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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Patético

Não pode ser adjectivado de outro modo o que li no Linhas de Elvas sobre o caso Eurico Candeias/Tiago Abreu.

Não vou aqui de modo algum dizer que Eurico Candeias é “um menino de coro” bem comportado, mas Tiago Abreu em nada é melhor, antes pelo contrário.

Não sei se as SMS que Eurico Candeias recebeu foram ou não oriundas de um telefone de Tiago Abreu, mas o que é certo é que na carta que este último enviou ao primeiro, dá a entender que foi ele. Mas se alguém falar no assunto, mais uma vez tribunal. O habitual.

Mas das declarações do segundo o que mais me espanta é este acusar o primeiro de publicar uma carta pessoal que enviou ao primeiro, quando dias antes no seu blog publicou uma carta pessoal da Drª. Elsa Grilo a Eurico Candeias. É na verdade um espanto.

Umas perguntas deixo eu aqui. Mas o que faz gente desta na política? Mas é esta gente que se propõe governar-nos nos próximos anos? Será que não há gente melhor em Elvas? Estou curiosíssimo em ver as listas que se irão apresentar a sufrágio. Espero não estar com mais um dos meus pressentimentos, mas presumo que vou rir-me de certeza! Ou será que vou chorar de vergonha?

Nos próximos dias espero poder analisar a entrevista que o Dr. Simão Dores deu também no mesmo número do Linhas. A primeira impressão é a de que é uma pessoa sensata e comedida nas palavras o que é um bom princípio. Quanto ao conteúdo lá iremos.

 

Jacinto César  

 


Tasca das amoreiras às 01:48
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Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

A grande "farra"

Na sequência do que ontem aqui escrevi, gostaria ainda de fazer algumas reflexões sobre o assunto e prestar alguns esclarecimentos aos comentários que se fizeram.

 

1 – As minhas relações com Tiago Abreu – Por muito que por aqui se comente e afirme que tenho um ódio de morte a este cidadão, devo esclarecer o seguinte: em primeiro lugar, não faz parte do meu feitio odiar seja quem for. É um sentimento que felizmente não se encaixa na minha pessoa. Depois, como poderia odiar alguém que não conheço? A única divergência que tenho com a referida pessoa é o facto de não concordar nem de perto nem de longe com o modo como faz política. Eu entendo a política como uma coisa séria demais para se brincar com ela, e é precisamente por isso que a opinião pública tem a opinião que tem aos políticos na generalidade. Mesmo aqueles que porventura esteja com a intenção de servir a sua comunidade ou o seu país sentem-se mal com a fama que granjearam. É simplesmente a actividade no nosso país com menos prestígio. Porque será?

Desde há cerca de 2 anos a esta parte que os únicos contactos que tive com ele foi através de mail e em que lhe manifestei precisamente o meu desacordo com a sua forma de actuar, lamentando o facto de até ser simpatizante do partido que representa. Eis aqui o que são as nossas relações e o “meu ódio”.

 

2 – Outra das pessoas envolvidas nesta trapalhada é o meu AMIGO Eurico Candeias. Somos assim desde pequeninos e não é o facto de não concordar com muitas das suas atitudes e também a sua forma de estar na política, que o vou deixar de o ser. Assim o foi e assim será. Os amigos são para sempre independentemente das asneiras que façam. Em relação a isto, não me podem acusar de me calar, já que aqui lhe foi dirigida uma carta pública manifestando o meu desacordo em relação ao facto de ter passado “a dormir com o inimigo”. Foi uma opção que tomou e que apesar de não concordar, respeito. Ora se há tantos casais que ao fim de muitos anos de casados acabam por se divorciar, porque não mudar de partido? De uma coisa tenho a certeza: nem ele vai deixar de ser do Sporting, nem eu do Benfica.

É voz corrente que o Eurico é um “troca-tintas”. Mas será que ele alguma vez foi de outra maneira? É o feitio dele e só é culpado quem o arrastou para uma vida para o qual não foi talhado.

