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Terça-feira, 30 de Abril de 2013

Turismo, mais uma vez

 

 

 

Senhor Presidente da C.M.E.

 

Cá estou eu mais uma vez a dirigir-me a V. Ex.ª, só que desta vez não é “para dizer mal” de nada, mas para sugerir algo.

Li só ontem a entrevista que deu ao LE. Passando ao lado do que não me interessa, falou o senhor muitas vezes sobre o nosso património e turismo. Sobre património muito haveria para dizer, mas fica para uma oportunidade próxima. Vamos então ao turismo que é aquilo que se torna mais urgente tratar, pois como já há muito tempo ando a falar, que será (e é) a nossa tábua de salvação imediata para a economia do Concelho. Uma das coisas que lhe sugeri há muito tempo é a contratação pela câmara de um profissional do ramo que ajude o executivo a fazer um plano de turismo e que o execute. Como sabe muito bem, estas coisas não se dão lá muito bem com amadorismos. Mas mesmo com amadores há coisas que se podem fazer e que dão resultado, algumas das quais já foram feitas.

Há uma muito simples e que gostaria de propor a V. Exa.. Se o senhor pedir aí a alguém que o guie naquilo que lhe vou dizer (partindo do princípio que em coisas de informática não será um grande entendido), abra o link que se segue e olhe e depois pense até que ponto Elvas poderia tirar partido se uma situação destas. O link corresponde a uma empresa que disponibiliza imagens em directo com câmaras de alta resolução de vários pontos importantes do mundo. Agora imagine o seguinte: a câmara compra uma série de vídeo-câmaras e coloca-as em pontos estratégicos da cidade apontadas para alguns dos nossos melhores monumentos. Dou-lhe 2 ou 3 exemplos: uma montada no telhado do Hotel D. Luís ou da Escola Secundária e que possibilitasse a vista de 180º, outra montada na torre do Castelo e que abrangesse uma vista de 360º e outra no edifício da antiga Rodoviária Nacional apontada para a Sé.

Já reparou que só com estas 3 câmaras mostrava uma parte significativa da cidade a todo o mundo?

Vamos à parte dos “dinheiros”. As câmaras hoje custam uma ninharia, o que não constituiria um problema. Quanto custa manter as câmaras on-line neste e noutros sites não sei, mas presumo que não custará uma fortuna. Mais, as imagens on-line poderiam também muito bem ser inseridas no site da própria C.M.E. (que continua muito pobre).

Deixo-lhe aqui um dos sites, apesar de haver mais. Se quiser mais esclarecimentos estarei disponível para lhos dar (pela minha cidade faço tudo e de “borla”).

 

Link -   http://www.earthcam.com/

Como sei que não lê o que escrevo, mais uma vez tomo a liberdade de lhe enviar o texto por mail.

 

Jacinto César

 

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Tasca das amoreiras às 13:54
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Segunda-feira, 29 de Abril de 2013

Todos os nomes

 

 

 

Eu sei que aquilo que vou escrever será polémico, mas como esta já começou no FaceBook, vou de uma forma mais meditada voltar ao assunto, ou seja, os nomes dos políticos inscritos em novas ou velhas obras restauradas.

Para quem se quiser dar ao trabalho de ler as obras de Domingos Lavadinho ou de António Thomaz Pires sobre a toponímia elvense, verificará que cada rua ou praça de Elvas já mudou de nome umas quantas vezes. Dependendo de onde “sopram os ventos” na altura, os nomes vão sendo modificados. Partindo deste princípio, não há toponímia definitiva. Esta é a parte pragmática do assunto.

Agora vamos à parte moral e ética.

1 – Eu se mandasse jamais colocaria o nome de uma pessoa viva numa rua. E porquê? Porque hoje a pessoa fez qualquer coisa boa à sociedade e amanhã poderá ter uma infelicidade qualquer que lhe ponha o nome de rastos. Pode acontecer a qualquer um. Um exemplo: nunca o nome de Elvas foi tão falado a partir do momentoem que Paco Bandeirasimortalizou o nome através de uma canção. Verdade!!! Nestes últimos anos e ao que dizem os jornais e opinião pública, o mesmo Paco Bandeiras não se tem portado lá muito bem. O facto é que entre estes “dois tempos”, homenageou-se o cantor com um nome de uma rua. E agora?

