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Terça-feira, 9 de Julho de 2013

Debate sobre Turismo

( Foto Tudobem)
 

 

 

Confesso que ontem quando ia a caminho do Cine-Teatro ia um pouco apreensivo no que aquilo iria dar. Pensei cá para com os meus botões que iríamos ter um comício político. Enganei-me quase por inteiro. O “quase” fica para o fim.

Depois da apresentação do orador feita por Tiago Abreu, Adolfo Mesquita Nunes foi para mim uma surpresa. Despido da “farda” institucional de Secretário de Estado, o orador fez uma resenha do que foi o turismo no passado, o que é hoje e o que espera do futuro como uma indústria que tem que ser melhor coordenada com outros sectores de actividades económicas. Falando de improviso e de um modo informal, foi muito claro na sua intervenção mesmo depois, durante o período de perguntas e respostas. Mostrou como seria natural um desconhecimento da realidade local e regional, mas cumpriu em meu ver o seu papel sem misturar o tema com política.

O melhor – Foi sem dúvida a clarividência do orador principal e o modo como se apresentou.

O pior – Quando ao princípio falei no “quase”, referia-me a Tiago Abreu. Não pela introdução que fez, mas pela sua segunda intervenção. Era muito difícil não por o pé na argola e deu vários tiros nos pés.

Começou logo ao congratular-se pelo trabalho da equipe que levou Elvas ao tão almejado título de Património da Humanidade, coordenada pelo Prof. Domingos Bucho e pela coordenadora do projecto da CME. Foi incapaz de referir o nome da Dra. Elsa Grilo. Problemas antigos devem-no ter feito jurar que nunca pronunciaria tal nome. Mas adiante. Nessa fase do discurso saiu-lhe algo que quero acreditar que não foi dito por mal, mas por desconhecimento, ao afirmar que o Embaixador de Portugal junto da Unesco, Embaixador Seixas da Costa não foi homenageado pela autarquia pelo contributo que deu no processo. Ou sou eu que estou com arteriosclerose avançada ou lembro-me de naquele mesmo local ter visto o Embaixador ser homenageado. Só não me recordo se foi com a Chave da Cidade se com o Diploma, mas que foi, foi, juntamente com o Prof. Domingos Bucho, a Dra. Elsa Grilo, o Eng. Mário Batista e mais alguns que não recordo. Foi um tiro e peras.

Logo de seguida louvou o trabalho feito pelo referido embaixador e pelo grande apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiro.

Caro Tiago, ou não lhe contaram bem a história ou então quis para o seu “Ministro” os louros que não teve. Se não sabe a história eu conto-lha tintim por tintim e ao pormenor. Basta recordar-lhe que o embaixador foi a S. Petersburgo a negociar a não despromoção do Douro vinhateiro que estava em risco e não por Elvas. Mas se quiser posso contar-lhe a história toda. Esta foi a parte lamentável da sessão que no geral foi boa.

 

PS – Se quiser responder, está à vontade de o fazer sem o perigo de aparecerem os “tais” já que de há uns dias atrás passei a moderar os comentários.

 

Jacinto César     

 
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Tasca das amoreiras às 15:03
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Segunda-feira, 8 de Julho de 2013

E se … (mais uma vez o turismo)

 

 

 

Aqui, entre os vinte e muitos e trinta anos atrás, eu e uns amigos meus pensamos em por em prática algo que eu tinha visto na Alemanha e que se chama Europa Park. Eram novos e estávamos ainda cheios de força.

O projecto era um parque temático, que não existia em Portugal, e ainda não existe, sobre a história de Portugal, dando ênfase aos descobrimentos. Ideia atrás de ideia, e daí a termos ido a Lisboa falar com um arquitecto, foi um passo. Dissemos o que queríamos e a partir daí e depois de uma série de idas à capital, chegámos a um esboço que nos agradava. O nosso homem passou a papel tudo o que tínhamos em mente e a partir de aí começamos a pensar seriamente no assunto.