 

3 – Em relação aos outros políticos locais, só gostava de referir que tenho AMIGOS em todos os quadrantes, que falo com eles sobre política, mas jamais servi de intermediário de algum deles, nem tão pouco de ouvir aqui e contar ali. É por esse facto que continuo a agradecer o serem meus amigos e merecer a sua confiança. Sei muita coisa do que se passa nos bastidores da política local, mas nunca por nunca me valeria desses conhecimentos para vir aqui “tocar trombone”. Seria uma traição que não me perdoariam e que nem eu me perdoaria a mim próprio. Só comento aqui o que é do domínio público e mais nada. Merecem aqui uma referencia muito especial o Prof. José Júlio Cabaceira e o Dr. Joaquim Mendes além de outros com os quais não converso frequentemente de política.

 

4 – Em relação ao que eu penso da política local, é exactamente o que penso em relação à nacional: falta de humildade das pessoas, prepotência, falta de honestidade, falta de sentido de missão, para já não falar no que está tanto na moda e que é a corrupção. Como não me revejo no que atrás disse, prefiro ficar de fora e dizer, não, nunca, jamais em tempo algum.

 

Jacinto César

 

Nota – Presumo que este assunto não se esgote tão depressa. Como tal irei voltando a ele consoante os desenvolvimentos do caso e conforme os “artistas da banda forem tocando”          

 


Tasca das amoreiras às 19:23
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Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Profeta da desgraça

Não sou vidente, nem acredito em fenómenos sobrenaturais, mas frequentemente tenho medo dos meus pensamentos.

Há meses a esta parte alertei aqui, e não só, para os riscos que a oposição estava a correr com os comportamentos que estava a ter.

Passados uns meses e com o aparecimento da ADE, voltei a chamar à atenção de que a manobra teoricamente obscura, não passava de uma artimanha que toda a gente estava a ver, menos os seus responsáveis. Ninguém quis ouvir e a marcha seguiu.

Até que chegámos aos dias de hoje e infelizmente aconteceu o que eu tinha então previsto: uma grande embrulhada e que presumo que agora ninguém saiba como há-de descalçar a bota.

Não sou político, nem tenho pretensões a tal, mas isso não me impede de, andando de olhos abertos, ver o que se passa no panorama político actual.

Em condições NORMAIS já as coisas seriam difíceis para a oposição local em bater-se com Rondão de Almeida. Entrando, combater no seu terreno a missão tornava-se impossível. Só num filme de ficção.

Atacou-se a câmara por onde não devia! Não se procuraram os pontos fracos (e que não são poucos) para atacar, e sem recorrer à má-língua, ao disparate, à vateirice e muito menos à ofensa pessoal. Mas não! Optou-se por jogar no campo do adversário e os resultados estão à vista de todos.

E agora, perguntar-me-ão? Agora é aguentar da melhor maneira possível e fazer como na tropa quando uma ordem é mal dada: “tudo à primeira forma”.

Neste jogo político há quem tenha que arcar com as consequências e que é o PSD. A estratégia de alianças era à partida destinada ao fracasso. Mas não viram. Pareciam hipnotizados ou hipotecados ao PP (reparem que digo PP e não CDS). Recusaram-se a contar espingardas como muita gente propunha, já que mesmo perdendo, ficava-se a saber o que cada um valia. Mas não, tudo a molho, já para não falar nos possíveis pára-quedistas vindos de “outras paragens”.

Perante os acontecimentos recentes, venham eles a público ou não, de uma coisa tenho eu a certeza: alguém tem que meter a viola no saco e ir cantar para outra freguesia. Refiro-me concretamente a Tiago Abreu. Pode não se afundar por misericórdia, mas ficou numa posição que não lhe permite falar sob pena da espada que lhe pende sobre a cabeça cair. Se não estiver pelos ajustes quem pode perdoar, então o escândalo vai ser total.

Caro amigo José Júlio, não podes afirmar que não te alertaram para a embrulhada em que te estavas a meter. Relembro-te aqui aquele velho ditado “que antes só que mal acompanhado”. Perdias, é verdade, mas perdias com dignidade. Assim, é uma forma muito injusta de te afundares. És como aqueles que ao querem salvar alguém de morrer afogado, acabam por se afogarem também. Lamento.

