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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

Uma questão de avaliação

Nestes últimos meses não se tem falado de outra coisa senão na avaliação dos professores, com a qual concordo plenamente (mas não esta).

Mas desde o princípio desta situação que não me sai da cabeça uma coisa: e se avaliássemos também a classe política? Meu Deus, o que aconteceria? Se é verdade que há maus professores, como há maus profissionais em todos os ramos de actividade como mostram as estatísticas, sendo que os maus, os menos maus, os bons e os muito bons encaixam num modelo matemático conhecido como a curva de Gauss, como seria se aplicássemos este mesmo modelo aos políticos? Ninguém até agora teve o descaramento nem a ousadia de o fazer, mas eu quase garantia que a curva se deslocaria irremediavelmente para a esquerda do gráfico. Jurava!

Mas continuemos. Se qualquer profissional com uma ou duas classificações negativas tem como bónus um processo disciplinar que invariavelmente dá direito ao despedimento, como são penalizados os maus políticos? Dir-me-ão alguns: são penalizados nas eleições seguintes. Pois é, só que tal não corresponde à verdade. Aquilo que aparentemente é uma penalização, é um prémio. Querem exemplos? Aqui vão! Um determinado partido que governou Portugal num determinado período, perdeu as eleições. É penalizado politicamente. Mas para os “desgraçados” dos ministros não ir para o desemprego é-lhe oferecido um “lugarzinho” num qualquer conselho de administração. Não é assim?

Eu pelo sim pelo não vou fazer os possíveis para ter duas classificações negativas na esperança que depois me arranjem um lugarzinho bem pago aí numa empresa pública

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 22:00
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33 comentários:
De Tony a 27 de Novembro de 2008 às 01:19
Uiiiiii !!! Vai lá vai... até a barrac'abana Zézé...

Pshhh... Tony...


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 07:55
Mais um texto a roçar o ridiculo. Os políticos logicamente são avaliados em todas as eleições que participam e sobretudo em todas as inspecções que a administração pública sofre anualmente. Comparar isso com professores que submetendo-se a uma avaliação fictícia subiam de categoria mesmo sem o merecerem é ridículo.
Quanto aos ministros ocuparem grandes cargos depois de o serem...então eles não tinham já grandes cargos antes de o serem também? Professores universitários, directores de empresas... Então é natural que voltem para grandes cargos não? Ou quer que a seguir de serem ministros vão para o desemprego ou para caixa do Modelo? Se o conseguem, muito bem porque enquanto são ministros ninguém lhes dá o valor que têm, sejam de que partido forem, porque isto é o país dos maldizentes.


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 08:49
Nem vale a pena comentar o post...


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 08:52
Estabelecimento Prisional do Alentejo Norte.
Vila Fernando, Elvas.
300 reclusos.
200 postos de trabalho.
25 milhões de investimento no concelho.
Falar contra é ser ridículo.
O resto é má-língua.


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 10:59
Criar 200 postos de trabalho não é Desenvolver Elvas?
Então o que diz, a isto, a Associação que diz querer Desenvolver Elvas?
E o CDS/PP não diz nada?
E o PSD não pia?


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 11:01
Criar 200 novos postos de trabalho parece que não é notícia...
Se fechasse uma empresa com 25 trabalhadores era um ai-ai-ai interminável.
Que razões para que tal suceda?


De Elsa a 27 de Novembro de 2008 às 12:30
Eu fálo eu fálo, fui eu que arranjei este investimento, fui eu eu, elsa, eu.

Dêmme os parabéns porque fui eueueu elsa.

beijos


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 15:34
A tua conversa continua a cheirar mal, Tiago Abreu que assinas com o nome elsa. Agora até és mulher! Parvalhão.


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 14:04
O primiro recluso devia ser o Regedor.