Um arquitecto de Elvas começou a desenhar os pormenores  e quando já tínhamos as coisas mais ou menos alinhavadas apresentámo-nos na câmara para discutir com o então presidente para analisar a viabilidade, as ajudas institucionais que nos poderia dar e fundamentalmente que se informasse como é que os fundos comunitários poderiam ajudar (estávamos então no início da nossa adesão à então CEE).

Já não me recordo bem, mas as burocracias foram de tal maneira grandes que acabámos por desistir do projecto.

Logicamente que para mim, hoje, está fora de causa meter-me numa coisa destas, até porque já não sou jovem e já não possuo aquele sangue na guelra que tinha naquela época. No entanto deixo aqui a ideia, que pode ser aproveitada por alguém ou pela autarquia. Não vos deixo aqui alguns dos desenhos que tenho pela simples razão que como sempre não os encontro. Claro que acabei por encontrar coisas que andavam perdidas há muito tempo. Quando os encontrar, voltarei ao assunto.

 

Jacinto César  

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Tasca das amoreiras às 15:15
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Terça-feira, 2 de Julho de 2013

E se … Parte 2

 

 

 

Continuando com o tema de ontem, vou explanar um pouco mais a minha ideia, fruto da experiência que tenho como consumidor deste tipo de serviços.

Vamos partir do princípio que as 5 câmaras chegavam a um acordo para trazer os turista para a região através do aeroporto de Badajoz e que se constituía um tour operator para explorar a região.

O natural seria que cada uma das cidades tivesse um escritório a representar o referido tou operator. E para quê?

Normalmente o que acontece por esse mundo fora, quando se chega a uma cidade, a visita a esta já está incluída no preço do pacote, e também é normal que o segundo dia seja um dia livre para que os grupos façam o que bem entender. Aqui entram os escritórios locais do tour operator que propõem às pessoas passeios de meio-dia, de dia inteiro ou de algumas horas. Estes escritórios locais são fundamentais porque são eles a rentabilizar as operações. Por exemplo aqui em Elvas poderiam fornecer pequenos programas, como passear a cavalo, visitar locais arqueológicos, etc, etc. Tanto no primeiro dia como no segundo o mesmo escritório propõe um jantar especial com música do país, jantares românticos à luz da vela, etc, etc..

Como disse ontem, a minha experiência neste aspecto é de muitos anos e abrange 4 continentes e um sem número de países. Em todos os lugares o esquema é o mesmo.

Ah, esquecia-me de mais um elemento fundamental e que é uma agência de aluguer de carros a trabalhar em colaboração com os escritórios, porque há muita gente que nos dias livres gostam de alugar um carro e andarem por aí por conta própria.

Eu não inventei nada que já não exista há muitos anos noutros locais. Agora o que é necessário é as cidades envolvidas falarem, chegarem a um acordo e depois por a máquina a andar.

Respondendo a um “comentador” de ontem, sobre o facto de ter falado em trazer chineses para cá ser uma loucura, visto eles terem por lá muito para visitar, respondo-lhe da seguinte maneira.

Talvez das paisagens mais bonitas que alguma vez vi na minha vida sejam os arrozais na Indonésia. Mas se formos dizer uma coisa destas a um indonésio é capaz de nos dizer que estamos loucos. Quero com isto dizer que aquilo que é exótico para nós, para os locais nada significa. O que é que representa para um alentejano uma planície verde ou dourada de cereais? Nada. Mas qualquer pessoa que nunca tenha encarado com tal vista, fica de olhos arregalados pela sua beleza.

Talvez ainda volte ao assunto turismo.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 15:55
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Segunda-feira, 1 de Julho de 2013

E se …

 

 

 

Mais uma vez volto ao tema turismo, tema que me é muito caro por várias razões.

Todos nós sabemos que em redor de Elvas num raio de90 quilómetroshá 4 cidades Património da Humanidade: Cáceres, Mérida, Évora e Elvas. A juntar a estas cidades temos Badajoz que possui uma infra-estrutura fundamental para o turismo: um aeroporto. Pois bem, permitam-me dar um exemplo e depois explicarei o que quero dizer com isto.