As últimas palavras destino-as a Tiago Abreu. Já que falámos atrás em ditados populares, acrescento mais um: “pela boca morre o peixe”. Aplica-se que “nem gingas à sua pessoa. Admiro-lhe a coragem, mas não chega. Nem o exemplo do David e Golias você aprendeu. Ser político como você queria ser era a forma mais errada de se estar neste meio. Acredito que se deixou levar por uns quantos lambe botas que o rodearam e batiam palmas a tudo o que dizia e escrevia. E agora? Onde para essa gente? Já devem ter feito como os ratos do navio que se afunda. Estando as coisas neste pé, só espero é que terminem da melhor maneira para si. Depois disto tudo passar, só me resta dar-lhe um último conselho: retire-se.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 22:48
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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

Falemos de Futebol

Nota prévia – É mesmo de futebol que vamos falar. Qualquer extrapolação que se possa fazer é alucinação. Portanto nada de segundas interpretações.

 

 

Isto de se treinar uma equipa de futebol tem que se diga. Não é cargo para qualquer um, principalmente se o campeonato a disputar é complicado e com equipas que à partida são mais fortes que a nossa. Não basta ser um fala-barato e atirar pedras ao ar e dizer mal do treinador da equipa adversária. Antes de mais é necessário perceber-se o jogo do outro contendor e estudar a melhor forma de o derrotar. Mas para tal é necessário ser-se inteligente, principalmente se os jogadores que possui são maus e os sócios não ajudam. Em lugar de aplaudirem, assobiam. Reconheço que mesmo para um treinador bom a tarefa não é fácil, mas quando treinador e jogadores são do mesmo calibre, mais vale perder por falta de comparência. Não será, convenhamos, a atitude mais desportista, mas por vezes é preciso ser-se pragmático.

Há uns dias atrás estava a ver um jogo em que uma das equipes estava a perder por 7-0. Quando todos os que estavam a assistir a esta cilindrada pensavam que a melhor maneira de contrariar a outra equipa era acautelar primeiro a defesa e depois ir jogando em contra ataque, não senhor. Tudo ao ataque, à molhada e fé em Deus. Nada mais errado! A equipa que perdia até dava dó. O treinador berrava, os jogadores protestavam com a táctica e a assobiadela era monumental. Os lenços brancos a acenar no ar eram mais que muitos. Uma tragédia, uma humilhação!

Mas o treinador não dava mostras de ser um pouco mais humilde e no final do encontro continuava a disparar em todas as direcções. Claro que já ninguém ligava ao nosso homem e havia um ou outro mais exaltado que ia atirando objectos à cabeça deste. Ia-se defendendo como podia, mas a bronca era monumental, assim à moda das touradas. O treinador e jogadores adversários até se riam da triste figura.

O problema está, é que daqui a uns tempos, as equipas vão voltar a jogar e os 7-0 pairam no ar. Eu como assistente neutro (até sou do Benfica), não sabia se havia de rir ou chorar com tal figura, mas lá que dá pena, dá. É patético.

 

Jacinto César  


Tasca das amoreiras às 21:13
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Domingo, 26 de Abril de 2009

A Instituição Militar

No sábado passado, dia 25 de Abril, só me lembrei de uma coisa: de outro 25 de Abril qualquer.

Depois de ter passado 3 anos da minha vida na “tropa” e de ter ficado farto até aos cabelos, hoje tenho uma opinião diferente. Depois dos dias difíceis do pós 25 de Abril em a instituição castrense passou por momentos difíceis, hoje retomou a sua credibilidade, ao ponto de, e em minha opinião, ser a única instituição do Estado fiável.

Dirão os nossos leitores que estou a ficar apologista de uma ditadura, mas olhemos para as nossas instituições e reflictamos:

1 – Unidade básica da sociedade e que é a família – UM CAOS

2 – A segurança e a justiça – UM CAOS

3 – A educação – UM CAOS

4 - A economia e as finanças – UM CAOS

5 – A política – UM CAOS

6 – Os Órgãos de soberania – UM CAOS

Perante os factos que ninguém pode desmentir, o que é que nos sobra como país? Lamento dizer, mas quase nada.

Num sociedade em que todos querem mandar, mas ninguém manda efectivamente, numa sociedade em que a maioria dos cidadãos deveria obedecer, mas que efectivamente não obedecem, numa sociedade em que todos põem em causa tudo, que resta? O CAOS e é para aí que nos estamos a dirigir a grande velocidade. Toda a gente critica, mas ninguém sabe a solução!

Dado que efectivamente as Forças Armadas, que mesmo não sendo já o que eram mas ainda obedecem a uma voz de comando, são a única instituição em que, em último recurso podemos confiar, venha de lá outra revolução. Qualquer dia ou qualquer mês serve, mas venha.