De Tasca das amoreiras a 27 de Novembro de 2008 às 13:55
Meu caro amigo

O meu amigo ou é inocente, está a armar-se em inocente ou então também está metido no sistema. Só pode! É capaz de me dizer o que é que produziram na vida todos aqueles que fizeram carreira na política desde a juventude? E depois? Não quer que me ponha aqui a dar exemplos pois não? E não é só a nível nacional. Veja aqui em Elvas. Olhe à sua volta, pense e depois diga qualquer coisa.
Já agora, podia ter assinado o comentário, Ou será que tem medo de mostrar a “careca”?


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 15:23
Meu caro amigo, não sou inocente nenhum nem sequer estou metido no sistema. Felizmente tenho a minha empresa e não necessito da política para viver. O facto de um político ser corrupto ou ganhar dinheiro porque está na política não significa que todos ou até a maioria o sejam. Se é assim tão fácil ganhar dinheiro na política então porque não dizemos aos nossos filhos para seguirem essa carreira?
Por outro lado deixe-me dizer-lhe que afirmar que os políticos portugueses nada produziram na vida depois de enveredarem nessa carreira é uma profunda injustiça. Bem sei que a comunicação social incute esse espírito na população, mas devemos também aos políticos o facto de terem tirado o país do último lugar em condições de vida em toda a Europa em 1975 para ocupar agora um 29º a nível mundial. Dir-me-ão que ainda é baixo, pois é, mas já foi um grande salto. E a população porque não acompanhou o passo? Porque continuamos com 70% de iletracia? Será tudo culpa dos políticos e a população está isenta de culpas?
Bem visto, parecem-me essas opiniões um pouco fascizantes. O país vivia melhor sem políticos? Pois o país corrupto que passou entre 1926 e 1974 diz que não.
Não posso olhar à volta de Elvas porque vivo há muito tempo em Lisboa embora tenha nascido aí, mas o que se passa na política na nossa terra? Por acaso os presidentes de câmara enriqueceram ilegitimamente? Que eu saiba tanto o Dr. João Carpinteiro como Rondão Almeida já tinham dinheiro antes de serem presidentes, mas se tem provas de alguma coisa acuse, vá ao Ministério Público que eles irão investigar certamente, agora não esteja a acusar as pessoas sem o mínimo de responsabilidade de quem escreve um blogue público.


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 15:36
ah! ah! ah! .........Ah! ah! o Regedor já era RICO!!!!! ?
que grande piada e o que fazia o homem antes?!
politico, ah! ah! ah!.......HI HI HI HI!


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 15:45
Caro sdenhor qiue vive na capital,
Veja que vale a pena.

Sítio oficial da Inspecção-Geral da Administração Local.
www.igal.pt
Busque esta página-Entre em açções inspectivas -Portaleger-Elvas e veja o Resultado surprrendente do possível enrequecimento do Autarca.

Aí está o comportamento político de Ropndão Almeida e seus pares vereadores.


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 16:01
Caro senhor, eu conheço esse caso da inspecção do IGAL, mas se há algo de errado então porque não foi a julgamento? Se sabem mais alguma coisa porque não denunciam e se escondem no maldizer do anonimato?
Tudo isso porque há uma técnica que vive numa casa arrendada pela autarquia? O que diriam se vivessem aqui onde a Câmara tem milhares de casas arrendadas, algumas até a jornalistas que nada têm a ver com a Câmara por tuta e meia?


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 16:20
Essencial: 25 milhões de euros de investimento no Estabelecimento Prisional do Alentejo Norte, com 200 novos postos de trabalho e para 300 reclusos.
Assessório: a má-língua masturbadora com que alguns se contentam.


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 17:22
Nós por cá só precisamos que prendam um. O resto foge como ratos.


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 17:19
Ainda não acabou.
E sabe como é?
Veja o Apito Dourado, Fátima Felgueiras, Isaltino Morais, Ferreira Torres ....

Sabe como é a justiça em Portugal.
Mas Pedro Barrena o Vice- Presidente a multar o Presidete por obra ilegal . É fantástico o que diz o relatório. Casa de Função para Elsa Grilob comprada ao preço da chuva e com direito (pelo menos moral) etccc...

