melhorou  este governo a vida de alguém, e se o balanço for positivo, então força

VOTEM PS,

Vamos a outra maioria absoluta.

 

António Venâncio  

 


Tasca das amoreiras às 19:15
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17 comentários:
De Anónimo a 7 de Dezembro de 2008 às 20:54
O Venâncio vota Bloco de Esquerda. Traidor.


De António Venâncio a 7 de Dezembro de 2008 às 21:54
Traidor a quem e a quê?


De Anónimo a 8 de Dezembro de 2008 às 00:22
Ao nosso PSD.


De António Venâncio a 8 de Dezembro de 2008 às 10:55
Em primeiro lugar não existe nosso PSD pode ser seu mas não é meu, fui mas não sou filiado em nenhum partido devido a descrença total na política e nos políticos.
Em segundo lugar, seria muito difícil eu votar no BE (não digo que seria preciso que Cristo descesse à terra, mas que não estivesse no uso das minhas faculdades) simplesmente porque doutrinariamente nos separa um abismo.
Em terceiro lugar penso que leu mal o meu texto ou eu não me fiz entender. Nele eu não defendo o voto em partido nenhum, só faço um levantamento de uma série de medidas deste governo dirigidas contra algumas classes profissionais e sectores da população, e defendo isso sim claramente que não se vote PS. Por não ter conseguido identificar na sua governação medidas tomadas pela positiva, para melhorar o bem estar de qualquer de classe profissional, sector de actividade ou estrato populacional, para alem da banca e dos grandes empresários.


De Anónimo a 8 de Dezembro de 2008 às 09:25
Concordo,o sr. disse muitas verdades deste desgoverno socialista;além da inveja que é a tactica mais utilizada por este Socrates tambem o odio contra qualquer classe e principalmente o afrontar tudo e todos.Penso que em Outubro de 2009 vão têr a resposta certa que será a perda esmagadora de votos!Agora responda-me sr.Prof este País está melhor desde que estes iluminados nos governam??


De António Venâncio a 8 de Dezembro de 2008 às 11:00
Eu não consigo descortinar nenhuma melhoria, no entanto espero que, de entre os comentários que aqui surgirem, alguém me venha a "contar algumas maravilhas" que eu desconheço, e que justifique os resultados das sondagens que ouvimos publicar diariamente.


De Anónimo a 8 de Dezembro de 2008 às 15:11
Venâncio como fui eu que fiz tais afirmações e como não me trata como "um cobarde que não dá a cara", cá estou eu a defender a minha "dama".
Nunca disse que os profs não possam ter as suas "RAZÕES" só que a maneira como as apresentam não são compreendidas pelo povo explico;quando sai na imprensa que a v/ alternativa á avaliação é, a auto avaliação (nunca foi desmentida) ,por + burros que pense que o povo é, dá para entender quais o objectivo de tal proposta.
Quando estão contra as cotas o que nos parece é que o objectivo é todos chegarem ao topo da carreira independente do MÉRITO.
Quando não querem distinção entre profs, dá a impressão que os profs são todos iguais e eu tenho a certeza que uns são melhores do que outros.
O que seria razoável seria darem alternativas tais como, concurso/exame para vos dar uma classificação para que pudessem ser promovidos , nem sei se isto é possível mas, aí o povo entendia que não é o não pelo não.
Continuo a pensar que serão os mestres escola que acabam por dar a maioria absoluta ao Sócrates que no fundo é o que interessa ao PCP e ao BE para que possam continuar a crescer. Oxalá me engane.


De Anónimo a 8 de Dezembro de 2008 às 15:27
O Povo ém conceito lato e bota de elástico.
Umas vezes diz-se que o povo tem sempre razão, outras, que o povo é cego.
Na hora do Voto (O voto é secreto e Cego) o bom povo também diz Eu não Votei Nele. pois assim é!!

A maioria, MELHOR DIZENDO, muitos de nós somos uns Cobardes. Ladramos como os cães e inchamos como os sapos. Não valemos nada.
Precisavamos de ser catequisados como Homens.
Se Sócrates ganha outra vez o que andamos por cá a fazer. Ladrar e inchar armados em espertos.
Não precisamosde Cobardes.
Apelamos para que Haja Homens.


De António Venâncio a 8 de Dezembro de 2008 às 19:10
Se atentar nos vários sistemas de avaliação existentes nos outros países, e publicados no texto anterior verificamos que apenas no Chile existem quotas. Será que todos os países evoluídos da Europa estão nesta matéria errados, e devemos aprender desse exemplo mundial que é o Chile?... Eu por mim, nesse como em todos os outros domínios, que vão do nível de vida ao bem-estar social parando pelos cuidados de saúde e índices de alfabetização e escolarização prefiro a comparação com os países desenvolvidos da Europa.
E por aqui me fico com os benefícios das quotas em termos de avaliação de professores.
Acrescento mais um pormenor em relação à divisão de carreira em professor r professor titular. O único que tem um sistema semelhante, a Inglaterra, introduziu esta alteração há cerca de 15 anos, neste momento está a colher os frutos, vê-se forçada anualmente a colocar anúncios nos jornais de toda a Europa para a contratação de professores para assegurar o funcionamento das suas escolas. Porque será?...
Agora a questão que coloco neste texto nem sequer é essa, mas sim a investida deste governo contra diversas classes profissionais e vários sectores da sociedade, usando sempre a táctica de contra eles tentar virar a restante opinião pública, sem que em resultado dessas políticas se vejam melhorias seja par quem for.
Quanto à questão do anonimato, quero deixar claro que não mudei de opinião, se eu posso dar a cara e assumir o que escrevo, não sei porque os outros não podem fazer o mesmo


De Anónimo a 8 de Dezembro de 2008 às 15:56
Professores inúteis... é nas mãos desta gente que entregamos os nossos filhos. Não respeitam nem se dão ao respeito.