- um avião charter sai de Pequim com 300 turistas a bordo;

- os 300 turistas desembarcam em Badajoz;

- as agências de viagens que venderam o pacote de férias, pegam neles e levam-nos a passar 2 noites a cada uma das 4 cidades.

- ao fim das 8 noites (9 dias que é o habitual para estes casos) os 300 turistas são novamente encaminhados para Badajoz e o avião que os vai levar, trás outros tantos, e tudo volta ao princípio.

Se verificarmos, de 8 em 8 dias temos os 300 turistas a passarem em Elvas 2 dias e 2 noites.

Estamos a falar de uma só origem e de somente 1 avião. E se conseguirmos trazer nesses 8 dias outro avião do Japão, outro da Índia e outro da Rússia? Significava isto que teríamos os hotéis actuais quase todos lotados.

Como é que isto se poderia fazer e qual o papel de Badajoz nisto tudo.

1 – Em primeiro lugar as câmaras destas 5 cidades teriam que se entenderem e fomentar a criação em Badajoz de um Tour Operator que organizasse os pacotes que iriam ser vendidos em feiras internacionais às agência de viagens dos vários países, com incidência nos países emergentes e que estão ávidos de sair, como são aqueles que referi no exemplo.

2 – Badajoz tornar-se-ia um interface de todas estas operações. Perguntar-me-ão porquê Badajoz? Porque Badajoz não tento por enquanto muito para mostrar, teria que também ganhar alguma coisa com isto, além de fornecer o aeroporto que é fundamental, já que o que temos mais perto é o de Beja, e este fica demasiado longe dos destinos espanhóis.

3 – Se durante a estação Primavera/Verão/Outono tentaria conquistar clientes de países que não tivessem invernos muito rigorosos, no Inverno tentaria captar clientes oriundos de países com Invernos extremamente rigorosos.

 

Que isto pode funcionar nestes moldes eu não tenho dúvidas, já que sou “cliente” há muitos anos deste tipo de operações.

Como organizar toda a operação? Bem, aí voltamos ao tema que bastantes vezes aqui tenho falado: a profissionalização do turismo. As câmaras que falem umas com as outras, que contratem pessoas entendidas no assunto e de preferência já “metidas” nele e penso que daí para a frente as coisas correriam sobre rodas.

Claro que além disto tudo, teríamos que dar formação à restauração, hotelaria e comércio para que as coisas corressem ainda melhor. Para finalizar diria que 1 turista satisfeito atrai mais uns quantos.

 

Continuarei a falar do assunto mais para a frente e dando exemplos de como as coisas se podem fazer, dada a minha experiência de quase 40 anos como turista.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 14:55
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Quarta-feira, 1 de Maio de 2013

Mais turismo

 

 

 

Nestes últimos tempos e principalmente nesta duas últimas semanas que o número de visitantes da nossa cidade tem vindo a crescer e de que maneira. A continuar a este ritmo é muito natural que este verão tenhamos “casa cheia”. Todos esperamos que aconteça. Só que … Pois, há sempre um “mas”, que por vezes um grão se areia pode fazer parar a máquina.

Todos sabemos e as autoridades locais também o sabem que a promoção da cidade e do seu património é muito importante, e que para tal, pode e deve-se recorrer a todos os meios e mais alguns para atingir os objectivos a que nos propomos. Só há um meio que ninguém consegue controlar e que é a impressão que cada um dos turistas leva da nossa cidade, e esta pode ser favorável o que trás como consequência a vinda de mais gente, ou desfavorável e isso desmobiliza os que estavam para vir e não virão mais.