É a Justiça à Portuguesa.t


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 18:18
ARRENDADA?? ESSA É NOVA. PARECE QUE JÁ É DELA E POR 25 MIL EUROS.


De A NOGENTICE CONTINUA NESTE BLOG. a 27 de Novembro de 2008 às 18:36
Casas de função tiveram médicos do hospital, parteiras do hospital, funcionários do tribunal e tudo dentro da maior legalidade. A lei cofere a todos esse direito.

O que não há direito de de esta cambada de invejosos reaccionários andarem aqui a difamar as pessoas e a insultá-las.

Todos sabem as condições sociais em geral do Bairro de São Pedro. Acha que é fácil viver lá? Acha que se o político que refere fosse rico à custa do estado como os nogentos insinuam, havia algum político ou funcionário público que lá vivesse?

Tenham vergonha e respeitem as pessoas, por favor.

Achava bonito que alguém dissesse que a sua família era com falta de moral por ter aceite o financiamento do Fundo de Turismo se apenas aceitou uma oportunidade de investimento? Não.

Insultam os outros e: um leva o cão a fazer as necessidades no jardim público onde bricam crianças, o outro vai fazer o choradinho do necessitado...


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 18:41
Estas RESTOS do PSD e CDS de Elvas, que levam o tempo a falar de um relatório da IGAl originado pelas quaixas anónimas que alguns deles próprios fizeram, não terão vergonha?
O TRIBUNAL DE CONTAS JÁ VOS DEU A RESPOSTA: ARQUIVADO.

E não venham com conversa da treta que é só isto e aquilo. É arquivado e pronto!

Por isso todas as acusações e insinuações que aqui continuarem a fazer contra elementos da Câmara de Elvas são feitas de má fé. A má fé dá origem a condenação certa dos que ofendem e insinuam.


De Tasca das amoreiras a 27 de Novembro de 2008 às 16:35
Caro amigo anónimo

A sua resposta só me merece um comentário: sectária.
Já reparou a facilidade com que generalizou a classe dos professores e não gostou como eu generalizei a classe política?
Eu sei que eu e mais uns quantos indivíduos de princípios fascizantes somos intoxicados pelos média, mas o meu amigo e salvo as devidas diferenças, mais parece aquelas mulas a quem tinham que colocar umas palas nos olhos para só olharem em frente. O seu discurso faz-me lembrar aquela velha cassete que todos nós nos habituámos a ouvir depois de 74.
Além disso o meu amigo pertence com certeza aquela classe de pessoas que têm o monopólio do trabalho e os outros são uns parasitas da sociedade.
Mas ainda quanto aos políticos, basta ver os escândalos constantes em que se vêm envolvidos para podermos extrapolar que muitos mais são desonestos, só que não são apanhados.
Agora só uma pergunta: já viu algum político pobre e um professor rico? Eu não!
Para finalizar, gostava de o convidar a identificar-se para podermos debater este ou qualquer outro assunto de uma maneira civilizada, já que continuo a escrever para fantasmas.

Jacinto César


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 17:24
Caro Jacinto, não se trata de uma resposta sectária porque não estou a defender políticos sectariamente. Apenas estou a exprimir uma opinião que tento validar através de argumentos.
O caso dos professores é igual ao caso dos políticos. Há bons e maus, embora a minha experiência e sobretudo a dos meus filhos, me traga à memória centenas de maus professores por esse país. Mas é precisamente porque há bons professores que deve existir uma avaliação forte destes profissionais: para distinguir os maus dos bons. Assim é tudo uma balda, como na Madeira, onde todos têm Bom, tudo vai subindo com a idade, em vez de ser com o mérito e pronto continuamos com a educação na mesma sepa torta de sempre.
O meu discurso também não tem nada de cassete até porque nem sou comunista. Sabe, nem só os comunistas defendem o pós 25 de abril...aliás esses não o defendem certamente uma vez que também tentavam impôr uma ditadura. Também é engraçado acusar-me de tanta coisa, logo eu que tento trazer alguns assuntos para a baila dos seus comentários, enquanto que mais de 90% dos outros são apenas ordinarices que o senhor não exclui e às vezes até parece promover.
Em relação à pergunta do professor rico e do político pobre ela é de um populismo ao nível dos comentários do CDS-PP na assembleia da república (e olhe que é difícil atingir esse nível!).
Já agora o meu nome é Manuel de Sá, nasci em Elvas em 1958 e vivo em Lisboa há 20 anos. Não tinha por costume assinar os meus comentários para não ser alvo da maioria dos comentários ordinários que andam à solta no seu blog.