Por último, quem são os culpados desta situação? TODOS NÓS!

 

Nota – Tem-se falado muito ultimamente que uma bomba política vai rebentar em Elvas. Sei que há comentadores que sabem que eu sei do que se trata. É verdade que sei, mas como não se trata de nenhum caso de polícia e como não sou político, deixo essa tarefa para estes últimos. Eles se se querem arranharem e se esfolarem, é lá com eles. Eu como cidadão limito-me a assistir, por vezes com um riso cínico. Se houver “mortos e feridos”, acreditem que vou ficar “muito triste”!

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 00:16
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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Mas será que a moral ainda existe?

Peço-vos que leiam com atenção estas duas notícias:

 

1 - “A Comissão Europeia tem, desde 1999, um projecto para incluir a economia paralela na contabilização do PIB, o que vai fazer com que actividades como a prostituição ilegal, o tráfico de droga, o jogo clandestino e o contrabando passem a contar como riqueza.

Já em 2006, quando a Grécia, com um procedimento por défices excessivos, decidiu rever as Contas Nacionais de forma a incluir várias actividades informais ou mesmo ilegais. O resultado foi um crescimento de 25% do PIB, que diluiu o défice e fez as delícias da imprensa internacional. O britânico Guardian ironizava com a situação dizendo que "O PIB grego sobe 25% com uma ajudinha das prostitutas". O Eurostat acabou por validar as contas. Se o contrabando, o tráfico, o jogo e a prostituição contarem nas estatísticas como riqueza e resolver os problemas do défice, qual será o estado que a vai combater? Antes pelo contrário, vão dizer aos polícias para virar as costas e esperar que todos os bandidos do mundo escolham o seu país para viverem e fazerem as actividades ilegais.

Depois desta, só falta que, de cada vez que alguém nos roubar a carteira, também isso seja considerado como uma transacção e, se o ladrão for apanhado, em vez de ser preso lhe cobrem o IVA. Só falta mesmo é legalizar a actividade criminosa. Está tudo louco?”

 

2 - “A maioria socialista chumbou hoje os projectos do PSD e do PCP para a criminalização do enriquecimento ilícito, argumentando que o partido não está disponível para «suspender a democracia» e «lapidar princípios do Estado de direito”

 

 

Depois de terem lido gostava que alguém me dissesse se este país e se a Europa ainda têm cura?

 

Andamos nós aqui a discutir e por vezes a desentendermo-nos e pergunto eu? Será que vale a pena lutar por alguma coisa ainda?

Eu estou estarrecido com o que li! Que é que nos resta? Este mundo não está feito para pessoas normais e eu já não me sinto bem nele!

Penso que neste momento estaria bem melhor, pelo menos da cabeça, se estivesse num aldeamento qualquer perdido algures nos confins do mundo. Teria que lutar todos os dias pela sobrevivência, mas não contra este estado de coisas.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 00:20
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Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

As medidas sociais da Câmara Municipal

Há por aí muita coisa que me confunde na economia e que gostaria de saber.

Uma delas refere-se ao (des)emprego. No tempo das vacas gordas, uma das bandeiras dos privados é o do Estado emagrecer à força e deixarem os negócios e a economia à iniciativa privada. Não sendo muito apologista do liberalismo económico, pois entendo que o estado deve ter em sua posse sectores estratégicos, até compreendo os empresários. O que já não entendo é que em tempos de vacas magras todos gritam pela ajuda do estado. Não se importa nestes tempos em ficar abrigado da tempestade à custa do estado.

Quero eu dizer com isto que, dependendo das “épocas” assim se é mais ou menos liberal. Depende do clima (económico).

A presente conjuntura tem sido extremamente desfavorável, e como todos sabemos, para o emprego tem sido trágico. Não tenho visto ou ouvido os defensores desse liberalismo saírem a terreiro dizerem que irão fazer sacrifícios, e que conjuntamente com o sacrifício dos trabalhadores, manteriam os empregos. O despedir está na ordem do dia. Opções!

Mas o que ainda mais estranho é o facto destes terem criticado tanto a Câmara Municipal de amealhar uns cobres e agora virem a criticar a mesma Câmara de distribuir dinheiro e empregos por estarmos em pré-campanha eleitoral. Eu pergunto, se não fosse a política de formiga da Câmara e não distribuísse AGORA a quem mais necessita, como é que uma parte dos nossos cidadãos estariam agora a viver? Para os liberais, talvez a assaltar bancos.