2 – Nunca colocaria o nome de uma rua ou praça, ou mesmo permitiria que se colocasse uma estátua de uma pessoa viva. E porquê? Talvez por uma questão de tradição, só veja fazer tal, a pessoas que já morreram e se distinguiram nalguma coisa. Se mo fizessem a mim, jamais aceitaria pois pensaria que se estavam a querer verem livres de mim.

3 – Agora a questão de ética. Qualquer pessoa que permita que usem o seu nome para uma situação destas, só pode ser um chauvinista. E porquê? Porque ver o seu nome envolvido numa situação destas lhe faz crescer o ego uns quantos palmos. Para pessoas que aceitam isto, modéstia é uma palavra que não faz parte do seu vocabulário.

E agora se me perguntarem se concordo ou não? Para ser sincero, estou-me nas tintas para o assunto. O facto de terem lá este ou aquele nome não me afecta rigorosamente nada. Quantos de nós continuamos a chamar à Praça 25 de Abril o Largo da Cervejaria? E antes não era Praça Salazar? Precisamente os mesmos nomes que a ponte em Lisboa e que para todos nós continuará a ser a Ponte sobre o Tejo.

Para acabar, quantas coisas estão mal em Elvas e não as vejo discutir com tanto afinco? Basta dar uma passagem de olhos pelo FaceBook e ver a enormidade de inutilidades que ali se escrevem e partilham. Será que as pessoas não têm coisas importantes para discutir?

 

Jacinto César

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Tasca das amoreiras às 17:54
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Domingo, 28 de Abril de 2013

Obrigado Senhor Presidente

 

 

 

Estive uns dias fora aproveitando a ponte e o bom tempo. Normalmente nesses dias largo tudo para arejar a cabeça. Mas hoje quando cheguei soube logo da notícia: a Semana da Juventude tinha sido transferida para o Parque da Piedade. Finalmente.

Quando lhe digo “Obrigado Senhor Presidente”, não sou eu que agradeço, mas o Aqueduto das Amoreiras e todos os elvenses e não só, que gostam dele. O bom senso imperou e o caso morre aqui. Sei que por vezes sou muito chato, mas quando penso que estou com a razão não consigo calar-me e ainda bem que lhe andei a dar cabo da cabeça já há uns anos. Este facto foi uma vitória de TODOS e assim evitou-se aquilo que um dia poderia ser um desastre como já aconteceu.

 

Mais uma vez obrigado

 

Jacinto César

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Tasca das amoreiras às 23:32
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Quarta-feira, 24 de Abril de 2013

24 de Abril, o Dia da Saudade

 

 

 

Que saudades tenho desses tempos! E porquê? Por muitas e boas razões. A saber:

- Gostava desses tempos em que a grande maioria das pessoas eram honestas;

- Gostava desses tempos porque as pessoas eram educadas independentemente da sua condição social ou económica;

- Apesar de vivermos em ditadura, era bem melhor que a actual democracia;

- Apesar de vivermos em ditadura, os governantes tivessem entrado para os governos, ricos ou pobres, nessa mesma condição de lá saíam;

- Gostava desses tempos em que a prosperidade ia aumentando sustentadamente, onde a indústria florescia, o comércio crescia e a agricultura, mesmo sendo o parente pobre da economia dava de comer a milhares de pessoas.

É verdade que as eleições eram forjadas e ganhavam os mesmos! E agora? Ora votamos em corruptos e mafiosos ora votamos em mafiosos e corruptos.

É verdade que não podíamos protestar e falar mal do governo! E agora? Falamos mal, protestamos e tudo o mais. E que ganhamos? Nada!

É verdade que sustentávamos uma guerra injusta! E agora? Suportamos pequenas guerras para manter governos fantoches no poder.

Ai que saudades que eu tenho do tempo em que um ditador nasceu pobre e pobre morreu.

Ai que saudades do 24 de Abril. Amanhã será para mim e presumo que actualmente para muitos milhares de portugueses o Dia de Luto Nacional.

 

Jacinto César

 

 

 

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Tasca das amoreiras às 20:24
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Terça-feira, 23 de Abril de 2013

As antenas do nosso descontentamento

 

 

 

Sei que tudo aquilo que aqui escrevo, salvo raras excepções, vai caindo em saco roto. No entanto, tive um professor de Ginástica que passava o tempo a “zucrinar-nos” os ouvidos com uma palavra: insiste, insiste, insiste, …, e nós insistíamos.