De Tasca das amoreiras a 27 de Novembro de 2008 às 18:31
Caro Manuel de Sá

Como vê não custa nada e assim entendemo-nos melhor.
Começando pelo fim, já viu que s contradiz no que disse? Por um lado acusa-me de um populista, mas se fizesse o que antes do 25 A se fazia e aplicasse o lápis azul aos comentários, haveria por aí muito boa gente a chamar-me ditador. Mais, se a maioria assinasse os comentários e não ligasse aos anónimos, estes seriam os primeiros em debandar. Nós aqui seguimos essa regra, mas garanto-lhe que se alguém ofender grosseiramente outrem, o comentário será cortado. Já não é a primeira vez.
Mas já que continuamos a falar de avaliação, eu quero acrescentar-lhe algo. Toda a gente fala do assunto como se de peritos se tratassem. Usam uma leviandade no tratamento do assunto que dá dó. Visto que o meu amigo, apesar de ser mais novo do que eu, já viveu o suficiente para se ter apercebido que os únicos que de verdade nunca são avaliados e que o deveriam ser, são os pais dos nossos jovens. Ou vai-me dizer que desconhece o que se passa hoje no interior das famílias?
“Dantes os professores é que eram bons” é a voz comum. Pois é, mas o meu amigo tal como eu, quando chegávamos à escola íamos com uns princípios de educação que hoje já não existem. Quero com isto dizer, que hoje a escola está transformada num depósito de crianças e jovens onde os pais os depositam para que esta os substitua, ou seja, a escola tem não só que formar como educar, coisa que deve caber aos pais. Mas não! Digo-lhe ainda, com avaliação ou sem ela, hoje não há bom professor que resista. Pense um pouco e depois, mesmo nunca tendo estado numa escola de hoje, diga-me o que faria. Eu, tenho 34 anos de serviço e por vezes já não sei. Devo ter desaprendido. É sempre muito fácil estar de fora, mas tal como aqui o disse várias vezes, desafio e convido quem quiser a assistir às minhas aulas. Simples não é? O que é certo é que ainda estou à espera daqueles que já se propuseram a ir lá. Fica também o convite para o meu amigo. Nem precisa de me avisar antes. É só aparecer e já agora disponibilizar-se a passar lá uma manhã ou uma tarde e ver o que se passa à sua volta. Penso que ficaria esclarecido de vez.


De António Venâncio a 27 de Novembro de 2008 às 19:14
Caro MAnuel de Sá
Para quem diz não ser sectário, a passagem seguinte do seu comentário é elucidativa
"...embora a minha experiência e sobretudo a dos meus filhos, me traga à memória centenas de maus professores por esse país".
- Será que o senhor e os seus filhos tiveram “centenas” de professores?
- Será que mesmo admitindo que são “centenas” eram todos maus?
- Será que não sendo todos maus, aqueles que o eram atingiam as duas centenas para se poder falar em centenas?
- Será que percorreu, o senhor os seus filhos tantas Escolas no País para poder falar de professores maus por esse País?
Não me parece que possa responder afirmativamente a qualquer uma das questões colocadas acima.
E quanto a sectarismo estamos conversados.
Quanto a serem os políticos avaliados nas eleições como diz, eu tenho que discordar, eles são apenas “comparados” e como diz o povo por vezes é “do mal o menos”. Porque se considerarmos que é uma avaliação, então todos eles têm negativas muito baixas, pois nunca uma força política ou um político individualmente conseguiu até hoje obter o voto favorável sequer de 30% dos votanteso que numa escala de 0 a 20 equivale a um 6