Neste aspecto sei muito bem do que falo pois a experiência que tenho como “visitante” é muito grande e sei os que me têm recebido, o que têm feito para que me sinta feliz no local onde estou. Tenho corrido meio mundo e estado nos locais mais improváveis de se visitarem, e por mais incrível que possa parecer, o único país onde tive problemas foi naquele que há partida não os oferecia: a Suíça. Quero acreditar que foi um caso isolado, mas a má impressão ficou. E o que se passou foi nem mais nem menos que um caso muito parecido com o que se vê aqui em Elvas diariamente e que a fotografia mostra. Toda a gente sabe que quem se desloca à Grã-Bretanha e sai à noite numa sexta-feira ou num sábado à noite ao que está sujeito e eu que vou lá gastar o meu dinheiro não estou para aturar as bebedeiras dos locais. Ou não vou, ou se tenho que ir não saio à rua para não ser incomodado.

Voltando ao que se passa aqui em Elvas e que todos nós sabemos, é motivo mais que suficiente para um turista se sentir incomodado e faça uma má propaganda de nós.

Como é que se pode resolver este problema, francamente não sei, mas deve haver qualquer lei ou norma que preveja estes casos. Temos que dar uma boa imagem de nós se queremos ter futuro.

Já estive em locais do outro lado do mundo e que repeti mais do que uma vez. E porquê? Porque me senti lá bem e se puder lá voltarei.

 

Jacinto César  

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Tasca das amoreiras às 19:06
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Terça-feira, 30 de Abril de 2013

Turismo, mais uma vez

 

 

 

Senhor Presidente da C.M.E.

 

Cá estou eu mais uma vez a dirigir-me a V. Ex.ª, só que desta vez não é “para dizer mal” de nada, mas para sugerir algo.

Li só ontem a entrevista que deu ao LE. Passando ao lado do que não me interessa, falou o senhor muitas vezes sobre o nosso património e turismo. Sobre património muito haveria para dizer, mas fica para uma oportunidade próxima. Vamos então ao turismo que é aquilo que se torna mais urgente tratar, pois como já há muito tempo ando a falar, que será (e é) a nossa tábua de salvação imediata para a economia do Concelho. Uma das coisas que lhe sugeri há muito tempo é a contratação pela câmara de um profissional do ramo que ajude o executivo a fazer um plano de turismo e que o execute. Como sabe muito bem, estas coisas não se dão lá muito bem com amadorismos. Mas mesmo com amadores há coisas que se podem fazer e que dão resultado, algumas das quais já foram feitas.

Há uma muito simples e que gostaria de propor a V. Exa.. Se o senhor pedir aí a alguém que o guie naquilo que lhe vou dizer (partindo do princípio que em coisas de informática não será um grande entendido), abra o link que se segue e olhe e depois pense até que ponto Elvas poderia tirar partido se uma situação destas. O link corresponde a uma empresa que disponibiliza imagens em directo com câmaras de alta resolução de vários pontos importantes do mundo. Agora imagine o seguinte: a câmara compra uma série de vídeo-câmaras e coloca-as em pontos estratégicos da cidade apontadas para alguns dos nossos melhores monumentos. Dou-lhe 2 ou 3 exemplos: uma montada no telhado do Hotel D. Luís ou da Escola Secundária e que possibilitasse a vista de 180º, outra montada na torre do Castelo e que abrangesse uma vista de 360º e outra no edifício da antiga Rodoviária Nacional apontada para a Sé.

Já reparou que só com estas 3 câmaras mostrava uma parte significativa da cidade a todo o mundo?

Vamos à parte dos “dinheiros”. As câmaras hoje custam uma ninharia, o que não constituiria um problema. Quanto custa manter as câmaras on-line neste e noutros sites não sei, mas presumo que não custará uma fortuna. Mais, as imagens on-line poderiam também muito bem ser inseridas no site da própria C.M.E. (que continua muito pobre).

Deixo-lhe aqui um dos sites, apesar de haver mais. Se quiser mais esclarecimentos estarei disponível para lhos dar (pela minha cidade faço tudo e de “borla”).

 

Link -   http://www.earthcam.com/

Como sei que não lê o que escrevo, mais uma vez tomo a liberdade de lhe enviar o texto por mail.

 

Jacinto César

 

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Tasca das amoreiras às 13:54
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