Já falei aqui não sei quantas vezes da floresta de antenas que povoam os telhados do Centro Histórico. Quem olha do alto depara-se com a “belíssima” selva de alumínio e tubos de ferro. É na verdade uma paisagem desoladora. Mas o pior é que a grande maioria já não serve para nada, bastando para tal verificar o número delas que estão caídas ou dobradas.

Mas o maior espectáculo é o telhado da Casa da Cultura. São aos montes e acredito que quase todas são inúteis.

Agora pergunto eu e mais uma vez aos serviços da C.M.E.: sabendo que a maioria das casas estão desabitadas ou ocupadas por pessoas de fracos recursos, não arranja uma brigada de trabalhadores que proceda à “desflorestação” dos nossos telhados? Será que é assim tão difícil e dispendioso?

Senhor Presidente, não é a Amazónia que quero desflorestar, são os telhados. Com tanta gente que nos vai visitar no 10 de Junho, parece mal o espectáculo que oferecemos.

 

Jacinto César      

 

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Tasca das amoreiras às 18:00
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Segunda-feira, 22 de Abril de 2013

Ao que chegámos!

 

 

 

É absolutamente incrível como as audiências da TVI cresceram com a entrada na grelha do novo Big Brother VIP.

Será que as pessoas não têm melhor que ver que aquela cambada de palhaços a exibirem-se?

Será que no meio de tantos canais não há mais para ver que uns quantos de oportunistas que indirectamente (através da publicidade) se governam à nossa custa?

No penúltimo sábado fui ao cinema aqui em Elvas, tal como faço quase todas as semanas. Havia 5 pessoas ao todo: o porteiro, o vendedor de bilhetes, o projeccionista e dois (2) espectadores. Absolutamente lamentável.

Mas para onde caminhamos nós? Para a cultura da mediocridade? Para o endeusamento de um grupo de inúteis para a sociedade?

Assim vamos longe!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 22:46
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Domingo, 21 de Abril de 2013

Um dia "a casa vem abaixo"

 

Exmo. Senhor Presidente da C.M.E.

 

Sei que sou muito chato, para não dizer outra coisa e isto porque nem quero imaginar o que o senhor pensa de mim, mas não me faz diferença. Sou assim e já não vou mudar.

Escrevo-lhe para lhe recordar uma coisa que o senhor disse em público e que pelos vistos já esqueceu. Se bem se recorda, aqui há uns meses atrás, mais propriamente em Junho do ano passado, numa reunião que tive com V. Ex.ª e com outras pessoas, eu fiz-lhe uma oferta e que foi um pedacinho dos Arcos das Amoreiras que tinha caído. Isto a propósito de uma série de escritos que aqui tinha feito em que o alertei para o perigo que constituía a realização da Semana da Juventude junto ao Aqueduto devido ao som que ali se produzia. Expliquei aqui o porquê desse perigo sob o ponto de vista científico. Ao que parece o senhor “não leu”. Aproveitando essa reunião, voltei a explicar-lhe, desta vez de viva voz os perigos a que os Arcos das Amoreiras estavam sujeitos. Sei que o senhor não é obrigado a saber de Física das Partículas ou de Mecânica dos Materiais, mas expliquei-lhe de uma forma simples os fenómenos que ali ocorrem com o ruído. Se bem se recorda, ouviu-me em silêncio, depois fez uma pausa e depois com a sua voz de “trovão” e virando-se para a Vereadora Vitória Branco disse-lhe: “Vitória, este foi o último ano que ali se fez a Semana da Juventude”. Recorda-se? E depois de como não quer a coisa, virou-se para mim e disse: “E o senhor também é culpado! Sabendo do problema bem mo poderia ter colocado directamente em lugar de andar a escrever em blogs”. Nem mais! Eu também era culpado da situação.

Passado um ano, soube que a dita Semana da Juventude volta ao local habitual, só que desta vez com o palco do outro lado do terreiro e virado para os Arcos. Por amor de Deus senhor presidente, o efeito é rigorosamente o mesmo e não é o facto de colocarem o palco50 metrosmais afastado, que vai alterar o problema. Resumindo, o seu “nunca mais” deveria estar a referir à posição do palco.

Pois bem, a asneira persiste e eu faço o que me compete: protesto.

Como eu sei que o senhor não lê nem manda ler aquilo que escrevo, desta vez vou enviar à Câmara por mail uma cópia desta carta aberta. Assim pelo menos não me poderá atribuir culpas se um dia “a casa vier abaixo”.