De Manuel de Sá a 27 de Novembro de 2008 às 20:06
Bom agora já tenho dois professores contra mim.
Posso nunca ter visto centenas de professores maus, mas de certeza que os há. Se metade dos professores são maus de certeza também que não são só os daqui que não prestam. Mas precisamente por haver professores maus e professores bons como acredito que os senhores sejam, é que é necessária a avaliação. Ou também é daqueles como o João Jardim que quer que todos tenham bom, tanto os bons como os maus? Há uma coisa que existe nos países desenvolvidos há séculos e que cá nunca existiu: a meritocracia. E precisamente quando se quer fazer esta mudança na sociedade portuguesa aí estão os sectários (esses sim, sectários e retrogrados).
Por outro lado dou-lhes toda a razão no que respeita aos pais e à educação que é dada aos filhos mas isso não significa que os professores não sejam avaliados. Quanto às dúvidas que o sr. António Venâncio continua a ter em relação aos políticos, o senhor tem alternativa de uma sociedade sem política? Ou é pelo Estado Novo onde só havia um partido com milhares de políticos corruptos que nem sequer representavam a população?
Quanto à vossa teimosia em manter os comentários mesmo que estes sejam ordinários, é uma opção... certamente não vos acusariam de serem anti-democráticos porque anti-democráticos são aqueles que permitem que gente de bem seja aqui enxovalhada por anónimos frustrados.


De Zequinha a 27 de Novembro de 2008 às 17:30
Deixa lá César, deve ser dos tais empresários Reforma Agarra ou coisa do estilo ...


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 20:00
200 novos trabalhadores para uma aldeia com 400 pessoas.
Viva!


De Anónimo a 27 de Novembro de 2008 às 18:25
Diz o César: "Agora só uma pergunta: já viu algum político pobre e um professor rico? Eu não!"

Pois olhe que eu já vi. Os políticos não são todos ricos como insinua! Conheço muitos que vivem como pessoas normais, remediados, da classe média.
Afinal como a maioria dos professores!

Há muitos professores com grandes vivendas e carros de alta cilindrada e jipes, ou não? Há muitos professores cuja família tem dois, três ou quatro carros porque todos trabalham, ou não?
Os políticos também.

Se ninguém suspeita que os professores tenham roubado a Escola ou alguém, então porque insinua que os políticos são ladrões?

Desculpe que lhe diga senhor César, mas esses juizos de intenção que o senhor faz são uma vergonha para um professor.

Pensava eu que era só um Tiago Abreu que insinuava essas barbaridades e propagava as falsidades...


De Tasca das amoreiras a 27 de Novembro de 2008 às 18:45
Caro amigo anónimo

Hoje parece que a “classe” política me bateu à porta. Há dias.
Caro amigo, responda-me se souber: sendo os professores cerca de 140.000 e havendo ente estes como já tenho dito, maus, menos maus, bons e muito bons, quantos é que já ouviu dizer que eram corruptos ou que enriqueceram à custa da escola? Sendo os políticos muito menos, quantos já ouviu dizer que eram corruptos? Claro que não se pode confundir uma parte com o todo, mas lá que há muitos, lá isso há! Por favor abra os olhos!

Jacinto César


De ELSA a 27 de Novembro de 2008 às 22:08
Tem razão o Jacinto como sempre. Adoro-o!

Beijocas da

Elsa


De Anónimo a 28 de Novembro de 2008 às 10:21
O Tiago Abreu continua aqui, onde tudo é permitido, a conspurcar o nome de outras pessoas e inclusive de uma senhora.


De Tiago Abreu a 28 de Novembro de 2008 às 10:22
Assina o Tiago Abreu o comentário das 22:08, obviamente com o nome de outra pessoa.


De Anónimo a 28 de Novembro de 2008 às 11:30
César, a qualidade do ensino está directamente proporcional à qualidade dos profs, por isso, não se deixam avaliar, o resto é treta.


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