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Sexta-feira, 30 de Março de 2012

Não era necessário …

 

 

Hoje e como é habitual não deveria ter escrito, mas dado os acontecimentos, sou obrigado a fazê-lo.

Ontem quando escrevi o post sobre o estado em que os Passos se encontravam, obviamente que não sabia o que se tinha passado na noite anterior na reunião da Câmara. Fico satisfeito que tal obra esteja para breve. Só não valia a pena era terem mandado a “polícia de choque” para me bater.

Não sei porquê, mas sempre que escrevo qualquer coisa a chamar à atenção da Câmara para qualquer problema, aparecem logo como se guardiães do templo se tratassem meia dúzia de comentadores a darem-me na cabeça. É estranho. Ou será que não é?

 

Renovo os desejos de bom fim-de-semana. Câmara incluída obviamente.

 

Jacinto César   


Tasca das amoreiras às 20:12
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Quinta-feira, 29 de Março de 2012

Sr. Presidente, assim não!

 

(Foto- Bloco de Esquerda)

 

Já há uns tempos a esta parte que não lhe envio um recadinho, mas desta vez tem que ser.

Foi há pouco tempo que se realizou a tradicional procissão do Senhor dos Passos e mais uma vez os visitantes encontraram os Passos num estado lastimável.

Se é verdade que antes era por culpa do IPPAR que não tinha dinheiro para os restaurar, agora não sei qual é a desculpa para que tal restauro não se realize.

Senhor Presidente, já alguma vez reparou na cara de espanto que qualquer visitante faz quando se depara com a ruína das ditas capelas?

É verdade que não foi o senhor que os mandou expor à intempérie, mas como a asneira já foi feita há tanto tempo, penso que já seria hora de remediar o que de mal foi feito e não deixar que ainda se degradem mais.

Eu não me importo que depois ponha lá uma placazinha a dizer quem os mandou restaurar, mas por favor não deixe esperar mais tempo sob pena de os nossos netos só os virem a conhecer por fotografias.

 

Bom fim-de-semana a todos

 

Jacinto César 


Tasca das amoreiras às 21:31
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Quarta-feira, 28 de Março de 2012

Dois grandes patifes

 

 

 

Eu nem sei bem por onde começar. Se um diz mata-se outro diz esfola-se. Só que qualquer dia estes dois patifes arranjam um grande “trinta e um” à Europa. Estou a falar como já devem ter percebido de Angela Merkel e Nicolas Sarkozy.

Todos vimos o horror do que se passou a semana passadaem França. Seé verdade que há por aí muito extremista disposto a matar por “dá cá aquela palha”, não é menos verdade que o presidente francês anda a provocar as situações. Vejamos o que é que o menino Nicolas tinha dito uma semana antes dos atentados. Afirmou para quem o quis ouvir que havia demasiados emigrantes em França e que a política neste sector tinha que ser alterada. Obviamente que se estava a referir aos emigrantes do norte de África. Enquanto precisou deles para os trabalhos “sujos”, eles que viessem. Agora já se podem ir embora. Já esta semana não permitiu a entrada em França de um eminente religioso muçulmano. Agora é só esperar pela pancada. A velha tolerância da França está a ser posta em causa todos os dias.

Com respeito à nossa querida amiga Angela, além da sua tendência natural para imitar um seu ilustre antepassado, agora também quer repor aquilo que já há muito tinha sido abolido por esse mundo fora e que é a escravatura. Então não é que essa “coisa” com ar de gente quer que os emigrantes que não sejam europeus ganhem só metade do que ganham os outros? E depois é fina, já que não se está a referir a mão-de-obra desqualificada mas sim a técnicos altamente qualificados como informáticos, médicos e engenheiros. E que espera a senhora com isto? É que qualquer dia tenha lá por casa uma “bernarda” das antigas.

Nestes e noutros aspectos tenho que dizer que Portugal marca pontos pela positiva. Falamos muito, mas lá no fundo até somos um povo bom.

 

Jacinto César     


Tasca das amoreiras às 22:52
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Terça-feira, 27 de Março de 2012

A propósito de … Llorete de Mar

 

 

 

 

Muito escrevi aqui sobre educação e seus problemas. Rara foi a vez que os comentários não foram nada favoráveis, antes pelo contrário, quase que chegaram a ser ofensivos. Mas enfim, por vezes ponho-me a jeito e depois levo na cabeça. Hoje volto ao assunto por dois motivos: um positivo e outro negativo.

 

1 – Este fim-de-semana a Escola Secundária D. Sancho II da nossa cidade comemorou 60 anos de existência. Aproveitou-se a data para dar a conhecer a escola a quem a quis visitar depois das obras e também para o reencontro de ex-alunos e ex-professores. Foi bonito de ver amizades que perduraram pelos tempos fora. Era aquilo a que se chamava de “amizades para uma vida”. E é uma grande verdade, dantes, e sem saudosismos do passado, quando se era amigo, era-se amigo para sempre nem que os reencontros só se dessem dezenas de anos depois. Foi um “dia e peras”.