 

Atentamente

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 23:10
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Sexta-feira, 19 de Abril de 2013

A importância de se ser do Norte

 

 

 

Ontem por mera casualidade abri a televisão quando decorria um telejornal e vi uma notícia que me encheu de tristeza por dois motivos. Passo a explicar.

A notícia referia-se ao elevado estado de degradação que o Convento de Santa Clara em Vila do Conde se encontra ao ponto de um dia próximo poder ruir. Actualmente está ao abandono e é covil de vândalos, drogados e demais marginais. Esta é a parte triste da notícia. A parte que me deixou satisfeito foi o facto de como ontem se comemorava o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, a população de Vila do Conde e encabeçada pelo seu presidente veio para a rua em protesto, fazendo um cordão humano em volta do referido convento. Foi bonito ver uma população inteira em defesa do seu património.

E nós aqui em Elvas o que é que fazemos em defesa do nosso património e principalmente pelo Forte da Graça? NADA! Rigorosamente nada. Vamos fingindo que não é nada connosco e assobiamos para o lado. Mas pior do que isso é o facto de ainda se criticar quem tenta fazer algo contra o actual estado de coisas. Pelo andar da carruagem um dia destes iremos chorar lágrimas de crocodilo, lamentando muito a sua perda e tudo o que virá por arrasto.

 

Um bom fim-de-semana para todos

 

Jacinto César    


Tasca das amoreiras às 14:46
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Quinta-feira, 18 de Abril de 2013

Ponto da situação

  Gastão de Brito e Silva

 

 

Vai fazer no dia 30 do mês de Junho um ano que vivi um dos dias mais felizes da minha vida, ou seja, a classificação de Elvas a Património da Humanidade. Parece que foi ontem e em certos aspectos foi mesmo ontem, porque há coisas que não mudaram nada. Estou a referir-me ao Forte da Graça. Está como se costuma dizer “que nem o pai morre, nem a gente almoça”.

Tenho como disse ontem aqui estado um bocado alheado do blog, mas não do Forte da Graça. Já aqui tinha dito que um dia destes apresento uma denúncia junto da UNESCO contra o estado em que o forte se encontra. Mas como esta acção pode prejudicar a Cidade e como houve circunstâncias que se alteraram, resolvi alterar a coisa que tinha pensado. Se no dia 10 de Junho deste ano e durante as comemorações do Dia de Portugal não for apresentada qualquer solução, irei promover uma acção que irá envergonhar o governo a nível internacional. Nem menos, irei deixar o governo em maus lençóis perante a opinião pública internacional com a ajuda de terceiros interessados também no assunto. Esperemos para ver.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 16:46
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Quarta-feira, 17 de Abril de 2013

Estou de regresso

 
 

 

 

Ao fim de umas férias relativamente grandes estou de volta. O motivo destas férias tem um motivo muito preciso. Habitualmente sou consumidor de livros bastante regular e isto desde pequeno. Acontece que com mais ou menos assiduidade me dedico muito a ler. Só que desta vez e se calhar pelo facto de ter o tempo por minha conta, viciei-me, ao ponto de devorar livros uns atrás de outros. Até para a casa de banho levava o que estava a ler.

O último que li e que acabei precisamente ontem à noite foi a Mão do Diabo do José Rodrigues dos Santos. Assim de repente poderia dizer que é o pior livro dele, mas tem uma particularidade que o torna muito especial. Nunca tinha lido em parte alguma a história da crise que atravessamos, as suas origens e as consequências previsíveis. Sob a capa de um romance de aventuras, tão típico do autor, a história acaba por ser um ensaio sobre a “crise” e as suas causas. Pelos dados apresentados e para mim muito bem fundamentados, tudo começa com a crise de 1929 nos Estados Unidos (a grande depressão) com uma série de asneiras provocadas pelos bancos e repetida mais uma série de vezes até chegarmos aos dias de hoje no estado em que nos encontramos. Resumindo, se estamos à espera de um livro que nos entretenha, deparamo-nos com um livro que nos vai deixar ainda mais deprimidos do que andamos.

Para quem gosta de saber o “chão que pisa” recomendo-o vivamente. Para quem quer passar um bom bocado, é melhor esquecê-lo.

São quase 600 páginas que se devoram em pouco tempo. O estado em que ficamos é que é o pior.


Tasca das amoreiras às 19:50
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