Palavra de honra que tenho muita dificuldade em entender tudo o que atrás disse.

Sei que alguns dos habituais comentaristas irão dizer que também eu me vendi ao poder. Pois digam! Eu, o que não queria era estar na pele de algumas centenas de pessoas, que a não serem atendidas, irão fatalmente passar necessidades.

Não sou, nem nunca fui socialista e nem acredito nesta doutrina que dizendo-se de esquerda tem actuado à moda da direita radical.

Sendo católico, acredito na doutrina social da Igreja em dar a que mais precisa. Nesse aspecto honra seja feita à Câmara Municipal de Elvas, que metendo água em muitos domínios, não se lhe pode apontar o dedo nas políticas sociais.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 15:20
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Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

Actualização

Nos últimos dois dias bati-me aqui contra a obra que está a ser feita no Bairro da Caixa de Previdência. Fiquei indignado.

Hoje fiquei satisfeito por ter lido um comunicado da Câmara Municipal a reconhecer o erro que foi praticado.

Como se costuma dizer que a falar é que nos entendemos, pela parte que me toca só tenho que congratular-me com a prometida emenda.

Em nome dos moradores da zona, o nosso obrigado.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 18:05
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José Sócrates

Ontem à noite dei-me ao trabalho de ouvir atentamente a entrevista com o nosso Primeiro-ministro. Não tanto pelo que ia dizer, ou não dizer, mas para olhar bem para a cara e olhos dele enquanto lhe fazia as perguntas e depois respondia.

Toda a minha vida foi lidar com pessoas, e cada um com o seu tique, demonstrava quando está a mentir ou não. Por algum motivo existe aquele ditado que todos conhecemos.

Ontem à noite fiquei baralhado. Muito baralhado mesmo e não consegui tirar conclusão alguma. Portanto ou o nosso homem está a dizer a verdade ou então está a mentir com uma convicção tal que ele próprio pensa dizer a verdade, ou seja, um mentiroso compulsivo.

Não consegui divisar a mais pequena hesitação nas palavras, uma piscadela de olhos comprometedora ou uma face mais ruborescida.

Eu sendo desconfiado, sinto que mentiu com quantos dentes tem na boca. Se disse a verdade, que Deus me perdoe.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 14:54
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Terça-feira, 21 de Abril de 2009

Av. António Sardinha – 2

Peço desculpa por voltar à carga, mas não posso de deixar de manifestar a minha indignação com o que se passa no Bairro da Caixa de Previdência.

Hoje, homens e máquinas já abalaram e como tal permitiu-me apreciar com pormenor o que por ali se fez. Falando português vernáculo, é uma autêntica javardice.

Podem falar os melhores engenheiros, arquitectos ou técnicos de obras, que a minha opinião não vai mudar.

Nunca tive problemas em elogiar o que de bom se tem feito em Elvas nestes últimos anos. Poderei discordar mais ou menos com algumas coisas e com a sua utilidade, mas é uma questão de gosto, e enquanto houver duas cabeças haverá sempre duas opiniões. Acho que criticar construtivamente isto ou aquilo é até uma atitude salutar. Pode-se gostar mais ou menos o que é próprio da natureza humana. Porra, mas aquilo? É um autêntico atentado, tanto no aspecto visual como no aspecto técnico ou mesmo na sua utilidade.

Senhor Presidente da Junta de Freguesia da Assunção: o senhor que até mora ali gosta do que lhe fizeram à porta de casa?

Senhor Vereador e senhor Chefe de Divisão de Obras da Câmara Municipal de Elvas: os senhores já foram ver a “beleza” de obras que se fizeram?

Senhor Presidente da Câmara Municipal de Elvas: o senhor não pode fiscalizar tudo o que se faz, mas em última análise é responsável por aquele “aborto”. Vá lá ver ou mande alguém ver. Olhe, estou indignado e não calarei enquanto não se alterar aquilo. Os moradores não mereciam tal castigo e não são poucos os que têm a minha opinião.

 

PS – Caros comentadores, não é necessário voltarem à ladainha do costume. Já sei que sou burro, um mau professor e tudo aquilo com que costumam atribuírem-me. Não gastem o vosso latim porque já cheira mal.

 

Jacinto César

 


Tasca das amoreiras às 15:17
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