 

2 – Mais uma vez em Llorete de Mar se deu “a repetição da jogada”. Mais uma vez uma família ficou de luto. Mais uma vez os nossos alunos fizeram tristes figuras.

Hoje quando vi na televisão reportagens feitas na Catalunha, pensei cá para os meus botões: quem é que são os verdadeiros culpados daquelas lamentáveis cenas que todos vimos? Mais uma vez tenho que apontar o dedo a alguém: os pais. Será que estes são tão inocentes que não saibam o que é que os seus rebentos vão fazer?

Mais uma vez tudo começa aqui bem perto de nós. No Caia voltou a repetir-se o que já é costume: a GNR a revistar os autocarros e a apreender drogas.

Depois é aquilo que todos sabemos o que vai acontecer, ou seja, mais do mesmo se compararmos com o que se passou nos anos anteriores. Mas não vale a pena preocuparem-se: para o ano há mais.

 

Agora vão-me perdoar mas vou chupar umas pastilhas Rennie para prevenir uma eventual azia. Pelo sim pelo não, vou também enfrascar um Xanax não vá o sistema nervoso entrarem colapso. Parao dia ser perfeito preferia ver os ingleses voltar a Londres com o rabinho entra as pernas. A ver vamos!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 19:33
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Segunda-feira, 26 de Março de 2012

As loucuras do Mico

 

 

 

Eu não queria voltar ao tema turismo tão depressa, mas o Mico da Câmara Pereira fez que voltasse a ele.

Há pessoas que nasceram em berço de ouro e que pelas mais variadas razões viram a vida andar-lhes para trás. Não sei se é o caso, mas pelo que me pareceu é!

Comprou o Castelo de Barbacena para as suas festas e queria que alguém lhe subsidiasse a reconstrução do “palácio”. O pior é quem lhe deu razão ao dizer que ali se poderia fazer uma pousada ou hotel. Será que as pessoas enlouqueceram ou andam nas nuvens? Como é que se iria rentabilizar tal investimento? Quem é que seria a população alvo para vir para um local daqueles (isto sem desprimor para Barbacena, é claro)?

Isto faz-me lembrar o que aconteceu aqui há uns anos atrás com o turismo rural: houve subsídios para toda a gente que quis reconstruir montes e depois não havia hóspedes. Pudera, era mesmo isso que os proprietários queriam. Ficaram com as ruínas recompostas à custa da UE e agora é gozarem-se das suas belas casas, para eles e amigos, já que possuir um monte no Alentejo é coisa fina.  

Se um dia Elvas tiver estiver numa situação diferente em relação ao turismo, coisa que começo a não acreditar, aí sim, vale a pena investir em tudo o que estiver à sua volta. Agora assim, só de loucos.  

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 19:29
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Domingo, 25 de Março de 2012

Mais uma vez …

 

 

 

É lamentável, mas é verdade. Mais uma vez os elvenses estiveram de costas voltadas para a sua cidade e para aquilo que nela se passa.

Mais uma vez um grupo de espanhóis veio até nós visitar-nos e os portugueses nem vê-los. Ainda eram menos que no outro sábado.

Se fosse uma festa com comes e bebes e com uns pimbas à mistura rapidamente se juntavam umas largas centenas de cidadãos.

Agora participar em qualquer evento cultural … Aonde chegou a nossa cidade que outrora se reunia em peso para participar em qualquer evento cultural e onde proliferavam as sociedades culturais. Estamos no fundo.

Venham de lá umas novelas piegas e uns futebóis, de preferência com umas jogadas polémicas, e estamos satisfeitos e de barriguinha cheia.

Absolutamente lamentável. Sem mais comentários.

 

Uma boa semana para todos

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 23:19
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Sexta-feira, 23 de Março de 2012

Visita a Elvas

 

 

 

Amanhã, e mais uma vez, o grupo que nos visitou a semana passada, regressa a Elvas. Desta vez é para percorrer o Centro Histórico e principalmente a sua arquitectura religiosa.

Venho aqui fazer um apelo aos elvenses que se interessam “por estas coisas” que nos acompanhem, já que vão ter a oportunidade de visitar algumas igrejas que normalmente estão fechadas. Refiro-me concretamente à Igreja dos Terceiros e ao Convento de Santa Clara.

Na fotografia está o programa completo da visita.

Nota - As horas do programa são na hora de Espanha. 