De Jacinto César a 8 de Dezembro de 2008 às 18:18
Caro corajoso anónimo

Quando se diz mal de uma classe, normalmente soa-me a dor de barriga, mais conhecida por inveja. Mais, sabe? Para se ser professor não serve qualquer um e muito menos de pessoas como o senhor, já que não são capazes de dar a cara como nós o fazemos diariamente.
É tão simples vir aqui dizer meia dúzia de baboseiras, mesmo que não entenda nada do assunto. O meu “amigo” deve saber tanto de ensino como eu sei de chinês, e se fosse um homem com os “ditos” no lugar dizia-me o que tem a dizer olhos nos olhos.
Passe muito bem!

Jacinto César - Professor


De Anónimo a 8 de Dezembro de 2008 às 22:17
Força Sr Jacinto César.
Há por aí muitos mentecaptos que não merecem o pão que comem nem a água que bebem.Dê-lhes com a força que puder.
O sr. defende princípios.Alguns defendem só a bagunçada e a ordinarice.Para esses o desprezo é o melhor remédio.


De Anónimo a 10 de Dezembro de 2008 às 10:47
Dou aqui a minha opinião como anónimo mas,ofender´como faz o anónimo das 15.56 é de ignorante e mal intencionado, que só prejudica quem tem opinião, ainda que contrária ao post, assim não vale a pena comentar nos blogs.


De Anónimo a 10 de Dezembro de 2008 às 16:38
É evidente que quem tem os privilégios os defenda com unhas e dentes só que, a maioria das pessoas não tem esses privilégios quer ver:
1_ as reformas é só aos 65 anos ainda que tenha 50 anos de trabalho
2- o pilim não é o que se ganha no mês da reforma, são cerca de 70%
3- A média dos salários é de cerca de 750 euros e por mais anos que tenham de serviço, não passam disso.
4- Maioria faz horas extraordinárias e nunca lhe são pagas.
5 Férias é um mês e como o money não dá para ir para o estrangeiro ou para a praia, vão para a piscina e não pode ser todos os dias.
Se a maioria dos portugueses não tem nenhuns privilegios, trabalham que nem uns mouros, como querem que estejam do lado dos portugueses que são os privilégiados, vocês não são uns incompreendidos, são uns privilegiados que nunca, mas mesmo nunca, se preocuparam a não ser com o vosso UMBIGO.


De António Venâncio a 11 de Dezembro de 2008 às 18:42
Estou totalmente em desacordo consigo:
No que toca a férias temos apenas um mês como os outros funcionários, não confunda férias dos alunos com férias dos professores.
No que toca a vencimentos, nós somos quadros superiores, para isso estudámos e fizemos sacrifícios nalguns casos, por isso a nossa comparação terá que ser com os outros quadros superiores.
No que toca a horas extraordinárias as da função pública são pagas com menos bonificação que as da privada.
No que toca a reformas gostava de comparar os descontos para poder comparar os benefícios.
E mais uma vez o tem do texto não é esse mas um levantamento de vários sectores que este governo atacou, volto a repetir quel foi o sector que melhorou?
É que sentir-mo-nos melhor só porque os outros estão pior não é uma atitude lá muito correcta. Eu sinto-me melhor quando vir que alguma coisa começa a melhorar para alguém neste pobre país. Áh estava-me a esquecer excepto os banqueiros e grandes empresários, esses já estão suficientemente bem para os estarmos a melhorar.



De Anónimo a 12 de Dezembro de 2008 às 14:36
A opinião publica não é só formada por quadros superiores a maioria está inserida no perfil que eu descrevi como os não privilegiados deste pais..
O V enancio faz lembrar os políticos, só responde ao que lhe convém, nas férias diz só ter um mês mas, na função publica há quem tenha 2 meses a reforma equivalente a 70 ou 60% do ordenado ganhe 1000 ou 10000 o critério é o mesmo, até há bem pouco tempo a função publica era os 100 % e á militares e forças de segurança que aos 48 e 50 anos se reformavam e ainda se reformam.
Eu pergunto, alguma vez se preocuparam que os privados, que geram a maior parte da riqueza, não tivessem as vossas regalias?
Claro que não, então como querem que tenhamos opinião favorável á vossa luta!!!
Tem razão os banqueiros e os ricos deste país são sempre privilegiados. , e acrescento eu os militares ou seja quanto menos se produz neste país mais previlégios.


De António Venâncio a 12 de Dezembro de 2008 às 23:38
Para começar eu até posso nem responder a nada, porque afinal eu estou a falar com o vazio, do outro lado está alguém sem coragem que se esconde atrás do anonimato para poder atacar sem que quem lhe responde possa fazer comparações entre os daqueles que ataca e o seu, entre as condições de acesso e progressão na carreira dos que ataca e o seu, as condições de reforma e as dos que ataca. Eu fiz um texto em que ponho a nu os ataques feitos por este governo, não só a uma classe profissional ou a classes profissionais dentro da função pública mas a vários sectores da sociedade, e também aos trabalhadores do privado em particular, através do código de trabalho, mas, de uma forma sectária, todos os seus comentários atacam directamente ou só os professores ou a função publica, e agora vem acusar-me a mim de só responder ao que me convém.
A que é que eu não respondi?...


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