 

Bom fim-de-semana para todos

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 14:29
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Quinta-feira, 22 de Março de 2012

Turismo – O que temos e o que queremos

 

 

Efemérides do dia

 

Em 22-3-1756 o governador das armas, Marquês de Tancos, mandou que o povo de Elvas fosse obrigado a sair a campo, a combater a praga de gafanhotos que infestava as searas como era de uso fazer as montarias aos lobos.                                                   

 

Em 22-3-1824 data da provisão que autorizou a nomeação de uma junta de 6 membros para superintender na boa guarda dos olivais do termo de Elvas.  

 

Sei que alguns irão dizer que “cá está novamente este tipo a bater no ceguinho”, no entanto há coisas que têm que ser resolvidas e bem resolvidas para bem de uma comunidade que somos todos nós em Elvas.

Eu como já aqui tenho afirmado, não sei se existe algum plano estratégico para o sector por parte da Câmara Municipal de Elvas. Mas se existe, não se vêem resultados.

 

Há fundamentalmente 3 tipos de turismo: o turismo cultural, o turismo de lazer e finalmente o turismo “de garrafão”.

No turismo de lazer pouco temos que oferecer, a não ser o turismo rural, sobre o qual, desconheço o impacto que causa na economia de Elvas. Presumo que muito pouco.

Sobre o “turismo de garrafão”, que é aquele que predomina na nossa cidade, apesar de poder constituir uma fonte de receitas, o impacto é muito pequeno.

Resta-nos o turismo cultural, que é aquele ao qual Elvas pode oferecer algo importante.

Penso que não haverá muitas dúvidas sobre este assunto.

Nós oferecemos aquilo que temos de importante e necessitamos de ir à procura de quem queira “comprar”. E é isso que não tem sido feito.

Olhemos os exemplos do Algarve e da Madeira. Estas regiões do nosso país têm aquilo que todos nós sabemos e o que é certo é que eles conseguem vender a milhares o seu “produto”, fruto de campanhas agressivas que fazem em todo o mundo. Mas se formos ver bem, aquilo que estas duas regiões têm para oferecer, há inúmeros locais em todo o mundo que oferecem o mesmo. E porque é que eles conseguem levar a água ao seu moinho? Precisamente às campanhas que fazem em todo o mundo.

Tomemos agora como exemplo um país pequeno, que não tem praia nem sol para vender: o Nepal. O que é que este pequeno país situado nos confins do mundo tem para oferecer? Cultura! E porque é que há por lá milhares de turistas? Porque os seus serviços de turismo inundam com a sua imagem tudo o que é revistas de turismo, revistas culturais, televisões que se dedicam ao turismo, etc. É certo que tudo isto custa muito dinheiro. E qual é o retorno? Incomensuravelmente maior. É um país que vive exclusivamente para o turismo.

Poder-vos-ia dar numerosos exemplos do mesmo tipo.

E porque é importante para Elvas o turismo cultural? Além do que já referi e que é o belíssimo produto que temos para oferecer, este tipo de turista é por natureza aquele que não tem problemas económicos e não embarca naqueles grupos organizados onde vai tudo a monte atrás de um guia e tudo está programado ao pormenor. Este tipo de turista, estuda com antecedência onde quer ir, informa-se sobre tudo do local que escolheu, compra uma passagem aérea, aluga um carro, marca os hotéis e depois quando chega mete o nariz em tudo o que lhe aparece pela frente fruto de uma informação já adquirida. São estes que nos interessam e é a estes que lhes temos que passar a informação.

Senhor Presidente da Câmara Municipal de Elvas: eu não entendo nada de turismo, mas sou um turista compulsivo. Desde os meus 13 anos que tenho corrido meio mundo e sei como as coisas funcionam. Sei também porque é que vou aos locais onde vou. E sei também que não é como o turismo é encarado em Elvas que chegamos a algum lado.

Quando foi da implementação do MACE, foram contratar alguém que sabia do assunto. Custou dinheiro? Pois claro que sim, mas tem ali uma instituição que não nos envergonha.

Para o turismo tem que fazer o mesmo. Abra os cordões à bolsa, contrate alguém que saiba o que deve ser feito e todos ficaremos a ganhar. As belezas da nossa terra merecem e agradecem.

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 17:00
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Quarta-feira, 21 de Março de 2012

Sempre actual

 

Efemérides do dia

  

Em 21-3-1823 saiu de Elvas o Batalhão de Infantaria 8

 

Em 21-3-1833 chegaram a Elvas vindos de Espanha,  às 9 horas da noite, a Infanta D. Maria Thereza, filha de el-rei D. João VI; seu filho D. Sebastião Gabriel de Bourbou e seus filhos.  

 

 

 

Por mero acaso, ouvi hoje recitar um poema, já meu conhecido de há muito, mas que reconheço, estava no “arquivo morto” do esquecimento. Reconhecendo no entanto a sua actualidade, não resisti a ir procurá-lo num velho livro e deixá-lo hoje aqui para reflexão.

A autoria pertence àquele que, para além de um dos maiores poetas da língua portuguesa, foi um dos maiores sátiros da sociedade do seu tempo.

 

O Leão e o Porco

O rei dos animais, o rugidor leão, 
Com o porco engraçou, não sei por que razão. 
Quis empregá-lo bem para tirar-lhe a sorna 
(A quem torpe nasceu nenhum enfeite adorna): 
Deu-lhe alta dignidade, e rendas competentes, 
Poder de despachar os brutos pretendentes, 
De reprimir os maus, fazer aos bons justiça, 
E assim cuidou vencer-lhe a natural preguiça; 
Mas em vão, porque o porco é bom só para assar, 
E a sua ocupação dormir, comer, fossar. 
Notando-lhe a ignorância, o desmazelo, a incúria, 
Soltavam contra ele injúria sobre injúria 
Os outros animais, dizendo-lhe com ira: 
«Ora o que o berço dá, somente a cova o tira!» 
E ele, apenas grunhindo a vilipêndios tais, 
Ficava muito enxuto. Atenção nisto, ó pais! 
Dos filhos para o génio olhai com madureza; 
Não há poder algum que mude a natureza: 
Um porco há-de ser porco, inda que o rei dos bichos 
O faça cortesão pelos seus vãos caprichos. 

Bocage, in 'Fábulas'

 

Penso que se Manuel Maria Barbosa du Bocage vivesse nos nossos tempos não escreveria algo muito diferente.

 

António Venâncio


Tasca das amoreiras às 17:24
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Terça-feira, 20 de Março de 2012

Turismo “O Desejado”

 

 

 

 

Efeméride do dia

 

Em 20-3-1472 mandou el-rei D. João II levar em conta ao concelho de Elvas 2000 reis que deu a Manuel Coelho para ir estudar em Salamanca.                                                                         

Em 20-3-1823 saiu de Elvas o Batalhão de Cavalaria 3   

 

 

Já perdi o conto das vezes que aqui escrevi sobre o turismo e de cada vez que há qualquer coisa de novo, fico a pensar no assunto.

No sábado passado e como aqui dei conta, um grupo de 200 espanhóis esteve de visita à nossa cidade. Já cá tinha estado antes para ver os fortes, e vai voltar este próximo sábado para visitar a arquitectura religiosa.

Chega-se à conclusão que para ver Elvas com “olhos de ver” são necessários 2 a 3 dias. Mas o que me confunde é que é necessário ser um grupo da cidade vizinha de Badajoz a organizar o evento. Neste caso a câmara limita-se a dar apoio.

Só que mais uma vez, isto não passa de um caso pontual e que o mais provável é não voltar a repetir-se tão cedo. E é precisamente aqui que quero chegar.

Desde quando é que a CME tem uma política de turismo consistente, que seja agressiva com a concorrência, que traga aqui operadores turísticos que num futuro venda pacotes no estrangeiro que incluam Elvas e a região como um destino cultural por excelência e que faça publicidade a sério ao trazer aqui jornalistas influentes de revistas da especialidade desse mundo fora?

O que é que sempre se fez e que continua a fazer? Levar um stand de Elvas às feiras e romarias aqui num raio de 200 Km, distribuir uns panfletos que as pessoas levam para casa e de seguida deitam para o lixo.

Tomemos como exemplo a nossa cidade que tem cerca de 20000 habitantes. Quantos destes alguma vez foram a um museu, visitar por exemplo Mérida, Cárceres ou Évora e que até são cidades Património da Humanidade, que foram a um evento cultural qualquer em Lisboa ou mesmo aqui ao nosso lado a Badajoz? 10 % serão muitos! 

Agora analisemos que tipo de massa humana temos no tal raio de 200 Kms. Pouco diferente será, tanto de cá como do outro lado da fronteira. Então para quê investir em publicidade neste tipo de “clientes”?

O turismo para Elvas não pode ser o turismo de massas porque para esses nós não temos nada a oferecer. O turista que temos que aqui chamar é o turista cultural, que tem dinheiro para estar uns dias num hotel e que se está nas tintas para o bronzeado no fim das férias. Nós aqui, temos que vender “as pedras” que temos e podem crer que há por esse mundo fora gente ávida de as “comprar”. É necessário é chegarmos até elas e não é com os meios que estão a ser utilizados que lhes chegamos.

Doa a quem doer a situação é esta e a solução passa por enveredar por um caminho muito diferente daquele que é seguido actualmente.

Não temos ninguém em Elvas que entenda do assunto? Pois bem, se se tiver que contratar um estrangeiro que se contrate. Agora assim não!

 

Jacinto César


Tasca das amoreiras às 19:36
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